TCU determina suspensão de novos gastos no trecho Salgueiro-Suape da Transnordestina

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou, na quarta-feira (13), que o Ministério dos Transportes e a Infra S.A. se abstenham de assumir novos compromissos financeiros relacionados à retomada da construção da Transnordestina, no trecho Salgueiro e Suape. A fiscalização do TCU apontou que não existem estudos técnicos, econômicos e ambientais que mostrem que os benefícios sociais do empreendimento superam seus custos.

Segundo o ministro relator Jhonatan de Jesus, a decisão seguirá até que seja demonstrada, com base técnica atual e idônea, a pertinência e vantajosidade socioeconômica do empreendimento. “Para além da insuficiência dos estudos invocados pela Administração, os autos expõem conjunto significativo de indícios que adensam o cenário de incerteza quanto à viabilidade socioeconômica do empreendimento”, diz. A Corte de Contas ainda determinou que a Infra S.A. apresente, no prazo de 30 dias, plano de ação voltado à conclusão do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) da futura concessão do trecho Salgueiro–Suape da EF-232, conforme previsto no Novo PAC e nas diretrizes formalizadas pelo Ministério dos Transportes.

“Caberá à unidade técnica, ainda no âmbito destes autos, monitorar o cumprimento das determinações ora expedidas e, de forma proativa e contínua, seus desdobramentos práticos, informando prontamente ao relator qualquer indício relevante de risco de inobservância de prazos ou de agravamento do quadro de risco anteriormente delineado”, afirmam os ministros no acórdão. A Corte determinou que o Ministério dos Transportes e a Infra S.A. que seja avaliada a possibilidade de criação de um “instância interinstitucional” para coordenar “as providências necessárias à superação dos entraves socioambientais, fundiários e operacionais atinentes ao empreendimento”.

Em nota, a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) disse que “respeita integralmente o papel constitucional do TCU como órgão auxiliar de controle externo da administração pública, no entanto, considera a obra estratégica para o desenvolvimento do Nordeste”. A autarquia afirmou, ainda, que “entende que a obra impactará positivamente o emprego e a renda, o fortalecimento das cadeias produtivas, a integração logística, o aumento da competitividade e a melhoria da qualidade de vida da população”. Informando que irá apresentar estudos técnicos atualizados que mostram a viabilidade da obra e os impactos econômicos e sociais da ferrovia.

“A retomada e consolidação do trecho Salgueiro até Suape como estabelecido no projeto original, permanece alinhada ao compromisso do Governo do Brasil com o Nordeste. A ferrovia é considerada uma obra estruturante para a integração regional, especialmente pela conexão entre áreas produtoras do interior e os portos do Nordeste”, afirmam.

Banco Master – O ministro Jhonatan de Jesus também foi o relator de dois processos que investigam a liquidação extrajudicial do Banco Master pelo Banco Central (BC). Em janeiro, ele determinou inspeções no BC após questionar a falta de provas documentais que justificassem a medida.

Diario de Pernambuco

Demora de Lula na compra de Coronavac causou desperdício de R$ 260 mi

Até R$ 330 milhões podem ter sido perdidos com doses não utilizadas

O governo Lula desperdiçou ao menos R$ 260 milhões em vacinas Coronavac, imunizante contra a Covid-19. O Tribunal de Contas da União concluiu que a demora do Ministério da Saúde em fechar o contrato de compra foi a principal causa do prejuízo.

A negociação se arrastou por mais de sete meses, entre fevereiro e setembro de 2023. Quando os lotes finalmente chegaram, em outubro, a vacina já estava em desuso no SUS e os imunizantes tinham validade curta. Ao menos 8 milhões das 10 milhões de doses adquiridas foram incineradas sem nunca ter saído do armazém do ministério.

O prejuízo pode ser ainda maior. Considerando as doses enviadas aos estados, das quais apenas 260 mil foram aplicadas, o rombo pode alcançar R$ 330 milhões, valor total do contrato. No pior cenário, 97% de toda a compra acabou no lixo.

O TCU agora cobra explicações de dois ex-diretores da área de compras do Ministério da Saúde. O governo, em sua defesa, culpa a gestão Bolsonaro pelo problema e diz ter seguido as normas da Organização Mundial da Saúde.

Ex-prefeito Isaac Carvalho é investigado por possíveis irregularidades no uso de R$ 1,6 mi enviados há 15 anos para Juazeiro

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por meio do Ministério do Esporte, protocolou, no dia 23 de setembro, uma ação junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) para apurar a aplicação de recursos federais repassados ao município de Juazeiro em dezembro de 2009 – ou seja, há quase 15 anos. Nessa época, a gestão municipal estava sob o comando de Isaac Carvalho, ainda pelo PCdoB.

