Nova pesquisa Quaest mostra Flávio Bolsonaro com 42% e Lula com 40%.

Nova pesquisa Quaest, encomendada pela Genial Investimentos e divulgada nesta quarta-feira (15), revela um cenário de paridade na corrida eleitoral para 2026. Em uma simulação de segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL) alcança 42% das intenções de voto, enquanto o presidente Lula (PT) registra 40%.

Pela primeira vez na série histórica do instituto, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro aparece à frente do petista no limite da margem de erro. O resultado confirma a trajetória de ascensão do senador, que em dezembro aparecia dez pontos atrás de Lula. De lá para cá, a distância caiu progressivamente: sete pontos em janeiro, cinco em fevereiro, até o empate exato em 41% registrado no mês de março.

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Lula envia ao Congresso projeto de lei que extingue a escala 6×1

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso Nacional, na noite desta terça-feira (14), o projeto de lei que prevê o fim da jornada de seis dias trabalhados por um de descanso (6×1). A proposta reduz a carga horária máxima para 40 horas semanais e foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

Principais pontos da proposta:
Redução da jornada: O limite semanal cai de 44 para 40 horas.
Descanso garantido: Adoção da escala 5×2 (cinco dias de trabalho para dois de descanso).
Manutenção salarial: O texto proíbe expressamente qualquer redução nos vencimentos dos trabalhadores.
Abrangência: A regra vale para todos os celetistas, incluindo trabalhadores domésticos, comerciários, atletas, aeronautas e radialistas.

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Flávio Bolsonaro lidera disputa contra Lula em eventual segundo turno, aponta Futura/Apex

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual cenário de segundo turno, conforme aponta o levantamento da Futura Inteligência, em parceria com a Apex, divulgado nesta terça-feira. De acordo com os dados coletados, o parlamentar soma 48% das intenções de voto, enquanto o atual chefe do Executivo registra 42,6%. A diferença de 5,4 pontos percentuais coloca o senador em vantagem fora da margem de erro.

O grupo de eleitores que optaria por votos brancos, nulos ou que não escolheria nenhum dos candidatos soma 7,3%, enquanto os indecisos ou que não responderam representam 2,1% da amostragem. O resultado reflete a polarização do cenário político e a consolidação do nome de Flávio Bolsonaro como a principal força de oposição em uma disputa direta contra o petista.

A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 11 de abril de 2026, ouvindo 2 mil eleitores em 895 cidades brasileiras. O levantamento possui um índice de confiança de 95% e a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O estudo está devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-08282/2026.

Após Datafolha, três pesquisas nacionais prometem movimentar o cenário político

A semana política tem início com grande expectativa diante da divulgação de novas pesquisas eleitorais de alcance nacional, que devem atualizar o cenário da corrida presidencial no Brasil. Os levantamentos chegam logo após os números divulgados pelo Datafolha e prometem trazer novos indicativos sobre a disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Dois novos estudos serão divulgados já nesta terça-feira (14), conduzidos pelos institutos Futura e MDA. Na quarta-feira (15), será a vez da nova rodada da Quaest. Os resultados devem contribuir para confirmar ou reavaliar a tendência recente de equilíbrio entre os principais nomes testados para o segundo turno.

Ao todo, mais de 40 pesquisas eleitorais estão registradas para divulgação até a próxima sexta-feira (17). Além dos levantamentos nacionais, também estão previstos estudos estaduais, que podem influenciar diretamente o cenário político em nível federal.

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Datafolha: 40% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo; aprovação recua para 29%

A pesquisa Datafolha divulgada neste fim de semana aponta que 40% da população brasileira consideram o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como ruim ou péssimo. O índice permanece estável em relação ao levantamento anterior, realizado no início de março, e revela a manutenção de um cenário de avaliação negativa significativa por parte dos eleitores. Por outro lado, a avaliação positiva do governo apresentou recuo, passando de 32% para 29%, enquanto a avaliação regular subiu de 26% para 29%. O percentual dos que não souberam opinar variou de 1% para 2%, evidenciando pequenas oscilações dentro da margem de erro.

Os dados também permitem uma comparação com o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no mesmo período do mandato, em abril de 2022. Naquela ocasião, Bolsonaro registrava 46% de avaliação ruim ou péssima, 28% de regular e 25% de ótimo ou bom, números que indicam que a gestão de Lula apresenta desempenho superior ao do antecessor na mesma etapa administrativa. O levantamento reforça a relevância das pesquisas de opinião pública como termômetro da percepção popular sobre a condução do país.

