
Adélio Bispo tentou matar Bolsonaro durante a campanha eleitoral no ano passado.
A Polícia Federal (PF) reabriu o inquérito que apura a facada dada por Adélio Bispo no presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido). O fato foi registrado na campanha de 2018. Segundo o site Poder360, a PF vai apurar se houve envolvimento de terceiros no atentado.
A 3ª Vara de Juiz de Fora (MG), onde Bolsonaro estava no dia do ataque havia autorizado a quebra de sigilo bancário de Zanone Manuel de Oliveira Júnior, defensor de Adélio. Também foi autorizado a apreensão do telefone, de livroscaixa, recibos e comprovantes de pagamento de honorários do advogado.
Contudo, na época, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) havia negado acesso às informações, mas neste mês autorizou a análise dos dados. Na época do atentado, a investigação concluiu que Adélio agiu só e motivado por política.
Em maio de 2020, a Polícia Federal concluiu um segundo inquérito sobre a facada, atestando que Adélio agiu sozinho, por iniciativa própria, sem mandantes e ajuda de terceiros. Entretanto, Frederick Wassef, que representa Bolsonaro, afirmou ter provas de que o acusado não é “louco” e que uma nova investigação é necessária.










Derrotado na eleição presidencial, Fernando Haddad (PT) gastou 15 vezes mais que o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). A informação foi repassada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no sábado (17), último dia para os candidatos participantes do segundo turno prestarem contas ao órgão.









A pesquisa do Ibope divulgada na noite desse sábado (27) coloca Jair Bolsonaro (PSL) com 54% dos votos válidos, enquanto Fernando Haddad (PT) tem 46%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
A pesquisa encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgada nesse sábado (27) aponta que Jair Bolsonaro (PSL) tem 56,8% das intenções de votos válidos contra 43,2% de Fernando Haddad (PT). A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.