Bancários encerram greve em Pernambuco; Caixa Econômica continua com paralisação

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O texto contempla dois anos e garante, em 2016, reajuste salarial de 8%, abono de R$ 3,5 mil. (Foto: Ilustração)

Foi acordado na noite desta quinta-feira (6), em assembleia no Sindicato dos Bancários, o fim da greve dos bancários. A proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) foi aceita e grande parte das 625 agências pernambucanas, públicas e privadas, voltam nesta sexta-feira (07) ao funcionamento normal.

As agências da Caixa Econômica Federal (CEF) continuam fechadas, pois os bancários da instituição votaram contra o fim da paralisação. Não há negociação marcada entre eles e a Febraban até o momento.

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Aposentados de Petrolina têm 2 horas de atendimento na Caixa Econômica Federal

Essa proposta não é nova. Já circulou pelo governo de Fernando Henrique Cardoso, mas acabou engavetada/Foto: reprodução internet

Foto: reprodução internet

Diariamente de 10 às 12 horas a Caixa Econômica Federal- agências de Petrolina- montaram esquema de atendimento para pensionistas e aposentados. Durante este período de greve as agência disponibilizam serviços eletrônicos para quase todos os tipo de transações, algumas operações acabam sendo prejudicadas no período de greve, especialmente nas instituições públicas. Quem não tem conta na Caixa, por exemplo, tem mais dificuldade para receber benefícios como FGTS e seguro-desemprego.

Em Petrolina as agências disponibilizaram alguns serviços, durante a greve, dentre eles, desbloqueio de cartão e prova de vida para concessão do benefício do INSS.

Pessoas que já têm conta na Caixa terão o valor do seguro-desemprego depositado. Aqueles que não possuem conta, mas têm o cartão do cidadão podem sacar o benefício nas casas lotéricas. Já o FGTS só pode ser recebido nas loterias por portadores do cartão do cidadão se o valor for de até R$ 1.500. Acima disso, a pessoa precisa se dirigir a uma agência da Caixa. E, neste caso, o atendimento fica sujeito à boa vontade do bancário.

A expectativa é que depois da reunião de hoje a greve chegue ao fim. Está sendo proposto reajuste de 8% e outras vantagens.

Após 30 dias em greve, Fenaban convoca bancários para nova rodada de negociação nesta quarta

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Além do reajuste salarial de 14,62%, a categoria quer contratações, segurança, atenção à saúde e melhores condições de trabalho./ Foto: divulgação

Completando 30 dias da greve dos bancários, o Comando Nacional da categoria e a federação dos bancos (Fenaban) se reúne nesta quarta-feira (05), ás 17h, para mais uma nova rodada de negociação. Esta será a 10ª tentativa de acordo entre os bancários e os banqueiros.

Os trabalhadores cobram que os negociadores da Fenaban voltem para a mesa com uma proposta que possa ser apreciada pela categoria. De acordo com o Presidente do Sindicato dos Bancários em Juazeiro, Maribaldes Silva a expectativa dos trabalhadores é que a FENABAN apresente uma proposta justa. “Queremos uma proposta que valorize o trabalhador, com um aumento real. Até agora as propostas foram muito defasadas. Estamos há um mês em greve e vamos continuar na luta por nossos direitos”, explica Maribaldes.

A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil também voltam à mesa de negociação nesta noite, a partir das 19h, logo após a reunião entre o Comando Nacional dos Bancários e Fenaban.

Além do reajuste salarial de 14,62%, a categoria quer contratações, segurança, atenção à saúde e melhores condições de trabalho. Na última negociação a Fenaban manteve a proposta rebaixada com abono de R$ 3,5 mil e 7% de reajuste.

Greve de bancários completa 30 dias e deve ser a maior desde 2004

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Bancários estão de braços cruzados desde o dia 6 de setembro

A greve dos bancários completa 30 dias nesta quarta-feira, 5, e será a maior desde 2004, informou em nota o sindicato da categoria em São Paulo, Osasco e Região. Segundo a organização, 42 mil trabalhadores se mobilizaram na segunda-feira, 3, com 791 locais de trabalho fechados.

A reunião mais recente entre a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e o Comando Nacional dos Bancários foi realizada no último dia 28. Na ocasião, houve proposta de reajuste de 7% e abono de R$ 3.500, com aumento real de 0,5% para 2017, proposta que “representa perda real de 1,9% no período de dois anos”, avalia o sindicato.

Para voltar às atividades, a categoria reivindica reajuste salarial de 14,78%, sendo 5% de aumento real para uma inflação de 9,31%, e benefícios como vales alimentação e refeição, 13ª cesta, auxílio-creche, 14º salário.

