Presidente da Câmara do Recife arquiva pedido de CPI contra gestão João Campos

Presidente da Câmara Municipal do Recife, vereador Romerinho Jatobá (PSB)

O presidente da Câmara Municipal do Recife, vereador Romerinho Jatobá (PSB), decidiu arquivar o pedido de instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que pretendia investigar um concurso público realizado pela gestão do prefeito João Campos (PSB).

A decisão foi publicada no Diário Oficial do Município nesta terça-feira (3) e encerra a tentativa da oposição de abrir investigação sobre um processo administrativo envolvendo nomeações no cargo de procurador do município.

O requerimento havia sido protocolado pelo vereador Thiago Medina (PL) e reuniu 13 assinaturas — número suficiente para atender às exigências regimentais, inclusive com adesão de um parlamentar do PT.

Embora tenha reconhecido que os requisitos formais foram cumpridos — como número mínimo de assinaturas, prazo de até 120 dias prorrogáveis por mais 60 e inexistência de outra CPI em funcionamento — Jatobá argumentou que o pedido não apresentava o chamado “fato determinado”, condição essencial para abertura de uma comissão parlamentar de inquérito.

De acordo com o Regimento Interno da Casa, o fato investigado precisa ter relevância para a vida pública e repercussão concreta na ordem constitucional, legal, econômica ou social do município.

O presidente sustentou que o ato que deu origem à controvérsia foi revogado pelo próprio prefeito sete dias após a sua publicação, em 30 de dezembro de 2025, não chegando a produzir efeitos jurídicos.

Na decisão, Jatobá afirma que a revogação da nomeação ocorreu por iniciativa do próprio Executivo municipal, mecanismo conhecido como “autotutela”, que permite à administração corrigir atos considerados equivocados sem necessidade de intervenção judicial ou legislativa.

No mesmo dia da revogação, o candidato originalmente classificado em primeiro lugar, Marko Venício dos Santos Batista, foi nomeado para o cargo e tomou posse em 6 de janeiro de 2026.

Para o presidente da Câmara, diante da revogação e da correção administrativa, não haveria irregularidade concreta a ser apurada. Segundo ele, “não houve — ou há, ou resta — qualquer impacto a acarretar interesse para a vida pública e para a ordem constitucional, legal, econômica e social do município”. Ele ainda afirmou que “não subsiste, sequer, ato jurídico”.

Romerinho Jatobá também citou decisões dos tribunais de Justiça de São Paulo, Rio Grande do Sul e Ceará, que arquivaram pedidos semelhantes por ausência de fato determinado, reforçando que suspeitas genéricas não são suficientes para justificar a criação de uma CPI.

Com a decisão, o pedido de investigação é oficialmente encerrado na Câmara do Recife, consolidando o arquivamento da iniciativa da oposição e mantendo o caso no âmbito administrativo já solucionado pelo Executivo municipal.

Alepe arquiva pedido de impeachment contra Raquel Lyra por falta de base jurídica

O pedido de impeachment contra a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), foi oficialmente arquivado pela Assembleia Legislativa. A decisão foi tomada pelo presidente da Casa, Álvaro Porto (PSDB), após análise técnica da Procuradoria Geral da Alepe.

Segundo o parecer jurídico, o requerimento não atendia aos critérios exigidos pela Constituição Federal nem pela Lei nº 1.079/1950, que trata dos crimes de responsabilidade. Com isso, a Presidência da Assembleia concluiu que não havia fundamentos legais mínimos para dar prosseguimento ao pedido.

LEIA MAIS

Após pedido de impeachment, Raquel Lyra afirma que está tranquila e focada na gestão

Governadora de Pernambuco Raquel Lyra

Em sua primeira manifestação pública após o pedido de impeachment protocolado na Assembleia Legislativa de Pernambuco, a governadora Raquel Lyra afirmou, nesta terça-feira (20), que está tranquila e pronta para o debate, mas reagiu às acusações dizendo que “não se mexe com a honra de pessoas honradas”.

A declaração foi dada durante discurso no encontro da Associação dos Municípios de Pernambuco, em Gravatá. O pedido de impeachment foi apresentado na segunda-feira (19) pelo deputado estadual Romero Albuquerque e só começará a ser analisado a partir de 2 de fevereiro, com a retomada dos trabalhos legislativos.

LEIA MAIS

Marinho após prisão de Bolsonaro: “Não aceitaremos mais Estado de exceção”

O líder da oposição no Senado, Rogerio Marinho (PL-RN)

O líder da oposição no Senado, Rogerio Marinho (PL-RN), disse que “não aceitaremos mais esse Estado de exceção” após o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ter prisão domiciliar decretada nesta segunda-feira (4).

