Semana decisiva põe à prova relação entre Raquel Lyra e Alepe

Com risco de travamento administrativo em 2026, governo Raquel Lyra corre contra o tempo para aprovar pautas estratégicas

Essa semana será determinante para o futuro imediato da relação entre o Governo de Pernambuco e a Assembleia Legislativa. A partir desta segunda-feira (15), deputados estaduais entram na última semana de sessões do Ano Legislativo, o que transforma os próximos dias em uma verdadeira corrida contra o tempo para destravar pautas estratégicas que se arrastam há meses.

O clima de tensão, que marcou praticamente todo o ano de 2025, chega ao auge neste fim de ano. No centro do impasse está a votação da Lei Orçamentária Anual de 2026 (LOA), considerada prioridade máxima pelo Palácio do Campo das Princesas e ainda pendente de apreciação pela Assembleia Legislativa de Pernambuco.

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João Campos mantém vantagem e soma 55% contra 28% de Raquel Lyra para 2026, aponta pesquisa divulgada pela CNN

O prefeito do Recife, João Campos (PSB), aparece na liderança da corrida pelo Governo de Pernambuco em 2026, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (11) pela CNN BrasiL. O levantamento ouviu 1.200 pessoas entre os dias 9 e 10 de dezembro e tem margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

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Membros do governo Lula avaliam que anúncio de Flávio é estratégia para 2030

Integrantes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e políticos de partidos de centro avaliam que a decisão de Jair Bolsonaro de lançar seu filho Flávio como candidato à Presidência da República representa uma estratégia voltada para 2030 e para a manutenção do espólio político da família. Ouvidos pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, sob reserva, os políticos consideram que o anúncio confronta diretamente os planos do Centrão para lançar Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, como candidato à Presidência com o apoio de Bolsonaro – em troca de um indulto em caso de vitória em 2026.

Apesar de manter discurso público de que buscaria a reeleição em São Paulo, o governador dava sinais, nos bastidores, do desejo de ser candidato ao Planalto. O anúncio de que Flávio Bolsonaro será o candidato representante do bolsonarismo nas eleições de 2026 pegou o mundo político de surpresa – mais pelo timing do que pela informação em si. Integrantes do governo Lula mantinham ceticismo quanto à possibilidade de Tarcísio de Freitas abdicar de uma reeleição em São Paulo para disputar a Presidência por Bolsonaro. O momento de anunciar esse apoio, no entanto, foi inesperado.

Apesar de alguns ministros do governo verem o anúncio como um “balão de ensaio” – jargão jornalístico que se refere à prática de atores políticos vazarem informações para testarem a repercussão antes de confirmarem -, há elementos que apontam na direção oposta. Primeiro porque Flávio e o PL confirmaram a informação. Segundo porque, mesmo após a péssima repercussão junto ao mercado financeiro (o Ibovespa caía quase 4% às 16h30 desta sexta-feira), não houve nenhum recuo.

Desde que Bolsonaro foi preso, em 24 de novembro, Flávio se tornou seu principal interlocutor com o mundo externo, algo parecido com o papel que Fernando Haddad representou para Lula em 2018, quando o petista ficou preso na Polícia Federal em Curitiba. Afastado das articulações políticas e do contato diário com aliados, Bolsonaro passou a receber informações sobretudo por meio do filho. Integrantes do governo ouvidos pela reportagem veem na decisão de lançar Flávio como candidato uma estratégia para manter o eleitorado de direita de olho nas eleições de 2030, cientes de que o pleito de 2026 será mais difícil por se tratar de uma campanha contra o atual presidente.

Lula não tem os melhores índices de aprovação, mas ainda assim dispõe da máquina pública, de programas sociais que serão lançados no ano que vem, do capital político pela isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais e de uma estrutura de publicidade estatal robusta.

A ameaça para Bolsonaro, nessa perspectiva, não estaria na esquerda, mas no campo da centro-direita. O presidente do PP, Ciro Nogueira, chegou a expor insatisfação com o que chamou de “falta de bom senso e estratégia no centro e na direita” e defendeu que o foco da união formada com o União Brasil fosse nas “eleições estaduais e nas nossas bancadas”. A publicação foi feita no X em 19 de novembro. Jair Bolsonaro já estava em prisão domiciliar, e não na sede da Polícia Federal.