Nos últimos 12 anos, a categoria conseguiu aumento real acumulado entre 2004 e 2015 de 20,85% e de 42,1% no piso. São cerca de 512 mil bancários no Brasil, sendo 142 mil na base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, o maior do País.

Com informações do Estadão

Greve dos bancários completa 28 dias

(Foto: Ilustração)

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Greve dos bancários completa nesta segunda-feira (03), 28 dias e continua ainda sem acordo com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos). Até o momento a Fenaban e Comando Nacional não chegaram a nenhum acordo. E Não há reunião marcada para discussão de novas propostas.

Em Juazeiro, 29 agências bancárias estão com suas atividades paralisadas desde 6 de setembro. Esta greve é a mais demorada dos últimos 11 anos. Em 2004, a paralisação durou 30 dias e se a federação não entrar em acordo com a categoria, a greve pode bater o recorde este ano.

Os bancários pedem 14,78% de reajuste para que seja reposta a inflação de 9,78% e haja ganho real de 5% nos salários. Também é pedido que piso salarial seja fixado conforme o salário-mínimo necessário aferido pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), que chegou ao valor de R$ 3.991,40 em agosto deste ano.

Bancários rejeitam proposta salarial e mantêm greve nesta quinta-feira

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Os bancários rejeitaram nova proposta salarial dos bancos e seguem em greve, que nesta quinta-feira (29) entrará no seu 24º dia.

A Fenaban (braço sindical da Febraban, que representa os bancos) manteve a proposta de reajuste de 7%, mas aumentou o abono para R$ 3.500 ante os R$ 3.300 oferecidos anteriormente.

A oferta era por acordo para 2016 e também para 2017. No ano que vem, bancários receberiam a inflação mais um aumento real de 0,5%, pela proposta dos bancos.

Os bancários consideraram a proposta insuficiente. Desde o começo da campanha salarial, pedem reajuste salarial de inflação (9,62%) mais aumento real de 5%.

No ano passado, a greve durou 21 dias e garantiu aumento real de 0,11 aos bancários.

 

 

Greve dos bancários é a mais longa desde 2004 e já dura 23 dias

(Foto: Ilustração)

Os trabalhadores reivindicam reajuste de 14,78%, sendo 5% de aumento real, considerando inflação de 9,31%. (Foto: Ilustração)

A greve dos bancários, que entrou hoje em seu 23º dia, já é a terceira mais longa desde 2004, quando a paralisação chegou a 30 dias. Em 2013, a segunda maior do período, a greve teve 24 dias. Ontem, após reunião com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), o Comando Nacional dos Bancários disse que os representantes dos bancos sinalizaram com um novo modelo de acordo, que passará a ter validade de dois anos, em vez de um, como ocorreu nos últimos anos.

O acordo de dois anos pode ser uma boa alternativa, desde que traga ganho para os bancários, disse Juvandia Moreira, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários. Em nota, a Fenaban disse que a negociação continuará hoje. Segundo os bancários, uma reunião está marcada para as 15h.

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CDL Petrolina se mostra preocupada com prolongamento de greve

Movimento do comércio para o Dia das Mães não deve ser afetado pela crise, acredita CDL

A CDL pede que os bancos mantenham os serviços mínimos essenciais conforme estabelece a lei de greve./ Foto: arquivo

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Petrolina, no sertão de Pernambuco, emitiu nota nesta terça-feira (27),  demonstrando preocupação com a continuidade da greve dos bancários. Segundo nota da CDL, o órgão pede que os serviços mínimos continuem sendo realizados para que a população não seja mais prejudicada com a paralisação das atividades.

Confira teor completo da nota:

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Petrolina vem, através desta, tornar pública a preocupação com o prolongamento da greve dos bancários que caminha para ser uma das mais extensas da história do sistema financeiro, e solicitar aos bancos que mantenham os serviços mínimos essenciais conforme estabelece a lei de greve, que define a compensação bancária como serviço essencial (depósitos bancários, pagamentos de boletos, saques, compensação de cheques) para que, os comerciantes, consumidores e a população em geral, não sejam prejudicados com a paralisação da categoria.

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Bancários e Fenaban voltam a negociar em busca de acordo que coloque fim à greve

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Greve começou no dia 6 de setembro

O Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) voltam à mesa de negociação nesta terça-feira, 27, às 14h, para tentar chegar a um acordo que coloque fim à greve dos bancários, que completou 21 dias nesta segunda-feira, 26. A informação foi confirmada pelos Sindicatos da Bahia e Sergipe e do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

O presidente da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, Emanoel Souza, atribui a retomada das conversações à força da greve. “A decisão reforça a importância de manter o movimento forte em todas as bases sindicais, com o fechamento de um número cada vez maior de agências”.