Em nota oficial publicada na rede social X (antigo Twitter), Marinho convoca os senadores a “honrarem seus mandatos”, pedindo, em seguida, pelo impeachment do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.

NOTA OFICIAL

No mesmo dia em que a Vaza Toga revela novos abusos de Alexandre de Moraes, o ministro volta a se exceder e decreta a prisão de Jair Bolsonaro — o maior líder político da história do Brasil. Coincidência? Evidente que não. Trata-se de uma cortina de fumaça para abafar as denúncias trazidas pelas reportagens investigativas. Vivemos há anos sob uma jurisprudência de exceções, marcada pela relativização de garantias fundamentais: juízo natural, devido processo legal, contraditório, ampla defesa, direitos da advocacia e inviolabilidade dos mandatos parlamentares. Bolsonaro é alvo de um processo baseado em uma única delação premiada e tem sua liberdade cerceada por crime de opinião. Não aceitaremos mais esse Estado de exceção. Conclamamos todos os Senadores da República a honrarem seus mandatos. Basta de arbítrio. Fora, Alexandre de Moraes. Impeachment já! Vingança não é justiça. Abuso de poder. Impeachment Moraes. Brasil refém. Senador Rogério Marinho (PL/RN) Líder da Oposição

Pé-de-Meia: pedido para impeachment de Lula chega a 100 assinaturas

Deputado argumenta que o governo Lula “pedalou” ao fazer pagamento do programa Pé-de-Meia sem aval do Congresso Nacional

O pedido de impeachment contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) feito pelo deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS) atingiu 100 assinaturas. O principal argumento é de que o petista autorizou o pagamento do programa Pé-de-Meia, do Ministério da Educação (MEC), sem o aval do Congresso Nacional.

LEIA MAIS

Flávio Bolsonaro convoca seguidores a assinarem impeachment de Moraes

Diante da briga envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o dono do X, Elon Musk, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), voltou a usar suas redes sociais para pedir um impeachment de Moraes. O parlamentar usou sua conta no X para divulgar um link e dizer: “Assine o impeachment de Alexandre de Moraes, pelo bem da democracia”.

O documento que Flávio disponibilizou é um abaixo-assinado do Change.org. O senador já havia pedido a saída de Moraes em pronunciamento no plenário do Senado, em 14 de agosto. Na ocasião, pediu o impeachment após destacar que matéria do jornal Folha de S.Paulo denunciou supostas irregularidades nos procedimentos processuais.

Para o filho de Jair Bolsonaro (PL), Moraes coordenou pessoalmente as investigações nos inquéritos das fake news e milícias digitais, “função que está fora das atribuições de um magistrado”.

Diário de Pernambuco

Pedido de impeachment de Lula soma 320 mil assinaturas em cinco dias

Coletiva da oposição para pedir o impeachment de Lula, na Câmara dos Deputados.

Atingiu a marca de 320 mil assinaturas em menos de cinco dias o abaixo-assinado na plataforma Change.org pelo impeachment do presidente Lula (PT). A alegação é que ele cometeu crime de responsabilidade, quando comparou a defesa de Israel contra os atos terroristas do Hamas ao genocídio promovido por Hitler e os nazistas. Lula também é alvo de ação por crime de antisseminismo na Corte Penal Internacional de Haia. O impeachment na Câmara já tem apoio de 139 deputados federais.

Lula é acusado de crime de responsabilidade por atentar contra a existência da União por “ato de hostilidade contra nação estrangeira”.

A lei enquadra chefe de governo que expuser a República “ao perigo da guerra, ou comprometendo-lhe a neutralidade”.

O abaixo-assinado pelo impeachment de Lula foi criado no dia 18 e acumulou mais de 100 mil assinaturas em menos de 24 horas.

As 139 assinaturas bateram recorde. O impeachment com o maior apoio da História foi contra Dilma, quando 124 deputados assinaram o pedido.

“Lula conspirou pelo impeachment de Dilma”, diz Ciro Gomes

(Foto: Arquivo)

Pré-candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes disse, em entrevista ao O Estado de S. Paulo, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conspirou a favor do impeachment de Dilma Rousseff (PT). De acordo o ex-ministro, o petista está fazendo alianças com os responsáveis pela saída da ex-presidente do poder. “Estou seguro que o Lula conspirou pelo impeachment da Dilma. Estou seguro disso por tudo que eu tinha visto lá dentro nas tratativas para impedir o impeachment e eu não compreendia”, afirmou Ciro….

