Alerta máximo: Anvisa proíbe uso de “caneta emagrecedora”

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária proibiu nesta semana a importação, venda e uso de mais um medicamento para emagrecimento fabricado no Paraguai. O alvo da vez é o Tirzec, produto que contém tirzepatida como princípio ativo. Segundo a agência, o medicamento não possui registro no Brasil e a fabricante, a Quimfa S/A, não tem autorização para produzir lotes destinados ao mercado brasileiro.

A decisão foi oficializada no Diário Oficial da União por meio da Resolução-RE nº 641, de 18 de fevereiro de 2026.Além da comercialização, ficam proibidos armazenamento, transporte, propaganda e distribuição do produto. A medida também alcança pessoas físicas, empresas e até veículos de comunicação que promovam o medicamento.

Outras marcas também estão na lista – Junto ao Tirzec, seguem com circulação impedida no Brasil os emagrecedores Lipoless Esticos, Tirzapep, Royal Pharmaceuticals e TG Indufar. Mesmo vetados, os produtos continuam sendo facilmente encontrados no Paraguai. A combinação entre alta demanda e preços elevados impulsionou o contrabando, especialmente na região de Foz do Iguaçu.Apreensões quase dobram em 2026

As interceptações cresceram de forma expressiva neste início de ano. Em 2025, equipes de fiscalização apreenderam 7.479 unidades de medicamentos voltados ao tratamento da obesidade na fronteira. Já nos primeiros 40 dias de 2026, foram recolhidas 13.321 unidades — aumento de 78%. As abordagens ocorrem principalmente na aduana da Ponte Internacional da Amizade, com reforço da Receita Federal, além de operações da Polícia Federal no aeroporto da região.

O que é permitido trazer do Paraguai? – De acordo com a Receita Federal, apenas duas marcas de canetas emagrecedoras têm importação autorizada pela Anvisa: Lipoland e Gluconex. A compra é permitida para uso pessoal, desde que o consumidor apresente receita médica e respeite o limite máximo de três meses de tratamento. Quando há transporte de grandes quantidades sem comprovação ou armazenamento adequado, o caso pode ser enquadrado como contrabando, descaminho e até crime contra a saúde pública.

Onda de furtos e mercado ilegal – O aumento da procura também provocou reflexos no país vizinho. Em Ciudad del Este, farmácias e depósitos de medicamentos passaram a ser alvo de furtos nas últimas semanas. Dois suspeitos foram presos em operação da Polícia Nacional paraguaia.

Especialistas alertam para riscos – O uso de medicamentos para emagrecimento exige acompanhamento médico, preferencialmente de um endocrinologista. Produtos armazenados de forma inadequada ou aplicados em dosagens incorretas podem causar infecções, reações alérgicas e até quadros anafiláticos. Mesmo quando utilizados corretamente, medicamentos da classe dos GLP-1 podem provocar refluxo, náuseas, alterações intestinais e possíveis impactos no fígado. Embora apresentem eficácia na perda de peso, a indicação adequada deve ser feita por profissional habilitado, reduzindo riscos e efeitos adversos.  O cerco regulatório se intensifica em meio ao avanço do mercado ilegal — e o alerta das autoridades é claro: além de crime, o uso irregular pode trazer sérias consequências à saúde.

A Tarde

Copo térmico, cooler, caixa térmica e capacete: o que é proibido na ‘drilha’ de João Gomes no Recife

Fechando o ciclo do carnaval 2026, a Drilha São João Gomes antecipa os festejos juninos e leva uma tradição do interior de Pernambuco para a Rua da Aurora, no Centro do Recife, no domingo (22), a partir das 11h. O evento, comandado pelo cantor João Gomes, terá uma série de restrições para garantir mais segurança, segundo os organizadores.

De acordo com a Polícia Militar, foi montada uma operação especial de segurança, com controle de acesso em dois pontos de bloqueio nas vias que dão acesso ao percurso, de cerca de 800 metros (saiba mais abaixo).

Segundo a organização da “drilha”, não será permitido entrar no evento com: coolers, caixa térmica ou similar; copo térmico;
mesas e cadeiras; capacetes; garrafas e utensílios de vidro; armas de fogo; objetos cortantes; fogos de artifício esprays.

Percurso – A Drilha São João Gomes acontece na Rua da Aurora, no bairro de Santo Amaro, na área central do Recife. Além do cantor João Gomes, a programação conta com shows de Dorgival Dantas, MC Don Juan, Zé Vaqueiro, Ruan Vaqueirinho e Mestrinho. Também tem cortejos de brincantes.

