Governador do DF exonera secretário de Segurança Pública

Ibaneis (dir.) demitiu secretário que foi ministro de Bolsonaro

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), anunciou há pouco a exoneração do Secretário de Segurança Pública do Estado, Anderson Torres. A demissão vem após as críticas pela atuação da Polícia Militar do DF durante a invasão de manifestantes radicais aos prédios do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal (STF).

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“Determinei a exoneração do Secretário de Segurança DF, ao mesmo tempo em que coloquei todo o efetivo das forças de segurança nas ruas, com determinação de prender e punir os responsáveis. Também solicitei apoio do governo federal e coloco o GDF à disposição do mesmo“, anunciou no Twitter.

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Dulci destaca diálogo aberto com Raquel Lyra

Dulci Amorim (PT) esteve presente na reunião da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), com os deputados estaduais. O encontro na semana passada teve como objetivo discutir a proposta da Reforma Administrativa do Executivo.

“A governadora está no caminho correto e aberta ao diálogo. Todos nós temos exatamente o mesmo objetivo, garantir o desenvolvimento de Pernambuco. E o momento é esse, os palanques são dispensáveis. Agora é hora de trabalhar”, pontuou Dulci.

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Jerônimo e Rui discutem visita de Lula a Bahia

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT) e o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT) se reuniram neste sábado (7) e discutiram uma data para a visita de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao estado. A previsão é que a agenda presidencial seja atrelada a obras do Minha Casa, Minha Vida ou escolas de ensino integral.

Por meio de nota, o governo indicou que o encontro de Jerônimo e Rui Costa serviu para alinhar demandas ligadas aos investimentos no estado. A reunião de hoje faz parte do fluxo da transição estadual, já que Rui era o antigo gestor do Estado.

“Nós estamos tratando de projetos que estão prontos para serem entregues, ou aqueles em transição ou elaboração para entrar em licitação. Além daqueles que queremos pensar para o período de quatro anos”, disse Jerônimo.

Comunicação do Governo Federal terá drag queen nascida em Belém do São Francisco

A Secretaria de Comunicação do Governo Federal terá uma sertaneja. O ministro Paulo Pimenta anunciou a drag queen Ruth Venceremos para o cargo de assessora de Diversidade e Participação Social da pasta. Ruth nasceu em Belém do São Francisco e é suplente de deputada federal em Brasília (DF).

Ligada ao Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), Ruth é filiada ao PT e atua na defesa dos direitos humanos, da população LGBTQIAPN+ e dos negros. É formada em pedagogia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e mestre em educação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Em 2022 tornou-se a primeira drag queen a disputar um cargo de deputada federal pelo Distrito Federal. Ruth tem 38 anos e em 2019, recebeu o Prêmio de Direitos Humanos concedido pelo Governo do Distrito Federal (GDF).

Raquel envia projeto da reforma administrativa à Alepe

Encerrando a primeira semana da sua gestão, Raquel Lyra (PSDB) encaminhou na sexta-feira (6) o projeto de Lei do Executivo que trata da reforma administrativa do Governo de Pernambuco. A matéria será analisada e votada na Assembleia Legislativa do Estado (Alepe).

De acordo com a gestão estadual, a reforma “permitirá execução do Plano de Governo com foco nas áreas estratégicas para o desenvolvimento e a melhoria da qualidade de vida dos pernambucanos, como Mobilidade, Recursos Hídricos e Saneamento, Defesa Civil, Desenvolvimento Regional e Metropolitano e Transformação Digital”.

Outra proposta do projeto é valorizar o servidor, a partir do aumento de 43% nas gratificações das funções técnico-pedagógicas. Além da reforma, o Governo enviou para a Alepe outro projeto que renova o Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (FEEF) por mais dois anos, buscando a garantia do equilíbrio fiscal do Estado.

Jerônimo anuncia nomes que vão compor segundo escalão na Bahia

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), anunciou na sexta-feira (6), os nomes que vão compor o segundo escalão da administração estadual. Durante live, o gestor apresentou 20 de 40 titulares. Há quatro mulheres e 16 homens.