Para o pedetista, Lula foi o responsável por impulsionar Jair Bolsonaro (sem partido) na corrida presidencial de 2018 ao apoiar Dilma como sua sucessora. Segundo o ex-ministro, ela “destruiu a economia brasileira” como “ninguém no passado histórico brasileiro”. “Jamais acreditei que Bolsonaro teria qualquer chance, a mais remota possível, e eu mordi a língua porque eu conhecia de perto o Bolsonaro. Eu não sabia que ele utilizaria de estrangerismo aos montes com orientação dessa gente do Trump que desceu aqui, e fazer esse processo de internet que nós também não conhecíamos no Brasil”, disse o pedetista.

LEIA MAIS

STF: Cármen Lúcia nega pedido do PT para que Lira analise impeachment de Bolsonaro

(Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados)

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad e do deputado Rui Falcão, ambos petistas, para que a Corte determinasse que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), analise um pedido de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro apresentado por eles em maio de 2020.

De acordo com a ministra, “a imposição do imediato processamento da denúncia para apuração de responsabilidade do Presidente da República, pelo Poder Judiciário, macularia o princípio da separação dos poderes“.

LEIA MAIS

Partidos, entidades e políticos protocolam ‘superpedido’ de impeachment de Bolsonaro

Partidos políticos, parlamentares, movimentos sociais e entidades da sociedade civil protocolaram nesta quarta-feira (30) na Câmara o chamado “superpedido” de impeachment do presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com o G1, O “superpedido” tem 46 signatários e consolida argumentos apresentados nos outros 123 pedidos de impeachment já apresentados à Câmara. Entre esses argumentos, está o mais recente, o que aponta prevacarição do presidente no caso da suspeita de corrupção no contrato de compra da vacina indiana Covaxin.

LEIA MAIS

Para Lira, impeachment não é prioridade e não há clima para medida extrema

O presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta terça-feira (23) que a abertura de um processo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não está entre suas prioridades e que não vê clima para a “medida extrema”.

Questionado se abriria um processo de impeachment contra Bolsonaro, Lira lembrou que seu antecessor no cargo, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), não viu necessidade de dar sequência a pedidos protocolados e submetê-los a votação.

“E preciso ser franco com todos os senhores. Eu não vejo clima. É uma medida extrema, é uma medida de ruptura política”, afirmou o líder do bloco de partidos do centrão, que afirmou que o procedimento tem que ser tratado como “questões esporádicas”.

LEIA MAIS

Maia nega que tenha cogitado abrir impeachment de Bolsonaro

(Foto: Internet)

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), negou que tenha cogitado abrir processo de impeachment do presidente da República, Jair Bolsonaro. Durante a madrugada e durante a manhã desta segunda-feira (1) especulações sobre a abertura do processo apareceram na imprensa. Ontem, o Democratas aprovou a saída do bloco de apoio ao deputado Baleia Rossi (MDB-SP), candidato à presidência da Câmara que conta com o apoio de Maia, o que aumentou as especulações.

“Eu nunca disse que ia dar (andamento ao processo). Vocês (da imprensa) ficam ouvindo as pessoas e não confirmam comigo”, disse o presidente após a reunião de líderes que definiu os cargos a serem disputados pelos partidos na eleição da Mesa Diretora, que ocorre neste momento em Brasília.

Para Rodrigo Maia, Bolsonaro não cometeu crime que justifique impeachment

Declaração de Rodrigo Maia aconteceu durante entrevista ao “Roda Viva”

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou, nessa segunda-feira (03), que não há motivos para levar adiante os pedidos de impeachment contra o presidente da República Jair Bolsonaro. A declaração foi dada durante o programa “Roda Viva”, da TV Cultura.

O parlamentar disse ainda que Bolsonaro “cometeu erros” no combate à pandemia do novo coronavírus, minimizando a perda das quase cem mil vidas perdidas. No entanto, ainda assim, nenhuma das ações do presidente justifica um impeachment.

LEIA MAIS

Marília Arraes se contradiz ao fechar acordo com deputado que votou a favor do impeachment de Dilma

Marília fechou apoio com deputado que votou contra Dilma.

A vereadora do Recife e pré-candidata ao governo de Pernambuco, Marília Arraes (PT-PE), vem se destacando nas pesquisas eleitorais do estado com um bom percentual de intenções de votos. No último levantamento, por exemplo, a petista aparece empatada tecnicamente com o atual governador Paulo Câmara (PSB-PE) depois de ficar quase cinco pontos atrás do Chefe do Executivo Estadual.

