Datafolha: João Campos tem 47% contra 35% de Raquel Lyra para governador de Pernambuco. Diferença cai 10 pontos

A mais recente pesquisa Datafolha, encomendada pelas rádios CBN Recife e CBN Caruaru, divulgada nesta sexta-feira (6), revela que o prefeito do Recife, João Campos (PSB), segue liderando a disputa pelo Governo de Pernambuco. Ele aparece com 47% das intenções de voto no cenário estimulado.

A governadora Raquel Lyra (PSD) ocupa a segunda colocação, com 35%, demonstrando crescimento em relação ao levantamento anterior, realizado em outubro de 2025

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Câmara do Recife vai analisar pedido de impeachment contra João Campos na próxima terça-feira

Plenário da Câmara do Recife

A Câmara Municipal do Recife vai analisar, na próxima terça-feira (3), a admissibilidade do pedido de impeachment contra o prefeito da capital pernambucana e presidente nacional do PSB, João Campos. A matéria entra na pauta após a Procuradoria da Casa emitir parecer favorável à tramitação da denúncia.

O pedido foi protocolado após a repercussão envolvendo a nomeação de um servidor em uma vaga destinada a pessoa com deficiência (PCD), o que, segundo os autores da denúncia, poderia caracterizar crime de responsabilidade.

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João Campos mantém vantagem e soma 55% contra 28% de Raquel Lyra para 2026, aponta pesquisa divulgada pela CNN

O prefeito do Recife, João Campos (PSB), aparece na liderança da corrida pelo Governo de Pernambuco em 2026, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (11) pela CNN BrasiL. O levantamento ouviu 1.200 pessoas entre os dias 9 e 10 de dezembro e tem margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

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Araripina: Rueda anuncia apoio a João Campos ao governo e Miguel ao Senado

 

O cenário político de Pernambuco ganhou um novo capítulo neste sábado com a chegada do presidente nacional do União Brasil, Antônio de Rueda, a Araripina. Durante o encontro, Rueda oficializou apoio à pré-candidatura de João Campos ao governo do Estado e à de Miguel Coelho ao Senado.
A agenda no Sertão também marcou a declaração de apoio do prefeito Evilasio Mateus, reforçando a articulação das lideranças locais. O evento reuniu nomes importantes, entre eles o deputado federal Fernando Filho, o prefeito de Petrolina, Simão Durando, Marília Arraes e o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, evidenciando o peso político da movimentação.

João Campos lidera disputa pelo Governo de Pernambuco com folga, aponta CNN/Alfa

Levantamento do Instituto Alfa Inteligência, divulgado nesta quarta-feira (26) pela CNN Brasil, mostra ampla liderança do prefeito do Recife, João Campos, na corrida pelo Governo de Pernambuco. Na pesquisa com votos válidos, João aparece com 61%, enquanto a governadora Raquel Lyra registra 29%. Na sequência estão Eduardo Moura (Novo), com 6%, e Gilson Machado (PL), com 4%.

No cenário estimulado, quando todos os nomes são apresentados, João Campos mantém a liderança isolada, com 50% das intenções de voto. Raquel Lyra soma 24%, Eduardo Moura tem 5% e Gilson Machado, 3%. O candidato Ivan Moraes (PSOL) não pontuou. Votos em branco e nulo chegam a 11%, enquanto 7% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder.

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Raquel Lyra critica palanque político em Serrita, mas transforma Missa do Vaqueiro em vitrine de demagogia: Sertão cansou de promessas vazias

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), protagonizou neste fim de semana uma cena que escancarou a contradição do seu discurso e a fragilidade do seu governo. Durante a 55ª edição da tradicional Missa do Vaqueiro, em Serrita, a chefe do Executivo estadual criticou o que chamou de “uso político” do evento, afirmando que “não é lugar para palanque”. O comentário, claramente direcionado ao prefeito do Recife, João Campos (PSB), que também participou da celebração, revelou mais do que incômodo: mostrou desespero diante da crescente popularidade do adversário que lidera as pesquisas para o Governo de Pernambuco em 2026.

