Segurança da RMR já conta com 1,5 mil militares das Forças Armadas

A Operação Leão do Norte, comandada pelo general de Brigada Francisco Humberto Montenegro Junior, já conta com mais de 1,5 mil militares das Forças Armadas atuando na Região Metropolitana do Recife, em Pernambuco. O objetivo é que eles atuem na Garantia da Lei e da Ordem. A operação começou às 18h dessa sexta-feira (9) após pedido do governador do Estado, Paulo Câmara, ante à possibilidade de greve dos bombeiros e policiais militares. A previsão é que a operação termine no próximo dia 19.

Segundo o general Montenegro, a tropa que ele comanda atuará em duas fases. “Ontem (sexta) à noite, já lançamos um efetivo de 400 militares no patrulhamento da RMR. Até o fim da tarde de hoje, serão 1.540 militares atuando. Na segunda fase, que será concretizada até o final da tarde de amanhã (domingo), concluiremos o emprego de 3,5 mil militares na Área Metropolitana”, comentou.

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Governador afirma que clima em Pernambuco é de “total tranquilidade”

Reunião do governador Paulo Câmara com ministro e representantes das Forças Armadas. (Foto: Arthur Mota / Folha de Pernambuco)

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, e o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, realizaram na tarde deste sábado (10), no Recife, reunião operacional sobre a atuação das Forças Armadas em Pernambuco. A presença das Forças Armadas foi solicitada como medida de precaução para uma possível greve da Polícia Militar, que realizou ontem (9), junto aos bombeiros, uma passeata de protesto no Centro do Recife.

O apoio das Forças Armadas, que começou a atuar na noite dessa sexta-feira, foi requisitado apenas para a Região Metropolitana do Recife. Segundo Paulo Câmara, o funcionamento dos batalhões está normal em Pernambuco. “Os lançamentos da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e das outras polícias está normal. Estamos com o funcionamento dos batalhões em todo o Estado. Estamos tendo esse reforço na Região Metropolitana, mas garanto que o clima é de total tranquilidade”, afirmou o governador após a reunião realizada no Palácio do Campo das Princesas.

A Operação Leão do Norte começou às 18h dessa sexta-feira (9), comandada pelo general de Brigada Francisco Humberto Montenegro Junior. A ação já conta com mais de 1,5 mil militares das Forças Armadas atuando na Região Metropolitana do Recife, chegando a 3,5 mil homens até este domingo. O custo para o deslocamento das tropas para o Estado chegou a um total de R$ 270 mil, com fundos federais. O orçamento previsto para os dez dias de permanência está estimado em torno de R$ 2 milhões.

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Prisão de lideranças da PM é mantida, mas negociação com o governo é retomada

Alberisson Carlos e Nadelson Leite foram presos no início da assembleia da categoria que iria deliberar sobre a greve. (Foto: Internet)

Os policiais militares do estado descartaram qualquer possibilidade de greve ontem (09). Após a prisão do presidente da Associação de Cabos e Soldados, Alberisson Carlos, e do vice-presidente, Nadelson Leite, durante uma assembleia no início da tarde, na Praça do Derby, na região central do Recife, os PMs informaram que vão cumprir a determinação judicial que proíbe reuniões para deliberar sobre greves.

Em protesto, a categoria saiu em passeata pela Avenida Conde da Boa Vista com destino ao Palácio Campo das Princesas, sede do Governo de Pernambuco, e uma comissão foi recebida pela gestão. No encontro, as negociações a respeito da pauta de reivindicação da categoria foram reabertas. Ainda na noite desta sexta-feira, as Forças Armadas informaram que vão enviar reforços de aproximadamente 3,5 mil militares da Marinha, Exército e Aeronáutica para atuar na garantia da lei e da ordem na Região Metropolitana do Recife. A operação, intitulada Leão do Norte, começa hoje.

Alberisson Carlos e Nadelson Leite foram presos no início da assembleia da categoria que iria deliberar sobre a greve. Antes de ser preso, o presidente da entidade adiantou que não abandonará seus ideais. “Podem prender meu corpo, mas minha mente continuará livre”, desabafou. Ainda ao microfone, o sindicalista pediu calma para a categoria. “Eu estou sendo preso, mas não pode haver indisciplina. Não podemos deixar que isso transforme tudo em confusão”, declarou. Os dois foram encaminhados para a sede da Companhia Independente de Operações Especiais (Cioe).

