“Dilma traiu seu eleitorado”, diz Lula a jornal espanhol

(Foto: Arquivo)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, em entrevista ao jornal espanhol “El Mundo”, que a ex-presidente Dilma Rousseff “traiu seu eleitorado” ao promover o ajuste fiscal porque tinha prometido manter as despesas nas eleições de 2014.

Para Lula, Dilma cometeu dois grandes erros: maior, afirmou, foi a política de desoneração às empresas. “Começamos a perder credibilidade. O ano de 2015 foi muito semelhante ao de 1999, quando FHC teve uma popularidade de 8% e o Brasil quebrou três vezes“. O segundo erro, foi o que ele classificou como “traição ao eleitorado”, sobre o ajuste fiscal.

Sobre a possibilidade de disputa da presidência em 2018, Lula afirmou que “ninguém é imprescindível” e completou “existem milhares de Lulas.”

O ex-presidente falou ainda sobre o ex-ministro Antonio Palocci, que negocia acordo de delação premiada com a Lava Jato e afirmou, em depoimento ao juiz Sergio Moro, que Lula avalizou um “pacto de sangue” com a Odebrecht por supostas propinas ao PT.

Venezuela

Lula afirmou que não dá apoio incondicional ao regime de Nicolás Maduro, mas defende “para a Venezuela o mesmo para o Brasil, que é cuidar de seus assuntos sem interferência externa.”

Ex-apresentadora lança pré-candidatura à Presidência

A apresentadora falou sobre se lançar como uma candidata independente e não ter experiência. (Foto: Divulgação)

Em vídeo divulgado nas redes sociais, na última quinta-feira (21) a jornalista e ex-apresentadora da TV Globo Valeria Monteiro lançou sua pré-candidatura ao Planalto nas eleições de 2018. A jornalista não cita no vídeo nenhuma proposta de governo, nem partido, mas promete uma candidatura independente.

Primeira mulher a assumir a bancada do Jornal Nacional, em 1992, Valeria, que também apresentou o Fantástico nos anos 1990, esclarece logo no início do vídeo de 1 minuto e 37 segundos que sua empreitada não é uma brincadeira. “Sou pré-candidata à Presidência da República. É sério”, garante ela. “Vou emprestar minha cara a tapa para juntos sermos capazes de levarmos à campanha temas verdadeiramente importantes.”

Valeria ainda afirma que o “primeiro grande desafio” será conseguir um partido “corajoso o suficiente” para apoiar sua plataforma.

Com informações da Veja

Temer reduz mulheres no alto escalão do governo ao nível de 15 anos atrás

Ao assumir a  Presidência e indicar seus ministros, no ano passado, Temer foi criticado pela ausência de mulheres e negros nos ministérios. (Foto: Internet)

A proporção de mulheres nos cargos mais altos de confiança no Executivo federal diminuiu após Michel Temer assumir a Presidência da República. Levantamento feito pela Folha com dados do Ministério do Planejamento aponta que o percentual de mulheres na elite do funcionalismo voltou ao patamar de 15 anos atrás, fim do governo Fernando Henrique Cardoso.

Nas funções de confiança com remuneração média de R$ 20 mil, as mulheres são apenas 22% —ou seja, não chegam a um quarto do total dessas vagas. Quando Fernando Henrique deixou o governo, no fim de 2002, a taxa era de 21,5%.

O cálculo considera parte dos cargos em comissão do grupo DAS (sigla para Direção e Assessoramento Superiores), que são divididos em níveis de 1 a 6 – quanto maior o nível, mais alto o salário do servidor.

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Segundo Lula, Bolsonaro é resultado do analfabetismo político no Brasil

Bolsonaro tinha 8% em dezembro de 2016, passou a 14% em abril e subiu para 16% em junho. O cenário para o deputado é de mais crescimento nas pesquisas. (Foto: Internet)

O crescimento do deputado Jair Messias Bolsonaro (PSC) nas pesquisas eleitorais para presidente do Brasil têm chamado a atenção do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva. Contudo, para Lula, o bom desempenho do deputado é resultado do analfabetismo político no Brasil.

