Caruaru: detento é esfaqueado dentro de presídio

(Foto: Internet)

Detento foi esfaqueado dentro da Penitenciária Juiz Plácido de Souza, em Caruaru, Agreste de Pernambuco. O ataque ocorreu na última sexta-feira (10). A vítima foi socorrida por agentes penitenciários e passa bem.

O motivo da agressão e como a arma branca foi levada para dentro da penitenciária ainda está sendo investigado pela polícia. A confusão iniciou com uma discussão no corredor que dá acesso ao pavilhão D. Quando os agentes ouviram o barulho, correram para prestar socorro.

O autor da agressão, entretanto, já foi identificado pelos próprios agentes e foi entregue ao plantão policial antes de retornar à Penitenciária Juiz Plácido de Souza.

Fonte FolhaPE

Sistema penitenciário de Pernambuco deve passar por auditória

(Foto: Internet)

O sistema penitenciário de Pernambuco, já foi classificado como um dos piores do Brasil e será alvo de auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE). A pedido do Ministério Público de Contas do próprio TCE, que atende a convocação do Tribunal de Contas da União (TCU).

Os auditores do TCE devem avaliar orçamento, recursos recebidos, condições físicas da rede, localização das unidades, lotação, funcionamento interno, quantitativo e distribuição de agentes e de defensores públicos, como está sendo feito monitorado o uso de tornozeleiras eletrônicas e a aplicação de penas alternativas entre outros aspectos. O TCE pretende ajudar o governo a decidir sobre a aplicação de recursos no sistema carcerário, melhor localização para novas unidades, como reduzir permanência de presos provisórios e assegurar ressocialização adequada com uso eficiente do dinheiro público.

Em Pernambuco, a carência de defensores públicos concursados. Em vez de ampliar o quadro, o Estado opta por contrato temporário. No ano passado, o governo Paulo Câmara também foi alvo de protestos populares ao decidir desapropriar imóveis residenciais no entorno do Complexo do Curado, palco de fugas e rebeliões no Recife.

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Equipes da Secretaria de Saúde vão ao Presídio Edvaldo Gomes identificar casos de hanseníase

A população carcerária foi selecionada pela condição de confinamento. Fatores de risco estão presentes nas celas, com pouca iluminação e muita gente.

Nesta segunda-feira (30), a Secretaria Saúde de Petrolina vai realizar uma ação que marcará o Dia Mundial de Combate à Hanseníase, comemorado oficialmente ontem (29). Os profissionais de saúde estarão na Penitenciária Dr. Edvaldo Gomes para examinar os internos, numa avaliação dermatológica e neurológica para identificação de sintomas de hanseníase.

O presídio possui uma equipe permanente de saúde da família que já faz atendimento aos internos, porém, nessa ação de hanseníase a proposta é sensibilizar a população para os riscos da doença e a importância do diagnóstico precoce.

Conhecida antigamente como lepra, a hanseníase tem cura se for diagnosticada cedo. Os primeiros sintomas são manchas pelo corpo seguidas por alterações na cor da pele e perda de sensibilidade, o que pode até levar ao comprometimento dos nervos. A doença ainda pode gerar graves consequências, como perda da visão e audição.

Salgueiro: Policia Militar apreende drogas e celulares durante vistoria em presídio

(Foto: ASCOM)

Na manhã desta terça-feira (24), por volta das 07:30 horas, após entendimento entre o Tenente Coronel PM, Guerra, Comandante do 8ºBPM e Carlos Acácio, Diretor do Presídio de Salgueiro (PE), foi realizada uma vistoria geral nas celas do estabelecimento prisional do município. A ação visava manter a ordem e coibir possíveis atos ilícitos generalizados, devido aos constantes acontecimentos em diversos presídios do País.

A manobra policial no presídio foi dirigida pelo Capitão da PM, França, sob a coordenação do Major Itamar, Sub Comandante da OME. Ainda participaram da ação, o efetivo do GATI, ROCAM e Policiais Militares do Serviço Operacional do batalhão, bem como, o apoio de equipes da CIOSAC e Agentes de Segurança Penitenciários, da SERES (Secretaria Executiva de Ressocialização de Pernambuco), lotados em Salgueiro, que participaram da vistoria.