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Sinpol-PE emite nota de solidariedade ao presidente da ACS que foi preso durante assembleia

(Foto: Internet)

O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE) emitiu uma nota de solidariedade e apoio ao Presidente da Associação dos Cabos e Soldados (ACS-PE), Alberisson Carlos, que foi preso durante assembleia da categoria na tarde desta sexta-feira (9). Segundo o Presidente do Sinpol-PE, Áureo Cisneiros, “a situação é inadmissível e afronta a livre organização desses trabalhadores”.

Confira a íntegra da nota:

O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (SINPOL-PE) manifesta solidariedade e apoio ao Presidente da Associação dos Cabos e Soldados (ACS-PE), Alberisson Carlos, preso durante uma assembleia da categoria que representa, realizada nesta tarde, na Praça do Derby. Para o Presidente do SINPOL, Áureo Cisneiros, a situação é inadmissível e afronta a livre organização desses trabalhadores. ‘Apesar de serem militares, eles têm direito a livre manifestação e organização, enquanto cidadãos. Lutar por melhores condições de trabalho e valorização profissional é um direito de todos’“.

Alepe discute possibilidade de greve dos militares de Pernambuco

(Foto: Internet)

(Foto: Internet)

Durante reunião plenária, os deputados que compõem a Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco (Alepe) discutiram a possibilidade de greve dos Policiais e Bombeiros Militares do Estado. O líder da oposição, o deputado Silvio Costa Filho (PRB) afirmou que o tema exige responsabilidade da bancada, que não deve torcer para que a PM entre em greve e, assim, prejudique o Governo.

Joel da Harpa (PTN) destacou que a categoria está insatisfeita porque o Governo do Estado encerrou o fórum permanente de negociação. “O comandante geral foi dar várias entrevistas, afirmando que as negociações, daqui pra frente, seriam apenas com ele. Entendemos que ele é o comandante da instituição, mas ele é um cargo comissionado. A categoria não confia num cargo comissionado, que está ali para cumprir ordens do Governo do Estado.”

O parlamentar Henrique Queiroz (PR) argumentou que a quantidade de associações de policiais e bombeiros militares dificulta o processo de negociação. O deputado criticou as ameaças de greve. “Nós não aceitamos o discurso de que o Estado vá pegar fogo, se não forem atendidas as reivindicações. Intimidação nenhum Poder democrático pode aceitar.”

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Justiça proíbe assembleias de militares para deliberar sobre greves em PE

Com mais de 121 mil inscritos, um recorde no Estado, as provas do concurso da PM serão aplicadas  no Recife e Região Metropolitana e nos municípios de Caruaru, Garanhuns, Nazaré da Mata, Petrolina e Serra Talhada/Foto:JC Imagem

Os policiais militares e bombeiros do estado estão trabalhando em esquema de operação padrão desde a última terça-feira. /Foto:JC Imagem

O Tribunal de Justiça de Pernambuco proibiu as associações militares do estado de realizar assembleias para deliberar sobre greves. O desembargador José Fernandes Lemos determinou que as quatro entidades que representam os policiais militares “se abstenham de realizar reunião, assembleia ou qualquer evento que tenha por objetivo reunir ou patrocinar a deflagração de greve de militares estaduais ou qualquer outro movimento que comprometa a prestação do serviço de segurança pública”. O não cumprimento da decisão será punido com multa de R$ 100 mil, além de outras sanções decorrentes de desobediência a ordem judicial. O pedido de liminar foi solicitado pela Procuradoria Geral do Estado.

No documento, o desembargador justificou a decisão alegando que a Constituição Federal veda a sindicalização e a greve por parte dos militares. Devido à citação e considerando as evidências do intuito de deflagração de greve por parte da categoria, que está em operação padrão, a liminar foi expedida ainda na noite dessa quarta.

O magistrado ainda salientou que a paralisação dos serviços por parte de policiais militares, a incitação a isso ou a realização de reuniões com essa finalidade configuram diversos crimes militares.

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Bancada de Oposição na Alepe faz apelo para que Governo do Estado negocie com policiais e bombeiros

scf-plenario-05-12-2016O líder da Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Silvio Costa Filho (PRB), fez um apelo, no plenário da Casa, para que o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, atenda as reivindicações dos policiais e bombeiros militares do Estado. Nesta terça-feira (6), cabos e soldados vão realizar uma assembleia para discutir o assunto e há a possibilidade de decretação de paralisação, em virtude da grande insatisfação que toma conta hoje da corporação.

A bancada oposicionista foi procurada pela Associação de Cabos e Soldados (ACS) para que intercedesse junto à Base do Governo na Alepe na tentativa de a categoria ser recebida pelo governador. Representantes dos policiais se queixam que o Governo do Estado vem descumprindo os acordos firmados com a categoria, que incluem, além da questão salarial, a melhoria das condições de trabalho.