O apoio a Tarcísio de Freitas, apesar de garantir uma chance maior de vitória contra Lula em 2026 e, consequentemente, de um indulto a Bolsonaro, escantearia a família politicamente: em caso de vitória, pelo motivo óbvio de que o principal nome da direita passaria a ser o governador de São Paulo; em caso de derrota, porque o nome testado nas urnas e com “recall” seria o de Tarcísio.

Estadão Conteúdo

Após gafe de Lula, governo emite nota dizendo que não tolera o tráfico

A Secretaria de Comunicação Social do governo Lula (PT) emitiu uma nota na noite desta sexta-feira, 24, afirmando que não tolera o tráfico de drogas e atua com rigor e ações de inteligência contra o crime organizado. O posicionamento vem após o presidente virar alvo de uma enxurrada de críticas depois de dizer que traficantes de drogas são “vítimas dos usuários”. A declaração aconteceu enquanto o presidente falava sobre o combate ao tráfico em uma coletiva de imprensa em Jacarta, capital da Indonésia.

No comunicado, o governo citou operações policiais que causaram prejuízos ao crime organizado, como a ação de agosto que atingiu o cérebro financeiro de uma rede mafiosa em São Paulo e a que foi realizada hoje contra uma quadrilha, sediada em Passo Fundo (RS), que atuava no tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.

“Com investimento em ações de inteligência, integração entre as diferentes forças de segurança, além da repressão à lavagem de dinheiro, o Governo do Brasil está impondo perdas nunca vistas ao crime organizado”, diz a nota. Ainda segundo a equipe de comunicação de Lula, em dois anos, o governo praticamente dobrou o número de operações de combate ao crime organizado, que passaram de 1.875 em 2022 para 3.393 em 2024. “Esse trabalho histórico poderá avançar ainda mais com as inovações do Governo do Brasil na PEC da Segurança Pública e outros textos enviados ao Congresso Nacional. O objetivo é somar as forças de todo o país para desmantelar as estruturas que alimentam o crime”.

Veja a nota na íntegra:
O Governo do Brasil não tolera o tráfico de drogas e atua com rigor e ações de inteligência, obtendo resultados históricos contra a espinha dorsal das organizações criminosas. Em agosto deste ano, a maior operação da história contra o crime organizado atingiu o cérebro financeiro de uma rede mafiosa que, entre outras ações, falsificava combustíveis e realizava a lavagem do dinheiro proveniente de atividades ilícitas.

Os dados de 2025 mostram que o balanço final deste ano trará números também positivos. No dia de hoje, uma nova operação da Polícia Federal foi deflagrada contra uma quadrilha, sediada em Passo Fundo/RS, que atuava no tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro. Com investimento em ações de inteligência, integração entre as diferentes forças de segurança, além da repressão à lavagem de dinheiro, o Governo do Brasil está impondo perdas nunca vistas ao crime organizado.

Ações da Polícia Federal retiraram cerca de R$ 7 bilhões em bens dos criminosos apenas em 2024. O valor mais do que dobrou em relação ao ano anterior, representando mais um recorde histórico. Ainda em 2024, a Polícia Rodoviária Federal apreendeu 850 toneladas de drogas nas rodovias federais – um recorde histórico, que representa crescimento significativo em relação a 2023.

Em dois anos, o Governo do Brasil praticamente dobrou o número de operações de combate ao crime organizado, que passaram de 1.875 em 2022 para 3.393 em 2024. Esse trabalho histórico poderá avançar ainda mais com as inovações do Governo do Brasil na PEC da Segurança Pública e outros textos enviados ao Congresso Nacional. O objetivo é somar as forças de todo o país para desmantelar as estruturas que alimentam o crime. Ações efetivas e resultados históricos contra as organizações criminosas reafirmam o compromisso do Governo do Brasil com a segurança das famílias do país. O Governo do Brasil segue firme contra o crime organizado e do lado do povo brasileiro.