Segundo a Polícia Militar, o esquema conta com 309 policiais militares. Desse total, 259 vão atuar a pé dentro da área do evento. Também haverá reforço de unidades especializadas.O percurso tem cerca de 800 metros, com início no cruzamento da Avenida Mário Melo com a Rua da Aurora, e segue até a Avenida Norte, nas proximidades da Ponte do Limoeiro. Algumas vias serão fechadas para veículos, incluindo carros de aplicativo. Em outros pontos, o acesso será exclusivo para pedestres, com revista de segurança.

G1 Pernambuco

Ozempic Natural é proibido pela Anvisa devido a irregularidades

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de lotes de medicamentos por conter irregularidades. O órgão proíbe a comercialização, propaganda e uso das medicações. A decisão foi tomada na quarta-feira (18).

As informações sobre os medicamentos, lotes, fabricantes e motivos da apreensão foram divulgadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 20.Um dos alvos foi a Shoopnatu, que é uma marca de suplementos alimentares naturais, amplamente conhecida por sua linha ‘Ozempic Natural’, formulada para auxiliar no emagrecimento, controle de apetite e regulação do metabolismo.

A Tarde

Anvisa proíbe versão manipulada de Ozempic, Wegovy e Rybelsus

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, através de um despacho publicado nesta segunda-feira (25), a produção manipulada da Semaglutida, conhecida também como Ozempic, Wegovy e Rybelsus, medicamentos utilizados para o tratamento de diabetes e obesidade. A medida vale para as versões “biotecnológicas” dos medicamentos, ou seja, fármacos que possuem moléculas biologicamente modificadas. Moléculas sintéticas continuam liberadas para manipulação, se já houver medicamento registrado no país com esse princípio ativo.

No início de 2024, a Anvisa já havia emitido uma nota técnica esclarecendo esse tema. A Dra. Carolina Almeida, diretora médica do Núcleo GA, explica. “Para que uma substância seja manipulada, é necessário que ela já tenha registro na Anvisa no mesmo formato que será manipulado. No caso da Semaglutida, é uma substância fabricada com processos que envolvem biotecnologia, ou seja, uma parte é sintética, outra parte vem de moléculas biologicamente modificadas, e as farmácias de manipulação ainda não dispõem de tecnologia para produção nesse formato”, pontua.

Embora o veto da Anvisa também atinja a Tirzepatida “biotecnológica”, ela não existe no mercado. O Mounjaro, proveniente da Tirzepatida, é fabricado com molécula sintética que imita o GLP-1, ou seja, sua manipulação não foi proibida, se seguir as normas do órgão regulamentador e da Lei nº 9.279/96, que regulamenta a produção de medicamentos com doses individualizadas a partir de substâncias patenteadas.

Apesar da manipulação da Tirzepatida ser liberada, a Dra. Carolina alerta. “A manipulação dessa substância só é autorizada em laboratórios regulamentados pela Anvisa. Sendo assim, nada de comprar medicamentos de procedência duvidosa. Além de colocar sua saúde em risco, você está alimentando uma rede ilegal de comércio de medicamentos”, finaliza.

Ascom

Anvisa suspende venda de remédio de até R$ 20 milhões após EUA investigar morte no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu temporariamente o uso, a distribuição e a venda no Brasil do remédio Elevidys, terapia genética da farmacêutica Sarepta Therapeutics para distrofia muscular de Duchenne, uma doença rara. O preço do produto pode chegar a R$ 20 milhões. A decisão foi tomada após a Administração de Alimentos e Medicamentos americana (FDA, equivalente à Anvisa) divulgar dados sobre três mortes associadas a terapias genéticas dessa tecnologia. Um dos óbitos, de um criança, foi reportado no Brasil.

A Roche, responsável pela comercialização do produto no Brasil, afirma que o médico avaliou que o caso não teve elo com o uso do remédio.A farmacêutica ainda diz não houve mortes ligadas ao tratamento entre os cerca de 760 pacientes deambuladores (que conseguem andar) que já receberam a terapia e que, com base nos dados atuais, o benefício-risco segue positivo. Diz ainda dialogar com a Anvisa e autoridades globais.

A Anvisa, por sua vez, destaca que todas mortes estavam ligadas a indicações não autorizadas por aqui. No País, o remédio foi autorizado em dezembro de 2024, em caráter excepcional, exclusivamente para pacientes pediátricos que conseguem caminhar, na faixa etária de 4 a 7 anos, com mutação confirmada no gene DMD. Ainda assim, a suspensão foi tomada “de forma prudente e preventiva”, enquanto novas análises de segurança são conduzidas em parceria com reguladores internacionais.

FDA

Segundo o comunicado do FDA na sexta-feira, 25, a investigação mais recente envolve a morte de uma criança de oito anos, ocorrida no dia 7 de junho. O órgão pediu a suspensão voluntária da distribuição do produto enquanto investiga se há problemas com segurança do produto. Houve outras duas mortes – de um adulto e de uma criança.