“Quero fazer um apelo para que o Governo do Estado e o governador Paulo Câmara recebam a Associação de Cabos e Soldados na tentativa de construir uma solução para a agenda que eles estão apresentando. Eles reivindicam valorização salarial, reaparelhamento da segurança pública e a melhoria da estrutura do Hospital Militar. São pedidos possíveis de serem atendidos”, relatou o deputado.

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PMs e Bombeiros realizam assembleia sobre greve nesta terça-feira

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O ato está marcado para as 14h desta terça-feira

A falta de infraestrutura para realização do trabalho e o “impasse” criado pelo Governo de Pernambuco sobre a questão salarial dos militares são os motivos, segundo a Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS/PE), para a realização de uma assembleia que pode culminar na paralisação das categorias.

O ato está marcado para as 14h desta terça-feira (6), na Praça do Derby, área central do Recife. De acordo com a ACS, o próprio governo estadual prometeu reformas para solucionar problemas físicos nas estruturas das corporações e não cumpriu.

Já na questão salarial, é reivindicado a implantação da remuneração na forma de subsídio para todos os cargos da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) e o Corpo de Bombeiros Militar do Estado (CBMPE). A revisão do plano de cargos e carreira também é pleiteada.

De acordo com a Secretaria de Administração do Estado (SAD), a mobilização dos militares está sendo acompanhanda. A secretaria espera pela realização da assembleia para sinalizar algum posicionamento.

Após anúncio de greve, Edilson Silva pede que Governo do Estado negocie com servidores da Apac

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Oposicionistas acusam governo de recusar diálogo (Foto: ilustração)

A greve dos servidores da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) repercutiu no Plenário nesta quinta (17), por meio da leitura de carta aberta da categoria, pelo deputado Edilson Silva (PSOL). O documento expõe a ausência de negociação para conter perdas salariais dos servidores e também da disposição de diálogo por parte da Secretaria da Fazenda Estadual. “É nossa obrigação, como parlamentares, contribuir para a desobstrução desse diálogo, intermediando essa negociação”, declarou o psolista.

Edilson afirmou, ainda, que vai articular junto à Comissão de Administração, presidida pelo deputado Ângelo Ferreira(PSB), uma audiência com o secretário da pasta, Milton Coelho, e a representação do sindicato da categoria. “Precisamos tirar da pauta o ponto da falta de diálogo. Esses servidores realizam um trabalho de grande relevância e merecem melhor tratamento.” O grupo, que acompanhou a Reunião Plenária, reivindica um reajuste de 17,12%, referente à reposição inflacionária de 1º de junho de 2014 a 31 de maio de 2016, além de ganho real de 2,5%.

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Sindicato dos Bancários de Juazeiro participa da paralisação geral

A passeata teve inicio no INSS até a Orla de Juazeiro (Imagem: divulgação )

A passeata teve inicio no INSS até a Orla de Juazeiro (Imagem: divulgação )

Em protesto contra a PEC 55, que limita os gastos públicos o sindicato dos Bancários de Juazeiro, e demais centrais sindicais, professores estaduais e municipais, estudantes, federais, participaram nesta sexta-feira (11), da paralisação geral. As atividades fazem parte de uma mobilização nacional.

Apesar dos bancários de Juazeiro não terem parado as atividades de hoje, o presidente do sindicato, Maribaldes Silva marcou presença no movimento. A passeata teve inicio no INSS até a Orla de Juazeiro. A ação também é contra a reforma da Previdência Social. Diferentes categorias no município aderiram ao Dia Nacional de Greve convocado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).

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Univasf entra em greve a partir da próxima terça

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Por 59 votos a favor, 06 contra e 11 abstenções, foi decidido pela assembleia a parada das atividades (Imagem: internet)

Após assembleia realizada ontem (04), o corpo docente da Universidade Federal do vale do São Francisco (Univasf) deve deflagrar movimento grevista a partir da próxima terça-feira (08). Por 59 votos a favor, 06 contra e 11 abstenções, foi decidido pela assembleia a parada das atividades.

Todos os campi da instituição, Paulo Afonso (BA), Senhor do Bonfim (BA), Juazeiro (BA), Petrolina Sede (PE), Petrolina Campus Ciências Agrárias (PE) e São Raimundo Nonato (PI), devem aderir.

Para que a greve seja considerada legal, tem-se a obrigação dos servidores informarem a administração com 72h de antecedência. Por este motivo, a instituição funciona normalmente até a próxima segunda (07).