Lula se retrata
Após a polêmica declaração, o petista voltou atrás e tentou se redimir. “Fiz uma frase mal colocada nesta quinta e quero dizer que meu posicionamento é muito claro contra os traficantes e o crime organizado”, iniciou o petista, em publicação no X.

Lula prosseguiu, destacando as medidas do governo no combate ao crime organizado. “Mais importante é que as palavras são as ações que o meu governo vem realizando, como é o caso da maior operação da história contra o crime organizado, o encaminhamento ao Congresso da PEC da Segurança Pública e os registros na apreensão de drogas no país. Continuaremos firmes no enfrentamento ao tráfico de drogas e ao crime organizado”, finalizou.

A Tarde

Governo paga lote extra do PIS/Pasep; veja quem tem direito a receber

O governo federal vai liberar, nesta quarta-feira (15/10), um lote extra do abono salarial PIS/Pasep, voltado a trabalhadores que não receberam o benefício nos pagamentos regulares por falhas no envio de informações pelas empresas. Ao todo, cerca de 1,6 milhão de pessoas devem ser beneficiadas, somando R$ 1,5 bilhão em pagamentos.

abono é uma espécie de “14º salário” pago a quem trabalhou com carteira assinada e recebeu até dois salários mínimos mensais no ano-base. O valor pode chegar a R$ 1.518, equivalente a um salário mínimo, e varia conforme o número de meses trabalhados.

Quem tem direito ao lote extra

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o pagamento é destinado a quem:

  • teve carteira assinada por, no mínimo, 30 dias em 2023;
  • recebeu até dois salários mínimos por mês, em média, no ano-base 2023;
  • está inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos;
  • teve os dados corrigidos pelos empregadores no sistema eSocial ou Rais até junho deste ano.

Muitos desses trabalhadores ficaram fora da primeira rodada de pagamentos, porque as empresas enviaram as informações com atraso ou inconsistências, informou o MTE.

Quem acredita ter direito e não foi incluído no pagamento pode abrir um recurso diretamente no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital. O pedido será analisado pela pasta.

No entanto, não têm direito ao abono salarial trabalhadores rurais e urbanos empregados por pessoa física, ou empregados domésticos.

Como consultar e sacar o benefício

Para consultar se tem direito ao benefício, o trabalhador pode entrar no aplicativo Carteira de Trabalho Digital, usando CPF e senha do gov.br, ou fazer a consulta pelo telefone 158, do Alô Trabalho.

Com relação ao saque dos valores, segundo o MTE, os depósitos acontecerão de forma automática:

O saque pode ser feito até 29 de dezembro de 2025.

Governo de Pernambuco suspende inscrições do concurso unificado e envia projeto de lei sobre cotas raciais

O Governo de Pernambuco encaminhou, nesta sexta-feira (10), à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), um projeto de lei que altera o Estatuto da Igualdade Racial do Estado para criar cotas raciais em concursos públicos e seleções simplificadas. Com o envio do projeto, o governo anunciou a suspensão temporária das inscrições do Concurso Público Unificado de Pernambuco (CPU-PE).

A proposta reserva 30% das vagas do Poder Executivo estadual para pretos, pardos, indígenas e quilombolas. De acordo com o texto, 25% das vagas serão destinadas a pessoas pretas ou pardas, 3% a indígenas e 2% a quilombolas. A autodeclaração será o critério para concorrer às vagas reservadas, realizada no ato da inscrição.

As inscrições já realizadas permanecem válidas, e novas datas para o processo seletivo e para as provas serão divulgadas após a aprovação da proposta.Contamos com o apoio da Assembleia para tramitar o texto com a maior urgência possível, a fim de que possamos, no mesmo edital, retomar a inclusão das cotas raciais e realizar o concurso ainda durante o mês de dezembro. Esse é um marco na modernização da nossa gestão e na valorização dos servidores que fazem a diferença na vida dos pernambucanos”, disse a governadora Raquel Lyra.