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Servidores ameaçam manifestações e greves por reajuste

(Foto: Internet)

Para alguns servidores, o salário de início de carreira subirá para patamares entre R$ 19,21 mil e R$ 21,64 mil no ano que vem. (Foto: Internet)

O governo decidiu frear de vez os reajustes aos servidores federais que ainda tramitam no Congresso. Com isso, acabou deflagrando uma “guerra” de salários, com algumas categorias tendo os aumentos aprovados e outras não. Agora, servidores de áreas com grande poder de pressão cobram o compromisso assumido por Michel Temer: de honrar os reajustes negociados ainda na gestão Dilma Rousseff.

Para alguns servidores, o salário de início de carreira subirá para patamares entre R$ 19,21 mil e R$ 21,64 mil no ano que vem. A situação coloca o presidente em uma encruzilhada, porque ficou mais difícil justificar para a população novos aumentos, enquanto as contas públicas acumulam rombos sucessivos e o governo cobra medidas de ajuste fiscal.

Lideranças políticas da base governista, entre elas do PSDB, também adotaram a bandeira contrária aos reajustes e passaram a pressionar Michel Temer. O problema é que o presidente já sancionou dez leis que beneficiaram dezenas de carreiras, e aquelas que ainda aguardam a votação dos aumentos no Congresso não aceitam o recuo. Em reação, prometem endurecer e ameaçam com manifestações e greves.

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Greve dos terceirizados das escolas estaduais de Juazeiro gera desabafo de leitora

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Indignada com a falta de pagamento dos terceirizados das escolas estaduais de Juazeiro(BA), leitora que preferiu não se identificar, faz um desabafo, confira:

Até quando?Até quando funcionários continuarão trabalhando na rede estadual de ensino sem previsão de receber salário?Até quando?Desde julho de 2016, quando o secretário de educação do Estado assumiu o cargo, todo dia é dia de receber os salários atrasados.

Ao entrar pediu paciência e um voto de confiança aos funcionários terceirizados. Nos prometeu uma nova empresa e que já no final de julho receberíamos o primeiro salário. Isso sem falar na regularização dos salários das antigas empresas. Resultado, estou há 03 meses sem receber salário. Tenho companheiras e companheiros com 5 meses sem receber. Isso é correto?Sou mãe de família, só eu trabalho dentro de casa e falta muito pouco para passar necessidade. É por isso que estou de braços cruzados. Não volto a trabalhar até receber pelos meus direitos.

Enquanto isso, convido qualquer um a visitar as escolas, as que estão funcionando. Muitos preferiram continuar funcionando, mas estão sujas e sem merenda, liberando os alunos mais cedo, reduzindo as aulas. Estão se enganando e iludindo os alunos com aulas pela metade. Poucas escolas estão funcionando normalmente (mesmo com os salários dos terceirizados atrasados). Eu cansei!Chega de descaso!Sento Sé, Uauá, Juazeiro…várias escolas atingidas e paradas, esperando apenas a Secretaria de Educação cumprir as promessas e regularizar as pendências com os terceirizados.

Tem gente trabalhando sem contrato. Trabalharam Julho e Agosto e tiveram que assinar um termo de indenização para receberem esses dois meses pela Secretaria de Educação, mas nem a própria secretaria está conseguindo honrar suas responsabilidades. Até hoje não tem empresa para eles e nem receberam os meses trabalhados.

Cadê os políticos nessa hora?Cadê que batem de frente e se dispõe a lutar por uma educação de qualidade? Num quero só emprego não candidatos, quero trabalhar e receber pelo meu trabalho. E alerto aos pais que tem filhos nas escolas da rede estadual, acompanhe a escola de seus filhos e veja se não estão funcionando no faz de conta, liberando os meninos cedo e reduzindo aulas, porque tem escola que não quer parar para não atrasar o final do ano, mas quem ta pagando a conta são os alunos que estão com aulas reduzidas e estudando na poeira e na imundice dos banheiros (correndo até risco de infecção).

Quero também agradecer aos professores e alunos que abraçaram a nossa causa e resolveram parar as atividades e lutar com a gente. E para os que continuam dando jeitinho para as escolas funcionarem, meu desprezo. Também somos parte da escola e estamos buscando o que é justo. Se o coletivo prevalecesse, tenho certeza que mais rápido as coisas se resolveriam.

Assinado: Terceirizada Revoltada!

Greve dos bancários continua sem previsão para acabar no país

(Foto: Ilustração)

(Foto: Ilustração)

A greve dos bancários completa, nesta sexta-feira, 18 dias sem perspectiva de fechamento de acordo com os bancos. Ontem, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), a paralisação afetou 13.159 agências em todo o país. O número representa 55% do total.

Diante do impasse, o Comando Nacional dos Bancários se reúne segunda-feira, em São Paulo para definir os próximos passos do movimento. Não há previsão de nova negociação.