Entre os nomes apresentados estão os responsáveis pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran). “A concepção é: se precisamos de apoio partidário para campanha, precisamos desses partidos para governar. Tivemos o cuidado de manter quem chegou primeiro mais perto, priorizando nas indicações. Contemporizamos de acordo com a relação. Mas quem chegou depois também fará parte“, disse na live.

Confira abaixo a lista com os nomes:

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Quem fizer algo errado será convidado a deixar o governo, diz Lula

No início de sua primeira reunião com toda a equipe de governo, nesta sexta-feira (6), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que seu governo não tem um “pensamento único”.

Entretanto, apesar de divergências, para o presidente, todos da equipe devem trabalhar para o bem comum. “Não somos um governo de pensamento único, de filosofia única, de apenas pessoas iguais. Somos um governo de pessoas diferentes. O que é importante é a gente, pensando diferente, fazer um esforço para que no processo de reconstrução desse país, pensemos igual”.

Sobre sua relação com os ministros, Lula prometeu lealdade e que vai agir como um irmão mais velho ou um pai. “Não deixarei nenhum de vocês pela estrada“, disse aos ministros.

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Agência do Trabalho de Petrolina oferece 47 vagas nesta quinta-feira

Nesta quinta-feira (5), a Secretaria de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo de Pernambuco oferece 475 vagas de trabalho em todo estado. Em Petrolina, são 47 oportunidades, para todos os níveis de escolaridade. A Agência do Trabalho funciona das 8h às 13h.

Confira a seguir as vagas para Petrolina:

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Novo governo Lula repete erros de Dilma, diz Henrique Meirelles

“É uma ilusão acreditar que pode se repetir os erros e ter resultado diferente”, afirma ele ao Radar Econômico

Ministro da Fazenda que instituiu o teto de gastos e fomentou a discussão de uma reforma da Previdência durante o governo de Michel Temer, Henrique Meirelles está preocupado com as recentes falas de ministros do governo de Luiz Inácio Lula da Silva em relação à regra fiscal e às alterações previdenciárias.

Em entrevista ao Radar Econômico, Meirelles afirmou que as tendências expressas pela nova gestão repetem o governo de Dilma Rousseff. “As mesmas pessoas que participaram ou têm linha de pensamento similar predominando. A tendência é seguir o aumento dos gastos, o uso de estatais, o controle de preços. O resultado do governo Dilma nós conhecemos, provocando a maior recessão da história do Brasil. É uma ilusão acreditar que pode se repetir os erros e ter resultado diferente”, afirma ele.

Meirelles diz que o governo age mal ao criticar as reações negativas do mercado. “Há um entendimento equivocado sobre o que é o mercado. O mercado são os agentes econômicos. O padeiro do interior da Bahia também é mercado, que compra mais trigo se acredita que vai vender mais pão. Se ele acha que vai cair, contém despesas e demite funcionário”, afirma. “Não adianta dizer que há nervosismo do mercado e tentar ignorar as reações dos agentes produtivos às medidas anunciadas”, critica.

Em relação à fala recente do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, sobre rever a reforma da Previdência, Meirelles afirma que, se a reforma não tivesse sido aprovada em 2019, 80% do Orçamento da União seria utilizado, hoje, para pagar aposentadorias. “O Brasil, como a maioria dos países, teve aumento de expectativa de vida — o que faz aumentar o tempo que as pessoas ficam aposentadas. Em 2017, quando apresentamos a primeira proposta da reforma da Previdência, havia um aumento insustentável. Se a reforma não tivesse sido aprovada, 80% do Orçamento seria usado para pagar aposentadorias”, diz.

Indicado para Petrobras nega intervenção direta na política de preços

Indicado para a presidência da Petrobras, o senador Jean Paul Prates (PT-RN) negou, nesta quarta-feira (4), que o governo fará intervenção na política de preços da estatal. Ele disse que os preços serão vinculados internacionalmente de alguma forma.

“Claro que não [vai ter intervenção]. Nunca ninguém falou em intervenção. Não sei quem inventou essa história de intervenção”, disse. “A Petrobras não faz intervenção em preços. Ela cumpre o que o mercado e o governo criam de contexto. A Petrobras reage a um contexto. Então nós vamos criar a nossa política de preços para nossos clientes, para as pessoas que compram da Petrobras. A gente não pode influenciar”, completou.