A fala da governadora soou como um tapa na cara da inteligência do povo sertanejo. Afinal, quem mais tem feito política em cima de eventos populares é a própria Raquel, que só aparece no Sertão em datas festivas, quando há holofotes e oportunidade de fotos, sem apresentar soluções concretas para os graves problemas da região. Desde que assumiu o Palácio do Campo das Princesas, Raquel nunca realizou um despacho no Sertão, nunca promoveu um governo itinerante, e tampouco nomeou pessoas que verdadeiramente conhecem e defendem as causas do semiárido.

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Após filiação de Raquel ao PSD, João Campos diz ter “tranquilidade” em aliança política com Lula

Prefeito do Recife afirma não temer eventual neutralidade do PT em 2026

prefeito do RecifeJoão Campos (PSB), demonstrou confiança na parceria com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para as eleições de 2026. Com a recente filiação da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, ao PSD, surgiram especulações sobre uma possível neutralidade do PT na disputa pelo governo estadual ou até mesmo um eventual apoio à pessedista.

No entanto, Campos afirmou estar seguro quanto à construção política com o petista.

“A gente tem uma relação que não é de hoje com o presidente Lula. O vice-presidente da República é do nosso partido. O PSB foi o maior partido dessa aliança que resultou na vitória do presidente Lula. Se você olhar a coligação, na época, o PSB era o maior partido depois do PT. A gente tem muita tranquilidade nessa construção e aliança política. Conjuntura eleitoral se define perto da eleição, mas nós fazemos parte do governo. Votei no presidente Lula, o apoio, tenho muita tranquilidade e, principalmente, gratidão pelo que ele tem feito pelo nosso estado e nossa cidade”, declarou.

 

Editorial: Enfraquecimento da esquerda nas eleições e a estratégia de João Campos para conquistar o eleitorado de centro

As eleições municipais de 2024 consolidaram um cenário de enfraquecimento da esquerda e fortalecimento da centro-direita e extrema-direita em diversas cidades do Brasil. Este movimento reflete uma mudança importante no cenário político nacional, com o avanço de figuras alinhadas às pautas conservadoras e uma crítica cada vez mais aberta à gestão federal do presidente Lula. Em Pernambuco, a situação é particularmente interessante, com o prefeito reeleito do Recife, João Campos, já traçando seus próximos passos e sinalizando para um futuro em que ele provavelmente será candidato ao governo do estado em 2026.

João Campos, neto de Miguel Arraes e herdeiros de uma tradição política de esquerda, tem se distanciado gradativamente desse espectro ideológico. Em entrevistas recentes, ele fez críticas ao governo Lula, especialmente no que diz respeito à condução da economia e à falta de respostas concretas para questões que afetam diretamente os municípios. Em entrevista ao Roda Viva, prefeito do Recife disse que Lula cai em “armadilhas” que prejudicam a imagem do governo, como a visita de Maduro, em 2023. Esse posicionamento sugere uma tentativa de descolamento da esquerda, com vistas a ampliar seu eleitorado em 2026.

Campos, ao se afastar das pautas mais associadas ao PT e à esquerda tradicional, busca construir uma imagem mais ao centro, aproveitando a popularidade que acumulou em seu primeiro mandato no Recife. Ele sabe que, para vencer em 2026, precisará se diferenciar da atual gestão federal e conquistar o apoio de setores que, historicamente, se alinharam à centro-direita. Essa estratégia já está sendo testada e deverá ser refinada nos próximos anos, com Campos tentando se posicionar como uma alternativa moderada e pragmática.

Por outro lado, sua provável adversária, a governadora Raquel Lyra, ganhou força com a vitória de aliados estratégicos nas eleições municipais, como a prefeita eleita de Olinda Mirella Almeida. Raquel Lyra, que vem consolidando sua política de base no estado, desponta como um nome forte para a reeleição e também para manter a hegemonia da direita em Pernambuco. Sua gestão, embora discreta em alguns aspectos, tem sido suficiente para garantir vitórias em cidades importantes.

Essa disputa entre João Campos e Raquel Lyra deve se acirrar nos próximos dois anos, com ambos tentando atrair o eleitorado insatisfeito com o governo federal e ao mesmo tempo se distanciando das pautas mais polêmicas da esquerda. O debate não será apenas regional, mas terá reflexos no cenário nacional.