Conforme o FDA, os três relatos de falência hepática aguda com morte envolvendo terapias genéticas da Sarepta baseadas no vetor AAVrh74 são em dois meninos não deambuladores (não caminham) com Duchenne e tratados com Elevidys e de um adulto com Distrofia Muscular de Cinturas que participava de ensaio clínico com terapia experimental.

Em nota, a farmacêutica Sarepta Therapeutics, desenvolvedora do produto, ressalta que a segurança dos pacientes é sua prioridade e disse colaborar com a agência reguladora, reforçando a importância da Elevidys como a única terapia gênica aprovada para a distrofia muscular de Duchenne. A Elevidys é uma terapia genética administrada em dose única intravenosa. A distrofia muscular de Duchenne é uma condição genética rara caracterizada por fraqueza muscular progressiva e ocorre devido a um gene defeituoso.

Em outro desdobramento, o Comitê de Medicamentos para Uso Humano (CHMP), ligado à Agência Europeia de Medicamentos (EMA), recomendou não conceder autorização de comercialização para a Elevidys, segundo comunicado divulgado nesta sexta-feira. A Roche lamentou a decisão. A substância foi aprovada pelo FDA em junho de 2023.

Estadão Conteúdo

Anvisa prorroga proibição sobre uso de produtos à base de fenol

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou no Diário Oficial da União uma resolução que prorroga a proibição da fabricação, manipulação, comercialização, propaganda e do uso de produtos à base de fenol em procedimentos de saúde em geral ou estéticos.

Em nota, a Agência informou que a nova resolução foi editada diante do término da vigência da medida cautelar publicada junho e que já proibia os produtos. À época, a decisão foi adotada após a morte de um jovem de 27 anos em São Paulo por complicações provocadas por um peeling de fenol.

“O caso específico do fenol continua sendo avaliado e investigado pela Anvisa, que analisa as evidências científicas disponíveis e as informações encaminhadas por entidades de classe e associações da área de saúde, em resposta às diligências realizadas pela Agência. Contudo, como esse trabalho ainda está em andamento, foi necessária a publicação da medida preventiva.”
Segundo o comunicado, permanecem autorizados produtos devidamente regularizados na agência “para as exatas condições de registro”, além de produtos usados em laboratórios analíticos ou de análises clínicas. A lista de produtos contendo a substância fenol em sua formulação e que estão regularizados pode ser conferida aqui.

O peeling de fenol é um procedimento autorizado no Brasil. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), ele é indicado para tratar envelhecimento facial severo, caracterizado por rugas profundas e textura da pele consideravelmente comprometida.

A técnica – executada de forma correta e seguindo as orientações – traz resultados na produção de colágeno e redução significativa de rugas e manchas. A entidade, entretanto, considera o procedimento invasivo e agressivo e diz que a realização em toda a face demanda extrema cautela.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) defende que procedimentos estéticos invasivos como o peeling de fenol sejam realizados apenas por médicos, preferencialmente com especialização em dermatologia ou cirurgia plástica, de forma a garantir ao paciente atendimento com competência técnica e segurança.

Ainda de acordo com o Conselho, todo procedimento estético invasivo, mesmo realizado por médicos, deve ser realizado em ambiente preparado, com obediência às normas sanitárias e com estrutura para imediata intervenção de suporte à vida em caso de intercorrências.

Agência Brasil

Venda de álcool líquido volta a ser proibida a partir do dia 29

“Fica calmo que vamos sair dessa e tudo vai passar”. Foi essa a frase escutada por Pedro Ernesto Martinez quando tinha apenas 17 anos e acordava de uma dolorosa cirurgia de raspagem de pele após ter diversas partes de seu corpo queimadas por álcool. O líquido era usado para acender o carvão durante um churrasco com família.

O autor da frase foi uma outra vítima de queimadura. “A situação dele era pior do que a minha. Ele estava com o corpo todo coberto de curativos, deixando à vista apenas um de seus olhos. Mesmo assim, tentava me passar uma mensagem de otimismo. Foi marcante”, lembra Pedro Ernesto.

Acidentes do tipo fazem milhares de vítimas a cada ano no país. Diante dessa situação alarmante, o Poder Público proibiu, desde 2002, a venda de álcool líquido com percentual igual ou superior a 54 GL em estabelecimentos comerciais como supermercados e farmácias.

A medida, no entanto, foi temporariamente revogada, em 2020, durante a pandemia de covid-19, uma vez que, na época, o álcool usado para a higienização de mãos e objetos ajudava a evitar a disseminação do vírus. O prazo final previsto pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária para a comercialização de álcool líquido é o dia 29 de abril. “A partir daí, a disponibilidade será apenas em outras formas físicas, como gel, lenço impregnado, aerossol”, explica a Anvisa.

