Secretaria Estadual de Saúde emite nota e afirma que “Dom Malan não nega atendimento a nenhuma usuária do SUS”

(Foto: Blog Waldiney Passos)

A manhã dessa quinta-feira (10) foi marcada por protestos em Petrolina, contra os óbitos registrados no Hospital Dom Malan. O grupo “Eu Sou Mãe! Eu Tenho Medo” percorreu ruas do Centro e se deslocou até o hospital, onde cobrou atitudes do Governo de Pernambuco em relação aos casos recentes de grávidas e bebês mortos.

A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco se manifestou através de uma nota, sem mencionar a manifestação de hoje. No texto a pasta informa que o Dom Malan é uma unidade de referência obstétrica na região e atende a pacientes de 52 municípios, dos quais 25 compõem as três regiões de saúde do estado.

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Os outros 27 são da Bahia, constituindo a chamada Rede PEBA, além de pacientes do Ceará. Ainda de acordo com a Secretaria Estadual, a unidade é a primeira colocada na realização de partos em Pernambuco. Mesmo com a alta demanda, a nota afirma que “o Dom Malan não nega atendimento a nenhuma usuária do SUS e acolhe também as gestantes de risco habitual, que representam cerca de 50% de partos da unidade e que deveriam receber a devida assistência em seus municípios de origem”.

Por fim, a pasta alega que o Governo de Pernambuco tem dialogado com os municípios a fim de amenizar os problemas e melhorar os serviços de saúde na região.

Confira a seguir a íntegra da nota:

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Moradores da área do Pontal interditam avenida Guararapes, em Petrolina, em protesto contra o corte da água no canal do Projeto

(Foto: Blog Waldiney Passos)

Dezenas de trabalhadores rurais, moradores de comunidades da área do Projeto Pontal, interditaram a avenida Guararapes, em frente a prefeitura de Petrolina (PE), na manhã desta quinta-feira (26), em protesto contra o corte da água do canal do Projeto e que beneficiava os moradores daquela região.

Com faixas e apitos eles querem uma reunião com o prefeito Miguel Coelho, para o mesmo busque uma solução para o problema da falta de água naquelas comunidades. Segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura Familiar de Petrolina (SINTRAF), Isália Damasceno, depois do corte da água que passa no canal do Projeto, por ordem da justiça, os produtores rurais nativos estão vivendo usando água de poços artesianos e de barragens.

Da frente da prefeitura os manifestantes foram para a Câmara de Vereadores e ocuparam a plenária. Eles querem que os vereadores coloquem a reivindicação deles na pauta da sessão desta quinta-feira (26). Com apitos e gritando “queremos água”, interromperam a reunião por alguns minutos. Veja o vídeo abaixo.

 

Movimentos Sociais de Petrolina realizam ato em protesto contra o assassinato da vereadora Marielle Franco

Representantes de diversos movimentos sociais e partidos políticos de Petrolina (PE), a exemplo do PT, PSOL, PCB PC do B, Marcha Mundial das Mulheres, Levante Popular da Juventude, Associação das Mulheres Rendeiras, Associação Sertão LGBT – Vale do São Francisco, se reuniram neste sábado (17) no centro de Petrolina (PE), em protesto contra o assassinato da vereadora do PSOL do Rio de Janeiro, Marielle.

Marielle Franco foi executada com quatro tiros na cabeça, na última quarta-feira (14), quando ia para casa no bairro da Tijuca, zona norte do Rio, retornando de um evento ligado ao movimento negro, na Lapa.

O protesto realizado em Petrolina iniciou por volta das 9h da manhã na praça do Bambuzinho, onde várias lideranças discursaram pedindo o fim da violência contra a mulher, o fim do racismo e da homofobia. Os manifestantes também protestaram contra o governo do presidente Michel Temer, a quem chamaram de golpista.

Nas falas também, eles pediram ao prefeito Miguel Coelho mais políticas públicas para os bairros da cidade.

Natália Neres, uma das coordenadoras do movimento e representante da Associação Sertão LGBT – Vale do São Francisco, pediu mais segurança para as mulheres de Petrolina.