O novo indicado para a presidência da estatal destacou, ainda, que todo preço vai ser vinculado internacionalmente de alguma forma. “Sempre vai ser influenciado pelos preços internacionais. Qualquer país é assim. Não é ideia minha. Todo preço da commodity de combustível e derivado de petróleo é referência, influenciado pela oscilação internacional.”

A Petrobras adota o modelo PPI (preço de paridade internacional), o que faz com que os preços da gasolina, etanol e diesel acompanhem a variação do valor do barril de petróleo no mercado internacional.

A estatal recebeu, nesta terça-feira (3), a indicação de Prates para o cargo de presidente. O ofício foi enviado pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. De acordo com a nota, “a indicação oficial será formalizada após os trâmites na Casa Civil da Presidência da República”.

Mais um retrocesso: ministro do Trabalho quer acabar saque-aniversário do FGTS

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, anunciou mais um retrocesso e desta vez atingindo em cheio mais de 28 milhões de trabalhadores: ele quer acabar com o saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Na cabeça tortuosa do ex-sindicalista, é “irresponsabilidade” estimular o saque do benefício, ou seja, permitir que o trabalhor decida o que fazer com parcela ínfima do dinheiro que lhe pertence.

Antes de submeter a medida ao presidente Lula, Marinho quer discutir o tema com centrais sindicais e com o Conselho Curador do FGTS.

Marinho alega que houve “desvio do objetivo central do FGTS”, o de criar um fundo para investimento na habilitação. Além de ser “uma poupança cotista, para socorrer o trabalhador, no momento de angústia do desemprego”.

O saque-aniversário permite que anualmente o trabalhador possa retirar parte do saldo da sua conta do FGTS, no mês de seu aniversário. A adesão é opcional.

Moeda única para o Mercosul afetaria combate à inflação

Proposta discutida durante encontro de Fernando Haddad com embaixador da Argentina esbarra na criação de um banco central para definir uma política monetária para todos os países do bloco

criação de uma moeda única para os países que integram o Mercosul (Mercado Comum do Sul) voltou a ser debatida em Brasília depois que Fernando Haddad assumiu o Ministério da Fazenda. Vista com bons olhos por alguns países do bloco, a ideia é rechaçada por economistas.

Em reunião com o embaixador da Argentina no Brasil, Daniel Scioli, Haddad conversou sobre a adoção de uma moeda para facilitar as transações comerciais no bloco formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. “Significa uma unidade para a integração e as trocas comerciais dentro do bloco”, disse Scioli após o encontro.

Ainda que a adoção da moeda única represente um fortalecimento das relações comerciais entre os países que fazem parte do Mercosul, a discussão traz muitos entraves e afigura-se distante da realidade. “O Mercosul tem muito mais desafios para se preocupar do que a criação de uma moeda única”, afirma Guilherme Gomes, consultor de comércio internacional da BMJ Associados.

Segundo os especialistas, o projeto implica a instalação de um banco central único para todos países do Mercosul, o que afetaria a política de combate à inflação e, consequentemente, resultaria em uma perda de atividade econômica no Brasil.

As avaliações levam em conta que os países que integram o bloco têm necessidades econômicas diferentes, que dificilmente seriam tratadas de maneira eficaz com uma única política monetária, principal ferramenta de controle dos preços.

“Além de você considerar as taxas de inflação muito diferentes, é necessário pensar como a definição de uma taxa de juros única controlada pelo banco central do Mercosul poderia afetar as defesas de inflações tão discrepantes entre os países do bloco”, avalia Gomes.

Em 2019, em visita à Argentina, o então presidente Jair Bolsonaro afirmou que a ideia idealizada por Paulo Guedes para a criação do “peso-real” seria o “primeiro passo para o sonho de uma moeda única no Mercosul”.

Para Angela Menezes, professora na área de finanças e métodos quantitativos da Universidade Mackenzie, o momento para a adoção da moeda única não é o ideal. Ela afirma que qualquer discussão a respeito teria o Brasil como a nação mais impactada, positiva ou negativamente. “O Brasil não tem ainda maturidade para ter um modelo de moeda única, como o euro”, avalia.