Diario de Pernambuco

Governo já restituiu R$ 1,29 bilhão a aposentados lesados por descontos

O governo federal informou nesta sexta-feira (12) já ter restituído cerca de R$ 1,29 bilhão a aposentados e pensionistas lesados pelo esquema de cobrança de mensalidades associativas descontadas ilegalmente dos benefícios previdenciários pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Segundo o Ministério da Previdência Social, dos mais de 5,58 milhões de segurados do instituto que questionaram algum desconto em seus benefícios, cerca de 2,3 milhões já aderiram ao acordo de ressarcimento que o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou em julho deste ano. Número que, segundo a pasta, corresponde a sete em cada dez pessoas consideradas aptas a receber de volta os valores cobrados sem autorização.

Ainda de acordo com o ministério, até a próxima segunda-feira (15), 99% dos segurados do INSS que já assinaram o acordo terão recebido o dinheiro de volta, de forma integral, com correção pela inflação (IPCA), diretamente na conta onde o aposentado recebe o benefício.

O prazo para adesões continua em aberto. Podem aderir ao acordo as pessoas que sofreram descontos não autorizados entre março de 2020 e março de 2025; que contestaram algum desconto e não receberam resposta da entidade responsável pela cobrança dentro do prazo de 15 dias úteis e que tem processo na Justiça, desde que ainda não tenha recebido os valores – nesse caso, é preciso desistir da ação.

A contestação de eventuais descontos indevidos pode ser feita pelo aplicativo Meu INSS; pela central telefônica 135 ou nas agências dos Correios. Inicialmente, a contestação pode ser feita até 14 de novembro de 2025. Já a posterior adesão ao acordo poderá ser feita pelo aplicativo ou presencialmente, nas agências dos Correios.

Agência Brasil

Prefeitura de Petrolina tem novos secretários de Governo e Casa Civil

O prefeito de Petrolina, Simão Durando, anunciou nesta quinta-feira (21) mudanças em seu secretariado para as pastas de Governo e Casa Civil. As alterações visam reforçar a articulação política e administrativa da gestão, garantindo continuidade a projetos prioritários para a cidade.

Juliane Padilha assume a Secretaria da Casa Civil no lugar de Henrique Guerra. Ela será responsável por coordenar a articulação entre as diversas secretarias municipais e acompanhar a execução das principais ações estratégicas do governo.Henrique Guerra passa a comandar a Secretaria de Governo, antes ocupada por Luzemberg Santos. Ele ficará responsável pela articulação política da gestão com o poder legislativo. A pasta também abriga o programa Bora Petrolina, mutirão de serviços públicos nos bairros do município.

Perfis dos novos secretários

Juliane Padilha é Administradora com especialização em Gestão Pública, possui mais de 15 anos de experiência na área administrativa, com passagens pelos hospitais Dom Malan e Universitário. Iniciou sua trajetória na gestão municipal em 2017, na Secretaria de Saúde, e em 2022 assumiu a Secretaria de Gabinete.

Henrique Guerra é formado em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco. Atuou por seis anos na Ernst & Young, com experiência em auditoria, consultoria empresarial, análise licitatória e planejamento tributário. Na gestão pública, foi secretário de Gestão Administrativa durante o governo do ex-prefeito Miguel Coelho.

G1 Petrolina

Ministro diz que Governo vai comprar perecíveis que iriam para EUA

O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, disse na noite dessa quarta-feira (20) em entrevista à Voz do Brasil, que o governo brasileiro vai comprar produtos perecíveis, como frutas, peixes e carnes. Segundo Teixeira, o destino dos produtos deve ser a merenda escolar, a alimentação das Forças Armadas, os hospitais, os restaurantes universitários e os programas de aquisição de alimentos destinados às populações em insegurança alimentar.

“O governo vai estimular que estados e municípios possam adquirir esses produtos pelos programas públicos da alimentação escolar”, afirmou. Paulo Teixeira explicou que isso vai representar uma alimentação escolar, por exemplo, com produtos da melhor qualidade.