Diversos materiais foram apreendidos, incluindo drogas, objetos cortantes e alguns celulares. Ao final da revista, foi contabilizada a apreensão dos seguintes materiais:

  • 42 Chunchos (Objetos pontiagudos de fabricação artesanal com alto poder de perfuração);
  • 247 Papelotes de maconha;
  • 83 Papelotes de Cocaína;
  • 08 Cártulas de Maconha, pesando 43g;
  • 04 Cártulas de maconha prensada, pesando 200g;
  • 01 Papelote de Cocaína, pesando 9g;
  • 10 Cachimbos para uso de Crack;
  • 02 Facas;
  • 08 Aparelhos Celulares e 08 Carregadores de Celulares.

Tamanho e quantidade de fossas dificultam busca por corpos em Alcaçuz

Na primeira operação depois do massacre, 15 corpos foram resgatados sem cabeça e duas cabeças sem corpo. (Foto: Internet)

A busca por mais corpos na penitenciária estadual de Alcaçuz, em Nísea Floresta, Rio Grande do Norte, esbarra em um obstáculo invisível às câmeras da imprensa que, desde o massacre de 26 presos na semana passada, vigiam diariamente a unidade.

São as 40 fossas de 18 metros cúbicos espalhadas pela área do presídio. Até mesmo procurar pelas cabeças de 13 corpos decapitados já retirados do local é uma tarefa difícil e, segundo o diretor-geral do Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep), Marcos Brandão, é provável que algumas nunca sejam encontradas.

Na primeira operação depois do massacre, 15 corpos foram resgatados sem cabeça e duas cabeças sem corpo. Identificadas as combinações entre as partes, restaram 13 mortos a serem completados. No sábado (21), o ITEP recolheu mais duas – uma delas incompleta – e um fragmento de crânio já em estado avançado de decomposição.

O material será analisado para saber se correspondem a algum dos cadáveres já recolhidos ou se seriam de mortos ainda não contabilizados. Com o resultado positivo restariam ainda 11 cabeças a serem encontradas. Facções rivais disputam o controle do presídio.

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Mutirão carcerário no Amazonas liberta 432 presos provisórios

(Foto: Internet)

A primeira semana de mutirão carcerário no Amazonas resultou na concessão de liberdade a 432 presos provisórios. Parte deles, segundo o Tribunal de Justiça do estado (TJAM), terá que usar tornozeleira eletrônica. A medida é parte das providências tomadas pelo governo estadual para reduzir a massa carcerária que superlota cadeias e reduzir a tensão no sistema prisional.

O presidente do TJAM, Flávio Pascarelli, esclareceu que os processos estão sendo analisados com cuidado e critério, para decidir se a liberdade ou a adoção de medidas alternativas de cumprimento da pena são as mais recomendadas em cada caso. Em 13 municípios do interior do estado, por exemplo, foram analisados 665 processos, com a decisão pela concessão de liberdade provisória a 29 desses réus.

“Vamos avaliar, criteriosamente, se as condições da prisão preventiva ou provisória permanecem. Essa análise é feita pelo juiz, promotor e defensor público ou advogado. E acredito que, em se tratando de alguém que ofereça perigo à sociedade, a liberdade não será concedida”, disse Pascarelli ontem (17), na sede do TJAM.   

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Governo do Rio Grande do Norte suspeita que pode haver mais corpos em Alcaçuz

(Foto: Sejuc/divulgação)

A suspeita de que mais de 26 presos podem ter sido mortos na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Natal (RN), motivou a Secretaria da Justiça e da Cidadania do Rio Grande do Norte (Sejuc) a pedir à Companhia de Águas e Esgotos do estado (Caern) que inspecione as fossas existentes no interior da unidade.

Um caminhão e equipes da empresa chegaram à penitenciária, no bairro Potengi, na manhã de hoje (16). Segundo a assessoria da Seju, o trabalho está atrasado devido a um novo tumulto na unidade. Nesta segunda-feira, poucas horas depois que policiais militares deixaram o local, um grupo de detentos voltou a ocupar os telhados de um dos pavilhões.

