
Cristiane Britto, ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos
A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Cristiane Brito, vai aproveitar o palco do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, na Suíça, para reiterar a posição do Governo Bolsonaro contra o aborto em âmbito internacional.
Ela discursa, nesta segunda-feira, na abertura e no encerramento da Revisão Periódica Universal (RPU), um processo instituído pela ONU com o objetivo de monitorar a situação dos direitos humanos de todos os 193 Estados-membros da organização, que se avaliam entre si.
O discurso antiaborto chega em um momento de incerteza sobre a condução da temática pelo futuro Governo Lula.
O temor é que o Governo Lula, como fez Biden quando assumiu a Presidência dos Estados Unidos, deixe o bloco tão logo ocorra a posse da nova gestão.
A diferença é que uma eventual “saída à francesa” pode atrapalhar os planos do petista de se aproximar dos evangélicos e enterrar de vez qualquer possibilidade de composição.
Os relatores para a revisão do relatório brasileiro serão Japão, Paraguai e Montenegro.
As autoridades vão apresentar ações do Governo Brasileiro para imigrantes, refugiados, educação em direitos humanos, população LGBT, empresas e direitos humanos, liberdade religiosa, sistema único de assistência social, benefício emergencial e Auxílio Brasil.




















A Diocese de Petrolina, realizará, no dia 14 de janeiro de 2017, a Marcha pela Vida. Partindo de uma iniciativa de Dom Manoel dos Reis de Farias, bispo diocesano, em sintonia com outras dioceses do Regional Nordeste II, o evento é uma resposta pública da Igreja Particular de Petrolina à resolução do Supremo Tribunal Federal, que permitirá a descriminalização do aborto até o terceiro mês de gestação. Sendo a favor da vida e contrária a qualquer tipo de atitude que a denigra, a Igreja posiciona-se, amparada pelas palavras de Jesus: “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância!” (Jo: 10,10).