Outros compradores
“Nós estamos só regulamentando porque percebemos que alguns setores conseguem redirecionar rapidamente esses programas para outros países”. Um dos exemplos que ele citou foi o caso da castanha que deve ser comercializada para a Europa. “O mesmo acontece com o café. Não tem café no mundo hoje, em lugar nenhum, para substituir o produto brasileiro”, argumentou.

No caso da carne, o ministro afirmou que o produto pode ser estocado, congelado e redirecionado. No entanto, em relação a produtos como mel, açaí, uva e peixes são mais perecíveis e, por isso, deverão ser absorvidos nos programas nacionais de compras públicas.

Cadeia produtiva 
“O governo vai incluir em todos os seus editais de compras públicas a aquisição para que não haja perda de alimentos”, garantiu. Ele ressaltou que as compras vão proteger os empreendedores diretos e toda a cadeia produtiva. O ministro conta que os exportadores venderão os produtos pelo preço que eles utilizariam no mercado interno. “Certamente o governo não tem como pagar o preço em dólar, que é o preço de exportação. Mas o governo tem como pagar o preço do mercado interno”.

Agência Brasil

Assembleia instala CPI dos contratos do governo de Pernambuco nesta terça-feira; oposição terá maioria

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigará os contratos do governo de Pernambuco será instalada na manhã desta terça-feira (19), às 8h, na Assembleia Legislativa. Na primeira reunião, os deputados irão definir o presidente e o relator da comissão.

O pedido para abertura da CPI partiu da deputada Dani Portela (Psol), que, por ser a autora do requerimento, conduzirá a reunião inicial. Apesar disso, o regimento não permite que ela assuma a presidência da comissão — mas existe a possibilidade de que seja indicada para a relatoria. A expectativa é que os nomes dos cargos de comando sejam anunciados até quinta-feira (21).

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Governo de Pernambuco pagou mais de R$ 700 mil para atrações da Missa do Vaqueiro em 2025

O Diário Oficial do Estado divulgou neste sábado (16) os cachês das atrações da Festa do Jacó/55ª Missa do Vaqueiro que foram pagos pelo Governo de Pernambuco. Dos quatro shows divulgados na publicação, o mais caro é o da cantora Taty Girl, que recebeu R$ 250 mil por sua apresentação no dia 18 de julho. A soma total de todos valores pagos pelo Estado passa dos R$ 700 mil.

Criada pela prefeitura da cidade de Serrita, a Festa do Jacó aconteceu entre os dias 17 e 20 de julho e foi divulgada pela gestão municipal como uma atualização da tradicional Missa do Vaqueiro, que acontece desde 1971. A programação deste ano destacou grandes atrações, como Wesley Safadão, João Gomes e Henry Freitas.

Veja abaixo quais foram os artistas pagos pelos Estado e quanto cada um recebeu:

  • Taty Girl – R$ 250 mil
  • Desejo de Menina – R$ 180 mil
  • Wallas Arrais – R$ 140 mil
  • Baby Som – R$ 150 mil

Diario de Pernambuco

Sinpol denuncia PAD contra presidente e acusa governo Raquel Lyra de retaliação e autoritarismo

Presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE) Áureo Cisneiros

O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE) divulgou uma nota em que repudia o Processo Administrativo Disciplinar (PAD) aberto contra o presidente da entidade, Áureo Cisneiros. Para o sindicato, o processo é uma clara retaliação às denúncias feitas por Áureo sobre a precariedade nas delegacias do estado e a forma como a segurança pública vem sendo conduzida.

Na nota, o Sinpol acusa o governo Raquel Lyra de autoritarismo, falta de diálogo e tentativa de intimidação, principalmente após o avanço da campanha salarial da categoria e da minuta da nova Lei Orgânica dos policiais civis.

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Editorial – O Governo Lula e o Monitoramento da Oposição: Um Flagrante Ataque à Liberdade

O que se espera de uma democracia madura é que o governo, qualquer que seja sua coloração ideológica, respeite a crítica, conviva com a divergência e valorize o contraditório. Mas o que está vindo à tona com o requerimento apresentado pelo deputado federal Kim Kataguiri (União-SP) é, no mínimo, alarmante e digno da mais dura condenação.