De acordo com documentos obtidos pelo BNews, naquela época, o Governo Federal,  durante a gestão Lula II, enviou mais de R$ 1,6 milhão (R$ 1.618.262,00) para que a prefeitura municipal utilizasse os recursos para o fomento esportivo na cidade em benefício de aproximadamente cinco mil jovens.

O problema é que o Ministério do Esporte alega que ainda não recebeu a comprovação da regular aplicação dos recursos repassados pela União. Com isso, a pasta instaurou uma Tomada de Contas Especial (TCE) junto ao TCU para que o caso fosse apurado. Inclusive, o ex-prefeito Isaac Carvalho é citado nominalmente pela Corte.

O convênio foi firmado entre as partes no dia 18 de dezembro de 2009 e teve fim no dia 29 de julho de 2012, quase três anos depois. Só para efeito de comparação, os mais de R$ 1,6 milhão disponibilizados no período equivalem, atualmente, a mais de R$ 3,7 milhões em valores corrigidos pela inflação.

Um trecho do convênio diz que: “O projeto tem finalidade de propiciar o acesso à prática desportiva, por meio da implantação de núcleos de esporte educacional, de forma a promover o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes como fator de melhoria da sua qualidade de vida, em benefício a 5.000 (Cinco mil) crianças, adolescentes e jovens no município de Juazeiro do Estado da Bahia”.

O BNews procurou a assessoria de Isaac Carvalho que, por meio de nota, afirmou que o ex-prefeito não foi notificado pelo TCU sobre o caso, mas que prestará as informações que forem necessárias ao Tribunal e à opinião pública. A reportagem também procurou a prefeitura de Juazeiro, atualmente sob a gestão de Suzana Ramos (PSDB). No entanto, a gestão municipal não se posicionou até o fechamento desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestação.

BNews

TCU alerta governo e diz que há duplo risco para meta fiscal em 2025

O Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que as projeções do governo para o resultado primário em 2025 apresenta “duplo risco”, devido à possibilidade de frustrações de receitas e aumento das despesas obrigatórias.

O órgão chama atenção ainda para a limitação nas regras de contingenciamento de gastos. O alerta foi feito à equipe econômica em relatório que analisa o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2025, enviado pelo Poder Executivo em abril ao Congresso Nacional.

Os auditores do TCU avaliaram que as estimativas apresentadas no PLDO para 2025 referentes à receita primária líquida são “otimistas”, ficando de R$ 35,6 bilhões a R$ 50,7 bilhões acima das projeções feitas com base em dados do mercado. A discrepância nos dados explicaria os riscos de frustração de receitas no ano que vem.

Os técnicos também apontam que os aumentos das despesas primárias totais ultrapassam o limite de crescimento real de 2,5% ao ano permitido pelo arcabouço fiscal, o que leva à compressão dos gastos discricionários, com exceção das emendas obrigatórias e dos pisos mínimos constitucionais de saúde e educação. Estes últimos, apesar de estarem na categoria de discricionários, têm execução obrigatória.

O TCU aponta, inclusive, que as estimativas para a despesa discricionária líquida de emendas e mínimos constitucionais preveem uma queda de R$ 100,9 bilhões em 2024 para R$ 11,7 bilhões em 2028, uma redução de 88%. “Caso não haja alteração substancial na composição do gasto, a compressão daquelas despesas pode elevar o risco de shutdown da máquina pública ou aumentar o incentivo ao abandono da âncora fiscal trazida pelo RFS arcabouço fiscal”, menciona o relatório.

Os técnicos citam que a estimativa da dívida apresentada no PLDO 2025 parte da premissa de que a despesa, ao longo de todo o período, crescerá em ritmo inferior à receita. A projeção, no entanto, pode ser irrealista se não houver revisão das despesas obrigatórias ou das discricionárias vinculadas à receita, dizem.

O órgão destaca ainda que o projeto enviado pelo governo trata sobre revisão de despesas como foco na revisão e redução de benefícios irregulares, “mas sem mencionar propostas legislativas específicas para endereçar o desafio das despesas obrigatórias”.

O relatório aponta ainda que mirar o limite inferior do arcabouço fiscal como referência para o resultado primário e adoção de contingenciamento pode elevar o risco de descumprimento das metas fiscais, além de afetar a credibilidade das regras e comprometer a gestão das contas públicas no futuro. A estratégia já tem sido adotada pelo governo este ano.