“A cidade de Petrolina é uma das mais violentas de Pernambuco. Então diante disso, a gente fica pensando se não seremos as próximas. Por isso, a gente exige do prefeito de Petrolina, políticas públicas voltadas para a nossa segurança. Em Petrolina tem mulheres que tem voz, tem voz política, então elas exigem”, cobrou a Natália.

Com faixas e cartazes, o grupo saiu em passeata pelas ruas do centro gritando palavras de ordem. Na avenida Guararapes fizeram uma parada em frente à prefeitura municipal, em um ato simbólico para chamar a atenção do prefeito, para suas reivindicações.

Taxistas de Petrolina e Juazeiro se mobilizam contra atuação irregular do Uber

Na manhã desta terça-feira (13), taxistas de Juazeiro e Petrolina interditaram parcialmente a Avenida Guararapes, mais precisamente em frente à Prefeitura de Petrolina, para protestar contra a atuação irregular de motoristas de aplicativos, principalmente o Uber.

De acordo com o presidente da Associação dos Taxistas de Petrolina (ASTAP), José Nilton Costa, esses motoristas só devem atuar quando solicitados pelo aplicativo, mas ao invés disso, estão atuando com distribuição de cartões, disponibilização de número de telefone e identificação no carro.

“A proposta do aplicativo é que o atendimento seja somente pela plataforma, o que não está acontecendo. Estamos aqui contra a falta de disciplina. A população tem o direito de escolher, mas não vamos permitir que eles trabalhem de qualquer forma. Estamos antecipando para evitarmos maiorem conflitos”, afirmou o presidente da ASTAP.

Os taxistas deixaram claro que não são contra a atuação dos motoristas de aplicativos. O protesto foi exclusivamente para pedir que a Autarquia Municipal de Mobilidade (AMMPLA) realize a fiscalização de motoristas que estão atuando de forma irregular como taxistas. “Se você está dando cartão, fazendo filas em eventos e não é taxista, então está clandestino”, disse um dos taxistas presente no manifesto.

Geraldo Miranda conversa com taxistas

Lei de regulamentação

Durante o protesto, o diretor-presidente da AMMPLA, Geraldo Miranda, conversou com os taxistas em frente à prefeitura. Segundo Geraldo, uma lei para regulamentar a atuação dos motoristas de aplicativos já foi criada e deve seguir para apreciação dos veradores até a próxima semana.

“A fiscalização dos motoristas clandestinos só pode ser feita após a regulamentação, que vai seguir para a Câmara de Vereadores”, disse.

O Procurador Geral do Município, Diniz Eduardo Calvalcanti, também se fez presente e confirmou que a lei que regulamentará a atuação dos motoristas de aplicativos garantirá uma concorrência leal. “A preocupação de Geraldo foi colocar um projeto que atenda isonomicamente as duas partes. Não vai ter nem mais, nem menos. Eles [motoristas de aplciativos] terão obrigações assim como os taxistas, garantindo, assim, uma concorrência leal”, afirmou Diniz.

Moradores do Projeto Maria Tereza interditam estrada em protesto

Os moradores do Projeto Maria Tereza em Petrolina (PE), estão desde as 4h da manhã desta quarta-feira (28), realizando um protesto contra a falta de água naquela área, que segundo eles, é constante e tem trazido prejuízos e pedem também, a recuperação da estrada que está cheia de buracos.

Os manifestantes colocaram galhos de árvores no meio da estrada e queimaram pneus, impedindo a passagem de veículos nos dois sentidos. Apenas ambulâncias estão sendo liberadas. Eles querem a presença de representantes da Codevasf e da prefeitura, responsáveis pelo o abastecimento de água e da recuperação da estrada, respectivamente, para dar uma posição em relação a resolução dos problemas. A redação do blog entrou em contato com os órgão citados e está aguardando um retorno.

Moradores da Agrovila Massangano, em Petrolina, continuam protestando contra troca de professores

Os moradores e antigas professoras do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI), da Agrovila Massangano, mantém ainda na manhã desta terça-feira (27), o protesto iniciado ontem (26).

Eles não aceitam a troca de professores na antiga creche da comunidade. Os manifestantes alegam que, na gestão do ex-prefeito Júlio Lossio, os docentes foram estimulados a reformarem o prédio ondem lecionavam, com a promessa de permaneceram nos cargos pelos os anos seguintes.