Enquanto isso, Lula e o PT enfrentam o desafio de manter sua base unida diante do avanço da direita e da extrema-direita. As eleições municipais realizadas que a esquerda precisa reinventar sua estratégia para reconquistar o eleitorado perdido, especialmente nos estados do Nordeste, onde antes tinha uma hegemonia quase inabalável. O distanciamento de João Campos é um sinal claro de que o cenário político está em transformação e que a esquerda, para sobreviver, precisará se adaptar rapidamente.

Waldiney Paasos

Editorial: Enquanto Raquel Lira patina, João Campos e Miguel Coelho se projetam para 2026

A reeleição de João Campos (PSB) para a prefeitura do Recife não causou surpresas. Com uma aprovação expressiva da população ao seu primeiro mandato, ele se fortalece como potencial candidato ao Palácio do Campo das Princesas em 2026. João Campos carrega consigo o legado de seu pai, Eduardo Campos, falecido em um trágico acidente aéreo, e do seu bisavô, Miguel Arraes, que sempre se conectou com as camadas mais simples da sociedade pernambucana.

Miguel Arraes foi uma figura icônica na política de Pernambuco, tendo governado o estado em três mandatos. Sua luta em prol dos trabalhadores rurais e sua visão de desenvolvimento social marcaram profundamente sua trajetória. Arraes sempre foi um defensor dos menos favorecidos, um líder que compreendia as necessidades das classes mais baixas e que trabalhava incansavelmente para melhorar as condições de vida no estado. O nome Arraes continua vivo na memória dos pernambucanos, e João Campos, com sua juventude e energia, parece manter esse espírito de compromisso com o povo.

Ao lado de João Campos, outro jovem líder que se destaca como franco favorito a ocupar uma cadeira no Senado é Miguel Coelho (UB). Ex-prefeito de Petrolina, Miguel teve uma gestão marcada por grandes avanços na infraestrutura e no desenvolvimento econômico da cidade. Sob sua liderança, Petrolina viu melhorias significativas em áreas como educação, saúde e urbanismo, o que garantiu não apenas sua reeleição, como também a eleição de seu sucessor, Simão Durando. Com uma política de base sólida e um histórico de trabalho eficiente, Miguel Coelho desponta como uma das principais lideranças do Sertão e tem claras chances de representar a região no Senado Federal, seguindo o exemplo de seu pai, o ex-senador Fernando Bezerra Coelho.

A governadora Raquel Lyra, por outro lado, enfrenta um momento delicado. Sua gestão tem sido alvo de críticas, especialmente por ser vista como tímida e distante das demandas do interior, principalmente do Sertão. Com uma força crescente de lideranças como João Campos e Miguel Coelho, ela terá um cenário eleitoral desafiador pela frente. Se continuar com uma administração que parece dar as costas ao Sertão, Raquel poderá enfrentar sérias dificuldades para conquistar o apoio necessário e manter sua posição no governo. A falta de atenção a essa região pode lhe custar caro nas urnas, onde os resultados esperam ações mais concretas e uma presença política mais próxima de suas necessidades.

Waldiney Passos

João Campos não muda data de anúncio do vice, mesmo após escolha do PT

A decisão do Partido dos Trabalhadores de indicar  apenas um nome para concorrer à vaga de vice na chapa do prefeito João Campos (PSB) à reeleição não muda em nada a agenda do chefe do Executivo municipal. “Os partidos já tiveram posicionamento formal sobre isso, tanto a direção nacional do PSB quanto a direção do PT”, declarou João Campos, durante a inauguração da sexta unidade do Compaz, no bairro do Pina, Zona Sul da cidade.

O prefeito do Recife mantém o cronograma de anuncio da chapa completa para o período das convenções, de 20 de julho a 5 de agosto, como já havia informado em março deste ano.

“A nossa será no último fim de semana. O roteiro está sendo construído pelos partidos, assegurou. O PT apresentou na sexta-feira (28) o nome do assessor da Secretaria de Relações Institucionais Mozart Sales para a vaga de vice.

Folha PE

João Campos destina R$ 237 milhões para vereadores do Recife em ano eleitoral

O orçamento anual do Município do Recife para 2024 foi sancionado pelo prefeito João Campos (PSB) com um valor recorde destinado aos vereadores da capital pernambucana. O orçamento da Câmara de Vereadores, apenas para 2024, ficou em R$ 237.740.000,00 (duzentos e trinta e sete milhões setecentos e quarenta mil reais).