O parlamentar exige que o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) explique e entregue cópias dos relatórios produzidos pela chamada rede Minerva, gerida pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), uma instituição vinculada ao próprio ministério. A denúncia é clara: com um orçamento de mais de R$ 54 milhões, a rede estaria sendo usada para monitorar postagens de influenciadores e até deputados da oposição.

É disso que se trata: dinheiro público, oriundo do suor do contribuinte brasileiro, sendo usado para financiar uma máquina de vigilância política digna dos piores regimes autoritários da história. A quem interessa espionar parlamentares eleitos democraticamente? Qual o limite ético de um governo que se dispõe a gastar milhões para vigiar quem pensa diferente?

O presidente Lula, que tanto se diz vítima de perseguição política em sua trajetória, agora repete o mesmo roteiro que tanto criticou: usa a estrutura do Estado para bisbilhotar, vigiar e possivelmente tentar intimidar seus opositores. É um escárnio. O governo que se apresenta como defensor da democracia mostra sua face autoritária, escondida por trás de discursos populistas e falsos apelos à liberdade.

Não há qualquer justificativa plausível para que um ministério da área de ciência e tecnologia esteja investindo milhões para produzir relatórios sobre o que um deputado posta nas redes sociais. Isso não é combate à desinformação — é perseguição política travestida de tecnocracia.

O Congresso precisa reagir com firmeza. A sociedade precisa se mobilizar. Estamos diante de um atentado silencioso, sorrateiro, mas gravíssimo, contra a liberdade de expressão, a transparência institucional e o equilíbrio dos poderes. O governo Lula deve explicações à Nação — e, se confirmadas as denúncias, os responsáveis devem ser exemplarmente punidos.

Democracia não combina com vigilância política. E quem se vale do Estado para perseguir adversários não governa: ameaça.

Waldiney Passos

Governo detalha contenção de R$ 31,3 bi no Orçamento de 2025

Em semana marcada por embates em torno do aumento do IOF, o governo federal publicou, na noite desta sexta-feira (30), o detalhamento da contenção de R$ 31,3 bilhões de despesas no Orçamento de 2025. O congelamento está dividido em: R$ 10,6 bilhões em bloqueio, motivado pelo aumento das despesas obrigatórias;  R$ 20,7 bilhões em contingenciamento, em razão da frustração de receitas, para garantir o cumprimento da meta de resultado primário (déficit zero);

Anunciada na semana passada, a contenção foi bem maior do que o valor esperado pelo mercado, que estimava que a equipe econômica seria conservadora nos números e congelaria em torno de R$ 15 bilhões.

De acordo com o decreto publicado na edição extra do Diário Oficial da União (DOU) desta sexta, o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) será afetado em R$ 7,6 bilhões, enquanto as emendas serão congeladas em R$ 7,1 bilhões. Os demais R$ 16,5 bilhões da contenção de gastos foram divididos entre os órgãos da Administração Pública.

Diario de Pernambco

Pernambuco decreta emergência por superlotação em UTIs infantis

Informação foi divulgada na edição do Diário Oficial e tem validade de 90 dias, podendo ser prorrogada

Governo de Pernambuco decretou, nesta quarta-feira (28), situação de emergência devido as altas de ocupação em leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) neonatal e pediátrica em decorrência do aumento de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG). A informação foi divulgada na edição do Diário Oficial e tem validade de 90 dias, podendo ser prorrogada.

De acordo com o decreto Nº 58.686, a decisão se baseia em uma nota técnica conjunta n° 01/2025, da Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde e Atenção Primária – SEVSAP, Secretaria Executiva de Regulação em Saúde – SERS e Secretaria Executiva de Atenção à Saúde – SEAS que informa a necessidade da abertura de novos leitos.

Além disso, segundo o decreto, fica autorizada a adoção de medidas administrativas necessárias ‘ao atendimento da situação emergencial’, de acordo com a legislação.

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