O problema é que a gestão Miguel Coelho não renovou mais uma vez o contrato, que era temporário e as professoras não foram aprovadas no novo processo seletivo. Além de serem dispensadas, ficaram com uma dívida de aproximadamente 14 mil reais da reforma, para pagarem do próprio bolso.

Nesta segunda-feira (26), primeiro dia de aula, os moradores trancaram o portão do prédio com um cadeado e as novas professoras não entraram. Hoje, mais uma vez o prédio ficou fechado e uma viatura da Guarda Civil Municipal foi enviada ao local e os guardas estão ameaçando quebrar o cadeado, segundo os moradores.

Os manifestantes querem que a prefeitura mantenha as antigas professoras ou assuma a dívida da reforma do CMEI.

Uma moradora informou que, a Secretaria de Educação enviou representantes para conversar com a comunidade. Os mesmos ficaram de dar uma resposta até às 17h de ontem (26), mas nenhum retorno foi dado por parte da Secretaria.

Moradores da Agrovila Massangano realizam protesto contra troca de professores do CMEI

As aulas no Centro Municipal de Educação Infantil da Agrovila Massangano (CMEI), em Petrolina (PE), deveriam ter sido iniciadas hoje (26), mas não aconteceu. O motivo foi um protesto realizado pelos moradores da comunidade e professores que trabalhavam na antiga creche.

Entre 2015 e 2016, ainda na gestão do ex-prefeito Júlio Lossio, moradores e professores resolveram fazer uma reforma no prédio, onde as crianças estudam, usando seus próprios recursos.

Eles dizem que o acordo feito na época, é que as professoras da creche iriam continuar trabalhando no local e pagariam a dívida, contraída em uma casa de material de construção da Agrovila, com próprio salário que recebessem do município.

Os manifestantes informaram, que foram gastos cerca de 19 mil reais na reforma. Depois disso, as professoras antigas trabalharam por mais seis meses no município e com a ajuda da comunidade, que realizou eventos para arrecadar dinheiro, foram pagos apenas pouco mais de 4 mil reais. Segundo eles, ainda resta cerca de 14 mil reais para pagar. Veja o vídeo do protesto.

A reforma terminou, mas acabou sendo inaugurada pelo o prefeito Miguel Coelho. Os moradores dizem também, que a creche deveria fazer parte do Programa Nova Semente, mas acabou se tornando um CMEI.

As creches do Nova Semente atendem crianças com idade entre 6 meses e 3 anos e 11 meses, que compreende ao berçário e maternal; e são administradas por empresa concessionária, que venceu a licitação feita pela prefeitura.

Os Centros Municipais de Educação Infantil da Agrovila Massangano (CMEI´s), atendem crianças com idade entre 6 meses e 5 anos, que compreende do berçário até o pré 1 e pré 2; e são administrados pela própria Secretaria de Educação do Município.

Como a prefeitura não prorrogou mais o contrato temporário das professoras que realizaram a reforma, novas professoras selecionadas no processo seletivo, que foi realizado pelo município em janeiro deste ano, foram chamadas e enviadas para atuar no CMEI da Agrovila Massangano.

Os moradores e as professoras que trabalhavam antes no local não aceitam e querem que a prefeitura mantenha elas trabalhando para poder pagarem a dívida com a casa de material de construção. Caso contrário, a prefeitura assuma o pagamento dos 14 mil reais restante.

A assessoria de comunicação da Secretaria de Educação de Petrolina informou, a este blog, que vai se pronunciar em breve, sobre o assunto.

Líderes comunitários protestam por melhorias em frente à Compesa em Petrolina

líderes comunitários durante protesto na Compesa em Petrolina. (Foto: WhatsApp)

Líderes comunitários de Petrolina (PE) estiveram, na manhã desta quarta-feira (3), em frente à sede da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) na cidade. Eles reivindicam melhorias da companhia no que diz respeito à constante falta d’água e problemas com esgotos estourados.

Os líderes levaram um documento para que a empresa se comprometa a resolver os problemas apresentados. Contudo, por ser início de ano, aparentemente, a sede está sem nenhum responsável.

Segundo informações obtidas por este blog, há uma pequena queda de braço entre os líderes comunitários, pois alguns têm dito que o movimento se trata de manobra política. Caso não haja uma resposta definitiva hoje, os coordenadores do protesto devem convocar uma reunião para tratar do assunto.

