
Após atirar, os policiais o arrastam pelo asfalto até a viatura da Polícia Militar (Foto: Arquivo)
O inquérito da Corregedoria da Polícia Civil foi apresentado nesta sexta (2) e concluiu que o policial que atirou no jovem Edvaldo da Silva Alves, de 19 anos, durante um protesto em Itambé, não possuía treinamento adequado.
O inquérito foi concluído pela Corregedoria da Polícia Civil e os detalhes, anunciados pelo delegado Pablo Tenório em coletiva de imprensa na manhã desta sexta-feira (2). Após pesquisa técnica, foi concluído que o policial que atirou no jovem durante protesto por segurança em março passado não possuía treinamento para o uso do elastômero ou bala de borracha. O capitão que deu o comando do disparo também não tinha treinamento e responderá por abuso de autoridade. Ambos serão indiciados por homicídio culposo (sem intenção de matar).
O policial Ivaldo Batista de Souza Jr., de 33 anos, e o capitão Ramos Silva Cazé, de 43 anos, ainda estão atuando na Polícia, mas não nas ruas. A Corregedoria julgará se eles serão afastados ou não. “Na investigação não houve o preenchimento de requisitos legais que apontassem uma prisão preventiva dos policiais” afirmou Pablo Tenório.
Em depoimento, ambos os indiciados afirmaram que fizeram uso dos disparos para conter a multidão e que não tinham a intenção de provocar feridas letais.
Com informações do FolhaPE

























A Diocese de Petrolina, realizará, no dia 14 de janeiro de 2017, a Marcha pela Vida. Partindo de uma iniciativa de Dom Manoel dos Reis de Farias, bispo diocesano, em sintonia com outras dioceses do Regional Nordeste II, o evento é uma resposta pública da Igreja Particular de Petrolina à resolução do Supremo Tribunal Federal, que permitirá a descriminalização do aborto até o terceiro mês de gestação. Sendo a favor da vida e contrária a qualquer tipo de atitude que a denigra, a Igreja posiciona-se, amparada pelas palavras de Jesus: “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância!” (Jo: 10,10).
Na primeira entrevista após a Polícia Militar descartar a greve e manter a operação-padrão, o secretário de Defesa Social de Pernambuco disse que o governo está disposto a levar até as últimas consequências a obrigatoriedade de a categoria cumprir as jornadas de trabalho.