Churrasqueiras e fogueiras
De acordo com o Ministério da Saúde, são registradas cerca de 150 mil internações por ano, em decorrência de queimaduras. Com base em levantamentos e consultas com participação da sociedade, a  Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) explica que, em geral, a situação mais perigosa envolvendo queimaduras está relacionadas ao uso do álcool no momento em que as pessoas acendem churrasqueiras e fogueiras.

“No gerenciamento de risco são considerados vários fatores para se avaliar o potencial perigo de um produto para o ser humano. No caso do álcool, um desses fatores é a facilidade de espalhamento do produto antes e durante a combustão quando em estado líquido, o que é inversamente proporcional quando com viscosidade. Assim, quando há acidente com o álcool na forma física líquida, a extensão e o dano à pele são grandes”, informou a agência.

Foi exatamente o que aconteceu com Pedro Ernesto. “Tudo aconteceu muito rápido. Foram 10 ou 15 segundos que mudaram minha vida, inclusive prejudicando meus estudos, porque isso aconteceu no ano em que eu deveria me preparar para os exames visando a entrada na universidade”, disse, referindo-se ao acidente ocorrido no dia 2 de fevereiro de 2014.

“Eu estava jogando sinuca. Ao ver meu tio usando álcool para acender o carvão, fui na direção dele para avisar que isso era perigoso. Não deu outra. Ao virar a garrafa para tentar reativar o fogo quase apagado, a chama subiu pelo fio de álcool e explodiu, espalhando o fogo por todos os lados”, lembra Pedro Ernesto.

O acidente aconteceu quando ele estava a meio metro da churrasqueira. “Lembro de ter usado as mãos para proteger meu rosto. Após alguns segundos, senti minha perna queimando. Meu calção estava em chamas. Jogaram então água para apagar o fogo. Foi quando olhei para minhas mãos e vi a pele toda retorcida. Foram segundos de total desespero”, acrescentou o jovem, que sofreu queimaduras de terceiro grau nas mãos, nos antebraços e nas coxas; e de segundo grau na barriga. Após um mês de internação, Pedro foi para casa, onde foram necessários outros dois meses de tratamento dolorido e caro, uma vez que cada placa de metal utilizada para cobrir a pele custava mais de R$ 1,5 mil.

“São feridas que demoram muito a cicatrizar. Muita dor mesmo, porque era necessário machucar com raspagens para sarar. Eu chorava pedindo mais morfina para aliviar a dor, principalmente nos momentos posteriores às quatro cirurgias que fiz”, descreveu o jovem de 27 anos, que trabalha atualmente como bartender, especialista em preparar drinks alcoólicos e não alcoólicos, no restaurante Capincho, em Porto Alegre.

Supermercados querem vender
A retirada de álcool líquido das prateleiras de supermercados foi criticada pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). A entidade reivindica, junto à Anvisa, que a medida seja revista, sob o argumento de que “o consumidor já se acostumou a comprar [o produto] não só em farmácias, mas em supermercados de todo o Brasil”. Segundo a Abras, “a proibição da comercialização retirará do consumidor o acesso ao produto de melhor relação custo-benefício, comprovadamente eficaz nos cuidados com a saúde, na sanitização de ambientes e na proteção contra doenças, incluindo a covid-19”.

Em nota, o vice presidente da entidade, Marcio Milan, argumenta que “os consumidores se adaptaram e adotaram a prática comum de compra do álcool líquido 70% para higienização de ambientes em casa e no trabalho, pois o setor supermercadista fez uma campanha bem-sucedida de orientação e esclarecimentos que proporcionaram um comportamento sensato e seguro destes sanitizantes, sem o registro de contingência ou acidentes desde a liberação da comercialização pela Agência em 2022”.

A Abras acrescenta que, desde a autorização da Anvisa em 2022, mais de 64 milhões de unidades de álcool líquido 70% foram comercializadas pelos supermercados. “O setor tem observado que o consumidor mantém a preferência pelo álcool 70% na forma líquida por não deixar resíduos em móveis e objetos”.

Quem sentiu literalmente na pele o problema de liberar a comercialização de álcool líquido tem posição bem diferente da manifestada pela Abras. “Sou 100% favorável à proibição da venda, na forma como é feita. É um produto extremamente perigoso que não pode ser tão acessível, mesmo que sejam feitas campanhas de conscientização sobre seu correto manuseio”, alerta Pedro Ernesto, que hoje carrega umas poucas manchas e alguns vazios de pelos na perna.

Agência Brasil