Com MP do piso mínimo do frete, caminhoneiros descartam greve

Governo vai mobilizar base parlamentar para aprovar medida provisória

O governo federal iniciou uma articulação no Congresso Nacional para garantir a manutenção da medida provisória que endurece as regras para o cumprimento do piso mínimo do frete no país. A iniciativa foi confirmada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, após reunião com representantes do setor de transporte e dirigentes da Agência Nacional de Transportes Terrestres, no Palácio do Planalto, em Brasília.

A medida provisória, publicada na última semana, estabelece valores obrigatórios para o frete com o objetivo de garantir a viabilidade econômica da atividade dos caminhoneiros. Segundo o ministro, o avanço na pauta foi determinante para que a categoria recuasse da possibilidade de greve.

De acordo com Boulos, o piso mínimo do frete é um direito previsto em lei e não pode ficar sujeito à decisão de empresas contratantes. O governo também pretende intensificar a fiscalização e aplicar sanções mais rigorosas para quem descumprir as regras, incluindo multas que podem chegar a R$ 10 milhões e até a perda do registro de operação.

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Impasse entre Governo de Pernambuco e auditores fiscais se intensifica e pode levar à paralisação

O impasse entre o Governo de Pernambuco e os auditores fiscais do Estado atingiu um nível mais elevado de tensão nos últimos meses, com reflexos diretos na condução da política tributária e administrativa da Secretaria da Fazenda.

De acordo com o Sindicato dos Auditores Fiscais de Pernambuco, a categoria tem buscado abrir canais de negociação com o governo estadual, com o objetivo de discutir medidas relacionadas ao funcionamento da estrutura fazendária. No entanto, até o momento, não houve avanços significativos nas tratativas.

O cenário envolve divergências sobre decisões administrativas e operacionais que, segundo a entidade, impactam a atuação dos auditores fiscais e a dinâmica da arrecadação estadual. A situação também levanta preocupações quanto à estabilidade institucional da Secretaria da Fazenda e à continuidade das atividades ligadas à gestão tributária.

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Caminhoneiros podem deflagrar greve nacional após alta do diesel

Representantes de caminhoneiros de diversas regiões do Brasil devem se reunir nesta quarta-feira (18) para definir uma possível data para uma greve nacional. O movimento é motivado, principalmente, pela insatisfação com o aumento no preço dos combustíveis, especialmente o diesel.

Durante o encontro, os trabalhadores irão discutir uma proposta que será encaminhada ao governo federal. A paralisação entra no radar da categoria caso não haja avanço nas negociações com o Executivo.

De acordo com lideranças do setor, a tendência é de endurecimento do movimento. O presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como “Chorão”, afirmou que a categoria já se prepara para cruzar os braços se não houver acordo.

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Caminhoneiros ameaçam greve por conta de preços dos combustíveis

Em meio a uma grande crise de aumento nos preços dos combustíveis nos últimos dias, os caminhoneiros que atuam no transporte de cargas no Brasil alertaram o Palácio do Planalto para um risco de greve nacional. O setor relatou grandes aumentos considerados abusivos nas bombas em várias regiões do país, incluindo a Bahia.

Denúncias ao governo
Entre as denúncias enviadas ao governo, estão reajustes entre R$ 0,20 e R$ 0,60 por litro de diesel em cidades do Centro-Oeste. Em um documento enviado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última quarta-feira, 11, a ABRAVA apontou “evidências de práticas abusivas por parte de distribuidoras de combustíveis”. Além disso, a entidade ainda pede isenção temporária de tributos e a abertura de diálogo com governadores para discutir a suspensão do ICMS sobre o diesel, conforme a CNN Brasil.

Acionamento da Justiça
Na quinta-feira (12), a entidade informou ter acionado a Justiça contra distribuidoras que elevaram preços sem que houvesse, até o momento, anúncio de reajuste pela Petrobras.