“Essa figura [Bolsonaro], no fundo, é resultado do analfabetismo político no Brasil. Você passa a compreender que, fora da política, você vai encontrar um cara que é diferente e que pode resolver, ou um político grotesco, como é essa figura, agressivo, que ofende as mulheres, que ofende negros. É um cidadão que não tem o mínimo de respeito com as pessoas. O Brasil tem que negar isso”, disse o ex-presidente.

Durante entrevista para TVE da Bahia, nesse domingo (27), Lula foi questionado sobre a motivação do crescimento de Bolsonaro nas intenções dos eleitores do Brasil e afirmou que não citaria o nome do deputado, pois havia aprendido que “em política, a gente não cita nome dos adversários”, reconhecendo a força de Bolsonaro.

Na última pesquisa Datafolha sobre a disputa presidencial de 2018, divulgada em junho, Lula aparece estável na liderança, com 29% a 30% das intenções de voto, seguido pelo deputado federal, que registrou uma tendência de alta. Bolsonaro tinha 8% em dezembro de 2016, passou a 14% em abril e subiu para 16% em junho, ao lado de Marina Silva, da Rede.

Lula pode ser beneficiado nas eleições de 2018 por brecha na Lei da Ficha Limpa

(Foto: Arquivo)

Caso o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva seja condenado na segunda instância, ele poderá recorrer a cortes superiores para garantir sua candidatura nas eleições de 2018.

A Lei da Ficha Limpa a impede que candidatos condenados por órgão colegiados (formados por grupos) sejam candidatos, mas um de seus artigos deixa uma abertura. Ele estabelece que os tribunais superiores, a pedido dos réus, podem suspender a inelegibilidade de candidatos já condenados na Justiça. Seria uma espécie de liminar concedida em meio à campanha.

Se a confirmação da sentença sair antes do prazo de registro de candidatura, em agosto do próximo ano, a defesa do ex-presidente poderá reivindicar ao Superior Tribunal de Justiça que Lula tenha o direito de concorrer à presidência.

Contudo, se a condenação no TRF sair após o registro da candidatura do ex-presidente, ele pode ser alvo de um recurso por “inelegibilidade superveniente” e, em caso de vitória nas urnas, não receber o diploma de eleito.

Para minar a força de Lula no Nordeste, PMDB aposta em Renata Campos para vaga de vice em corrida presidencial

(Foto: Arquivo)

Renata Campos, viúva do ex-governador Eduardo Campos, foi citada como uma possível vice para concorrer à presidência da República. O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM) também é lembrado. A informação foi divulgada pelo Estadão nesta segunda-feira (17).

O objetivo é fortalecer a chapa para a briga contra Lula com um nome do Nordeste. Geraldo Alckmin e João Doria são os prováveis nomes para encabeçar a chapa. “No caso de Renata, o acordo ainda facilitaria uma aliança nacional com o PSB, sonho antigo de Alckmin e que também interessa a Doria”, diz a notícia.

Em conversa com o vereador e líder do PSDB na Câmara do Recife, André Regis, ele afirma que tudo não passa de especulação e, até o momento, nenhum nome foi confirmado.

Marina Silva entra no “páreo” das eleições presidenciais em 2018

(Foto: Thiago Bernardes / Estadão Conteúdo)

De acordo com informações da Folha, a ex-ministra Marina Silva (Rede), decidiu sair do anonimato e se reuniu com líderes de seu partido no Congresso se colocar como candidata na corrida presidencial em 2018. Nesta segunda-feira (17), ela participa de um encontro com artistas no Rio de Janeiro.

Para Marina, existe um grande “vácuo” na política que o seu partido pode ocupar, caso se apresente como uma “alternativa aos polos”. A ex-ministra, inclusive, determinou aos correlegionários a formatação de uma agenda propositiva com foco em prováveis apoiadores à postulação.