O TCU aponta que a estratégia de mirar o limite inferior da banda, embora não seja ilegal, pode gerar ainda inconsistências a longo prazo na trajetória da dívida, a depender das projeções de resultado primário utilizadas nas estimativas.

Estadão Conteúdo

 

TCU decide que presentes recebidos por presidentes não são públicos

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu nesta quarta-feira (7) que presentes recebidos durante os mandatos de presidentes da República não podem ser considerados como bens públicos.

Com base na decisão, o tribunal rejeitou pedido feito por um parlamentar de oposição para obrigar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a devolver o relógio que recebeu de presente, em 2005, do então presidente francês, Jacques Chirac, em razão da comemoração do Ano do Brasil na França.

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Com aposentadoria de Rosa Weber, Lula pode fazer aceno à Bahia indicando ministro baiano

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá mais uma indicação para fazer no Supremo Tribunal Federal (STF), já que a ministra Rosa Weber se aposentará da corte. E segundo o A Tarde, Lula deve fazer um aceno à Bahia, indicando o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), o baiano Bruno Dantas.

Lula tem dado destaque à Bahia, desde sua campanha. E nos primeiros meses de gestão, já realizou várias agendas no esatdo. Outro fator que pode influcenciar a decisão de Lula é o fato de balancear os representantes da região Nordeste no Supremo.

Dos atuais 11 ministros, apenas um é nordestino: Kássio Nunes Marques, indicado por Jair Bolsonaro. Weber se aposenta em outubro deste ano.

Mais de 79 mil militares receberam Auxílio Emergencial indevidamente, afirma TCU

Presidente interino do TCU entregou relatório ao vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin

O Tribunal de Contas da União (TCU) entregou, na terça-feira (16), um relatório sobre as contas públicas ao governo eleito (de Luiz Inácio Lula da Silva), representado pelo vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB). E segundo apuração do TCU, há pelo menos 29 tópicos de risco no país.

Durante a coletiva de imprensa que apresentou o relatório, o presidente interino do TCU, Bruno Dantas lembrou que, entre as falhas encontradas pelo órgão na atual gestão (Jair Bolsonaro) estão o pagamento do Auxílio Emergencial a 79 mil militares.

“A lista dos beneficiários era uma lista que só o Ministério da Cidadania conhecia, o TCU identificou que, só no primeiro mês, mais de 79 mil militares recebiam indevidamente. Quem era militar não poderia receber esse auxílio“, afirmou o presidente do TCU.

O Auxílio Emergencial foi criado no começo da pandemia da Covid-19, em 2020, para ajudar brasileiros desempregados. Contudo, muitos brasileiros enquadrados nos critérios não receberam a ajuda.

Brasil: cartel de empresas teria fraudado licitações de pavimentação realizadas pela Codevasf

Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) apontou indícios da ação de um cartel de empresas de pavimentação em fraudes a licitação da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), que superam R$ 1 bilhão.

A investigação do TCU se baseou numa série de matérias divulgadas pela Folha de São Paulo. A fraude analisada ocorreu na atual gestão de Jair Bolsonaro (PL). Segundo o TCU, um grupo de empresas agiu em conluio em licitações tanto na sede da Codevasf, como nas suas superintendências regionais.

A Engefort é a principal construtora beneficiada no suposto esquema, vencendo editais com indícios de fraude que somam R$ 892,8 milhões. As situações mais graves foram detectadas em 2021. De 50 licitações que venceu em 2021, a empresa deu em média um desconto de apenas 1%, o que foge do padrão de mercados em que há competitividade normal.

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TCU conclui que urna eletrônica é segura

(Foto: Divulgação/TSE)

O Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que o sistema eletrônico de votação é seguro e não há riscos relevantes para a realização das eleições de outubro.

A conclusão está em um relatório de auditoria apresentado ontem (13) pelo tribunal. A investigação avaliou a gestão de riscos para proteção do processo eleitoral e capacidade de evitar a interrupção da normalidade das eleições contra falhas graves.

Para os auditores, o TSE possui um cronograma para aprovação de projetos de defesa cibernética e há planos de contingências para evitar a interrupção do sistema em caso de incidentes. O relatório aprovado está relacionado à terceira etapa da auditoria realizada pelo TCU no sistema de votação.

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Com ressalvas, TCU aprova parecer favorável a contas de Bolsonaro em 2021

O TCU (Tribunal de Contas da União) aprovou hoje parecer favorável, com ressalvas, às contas do governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) no exercício de 2021. O posicionamento do relator do processo, ministro Aroldo Cedraz, foi ratificado por unanimidade.

