Anvisa proíbe versão manipulada de Ozempic, Wegovy e Rybelsus

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, através de um despacho publicado nesta segunda-feira (25), a produção manipulada da Semaglutida, conhecida também como Ozempic, Wegovy e Rybelsus, medicamentos utilizados para o tratamento de diabetes e obesidade. A medida vale para as versões “biotecnológicas” dos medicamentos, ou seja, fármacos que possuem moléculas biologicamente modificadas. Moléculas sintéticas continuam liberadas para manipulação, se já houver medicamento registrado no país com esse princípio ativo.

No início de 2024, a Anvisa já havia emitido uma nota técnica esclarecendo esse tema. A Dra. Carolina Almeida, diretora médica do Núcleo GA, explica. “Para que uma substância seja manipulada, é necessário que ela já tenha registro na Anvisa no mesmo formato que será manipulado. No caso da Semaglutida, é uma substância fabricada com processos que envolvem biotecnologia, ou seja, uma parte é sintética, outra parte vem de moléculas biologicamente modificadas, e as farmácias de manipulação ainda não dispõem de tecnologia para produção nesse formato”, pontua.

Embora o veto da Anvisa também atinja a Tirzepatida “biotecnológica”, ela não existe no mercado. O Mounjaro, proveniente da Tirzepatida, é fabricado com molécula sintética que imita o GLP-1, ou seja, sua manipulação não foi proibida, se seguir as normas do órgão regulamentador e da Lei nº 9.279/96, que regulamenta a produção de medicamentos com doses individualizadas a partir de substâncias patenteadas.

Apesar da manipulação da Tirzepatida ser liberada, a Dra. Carolina alerta. “A manipulação dessa substância só é autorizada em laboratórios regulamentados pela Anvisa. Sendo assim, nada de comprar medicamentos de procedência duvidosa. Além de colocar sua saúde em risco, você está alimentando uma rede ilegal de comércio de medicamentos”, finaliza.

Ascom

Bruno Henrique, do Flamengo, vira réu por fraudar resultado de jogo

A Justiça do Distrito Federal decidiu nesta sexta-feira (25), tornar réu o atacante Bruno Henrique, do Flamengo, pela acusação de fraudar o resultado de competição esportiva. A decisão foi proferida pelo juiz Fernando Brandini Barbagalo, da 7ª Vara Criminal de Brasília. O magistrado aceitou parcialmente a denúncia apresentada pelo Ministério Público contra o atleta pelo suposto envolvimento em esquema de manipulação de apostas na internet (bets).

Apesar de tornar o atacante réu, o juiz rejeitou a parte da denúncia que acusava Bruno Henrique de estelionato e o pedido dos promotores para que o jogador fosse obrigado a pagar R$ 2 milhões de fiança. O jogador foi investigado por ter forçado um cartão amarelo no jogo contra o Santos, no Campeonato Brasileiro de 2023, em Brasília, para beneficiar parentes dele que faziam apostas. Além do atleta, amigos e familiares também foram investigados.

No ano passado, Bruno foi alvo de uma operação realizada pela Polícia Federal (PF) em conjunto com o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e o MPDFT. Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão.

A Agência Brasil busca contato com a defesa de Bruno Henrique. O espaço está aberto para manifestação. Anteriomente, a defesa posicionou que o atleta não atuou de forma dolosa, ou seja, não tinha a intenção de interferir no resultado visando lucro em apostas.Nesta semana, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou pedido dos advogados do jogador para anular a investigação. A defesa alegou que o caso deveria ser conduzido pela Justiça Federal, e não pela Justiça do Distrito Federal.

Agência Brasil

Falha ou manipulação? institutos de pesquisa erram muito e população cobra respostas

Não dá mais para aceitar essa pratica danosa imposta pelos institutos de pesquisa durante as eleições no Brasil. Não é de agora que esses institutos prestam um desserviço à nação brasileira, é hora de alguém tomar uma providência para combater essa imoralidade que enche os bolsos dos proprietários dessas empresas para influenciarem o eleitorado menos esclarecido.

Os resultados das últimas pesquisas durante o primeiro turno das eleições foram motivo de críticas até mesmo de ministros do TSE e do STF, que ficaram abismados com a divergência dos números em comparação com o resultado oficial, tudo buscando enaltecer a votação do ex-presidente Lula (PT), apontando uma possibilidade de vitória no primeiro turno, cenário que nunca existiu, e reduzir a margem de votos do atual presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL), numa tentativa em vão de desacreditar seus eleitores do potencial eleitoral do candidato. Essa atitude questionável, foi constada, principalmente nos levantamentos apresentados pelos institutos IPEC e DATAFOLHA, que agora estão desacreditados pela opinião pública, em flagrante ato de desonestidade para com o país e as pessoas de boa fé.

E não para por ai, são muitos os exemplos das, digamos “disparidades, nos resultados apresentados em vários estados: Em Pernambuco Marília Arraes (SD) nunca ficou abaixo dos 30% e obteve  23%; na Bahia ACM Neto era tido como eleito em primeiro turno, urnas abertas o candidato Jerônimo (PT), que aparecia bem abaixo com no máximo 38% das intenções de voto, obteve mais de 49%;  Em São Paulo não foi diferente o candidato Tarcísio Freitas (Republicanos), que sempre apareceu em segundo lugar, foi o grande vitorioso com mas de 42% dos votos válidos.

Urge, portanto, por parte dos novos deputados e senadores, a necessidade de avaliar a manipulação de levantamentos em diferentes campanhas nos últimos anos, uma ameaça velada à nossa democracia. Senhores e senhoras deputados e senadores, não fechem os olhos para tamanha aberração, a população brasileira espera uma resposta rápida e enérgica para sanar essa imoralidade.

Segundo turno

Após terem causado um enorme prejuízo à democracia no primeiro turno, espera-se que agora no segundo turno das eleições os institutos tentem equacionar um pouco os resultados a serem divulgados na tentativa, mais uma vez, de ludibriar a opinião pública e assim continuarem agindo de forma desonesta e criminosa manipulando resultados.

Registro de chapa para disputar eleições no CREF12/PE é indeferido e órgão é acusado de manipulação

Chapa acusa Conselho de manipular eleições em prol de um só grupo.

A chapa “Renovando o CREF12/PE com Força e União” – chapa 2 – que disputaria as eleições no Conselho Regional de Educação Física da 12ª Região – CREF12/PE, entrou com um Mandado de Segurança na Justiça Federal, através de Almeida Paula Advogados Associados, denunciando uma possível manipulação das eleições.

Segundo a denúncia, o registro da chapa foi indeferido com uma série de irregularidades. A Chapa 2 tratou a decisão do órgão como “ato político, visando impedir a chapa da situação de ter concorrência, como sempre ocorreu”.

Além disso, a denúncia afirma que as eleições podem ser anuladas pela Justiça Federal “pois o CREF não cumpre o Regimento Eleitoral criado pela própria autarquia”. “Essas inúmeras ilegalidades e imoralidades são exemplos que provam o motivo pelo qual em 20 anos nunca foi vista nenhuma disputa na autarquia. Apenas chapa única nas eleições do Conselho Regional de Educação Física de Pernambuco”, diz a denúncia.

Confira a íntegra do documento

A Chapa Renovando o CREF12/PE com Força e União requereu em 26/06/2018 o registro para concorrer às eleições do Conselho Regional de Educação Física da 12ª Região, marcada para o dia 14 de setembro de 2018, na Rua Carlos de Oliveira Filho, nº 135, Prado, Recife-PE.

LEIA MAIS