E para dar início à agenda, a também ex-senadora participa hoje de encontro com artistas no Rio de Janeiro. Reunião está sendo organizada pelo ator Marcos Palmeira. Além da classe artística, participam do encontro nomes que defendem a saída do presidente Michel Temer, do Planalto.

Com informações do FolhaPE

Bolsonaro nega candidatura à presidência em 2018

(Foto: Internet)

Durante evento nesta quinta-feira (13) o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC), foi questionado sobre eleições para presidência da República em 2018 e negou sua candidatura. Porém, as atitudes do parlamentar deixam subentendida a possibilidade de ser um dos candidatos à presidência.

“Por ser homem da lei, não posso transgredi-la”, disse Bolsonaro que declarou também que quer estar pronto caso o partido considere o nome dele para futuro candidato do PSC.

Com informações do Correio do Estado

Lula nega crimes e se coloca como candidato a presidente

(Foto: Arquivo)

Em declaração à imprensa na sede do PT na capital paulista, nesta quinta-feira (13) o ex-presidente Lula (PT) reafirmou que será candidato presidência em 2018. O ex-presidente ainda afirmou que vai recorrer em todas as instâncias da decisão de Moro.

Para Lula, a condenação é uma tentativa de tirá-lo do cenário político. Ele disse que continua candidato à presidência do país nas eleições de 2018.  “Se alguém pensa que, com essa sentença me tiraram do jogo, pode saber que estou no jogo. Quero dizer ao meu partido, que a partir de agora vou reivindicar o meu direito de disputar a Presidência da República”, declarou Lula.

A 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), responsável pelos processos da Operação Lava Jato, julgará em segunda instância o processo que levou ontem (12) à condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.  Os desembargadores, sediados em Porto Alegre, têm levado em média um ano para julgar os casos da operação.

Com informações do JC e EBC

PT diz que recorrerá a órgãos internacionais por candidatura de Lula

(Foto: Eliaria Andrade/Estadão)

Recém-empossada presidente do PT, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), afirmou nesta quinta-feira (6) a intenção do partido de procurar órgãos internacionais caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja impossibilitado de disputar as eleições de 2018. O petista é réu em processo na Justiça Federal do Paraná e, caso haja uma condenação em segunda instância, ele será declarado ficha suja.

Segundo Gleisi, uma eventual condenação pelo juiz Sérgio Moro, responsável pelo caso do ex-presidente, seria uma decisão política e, por isso, o partido não reconhecerá.

“Não vamos aceitar uma condenação sem fazer questionamento político. Vamos fazer denúncia internacional, mobilização, não vamos reconhecer. Esperamos que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) tenha com Lula o mesmo tratamento que teve com o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto. Não há nenhuma prova que incrimine o ex-presidente Lula. A decisão do juiz Sérgio Moro é uma decisão política”, disse Gleisi em entrevista durante encontro do partido em Brasília.

Lula é réu em cinco ações, duas delas na Operação Lava Jato, sob responsabilidade de Moro. Na primeira delas, é acusado de omitir a posse de um tríplex no Guarujá, no litoral de São Paulo. O imóvel, segundo sustenta o Ministério Público, foi doado como forma de propina.

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Lula lidera, e 2º lugar tem empate de Bolsonaro e Marina, diz Datafolha

(Foto: Internet)

Pesquisa realizada pelo Datafolha sobre intenções de voto para a disputa presidencial de 2018 apontam que o ex­presidente Lula (PT) manteve a liderança, com 29% a 30% das intenções de voto, seguido por Marina Silva (Rede) e Jair Bolsonaro (PSC).

O deputado federal registra tendência de alta. Tinha 8% em dezembro de 2016, passou a 14% em abril e agora aparece com 16%, sempre no cenário em que o candidato do PSDB é o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

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Temer diz estar motivado para conduzir o governo até 31 de dezembro de 2018

Temer se disse motivado para continuar o governo. (Foto: Internet)

O presidente Michel Temer disse hoje (7) que, além de gerar empregos e movimentar a economia, o setor agropecuário gera otimismo no país. Ao se dirigir a uma plateia composta por entidades e produtores do setor, e de máquinas e equipamentos, Temer se disse motivado para “conduzir o governo até 31 de dezembro de 2018”.