As autoridades estaduais de segurança pública negam tratar-se de mais uma rebelião, mas admitem que, devido ao “clima tenso”, adiaram também o início da revista nas celas e a recontagem de presos.

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Briga entre facções rivais deixa mortos no maior presídio do RN

(Foto: Internet/Ilustração)

Uma briga entre integrantes de facções criminosas na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, localizada em Nísia Floresta (região metropolitana de Natal), já deixou pelo menos três presos mortos neste sábado (14).

Imagens divulgadas pela polícia mostram três cabeças jogadas na área externa da unidade prisional. A Sejuc (Secretaria de Justiça e Cidadania) não confirmou o número de mortos e informou que o governo do Estado deve se pronunciar sobre a rebelião na manhã deste domingo (15).

“Deu para ver que eles [os presos] jogaram três cabeças para fora dos pavilhões, mas a polícia ainda não conseguiu entrar na unidade prisional”, disse o coordenador de administração penitenciária do Rio Grande do Norte.

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Más condições das prisões facilitam crescimento de facções, dizem especialistas

(Foto: Internet/Ilustração)

Mais uma vez, a guerra de facções criminosas dentro de presídios brasileiros expôs a fragilidade do sistema penitenciário do país. Especialistas e profissionais que vivem de perto a rotina dos presídios mostram que o sistema é falho e contribui para episódios como de Manaus.

As más condições a que presos são submetidos facilitam o crescimento de facções criminosas dentro dos presídios, nos quais o Estado tem cada vez menos influência. “O que acontece é que criamos um modelo para impedir a fuga de certos indivíduos, mas você os deixa se virarem lá dentro. Então, isso facilita a vida de organizações criminosas que tomam conta da cadeia”, afirmou o doutor em ciência política e ex-secretário de Segurança Pública Guaracy Mingardi.

O Juiz titular da Vara de Execuções Penais do Amazonas, Luis Carlos Valois, disse que o Estado tem de passar a cumprir a lei sobre as condições de um presídio. De acordo com o juiz, a prisão que existe é ilegal e longe do ideal.

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Vistoria em presídio localiza armas, celulares e drogas, em Recife

(Foto:Reprodução / Divulgação)

A Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres) realizou, nesta quarta-feira (11), uma vistoria “pente-fino” no Presídio Aspirante Marcelo Francisco de Araújo (Pamfa), no Complexo de Curado, em Recife.

De acordo com a Seres, a ação foi realizada pela Polícia Militar com o apoio dos agentes penitenciários, do Grupo de Operações e Segurança (GOS/Seres) e da Gerência de Inteligência e Segurança Orgânica (GISO/Seres)

No presídio foram encontradas uma PT Taurus/940 calibre .40 e um revólver calibre 38. As armas de fogo foram localizadas com a ajuda de cães farejadores da Companhia Independente de Policiamento com Cães (CIPCães).

Além de armas, foram encontradas 10 munições .40, 12 munições calibre 38, 12 foices, 18 facões industriais, 55 facas industriais, 21 facas artesanais, um facão artesanal, 26 barrotes de madeira 27 celulares, 01 tablet, 13 baterias de celular, duas balanças de precisão, 37 carregadores de celular, quatro chips telefônicos, três chuços, 15 fones de ouvido, cinco usinas de cachaça artesanal, 268 litros de cachaça artesanal, 2,640 kg de maconha, 467g de crack e 65g de ácido bórico.

Com informações do JC

Recife: detentas fazem festa com celulares, drogas e bebidas em presídio; Veja o vídeo

Estão circulando na internet imagens de uma festa de réveillon na Colônia Penal Feminina do Recife, no bairro de Engenho do Meio. Segundo agentes penitenciários, a festa teria sido promovida por lideranças do presídio feminino.

No vídeo as detentas aparecem usando celular, drogas e ingerindo bebidas, supostamente alcoólicas. Parte das mulheres que teriam usado entorpecentes já foram identificadas.

De acordo com a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos de Pernambuco, uma sindicância foi instaurada para investigar o caso e as detentas envolvidas na festa já teriam sido punidas.

