
(Foto: Agência Senado)
A eleição para a escolha do novo presidente do Senado Federal acontece nesta quarta-feira (1º) durante reunião preparatória, que acontecerá no Plenário da Casa, marcada para as 16h. O atual presidente, Renan Calheiros, será responsável por comandar o pleito.
Os candidatos ao cargo de presidente devem se apresentar previamente ou apenas no momento da sessão. As candidaturas podem ser formalizadas por ofício encaminhado à Mesa antes da sessão, manifestação oral antes da votação, indicação de bancada ou de forma avulsa, por um senador independente.
Em caso de candidatura única, a votação, secreta, se dá no painel eletrônico do Senado. Para disputas com mais de um candidato há duas opções: utilizar a urna eletrônica, como ocorre nas comissões da Casa; ou cédulas de papel, com os nomes de todos os postulantes à vaga.
Neste caso, cada senador recebe uma cédula de votação, devidamente rubricada pelo presidente, marca seu escolhido e deposita a cédula na urna de votações. Para dar início à eleição é necessária a presença de 41 senadores em Plenário.
Favorito
Apoiado por partidos do governo e até da oposição, o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) é o favorito para ocupar o cargo de presidente do Senado Federal na eleição que vai acontecer nesta quarta-feira (1º). Com a provável vitória dele, que disputa o pleito com o senador José Medeiros (PSD-MT), o PMDB completará 12 anos seguidos à frente da Casa. O presidente que será eleito nesta quarta-feira ficará no cargo até o início de 2019.



Até o presente momento apenas uma única chapa está registrada, que tem Osório como presidente, Major Enfermeiro (PMDB) como 1º vice-presidente, Gilberto Melo (PR) como 2º vice-presidente, Manoel da Acosap (PTB) como 1º secretário e Gaturiano Pires (PRP) como 2º secretário.


O PT pretende lançar a pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República ainda no primeiro semestre do ano que vem, entre fevereiro e abril. A estratégia tem o objetivo de aproveitar politicamente a baixa popularidade do governo Michel Temer.


O presidente Michel Temer disse hoje (1°), em evento na capital paulista, que a proposta de emenda constitucional que propõe o teto de gastos das contas públicas federais (PEC 55/2016) não é suficiente para gerar a credibilidade nem reduzir a recessão. Segundo Temer, “é preciso caminhar mais”. Ele informou que a reforma da Previdência será enviada ao Congresso Nacional já na próxima semana. O depoimento foi dado durante o Brazil Opportunities Conference, evento do banco J. P. Morgan.





O vereador Ronaldo Cancão (PTB), em entrevista à imprensa, falou sobre a possibilidade e do desejo de concorrer a disputa à presidência da Câmara de Vereadores de Petrolina (PE). Cancão afirmou que está preparado e que já tem iniciado articulações e conversas com outros vereadores para disputar o cargo.