“O principal problema da criação de uma moeda única envolve a perda de soberania monetária e da agilidade para a tomada de decisões, o que atrasa o processo econômico individual dos países”, completa Angela.

Entre as distorções econômicas mais evidentes aparecem a atual inflação da Argentina, que beira os 100% em 12 meses e resultam em uma taxa básica de juros em 75% ao ano. No Brasil, o índice oficial de preços é de 5,9% no acumulado até novembro, enquanto a taxa Selic figura em 13,75% ao ano.

Gomes recorda que a Europa já apresenta vulnerabilidade após a instalação de uma moeda única na zona do euro e sofre com variações de preços. “Se você aumenta muito a taxa de juros, afeta as economias que têm a inflação baixa. Por outro lado, se você não elevar o suficiente, vai impedir o controle dos preços nos países com a inflação mais alta”, explica.

Apesar de criticar a adoção da moeda única nos moldes do euro, Angela diz ver com bons olhos o desenvolvimento de uma unidade monetária para a integração comercial. “Pode ser um modelo de amadurecimento das nossas relações comerciais. […] Se houver a manutenção das moedas, pode ser uma opção inicial interessante e vantajosa para todos os países”, avalia a professora.

A proposta abordada no encontro entre Haddad e Scioli, no entanto, não é novidade e aparece nas discussões entre os países desde a formação do bloco. Há alguns anos já foi, inclusive, abordado um projeto embrionário da criação de uma moeda única entre o Brasil e a Argentina.

Em 2019, em visita à Argentina, o então presidente Jair Bolsonaro afirmou que a ideia idealizada por Paulo Guedes para a criação do “peso-real” seria o “primeiro passo para o sonho de uma moeda única no Mercosul”.

Raquel tem primeiros compromissos como governadora nesta quarta


A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), está reunida com seus secretários na manhã desta quarta-feira (4). Este é o primeiro compromisso oficial dos titulares das pastas e de Raquel, que tomou posse no domingo.

A reunião começou por volta de 10h, no Palácio do Campo das Princesas, sede do Governo do Estado. A Secretaria de Comunicação não informou a pauta do dia. A imprensa da capital pôde acompanhar os primeiros minutos da agenda.

Compromisso diplomático

Durante a tarde, por volta de 15h, Raquel se reúne com a ministra do Meio Ambiente, Proteção da Natureza e Segurança Nuclear da Alemanha, Steffi Lemke. O encontro acontecerá na sede do Governo de Pernambuco.

Assis da Apolo deixa ADEAP e retorna à Câmara de Juazeiro

Assis volta à Câmara, Denis assume interinamente a ADEAP

A edição de terça-feira (3), do Diário Oficial de Juazeiro (BA), trouxe a exoneração do vereador licenciado Assis da Apolo. Ele estava atuando como secretário municipal responsável pela Agência de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Agropecuária (ADEAP).

A prefeita Suzana Ramos (PSDB) nomeou interinamente Denivaldo Alves Medrado da Silva (Denis Medrado), que até então era superintendente da pasta. Denis Medrado é pedagogo e técnico em Agropecuária. Com o retorno de Assis à Câmara, José Carlos Medeiros voltará a suplência da Câmara.

Sindicato dos Médicos diz que decreto de Raquel criará ‘caos’ nas unidades de saúde

Em nota oficial, o Sindicato dos Médicos de Pernambuco (SIMEPE) teceu duras críticas contra o decreto da governadora Raquel Lyra (PSDB) que ordenou o retorno, em cinco dias, de todos os servidores estaduais cedidos para outros órgãos públicos.

Segundo o sindicato, mais de mil servidores atuando na área de saúde terão que deixar seus postos e retornarem aos órgãos de origem, prejudicando os serviços de saúde.

O Sindicato diz que já buscou diálogo com a Secretaria de Saúde de Pernambuco para resolver a questão.

O Sindicato também criticou a revogação das licenças e a suspensão do trabalho remoto, medidas que também constaram no decreto.