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Presidente do PT confirma Lula como candidato à reeleição

Confirmação ocorre após declaração do próprio petista sobre possível disputa

O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, afirmou nesta quinta-feira (9) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva será candidato à reeleição. A declaração ocorre um dia após o próprio chefe do Executivo dizer que “dificilmente” deixará de disputar o pleito, embora tenha evitado confirmação formal antes da convenção partidária prevista para julho.

Segundo Edinho, a postura de Lula demonstra respeito aos ritos internos da legenda. “Ele fez uma fala de quem valoriza a convenção partidária. Ele pensa que a convenção tem que decidir, mas claro que o presidente Lula é candidato”, afirmou o dirigente após jantar com empresários promovido pelo grupo Grupo Esfera, em São Paulo.

O líder petista destacou ainda que Lula segue como a principal referência política do país, especialmente diante do atual cenário internacional.

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Real Time Big Data: Lula lidera em Pernambuco, mas com vantagem menor que em 2022

Apesar da queda, presidente mantém ampla vantagem em todos os cenários analisados

A mais recente pesquisa eleitoral divulgada pelo instituto Real Time Big Data aponta uma redução nas intenções de voto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Pernambuco, um dos principais redutos do Partido dos Trabalhadores no Nordeste. De acordo com o levantamento, realizado entre os dias 7 e 8 de abril com 1.600 eleitores, o petista aparece com dez pontos percentuais a menos em comparação ao desempenho obtido no estado nas eleições de 2022. A pesquisa possui índice de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais.

No pleito de 2022, Lula foi o candidato presidencial mais votado em Pernambuco, alcançando 66,93% dos votos válidos e consolidando-se como o principal cabo eleitoral no estado. No entanto, no levantamento mais recente, 56% dos entrevistados afirmaram que votariam nele em um eventual primeiro turno, indicando uma retração em relação ao resultado anterior. Na mesma sondagem, Flávio Bolsonaro aparece com 25% das intenções de voto, seguido por Ronaldo Caiado, com 6%. Renan Santos e Romeu Zema somam 2% cada, enquanto Augusto Cury e Aldo Rebelo registram 1% cada. Votos nulos ou em branco correspondem a 5%, e 2% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder.

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Lula diz ter aconselhado Moraes sobre caso envolvendo Banco Master e possível impedimento no STF

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (8), que orientou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a agir com cautela em relação ao caso envolvendo supostas fraudes bilionárias ligadas ao Banco Master.

Em entrevista ao portal ICL, Lula relatou que aconselhou Moraes a preservar sua trajetória institucional e a se posicionar de forma transparente diante das informações que vieram à tona. Segundo o presidente, o ministro construiu uma “biografia histórica” recente, especialmente por sua atuação em julgamentos relacionados aos atos de 8 de janeiro.

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‘Ainda não decidi se serei candidato’, diz Lula sobre reeleição

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (8) que ainda não tomou uma decisão definitiva sobre disputar a reeleição.

Segundo, em entrevista ao canal ICL Notícias, Lula disse que a eventual candidatura dependerá da construção de um novo programa de governo e de uma articulação política mais ampla.

“Eu não decidi se serei candidato ainda. Vai ter uma convenção em junho e eu, para decidir ser candidato, vou ter que apresentar um programa, vou ter que apresentar uma coisa nova para esse país”, afirmou.

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Jaques Wagner reforça candidatura de Lula mesmo diante de pesquisas adversas

Em entrevista à coluna, Jaques Wagner, um dos políticos mais próximos a Lula, explicou por que o presidente não pretende recuar da disputa

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner, afirmou que não há qualquer possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desistir de disputar a reeleição em 2026.

Em entrevista concedida nesta terça-feira (7), Wagner classificou como “zero” a chance de o chefe do Executivo recuar, mesmo diante de cenários adversos apontados por pesquisas de intenção de voto.

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Lula quer incluir restrições ao “jogo do tigrinho” em pacote contra endividamento das famílias

Presidente Lula tem estudado a iniciativa após conversas com empresários; petista se reuniu com ministros nesta manhã para tratar do assunto

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalia incluir medidas para restringir o chamado “jogo do tigrinho” em um pacote que o governo federal prepara para conter o endividamento das famílias brasileiras.

De acordo com informações da imprensa, a proposta pode ser detalhada por meio de uma Medida Provisória. A ideia é diferenciar esse tipo de jogo das apostas esportivas, permitindo a regulamentação destas últimas, enquanto o “tigrinho” seria alvo de maior controle e restrições.