Uma das observações críticas feitas pelo relator diz respeito do chamado “orçamento secreto”, composto pelas emendas de relator-geral (RP-9). Esse é o terceiro ano consecutivo que o Tribunal faz “ressalvas” em relação à execução orçamentária do Executivo federal.

O relatório completo —com o parecer e as considerações sobre o desempenho na economia— será encaminhado ao Congresso Nacional e passará pelo crivo de deputados e senadores, responsáveis pela palavra final.

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TCU analisa contas do governo federal de 2021

O Tribunal de Contas da União (TCU) aprecia hoje (29) as contas do presidente da República, Jair Bolsonaro, relativas ao ano de 2021. O relator do processo, ministro Aroldo Cedraz, começou a ler um resumo de seu relatório, bem como seu voto, perto das 10h30.

Em respeito ao tempo de todos, trarei uma proposta resumida do meu relatório e voto e farei a leitura de maneira dinâmica, sem naturalmente trazer qualquer prejuízo à transparência que procuro assegurar à publicação que tenho feito, de forma antecipada, dentro dos sistemas do tribunal para dar conhecimento de meu relatório e voto”, antecipou Cedraz.

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Valor de diárias em viagens supera salário de ministros do TCU, indica site

Os nove ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) gastaram ao menos R$ 1,2 milhão em dinheiro público com viagens, na maioria para fora do Brasil, entre janeiro e maio de 2022. De acordo com os dados do próprio TCU, o grupo ganha mais com verbas de diários do que com o próprio salário (R$ 37,3 mil brutos).

Somente o ministro Bruno Dantas recebeu R$ 43.517,52 em diárias para uma viagem a países da Europa e da Ásia. Entre 25 de fevereiro e 13 de março, ele cumpriu agenda em órgãos de fiscalização de Varsóvia (Polônia), Riad (Arábia Saudita), Viena (Áustria) e Paris (França).

A Corte é responsável por arcar com hospedagem e passagens dos ministros. Em nota, o TCU informou que assumirá, em novembro de 2022, a Presidência da Organização Internacional de Instituições Superiores de Fiscalização (Intosai), entidade que tem status de órgão consultivo da ONU e isso requer deslocamentos dos ministros.

MP do TCU cita ‘extravagância’ de viagem de Mario Frias a Nova York e solicita investigação

O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União solicitou, nesta sexta-feira (11), que a corte apure os gastos da viagem do Secretário Especial de Cultura, Mário Frias, a Nova York.

Em representação encaminhada à corte de contas, o subprocurador do MP Lucas Rocha Furtado classificou como ‘extravagante’ a viagem do secretário e defendeu que o caso afronta “o princípio da moralidade administrativa”.

“A situação aqui narrada constitui, à toda evidência, desrespeito ao zelo, parcimônia, eficiência e economicidade que sempre devem orientar os gastos públicos e impõe, sem dúvida, a intervenção dessa Corte de Contas. A verdadeira extravagância ora denunciada resulta, sobretudo, em afronta ao princípio da moralidade administrativa, previsto expressamente no caput do artigo 37 da Constituição. Não há espaço, portanto, para se falar em discricionariedade administrativa, em casos tais”, aponta Furtado.

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Anastasia é escolhido pelo Plenário para o cargo de ministro do TCU

 

Com 52 votos, o senador Antonio Anastasia (PSD-MG) foi escolhido pelo Plenário do Senado para o cargo de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), na vaga deixada pelo ministro Raimundo Carreiro, que será embaixador do Brasil em Portugal.

 

A senadora Kátia Abreu (PP-TO) teve 19 votos e o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) teve 7 votos.

 

Com FBC na disputa, Senado discute indicação ao TCU nesta terça-feira

O Senado Federal analisa às 16h desta terça-feira (14), a indicação ao Tribunal de Contas da União (TCU). Na disputa estão Kátia Abreu (PP-TO), Antonio Anastasia (PSD-MG) e Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do Governo Bolsonaro no Senado.

A sessão de hoje ocorrerá de forma semipresencial e os candidatos serão ouvidos pelos colegas. Segundo apuração de alguns veículos, o MDB que é dono da maior bancada estaria dividido entre apoiar Fernando Bezerra e Kátia. Anastasia conta com apoio do seu partido, que é a segunda maior bancada.

Além disso, Kátia também teria simpatia do PT e PP, já que com sua ida ao TCU, um suplente do PT herdaria a vaga no Senado. O TCU é composto por nove ministros, dos quais três podem ser indicações diretas do presidente da República. Os outros seis são cotas da Câmara e do Senado.

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