Em grande ascensão nas pesquisas, Marília, desde o início de sua caminhada, atacou uma possível aliança do PT com o PSB no estado, já que os socialistas pernambucanos foram todos – cinco no total – a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016.

Contudo, aparentemente, a possível candidatura da petista tem prevalecido mais do que a coerência do seu discurso. Isso porque, nesta segunda-feira (23), o deputado federal João Fernando Coutinho (PROS), que fazia parte do PSB-PE até março deste ano, confirmou ao FolhaPE seu apoio em favor de Marília. O anúncio oficial deve acontecer ainda nesta segunda.

Com a aceitação do apoio do deputado, Marília se contradiz e faz exatamente o que tanto criticou: uma aliança com “aqueles que articularam o golpe”. Fechando essa aliança com o parlamentar, a vereadora do Recife demonstra infidelidade a um dos pilares da sua caminhada, que é o rompimento com os defensores do impeachment de Dilma.

João Coutinho foi um dos deputados que fizeram coro para a aprovação do pedido de impeachment da ex-presidente na Câmara dos Deputados e votou contra Dilma. “Meu voto é pela abertura do processo de impedimento”, disse à época, quando integrava o PSB.

Vale lembrar que ainda há a possibilidade do PT fechar uma aliança com o PSB em Pernambuco, o que rifaria a candidatura da petista. No entanto, recentemente, segundo o jornal O Globo, Lula teria acenado a favor da campanha de Marília. Com o impasse, a pré-candidata segue pelo estado com o aval do maior líder do PT e mostra que tem força.

Dilma usa delação de Funaro para pedir anulação do impeachment

Defesa da ex-presidente argumenta que compra votos em favor do impeachment torna ilegal o processo (Foto: Arquivo)

A defesa da ex-presidente da República Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira, 16, que vai utilizar a delação do corretor Lúcio Funaro, divulgada na última sexta-feira, para pedir a anulação do processo que resultou em impeachment no ano passado. Em nota, o advogado da petista, José Eduardo Cardozo, afirmou que o depoimento de Funaro mostra que “o ex-deputado Eduardo Cunha comprou votos de parlamentares em favor do impeachment”. A defesa deve entrar com pedido na terça-feira (17).

“Entendemos que na defesa da Constituição e do Estado Democrático de direito, o Poder Judiciário não poderá deixar de se pronunciar a respeito, determinando a anulação do impeachment de Dilma Rousseff, por notório desvio de poder e pela ausência de qualquer prova de que tenha praticado crimes de responsabilidade”, diz a nota. Segundo depoimento prestado por Funaro – que está preso –à Procuradoria Geral da República (PGR), em agosto, Eduardo Cunha recebeu R$ 1 milhão para “comprar” votos a favor do afastamento da petista. O próprio Funaro teria providenciado os recursos, que teriam sido usados para Cunha “ir pagando os compromissos que ele tinha assumido” com os parlamentares que votaram a favor do impeachment.

“Desde o início do processo de impeachment, a defesa da presidenta eleita Dilma Rousseff tem sustentado que o processo que a afastou da Presidência da República é nulo”, diz José Eduardo Cardozo, que vai requerer a juntada dessa prova nos autos do mandado de segurança, ainda não julgado pelo STF, em que pede a anulação da decisão que cassou o mandato da ex-presidente.

Leia a íntegra da nota de Cardozo

“1. Desde o início do processo de impeachment, a defesa da presidenta eleita Dilma Rousseff tem sustentado que o processo de impeachment que a afastou da Presidência da República é nulo, em razão de decisões ilegais e imorais tomadas pelo ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e por todos os parlamentares que queriam evitar “a sangria da classe política brasileira”.

2. Agora, na delação premiada do senhor Lúcio Funaro, ficou demonstrado que o ex-deputado Eduardo Cunha comprou votos de parlamentares em favor do impeachment.

3 – A defesa de Dilma Rousseff irá requerer, nesta terça-feira, 17 de outubro, a juntada dessa prova nos autos do mandado de segurança, ainda não julgado pelo STF, em que se pede a anulação da decisão que cassou o mandato de uma presidenta legitimamente eleita.

4. Entendemos que na defesa da Constituição e do Estado Democrático de direito, o Poder Judiciário não poderá deixar de se pronunciar a respeito, determinando a anulação do impeachment de Dilma Rousseff, por notório desvio de poder e pela ausência de qualquer prova de que tenha praticado crimes de responsabilidade.

José Eduardo Cardozo
Advogado da Presidenta Eleita Dilma Rousseff”

123