Confira o vídeo

https://youtu.be/iqifCujR7wg

Com informações do JCOnline

Procuradoria Geral da República investiga presídios de Pernambuco e de outros três estados

(Foto: Internet/Ilustração)

O procurador-geral da República em exercício, Nicolao Dino, instaurou quatro procedimentos administrativos para investigar o sistema penitenciário de Pernambuco, do Amazonas, Rio Grande do Sul e Rondônia. O objetivo é reunir informações para eventual propositura de intervenção federal ao Supremo Tribunal Federal (STF) ou de incidente de deslocamento de competência (IDC) – ou a federalização – perante o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O Governo de Pernambuco, através de nota oficial, disse estranhar a medida e que “os problemas do sistema prisional brasileiro são sérios e é preciso que sejam tratados com mais responsabilidade e menos pirotecnia”.

De acordo com as portarias de instauração dos quatro procedimentos, os problemas no sistema carcerário desses estados apontam para o descumprimento de normas constitucionais e infraconstitucionais, além de diversos instrumentos internacionais aos quais o Brasil aderiu, a exemplo da Convenção Americana sobre Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica), promulgada pelo Decreto 687/1992.

Já está em curso na Procuradoria-Geral da República um procedimento que analisa a situação do sistema carcerário do Maranhão, em decorrência de mortes e superlotação no Centro de Detenção Provisória de Pedrinhas, em São Luís.

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Ceará destina unidade prisional a presos gays, bissexuais e travestis

(Foto: Internet/Ilustração)

O presídio tem capacidade para atender 200 internos. (Foto: Internet/Ilustração)

Com o objetivo de evitar casos de violência e preconceito, o sistema carcerário cearense implementou, há cerca de um mês, uma unidade prisional voltada exclusivamente para a população carcerária GBT (gays, bissexuais, travestis). Os presos cumprem pena em um local exclusivo, com instalações reformadas para atender condenados de baixa periculosidade.

Atualmente, cerca de 150 detentos estão na Unidade Prisional Irmã Imelda Lima Pontes, antigo o Presídio Militar, localizada no Complexo Penitenciário de Aquiraz. O presídio tem capacidade para atender 200 internos.

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Droga, celulares e armas são apreendidos em revista no presídio de Petrolina

(Foto: Divulgação/Seres)

O procedimento de rotina conseguiu detectar drogas, aparelhos celulares e armas. (Foto: Divulgação/Seres)

Uma operação de revista foi realizada, nessa segunda-feira (27), no presídio Dr. Edvaldo Gomes, em Petrolina. O procedimento de rotina conseguiu detectar drogas, aparelhos celulares e armas guardados nas celas na qual ficam os detentos.

De acordo com a Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres), foram descobertos 14 celulares. Também foram encontrados pelos agentes penitenciários e o Grupo de Operações e Segurança oito chips, três chuços (armas artesanais criadas pelos presos), um carregador e ainda 30 gramas de uma substância semelhante à maconha.

Todo o material encontrado durante a revista foi recolhido.

Celulares e maconha encontrados no telhado do presídio de Salgueiro

(Foto: Divulgação/Presídio de Salgueiro)

A embalagem entraria por um buraco no telhado e estava preso em uma corda (Foto: Divulgação/Presídio de Salgueiro)

Nesta manhã (24), três pacotes foram flagrados no telhado do presídio. Funcionários que estavam de plantão avistaram a embalagem. Nela continha 14 aparelhos celulares, um chip, 11 carregadores, 13 baterias e 4,5 kg de maconha. Informações foram repassadas aos agentes sobre a entrada da droga e dos aparelhos por cima do muro.

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Materiais encontrados na embalagem (Foto: Divulgação/Presídio de Salgueiro)

A embalagem entraria por um buraco no telhado e estava preso em uma corda. Após a identificação do material, a corda foi cortada e os materiais apreendidos. Não se sabe quem são os detentos envolvidos com a entrada da droga e dos celulares, pois se tratava de um dia de visitas.

Os materiais serão encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil para que seja aberta uma investigação.

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