Em 2023, ano anterior, o orçamento ficou em “apenas” R$ 217 milhões. O aumento de orçamento, em relação ao ano anterior, ficou em 9,5%. A Prefeitura do Recife obrigatoriamente tem que transferir um percentual da arrecadação – 4,5% ao ano – para a Câmara de Vereadores. É o chamado duodécimo. É uma exigência da Constituição Federal. Com isso, os vereadores são “sócios” dos aumentos de arrecadação da Prefeitura do Recife.

“No entanto, nada impede que os prefeitos entrarem em acordo com os vereadores para repassarem menos. O duodécimo é um teto máximo, não um mínimo”, afirmam especialistas. A Câmara do Recife tem atualmente 39 vereadores. Boa parte dos atuais vereadores deve disputar a reeleição em 2024, ano eleitoral.O orçamento de R$ 237 milhões da Câmara para 2024 irá custear remuneração de vereadores e servidores, inclusive comissionados, além de verbas indenizatórias.

JC Online

Miguel Coelho pode assumir comando da pasta do Turismo na capital

O ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB) deve assumir o comando do Turismo na Prefeitura do Recife. A informação foi publicada no Fala PE, nesta segunda-feira (21). Segundo a matéria, a amizade com o prefeito João Campos (PSB) é um dos fatores para sua possível nomeação.

O Turismo teria sido avaliada pela equipe de Miguel como uma secretaria capaz de dar visibilidade desejada pelo ex-prefeito, que tentou se eleger para governador em 2022.

Vice-presidente eleito anuncia mais três pernambucanos na equipe de transição

O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), anunciou na tarde de segunda-feira (14), mais nomes que integrarão a equipe de transição do governo chefiado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As pessoas nomeadas ontem se dividirão em Grupos Temáticos, para debater temas como educação, infraestrutra entre outros pontos.

Na lista divulgada por Alckmin estão mais três pernambucanos: o prefeito do Recife, João Campos (PSB), a atual secretária de Infraestrutura de Pernambuco, Fernadha Batista e a senadora eleita Teresa Leitão (PT). Anteriormente, Alckmin já havia anunciado a presença da quilombola de Salgueiro, Givânia Silva.

Além dos pernambucanos, há nomes conhecidos na Bahia, como a cantora Margareth Menezes (Cultura) na equipe de transição. Confira a lista de nomes anunciados ontem pelo vice-eleito:

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Em coletiva no Recife, Lula reforça palanque para Marília

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esteve no Recife na sexta-feira (14), onde participou de uma carreata pelas ruas da capital pernambucana. Antes do ato, ele se sentou ao lado de Marília Arraes (SD) e de João Campos (PSB), prefeito da cidade, para conversar com a imprensa.

A aproximação dos primos ocorre depois de uma desgastante campanha para prefeito, em 2020, na qual João saiu vencedor. A passagem de Lula busca fortalecer o nome de Marília, que concorre ao Governo do Estado e atualmente está em segundo lugar nas intenções de voto.

Para Lula, quem vota nele está com a deputada federal. “Eu não conheço a adversária da Marília. Não posso falar mal dela uma vírgula porque não a conheço. O que eu sei é que todas as pessoas ligadas ao Bolsonaro foram apoiar ela e não a Marília. É isso que tenho acompanhado“, disse.

Paulo Câmara vai discutir situação do PT no atual governo, após vitória de João Campos em Recife

Enquanto celebrava a vitória do seu aliado na capital Recife, Paulo Câmara (PSB) disse que discutirá a situação dos cargos ocupados pelo PT no Governo do Estado. PT e PSB foram adversários em 2020, mas segundo o governador, a situação será definida internamente.

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“Vamos discutir. A gente está sempre discutindo. Tem muitas pessoas do PT que conversam conosco. Nós vamos conversar. Agora é um processo a se avaliar. Evidentemente tivemos uma disputa eleitoral muito dura e isso cabe reflexões. A gente vai fazer no âmbito interno, no âmbito da Frente Popular, como a gente sempre fez”, disse Câmara.

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