A Tarde

Em meio a greve e protestos, partido governista e aliados aprovam a reforma trabalhista de Milei

Após um dia marcado pela greve geral ordenada pela CGT e por diferentes setores sindicais, o partido governista e seus aliados aprovaram o projeto de reforma trabalhista na Câmara dos Deputados. O texto, no entanto, deve retornar ao Senado, segundo o jornal La Nación, para ratificar a eliminação do polêmico artigo que propunha reduzir salários durante a licença médica. O placar final da votação somou 135 votos a favor e 115 contra. O resultado foi alcançado com o apoio do Pro, UCR, MID, dos legisladores da Inovação Federal e de outros blocos provinciais, incluindo os compostos pelos deputados peronistas de Catamarca e Tucumán.

Veja, a seguir, alguns pontos da proposta:

Pagamento: Os salários poderão ser pagos em pesos ou em dólares. Originalmente seria permitido também o pagamento em carteiras digitais, mas o Senado derrubou este ponto. O projeto prevê ainda a “negociação dinâmica”, em que o trabalhador poderá acertar com a empresa valores extras, ligados a metas de produtividade.

Indenizações: As indenizações em caso de demissão ficarão menores, porque o projeto exclui do cálculo décimo terceiro, férias e bônus, considerando apenas o salário mensal.

Férias: Elas poderão ser fracionadas, desde que o período mínimo seja de sete dias, contra 14 dias anteriormente.

Banco de horas: O projeto cria a figura do banco de horas, em que horas extras são acumuladas, para compensação em jornadas de trabalho reduzidas.

Jornada: Poderá ser de até 12 horas, desde que com 12 horas de descanso para a jornada seguinte.

Acordos coletivos: Pela proposta, eles perderão a validade automaticamente na data de vencimento. Pela legislação anterior, os acordos coletivos permaneciam em vigor até a negociação de um novo acordo.Ânimos exaltados

Durante todo o debate, os ânimos estavam exaltados. Diferentes blocos de oposição – liderados pela União pela Pátria, um setor das Províncias Unidas e a esquerda, alertaram que o projeto, longe de modernizar as condições de trabalho, restringirá os direitos dos trabalhadores já adquiridos em favor dos empregadores. Eles a descreveram como inconstitucional e previram que, por essa razão, a reforma seria judicializada.

Apesar de o texto aprovado ainda retornar para o Senado, o partido governista tem pressa: o objetivo é que o presidente Javier Milei possa exibir a aprovação da lei como troféu do governo em 1º de março, dia em que inaugurará as sessões ordinárias do Congresso. Nessa pressa, a chefe do bloco governante no Senado, Patricia Bullrich, já convocou uma sessão plenária das comissões de Trabalho e Orçamento para esta sexta-feira, às 10h. O objetivo será emitir um parecer sobre o texto modificado na Câmara dos Deputados para ratificá-lo na sexta-feira seguinte dia 27. Só então será lei.

Agência O Globo

Governo da Argentina promete repressão à greve geral contra a reforma trabalhista

O governo de Javier Milei anunciou que adotará medidas rigorosas durante a paralisação de 24 horas convocada pelo maior sindicato da Argentina contra a reforma trabalhista apoiada pelo presidente. Além de prometer reprimir a greve, o governo também divulgou orientações específicas à imprensa diante da paralisação.

Em comunicado, o Ministério da Segurança recomendou que jornalistas evitem se posicionar entre possíveis focos de confronto e as forças destacadas para a operação. O texto também afirma que haverá reação em caso de episódios de violência e informa que a cobertura por parte dos profissionais de imprensa deverá ocorrer em uma “zona exclusiva” delimitada em ruas laterais à praça em frente ao Parlamento.
A reforma que motivou a greve propõe modernizar as relações de trabalho e reduzir o poder dos sindicatos e os custos trabalhistas. A fim de garantir os 37 votos necessários para sua aprovação no Senado, o governo – que conta com 20 senadores próprios – concordou em modificar alguns artigos a pedido da oposição.

A medida foi aprovada, ao contrário de outras iniciativas que naufragaram na Câmara depois que o governo deu como certo o apoio de outros blocos. O texto agora seguirá para a Câmara dos Deputados, que o debaterá em março e poderá fazer emendas ou revogar partes do projeto. Os principais sindicatos do transporte de passageiros aderiram inicialmente ao protesto iniciado nesta quinta-feira: 255 voos foram cancelados, afetando 31 mil passageiros, segundo a companhia aérea Aerolíneas Argentinas. Trabalhadores portuários também participam da paralisação.