A população de Petrolina vem sofrendo com a paralisação, principalmente com os horários de depósitos e entrega de envelopes em algumas agências que é muito breve, ocasionando assim atrasos nos pagamentos e demais compromissos o que prejudica e muitos vários clientes dos bancos.

Após Fenaban não apresentar novas propostas, bancários continuam em greve

(Foto: ASCOM)

Os bancários reivindicam pelo reajuste de 14,78%. (Foto: ASCOM)

A greve dos bancários continua nesta terça-feira (20), após não haver avanço nas negociações durante reunião na  última quinta-feira (15). Segundo o Sindicato dos Bancários de Juazeiro, a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) manteve a mesma proposta apresentada no dia 13: reajuste de 7% nos salários e benefícios e abono de R$ 3,3 mil.

“Os banqueiros estão agindo com total descaso ao trabalhador,  estão desvalorizando os funcionários, sem atender às  nossas reivindicações. Nossa greve vai crescer a cada dia porque sabemos que nossas reivindicações podem ser atendidas pelo setor mais lucrativo do País, que ganham bilhões por semestre. Vamos continuar lutando por nossos direitos e pelo fim dos abusos. A Fenaban  nem tem data prevista para novas negociações, isso é um descaso”, disse Maribaldes Silva, Presidente do Sindicatos dos Bancários de Juazeiro e região.

Os bancários reivindicam pelo reajuste de 14,78%, pagamento de três salários mais R$ 8.297,61 em participação nos lucros e resultados, bem como a fixação do piso salarial em R$ 3.940,24. Sem acordo,  a greve segue por tempo indeterminado. Em Juazeiro, cerca de 29 agencias estão fechadas.

Trabalhadores dos Correios de Pernambuco aceitam proposta e descartam greve

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Pernambuco conta atualmente com cerca de 3,8 mil trabalhadores nos Correios. (Foto: Internet)

Os funcionários da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) em Pernambuco decidiram em assembleia realizada na noite desta quarta-feira aprovar a proposta de reajuste salarial da empresa. Desta forma, a greve por tempo indeterminado foi descartada. O indicativo de paralisação tinha sido aprovado pela categoria no último dia 6. A proposta aprovada é de um aumento de 8,74% sobre os benefícios e de 9% sobre o salário.

“Os 9% de reajuste serão feitos em duas partes, sendo 6% neste mês e os outros 3% em fevereiro de 2017”, explicou Rinaldo Nascimento, secretário geral do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios em Pernambuco (Sintect-PE). Os trabalhadores também conseguiram a incorporação de gratificações no valor de R$ 150 sobre o salário. No início das negociações, a categoria exigia 15% de reajuste salarial.

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Sem nova proposta da Fenaban, bancários decidem manter greve

Os clientes podem utilizar os caixas eletrônicos para agendamento e pagamento de contas (desde que não vencidas), saques, depósitos, emissão de folhas de cheques, transferências e saques de benefícios sociais./ Fotos: Ascom

Em reunião ontem (13), a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) não apresentou proposta, e o Comando Nacional dos Bancários decidiu manter a greve da categoria. Segundo o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, na quinta-feira, haverá nova reunião a partir das 16h.

“Os bancos chamaram para uma negociação e não apresentaram nenhuma nova proposta para a categoria nesta terça-feira, um desrespeito com os trabalhadores e a população. Eles insistem em impor reajuste abaixo da inflação, com perda real. Cobramos também que parem com as demissões. Nossa greve vai crescer, a cada dia, porque sabemos que nossas reivindicações podem ser atendidas pelo setor mais lucrativo do país”, disse a presidenta do sindicato, Juvandia Moreira.

Em nota, a Fenaban confirmou não ter apresentado nova proposta aos bancários. Segundo a federação, a rodada de negociação de hoje discutiu possibilidades a serem avaliadas para um acordo.

Na última sexta-feira, a Fenaban ofereceu aos bancários reajuste de 7% nos salários e benefícios e abono de R$ 3,3 mil, a ser pago 10 dias após a assinatura do acordo. “A nova proposta resulta numa remuneração superior à inflação prevista para os próximos 12 meses, com ganho expressivo para a maioria dos bancários.”

Os bancários, no entanto, pedem reajuste de 14,78% (5% de aumento real, mais a correção da inflação), 14º salário e participação nos lucros e resultados de R$ 8.297,61, entre outras demandas.

A greve dos bancários começou terça-feira passada. Segundo o sindicato, 1.048 locais de trabalho mantiveram-se fechados nesta terça-feira em São Paulo e Osasco, e houve adesão de 39 mil trabalhadores ao movimento. A Fenaban não divulgou balanço da greve.