Nordeste lidera apoio ao fim da escala 6×1, mostra pesquisa

Levantamento mostra apoio majoritário à mudança, especialmente no Nordeste, mas aprovação cai para 39% quando a proposta envolve diminuição dos salários

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira (18) revela que 68% dos brasileiros são favoráveis ao fim da escala de trabalho 6×1, modelo em que o trabalhador atua por seis dias consecutivos e descansa apenas um. Outros 22% se disseram contrários à mudança, enquanto 10% não souberam ou preferiram não responder.

Apesar do apoio majoritário, o percentual representa uma leve queda em relação ao levantamento realizado em dezembro de 2025, quando 72% defendiam o fim da escala e 24% eram contrários.

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Pesquisa Genial/Quaest: Lula tem maior aprovação em Pernambuco, com 61%

Levantamento ouviu eleitores em dez estados brasileiros

Uma pesquisa da Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (6) apontou que Pernambuco foi o estado com maior índice de aprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre dez estados pesquisados no país.

Segundo o levantamento, 61% dos entrevistados em Pernambuco aprovaram a gestão federal. O estado também registrou a melhor avaliação positiva do governo, com 47% dos eleitores classificando a administração como positiva, enquanto 25% consideraram regular e 26% negativa.

A pesquisa mostrou ainda que os estados da Bahia, Ceará e Pará também apresentaram níveis de aprovação superiores aos de desaprovação. Já os maiores índices de rejeição ao governo foram registrados em Goiás, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

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Quaest mostra disputa regional entre Lula e Flávio nos maiores colégios eleitorais

Sul e Sudeste concentram força de Flávio

Um levantamento da pesquisa Genial/Quaest, divulgado pela revista Veja, traçou um panorama da disputa presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro nos dez maiores colégios eleitorais do país. O estudo apontou um cenário marcado por forte divisão regional entre os candidatos.

De acordo com os dados, Lula apresentou vantagem consolidada nos principais estados do Norte e Nordeste, como Bahia, Pernambuco, Ceará e Pará. Nessas regiões, o petista manteve desempenho mais robusto, refletindo um histórico de apoio eleitoral mais consistente.

Por outro lado, Flávio Bolsonaro apareceu à frente nos maiores colégios do Sul e Sudeste, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul, além de Goiás. Esses estados concentram grande parcela do eleitorado nacional e tiveram peso importante no equilíbrio da disputa.

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Pesquisa da Quaest mostra que 53% dos brasileiros concordam que as urnas são confiáveis

Quando deparados com a frase: “As urnas eletrônicas são confiáveis”, 53% dos brasileiros concordam com a afirmação. Outros 43% discordam dela, enquanto 1% não concorda, nem discorda. Sobram ainda 3% que não sabem ou não respondem à pergunta. Os dados são de uma pesquisa feita pela Quaest, contratada pela Genial Investimentos, que fez 2.004 entrevistas e tem margem de erro de 2 pontos porcentuais, com nível de confiança de 95%. O público-alvo foi de brasileiros com 16 anos ou mais.

A região que mais demonstrou confiança nas urnas foi a Nordeste, com 59% das pessoas que Talita Nascimento/ concordam com a afirmação apresentada e 37% que discordam. No Sudeste, 54% demonstraram confiança, contra 42% que discordaram. No Sul, houve empate, com 48% para cada lado. Já no Centro-Oeste, 48% acreditam que as urnas são confiáveis, contra 48% que discordam.

Dos que concordam com a confiabilidade do sistema de votação, 75% votaram no presidente Luiz Inácio Lula da Silva; 26%, no então candidato Jair Bolsonaro; e 59% votaram branco, nulo ou não foram votar. Dos que discordam da confiabilidade, 22% votaram em Lula; 69% em Bolsonaro; e 38% fizeram votos branco, nulo ou não foram votar.

Quando a amostra é analisada por faixa etária, a que mais concorda com a afirmação de que as urnas são confiáveis é a de 16 a 34 anos, com 57% contra 40%. Na faixa de 35 a 59 anos, a proporção foi de 50%, para os que concordam, e de 47% para os que discordam. Já entre os entrevistados de 60 anos ou mais, a proporção dos que concordam com a confiabilidade das urnas volta a subir, com 53% contra 38%.

Na faixa de renda de até dois salários mínimos, houve 55% de demonstração de confiança, contra 40% que discordam. Entre dois e cinco salários, a proporção muda para 52% a 44%. Acima de cinco salários mínimos, a divisão foi parecida, com 52% contra 45%. A pesquisa foi feita no formato de coleta domiciliar, realizada por meio de entrevistas face a face por meio de questionários estruturados.

Estadão Conteúdo