No discurso durante o anúncio da liberação de R$ 190,25 bilhões para o Plano Agrícola e Pecuário 2017/2018, o presidente Temer ressaltou a qualidade da agropecuária brasileira e seus efeitos na geração de emprego, renda e para o crescimento do país.

“Em 2016, sua participação [do setor agropecuário] nas exportações chegou à casa dos 40% [do PIB], daí nossa prioridade dada ao campo”, disse o presidente ao destacar que a abertura de mercados para os produtos brasileiros têm sido permanente.

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Candidatura de Doria à presidência começa a ganhar força dentro do partido

Doria vem negando intenções de concorrer ao Planalto. (Foto: Internet)

A possibilidade de o PSDB lançar a candidatura de João Doria à Presidência em 2018 ganha terreno na cúpula do partido, inclusive na ala ligada ao senador Aécio Neves, outro nome posto para a disputa do ano que vem.

Dirigentes da sigla – entre eles, o ex-­presidente Fernando Henrique Cardoso – trabalham com a hipótese de Doria como uma espécie de plano B para a corrida presidencial, caso sejam confirmados o conteúdo de depoimentos de ex-executivos da Odebrecht e seus impactos devastadores para o partido.

Interlocutores de Aécio sustentam que o mineiro não desistiu de sua candidatura ao Planalto, mas reconhece que suas chances hoje são mais remotas, principalmente se os desdobramentos da Operação Lava Jato persistirem até o ano que vem.

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Após desistência de Lula, Gleisi Hoffmann é convocada para presidir PT

Esta não é a primeira vez que ela é cogitada para suceder Rui Falcão na presidência do PT. (Foto: Internet)

A desistência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de disputar a presidência do PT abriu a possibilidade de um racha inédito na corrente majoritária do partido, a Construindo um Novo Brasil (CNB). A corrente está dividida entre os grupos que apoiam o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha ou o tesoureiro do partido, Marcio Macedo. Para evitar a cisão, algumas lideranças da CNB voltaram a cogitar o nome da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR).

Indagada sobre a indicação, a senadora desconversou. “Isso não está posto. O temos são as candidaturas do Lindbergh (Farias, senador e candidato das correntes de esquerda), do Marcio e do Padilha”, disse Gleisi.

Esta não é a primeira vez que ela é cogitada para suceder Rui Falcão na presidência do PT. Anteriormente, Gleisi recusou de forma cabal a possibilidade. Um dos motivos alegados é o fato de ela ser ré em uma ação da Operação Lava Jato ao lado do marido, o ex-ministro Paulo Bernardo.

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Eunício Oliveira é eleito o novo presidente do Senado

(Foto: Internet)

O senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) é o novo presidente do Senado. Eunício foi eleito na tarde desta quarta-feira (1°), com 61 votos, contra dez de seu concorrente, o senador José Medeiros (PSD-MT), e outros dez votos em branco. Eunício havia sido indicado pelo seu partido, o PMDB, que tem a maior bancada da Casa, e ocupará a presidência no biênio 2017-2018.

“Peço honra de ser merecedor da confiança de cada um de vocês para capitanear essa travessia. Não colocarei a nau do Senado contra as correntes, os ventos ou as marés tempestuosas. Sei que não navegarei sozinho e não deixarei que nosso barco fique à deriva”, disse Eunício, durante o pronunciamento que antecedeu a votação do Plenário.

O presidente do Senado é também o chefe do Poder Legislativo e presidente do Congresso Nacional. É ele quem conduz as sessões conjuntas para a votação de vetos da Presidência da República e para aprovação do Orçamento da União, por exemplo.

Antes da votação, Eunício lembrou que o país passa por um momento difícil e se comprometeu a buscar unir o Senado para buscar soluções duradouras, reconstruir o pacto federativo e aprovar as reformas de que o país precisa. Para ele, o Senado deve recolocar o Brasil no caminho do crescimento tendo como guia a Constituição.

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