O ato acontece num momento de declínio da atividade industrial. Nos últimos dois anos, segundo fontes sindicais, mais de 21 mil empresas fecharam as portas; a crise também se estende ao encerramento de cerca de 300 mil postos de trabalho.

Estadão Conteúdo

TST determina manutenção de 80% do efetivo durante greve dos Correios

A ministra Kátia Magalhães Arruda, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), determinou nesta sexta-feira (19) que os trabalhadores dos Correios mantenham 80% do efetivo em atividade durante a greve da categoria, iniciada na última terça-feira (16). A medida liminar foi concedida a pedido da estatal contra os sindicatos que representam os funcionários. Em caso de descumprimento, será aplicada multa diária de R$ 100 mil por sindicato.

A greve está concentrada em nove estados (Ceará, Paraíba, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul).  No entendimento da ministra, o serviço postal tem caráter essencial e não pode ser paralisado totalmente. Além disso, Katia Arruda ressaltou que a greve foi deflagrada em meio ao dissídio coletivo que tramita no TST.

Os funcionários reivindicam a aprovação de um novo acordo coletivo de trabalho, reajuste salarial e soluções para a crise financeira da estatal, que vai precisar de um empréstimo de R$ 12 bilhões, garantidos pelo Tesouro, para cobrir os recentes prejuízos.  Os Correios informaram que todas as agências estão abertas e que a empresa adotou medidas de contingência para minimizar os impactos para a população.

Agência Brasil

Auditores-Fiscais da Receita Federal aprovam greve por tempo indeterminado

Em razão do descumprimento pelo Ministério da Gestão e Inovação (MGI) do Termo de Compromisso nº 1 de 2024, os Auditores-Fiscais da Receita Federal entrarão em greve por tempo indeterminado a partir do dia 26 de novembro, próxima terça-feira, assegurando-se o quantitativo mínimo de 30%.

Nas aduanas, a paralisação vai assegurar também a análise e desembaraço de cargas prioritárias definidas em lei, como cargas vivas, perigosas, perecíveis, medicamentos e alimentos.

A intensificação das ações de mobilização culminou em uma greve após a realização de uma assembleia da categoria, pelo Sindifisco Nacional (Sindicato dos Auditores-Fiscais da Receia Federal), nesta quinta-feira (21). Também foi decidido que os Auditores irão entregar os cargos em comissão. As deliberações foram aprovadas por ampla maioria, representando mais de 94% da preferência dos votantes.

O documento que não foi cumprido pelo MGI previa que as negociações relativas à reestruturação de carreiras e reajustes de remuneração ocorreriam no âmbito das mesas específicas e temporárias que deveriam ser instaladas até o mês de julho; porém, no caso dos Auditores-Fiscais da Receita Federal, a mesa sequer foi aberta. O vencimento básico da categoria acumula perdas inflacionárias desde 2016.

Bahia Notícias

Fim da paralisação: Sindicato dos Bancários de Juazeiro encerra greve após acordo com bancos

O Sindicato dos Bancários de Juazeiro anunciou o término da paralisação que afetou os bancos públicos da região, como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil. A decisão foi tomada após uma série de negociações e uma assembleia realizada na noite de domingo (15).

Maribaldes da Purificação, presidente do sindicato, explicou que a greve teve momentos de tensão, especialmente após a Caixa Econômica apresentar uma proposta com itens não acordados anteriormente. Embora os termos finais do acordo não tenham sido ideais, foram aceitos pela maioria dos trabalhadores.

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Professores das Universidades Estaduais da Bahia paralisam atividades em busca de recomposição salarial

(Foto: Arquivo)

Na quarta-feira (11), os professores das Universidades Estaduais da Bahia (Uebas) realizaram nova paralisação em resposta ao impasse nas negociações com o Governo do Estado sobre a proposta de recomposição salarial. A categoria reivindica um reajuste total de 17,42% até 2026.

A paralisação afetou as seguintes instituições: Universidade Estadual da Bahia (Uneb); Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs); Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb); Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc).

Um ato unificado está sendo realizado no Campus I da Uneb, no bairro do Cabula, em Salvador, desde as 6h30. Uma nova reunião entre o Fórum das Associações Docentes (FAD) e a Secretaria de Educação (SEC) está agendada para as 15h de hoje.