A iniciativa ganhou força após relatos de empresários ao presidente, apontando impactos negativos no desempenho de trabalhadores devido ao envolvimento com apostas.

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Lula pode desistir da reeleição? Bastidores apontam cenários e abrem debate sobre sucessão

Nos bastidores de Brasília, um tema começa a ganhar força e movimentar o cenário político nacional: a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não disputar a reeleição em 2026.

De acordo com análises publicadas na coluna de bastidores do Metrópoles, assinada por Diana de Batatins, a decisão do presidente não estaria completamente consolidada e dependeria, principalmente, do cenário político e econômico nos próximos meses.

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Governo Lula discute pacote para dívidas e possível redução no preço do diesel

Imagem ilustrativa

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou, no início da tarde desta segunda-feira (6), uma reunião fora da agenda oficial no Palácio da Alvorada para tratar de medidas voltadas à população endividada e alternativas para reduzir o impacto do preço do diesel no país.

Participaram do encontro integrantes da equipe econômica, como o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a ministra-chefe da Casa Civil, Miriam Belchior, e o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti. Os três assumiram recentemente os cargos após a saída dos titulares que deixaram o governo para disputar as eleições deste ano.

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Lula se irrita com alta do diesel e deve cobrar explicações da Petrobras

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou incômodo com a recente alta no preço do diesel e avalia adotar uma postura mais firme em relação à Petrobras. Nos bastidores, cresce a pressão para que a estatal explique os reajustes ocorridos mesmo após medidas adotadas pelo governo para conter os preços dos combustíveis.

Há cerca de duas semanas, a Petrobras aplicou um aumento de R$ 0,38 no litro do diesel. O reajuste ocorreu logo após o governo federal anunciar uma política de subvenção, que previa um desconto de aproximadamente R$ 0,32 por litro, com o objetivo de aliviar o impacto no bolso do consumidor.

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PT oficializa apoio a João Campos para o Governo de PE e nacionaliza palanque com foco em Lula

O Partido dos Trabalhadores (PT) de Pernambuco oficializou, em reunião do diretório estadual neste sábado (28), o apoio à pré-candidatura do prefeito João Campos (PSB) ao Governo de Pernambuco. O evento, que reuniu as principais lideranças da esquerda local, foi marcado por um tom de “unidade” e pela nacionalização do debate eleitoral.

Pré-candidato ao Senado, Humberto Costa (PT) afirmou que as eleições deste ano são um desdobramento direto da de 2022. Para ele, os quatro anos do governo de Jair Bolsonaro, a quem se referiu como “inominável”, destruíram as conquistas que foram construídas e afirmou que a vitória da chapa Lula (PT) e Alckmin (PSB) foi “fundamental”.

Humberto também destacou o protagonismo internacional do país sob a liderança de Lula, afirmando que a voz do presidente e a do Brasil “caminham no oposto” dos conflitos. “É importante manter esse projeto estratégico. Porque com essa união, com Lula presidente e com João Campos governador, Pernambuco pode muito mais. Você, João, já provou que é possível sempre fazer muito mais”, afirmou o pré-candidato.

Assim como Humberto, João Campos avaliou que a aliança entre Lula e Alckmin foi crucial para a preservação da democracia no Brasil. Ele também declarou que nenhum outro nome teria a capacidade de vencer aquele pleito. “Se a gente não tivesse vencido as eleições de 22, provavelmente um ambiente democrático como esse não estaria existindo”, disse.

Em seu discurso, Campos também rebateu questionamentos sobre a forte influência do “lulismo” em sua chapa e declarou: “Ainda bem que está lulista, porque eu sou lulista e não tenho nenhum problema em afirmar isso”. Segundo o pré-candidato, a chapa “sela uma coerência de campo político”. “Chegou a hora de a gente fazer por ele [Lula] o que ele faz pela gente. Porque mais uma vez, o Brasil precisa dele. Mais uma vez, a gente requisita a candidatura dele”, disse.

Críticas à oposição – Sem citar nomes, a chapa, que ainda está em definição, da pré-candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), foi citada como sendo do “lado de lá”, referenciando a partidos da extrema direita. Marília Arraes (PDT), pré-candidata ao Senado, declarou que o governo estadual tenta uma aproximação oportunista com o Governo Federal por conveniência eleitoral. “Mesmo que o lado de lá finja que está em cima do muro ou até que declare apoio ao presidente Lula, pensando meramente no estelionato eleitoral, a gente vai fazer o povo diferenciar qual é o lado de lá e qual é o lado de cá”, afirmou a pré-candidata.

Diario de Pernambuco

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