Na pauta da greve os professores falaram da Proposta de Emenda à Constituição 55, antiga 241, a reforma do ensino médio e do Programa Escola sem Partido. Os docentes também reivindicam uma discussão sobre reforma da previdência e a reformulação do plano de cargos e carreiras.

A equipe do blog Waldiney Passos entrou em contato com o SidUnivasf e aguarda informações de o que deve permanecer funcionando durante o período de paralisação.

Professores da UFPE aprovam indicativo de greve

No dia 10 deste mês, os docentes poderão deflagrar uma greve por tempo indeterminado./ Foto: Foto: UFPE/ Divulgação

No dia 10 deste mês, os docentes poderão deflagrar uma greve por tempo indeterminado./ Foto: Foto: UFPE/ Divulgação

Os professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) aprovaram nesta quinta-feira (03) o indicativo de greve da categoria. A decisão foi votada em assembleia geral realizada no Clube Universitário e encerrada por volta das 13h. Na prática, a decisão significa que na próxima assembleia, já marcada para o dia 10 deste mês, os docentes poderão deflagrar uma greve por tempo indeterminado. De acordo com a Associação dos Docentes da UFPE (Adufepe), diante da perda dos direitos trabalhistas, as premissas negativas da PEC 241 e da PLP 257, a ameaça de greve geral não pode ser descartada.

No dia 22 de outubro, os professores paralisaram as atividades por 24 horas em adesão à paralisação nacional em defesa da educação, do Sistema Único de Saúde (SUS) e dos direitos trabalhistas. O ato foi aprovado em assembleia e fez parte da mobilização das centrais sindicais contra a atual conjuntura política do país.

Os estudantes também estão mobilizados contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241/2016 e a reforma do ensino médio. Atualmente, cinco centros da UFPE no campus Recife estão ocupados pelos alunos: o de Artes e Comunicação (CAC), de Educação (CE), de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), o Núcleo Integrado de Atividades de Ensino (Niate) do CFCH e o Centro de Ciências Biológicas (CCB). Sem aulas, os locais estão recebendo debate sobre as PECs, sobre a legitimidade das ocupações, desmonte em torno da educação e da saúde mobilizando alunos, professores e servidores.

Professores da UFPE podem decretar greve nesta quinta-feira

A decisão vai ser votada na assembleia geral da categoria (Foto: internet)

A decisão vai ser votada na assembleia geral da categoria (Foto: internet)

Os professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) podem deflagrar greve por tempo indeterminado nesta quinta-feira (03). A decisão vai ser votada na assembleia geral da categoria, que está sendo realizada esta manhã, no Clube Universitário. De acordo com a Associação dos Docentes da UFPE (Adufepe), diante da perda dos direitos trabalhistas, as premissas negativas da PEC 241 e da PLP 257, a ameaça de greve geral não pode ser descartada.

No dia 22 de outubro, os professores paralisaram as atividades por 24 horas em adesão à paralisação nacional em defesa da educação, do Sistema Único de Saúde (SUS) e dos direitos trabalhistas. O ato foi aprovado em assembleia e fez parte da mobilização das centrais sindicais contra a atual conjuntura política do país.

Os estudantes também estão mobilizados contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241/2016 e a reforma do ensino médio. Atualmente, cinco centros da UFPE no campus Recife estão ocupados pelos alunos: o de Artes e Comunicação (CAC), de Educação (CE), de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), o Núcleo Integrado de Atividades de Ensino (Niate) do CFCH e o Centro de Ciências Biológicas (CCB). Sem aulas, os locais estão recebendo debate sobre as PECs, sobre a legitimidade das ocupações, desmonte em torno da educação e da saúde mobilizando alunos, professores e servidores.

UPE entra em greve em todo estado

Todos os campi da UPE aderiram a greve./ Foto: internet

Todos os campi da UPE aderiram a greve./ Foto: internet

Os professores da Universidade de Pernambuco (UPE) entraram em greve geral nesta sexta-feira. A decisão foi discutida e aprovada por unanimidade em assembleia ocorrida esta manhã no campus Santo Amaro, onde estiveram presentes mais de 60 docentes. Estão paralisados todos os campi da Universidade: Recife, Arcoverde, Caruaru, Garanhuns, Mata Norte, Mata Sul, Petrolina, Salgueiro e Serra Talhada.
Os profissionais se posicionam, como pauta geral, contra a PEC 55, antiga PEC 241, que atualmente tramita no Senado e propõe o congelamento dos gastos do Governo Federal pelos próximos 20 anos. De acordo com a União Brasileira dos estudantes Secundaristas (UBES), em todo o país, as ocupações estudantis contra o projeto, entre secundaristas e universitários, já somam 1.177.
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