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Bancários decidem paralisar atividades parcialmente nesta segunda-feira (26)

Durante a 9ª Rodada de Negociações, realizadas na semana passada, os bancos apresentaram proposta de reajuste abaixo da inflação, de 85% do INPC, negada pela categoria. De acordo com os bancários, a proposta resultaria em perda de 0,57% na remuneração e colocaria o reajuste da categoria entre os piores reajustes, no universo de 8.810 feitos em 2024.

De acordo com a coordenadora do comando de Pernambuco, Juvândia Moreira, a categoria bancária, tanto na consulta quanto nas assembleias, definiu que não vai fechar acordo sem aumento real.

Em Juazeiro, segundo o presidente do sindicato dos bancários, Maribaldes da Purificação uma assembleia foi realizada na noite da última sexta-feira (22) com a categoria para definir sobre a paralisação parcial na segunda. De acordo com Maribaldes, os bancários de Juazeiro vão propor ao comando nacional o estado de greve, mas ele adiantou que hoje, já vai haver manifestação em frente às agências bancárias da cidade.

Da redação

 

Servidores do INSS entram em greve por melhores salários

Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)

Nesta quarta-feira (10), servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), representados pelo Sindicato dos Trabalhadores do Seguro Social e Previdência Social no Estado de São Paulo (SINSSP), iniciaram uma greve a nível nacional.

A paralisação ocorre devido à falta de acordo com o governo federal sobre reajuste salarial e abrange tanto funcionários presenciais nas agências quanto aqueles em home office.

A greve pode afetar a análise e concessão de diversos benefícios, como aposentadoria, pensões e Benefício de Prestação Continuada (BPC). O atendimento presencial também poderá ser prejudicado, exceto perícias médicas e análise de recursos e revisões de pensões e aposentadorias. Apesar de várias rodadas de negociação com o governo, não houve consenso sobre o reajuste salarial.

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TAEs da Univasf encerram greve e planejam retorno ao trabalho nesta terça-feira

Foto: Ascom

Os servidores Técnico-Administrativos em Educação (TAEs) da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) decidiram, em assembleia geral, encerrar a greve e retornar ao trabalho na próxima terça-feira, 2 de julho. A categoria havia aderido à paralisação nacional em 29 de abril.

Em uma reunião remota realizada na sexta-feira, 28 de junho, a Reitoria, representantes da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progepe), da Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) e do Comando de Greve discutiram a reposição das atividades acumuladas durante o período de greve.

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Servidores do IFSertãoPE decidem encerrar a greve

Servidores do Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE) decidiram, durante assembleia realizada na manhã desta quinta-feira (27), encerrar a greve que começou no dia 10 de abril, após o Governo Federal assinar a proposta que foi feita para a categoria.

A decisão é válida para todos os campi da instituição. Foram 306 votos favoráveis ao fim da paralisação, 19 contrários e 12 abstenções.

Segundo o servidor Marcos Uchoa, que faz parte do comando de greve, durante a assembleia os servidores aprovaram o retorno das atividades administrativas na próxima quarta-feira, 3 de julho. A volta às aulas será definida por cada campus. O IFSertãoPE tem os campus Petrolina, Petrolina Zona Rural, Salgueiro, Ouricuri, Santa Maria da Boa Vista, Serra Talhada e Floresta.

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Servidores técnico-administrativos da Univasf rejeitam proposta do governo e seguem em greve

Foto: Ascom

Os servidores técnico-administrativos (TAEs) da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) rejeitaram uma nova proposta de negociação do governo federal e decidiram manter a greve, que já dura mais de 50 dias.

A decisão foi tomada em uma assembleia realizada na quarta-feira (19), onde 90% dos servidores votaram pela continuação do movimento.

A greve dos TAEs da Univasf começou após uma assembleia da categoria realizada no dia 25 de abril. O movimento afeta os campi da Univasf em Petrolina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco, e em Juazeiro, Senhor do Bonfim, Paulo Afonso, na Bahia, além de São Raimundo Nonato, no Piauí. Apesar da paralisação, as aulas seguem normalmente, uma vez que os professores decidiram não aderir à greve em assembleia realizada no dia 19 de abril.

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