Como em Petrolina, moradores de Afrânio reclamam de constante falta d’água

Péssima qualidade da água em Afrânio chama atenção. (Foto: Denúncia)

Parece que os títulos da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) de melhor empresa de saneamento do país não levaram em consideração algumas cidades de atuação da empresa. É o caso de Petrolina, como mostrando repetitivamente por este blog, e também de Afrânio, onde moradores têm reclamado dos serviços prestados pela companhia. A reivindicação: falta constante de água nas torneiras.

Segundo uma moradora do município, “há quase um mês a cidade vem passando por essa dificuldade, mas a conta chega todo mês sem falta”. Ainda segundo a denúncia, “a situação é lamentável. As famílias têm que comprar água para o consumo doméstico”, senão passam sede. Além disso, a qualidade da água é outro ponto de reclamação, já que, aparentemente, não está sendo tratada.

Protesto

Em Petrolina, depois de uma semana com falta d’água em diversos bairros, os líderes comunitários resolveram convocar um manifesto contra a atuação da companhia no município. O protesto está marcado para a próxima quarta-feira (3), a partir das 7h, em frente à Compesa, próximo ao posto universitário, na Av. Pres. Tancredo Neves.

Petrolina: líderes comunitários realizam manifesto contra Compesa na próxima quarta

(Foto: Ilustração)

A paciência da população de Petrolina com o desserviço prestado pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) chegou ao limite. Depois de uma semana com falta d’água em diversos bairros, os líderes comunitários resolveram convocar um manifesto contra a atuação da companhia no município. O protesto está marcado para a próxima quarta-feira (3), a partir das 7h, em frente à Compesa, próximo ao posto universitário, na Av. Pres. Tancredo Neves.

Nos últimos dias, o blog Waldiney Passos recebeu várias reclamações de diversos pontos da cidade sobre a constante falta d’água. Moradores do Terras do Sul, Dom Avelar, Cohab VI, Vivendas e Rio Corrente, por exemplo, demonstram insatisfação com a Compesa. Algumas das reivindicações feitas pela população apontam para a falta de abastecimento há cerca de 15 dias, como é o caso do bairro Terras do Sul e Park São Gonçalo, onde os cidadãos têm que acordar de madrugada para juntar dois baldes de água.

Segundo um dos líderes comunitários, a intenção do movimento é chamar atenção para o péssimo serviço da empresa na cidade, já que constantemente a população se depara, com esgotos estourados, falta d’água e atendimento precário. “É um protesto sem bandeira política. Pretendemos procurar os órgãos públicos, se for possível, o prefeito de Petrolina, para que ele tente tirar a Compesa da cidade. Queremos respeito!”, afirmou um dos organizadores da manifestação.

No dia 10 de agosto deste ano, moradores do bairro Jardim Petrópolis, cobraram aqui no blog, a instalação da tubulação de água na comunidade. Os moradores tinham que recorrer a ligações clandestinas para ter água em casa.

No dia 21 do mesmo mês, o gerente regional da Compesa, João Raphael, visitou nossa redação e disse que as obras começariam em breve, sem citar data, para solucionar o problema. Hoje, 29 de dezembro, uma moradora do bairro entrou em contato conosco e disse que até o presente momento não iniciou nem uma obra por lá.

Professores contratados de Petrolina são recebidos pelo Procurador do Município

O protesto é em frente a Prefeitura de Petrolina. (Foto: Blog Waldiney Passos)

Na manhã desta sexta-feira (15), um grupo de professores contratados de escolas municipais de Petrolina, realizou uma manifestação, em frente à Prefeitura Municipal.

Com cartazes nas mãos, eles pedem que o Prefeito Miguel Coelho, prorrogue o prazo de encerramento de seus contratos até junho de 2018. Veja no vídeo.

Durante o protesto, o Procurador Geral do Município, Dr. Diniz Eduardo, recebeu uma comissão de professores e está reunido neste momento com representantes da categoria, das Secretarias de Educação e Gestão Administrativa e também com os vereadores Gabriel Menezes (PSL) e Cristina Costa (PT).

Esses professores, foram contratados, em junho de 2016, através de um processo seletivo simplificado, realizado pelo o ex-prefeito Júlio Lossio. O edital do processo, garantia a validade da seleção pelo o prazo de um ano, podendo ser prorrogado por igual período. Porém, a gestão Miguel Coelho, prorrogou os contratos por apenas seis meses, prazo que encerra no fim deste mês.

Após novo acidente na BR-428, moradores do Vivendas marcam protesto para o dia 31 deste mês

Moradores do Residencial Vivendas bloquearam a BR-428 ao pedir por segurança no início deste ano. (Foto: Aracelly Romão / TV Grande Rio)

Após um novo acidente que vitimou uma jovem de 15 anos na BR-428, próximo ao Residencial Vivendas, os moradores do bairro convocaram a população local para um protesto no trecho. De acordo com o informativo, a manifestação acontecerá no dia 31 deste mês, a partir das 6h30.

Os moradores buscam chamar a atenção do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT) e das autoridades e órgãos competentes para a falta de iluminação, sinalização e redutores de velocidade entre os bairros Vivendas e Vila Marcela.

 

Merendeiras protestam contra atraso de salário nesta sexta-feira em Petrolina

(Foto: Ilustração)

Através de nota, o blog foi informado sobre o protesto das merendeiras, que prestam serviço ao Governo de Pernambuco, nesta sexta-feira (15), às 8h.

O local escolhido foi a Gerência Regional de Educação (GRE), elas afirmam que estão com salários atrasados há 4 meses.

ACM Neto leva ovada na cabeça e acusa governador Rui Costa de patrocinar ataques

O prefeito de Salvador-BA, ACM Neto (DEM), foi atingido na cabeça por ovos atirados por um grupo de oposicionistas durante um protesto na entrada da Câmara Municipal, onde o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), recebeu o título de cidadão soteropolitano na noite desta segunda-feira (7).

Além da equipe de seguranças, o demista foi cercado por guarda-chuvas para conseguir atravessar a Praça Municipal. Completada a travessia, Neto desabafou contra a ação dos opositores e acusou o governador Rui Costa de patrocinar o ataque.

“Quando eles fazem os seus eventos ninguém parte para esse tipo de tentativa de agressão e ofensa física, inclusive. Isso é contra a democracia. Mas também é fruto do desespero, de quem está vendo o poder se esvair. Esse tipo de coisa vai ser dada a resposta ano que vem nas eleições. O governador que é o patrocinador dessa história devia ter cuidado porque a democracia tem que prevalecer e esse tipo de coisa é condenável, lamentável”.

Assista:

Senadoras ocupam mesa do plenário em forma de protesto

(Foto: Divulgação)

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) afirmou nesta terça-feira (11) que ela e as demais senadoras de oposição permanecerão ocupando a mesa do plenário, onde fica a cadeira do presidente, até que os destaques apresentados por oposicionistas para alterar a proposta de reforma trabalhista sejam analisados em plenário.

“Só tem uma possibilidade de fazer um acordo [para deixar o local]. É aprovar um dos destaques, principalmente o que se refere ao direito da mulher grávida e lactante. Se não for aprovado, esqueça. Não vai ter acordo”, afirmou Gleisi Hoffmann, que é presidente nacional do PT.

Elas sentaram à mesa do plenário assim que a sessão foi aberta, por volta de 11h, quando o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), ainda não estava no local. Por volta de 12h, quando Eunício chegou ao plenário, ele quis ocupar a cadeira da presidência. Mas a senadora Fátima Bezerra (PT-RN), sentada no lugar, não quis sair.

Apesar da resistência da senadora, Eunício usou o microfone para avisar que cortaria o som se não pudesse se sentar. Após essa confusão, ele suspendeu a sessão. A ocupação já durava mais de 3 horas.

Além da petista, ocupam a mesa do Senado as senadoras Lídice da Mata (PSB-BA), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Fátima Bezerra (PT-RN) e Regina Sousa (PT-PI). O destaque que as senadoras defendem que precisa ser apreciado se refere à proposta de que grávidas e lactantes poderão trabalhar em locais insalubres de graus “mínimo” e “médio”, desde que apresentem atestado médico.

A oposição apresentou o destaque para retirar a proposta da reforma trabalhista. Atualmente, as leis trabalhistas não permitem que mulheres nessas condições trabalham em locais insalubres, independente do grau.

Com informações do G1

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