Senado abre consulta pública sobre antecipação de eleições presidenciais

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Quase 130 mil pessoas já responderam à questão no site do Senado. (Foto: Internet)

O Senado Federal abriu uma consulta pública para ouvir a população sobre a antecipação das eleições presidenciais. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que tramita na Casa é de autoria do senador licenciado Walter Pinheiro (sem partido – BA) e inclui no pleito de 2 de outubro a votação para chefe do Executivo federal.

Quase 130 mil pessoas já responderam à questão no site do Senado, das quais cerca de 119 mil são favoráveis à mudança e pouco mais de 11 mil são contra a alteração.

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Presidência da República passou por três pessoas neste 31 de agosto

Faixa presidencial. (Foto: Internet)

Faixa presidencial. (Foto: Internet)

O dia 31 de agosto de 2016 foi um dia atípico para a política brasileira. O posto de presidente da República passou por três pessoas nesta quarta-feira. Com o julgamento pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, o cargo foi repassado definitivamente para Michel Temer e dele interinamente para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Isto porque o presidente recém-empossado partiu em missão oficial à China e o presidente da Câmara é o segundo na linha sucessória.

Fonte Agência Senado

Segundo pesquisa, Moro receberia mais que 57% dos votos em eleição para presidente

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57,9% dos pesquisados afirmaram que votariam no juiz federal. (Foto: Internet)

Caso fosse candidato à Presidência da República, o juiz federal Sérgio Moro, venceria facilmente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seria escolhido para comandar o país se as eleições 2018 fossem hoje. A constatação foi feita pelo instituto Paraná Pesquisas.

Em uma eventual disputa, 57,9% dos pesquisados afirmaram que votariam no juiz federal, contra 21,3% do ex-presidente. Os demais disseram que não escolheriam nenhum deles ou não souberam responder.

Temer reitera que não será candidato à reeleição

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Temer disse que não pretende candidatar-se à eleição em 2018. (Foto: Arquivo)

O presidente interino Michel Temer reiterou hoje (31), em nota oficial, que não pretende disputar a reeleição em 2018, após declaração do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), de que Temer será “candidato natural” ao pleito.

“Fico honrado com a lembrança de meu nome como possível candidato em 2018. Mas reitero, uma vez mais, que apenas me cabe cumprir o dever constitucional de completar o mandato presidencial, se o Senado Federal assim o decidir. Não cogito disputar a reeleição”, disse Temer no comunicado divulgado no fim da manhã.

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Lula: se queriam me tirar da disputa em 2018, isso não era preciso

Lula disse preferir que alguém mais jovem se candidatasse e assumisse, entretanto, diz não ter dúvidas quanto a voltar a se candidatar/Foto:arquivo

Lula: se queriam me tirar da disputa em 2018, isso não era preciso. (Foto: Arquivo)

Após ter virado réu na Justiça por suspeita de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva insinuou nesta sexta-feira (29), durante evento em São Paulo, que, quanto mais tentam tirá-lo da disputa presidencial de 2018, mais ele tem vontade de concorrer.

“Se o objetivo de tudo isso é me tirar de 2018, isso não era necessário, a gente escolheria outro candidato mais qualificado, mas essa provocação me dá uma coceira”, disse, durante evento em São Paulo. Lula afirmou que pretende brigar até o último dia de sua vida e que não vai se calar diante de ameaças.

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Câmara, Senado e Executivo terão agenda de consenso para enfrentar a crise

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“O mais importante hoje não é a construção de uma pauta, mas de um consenso para trabalharmos em conjunto”, disse Maia. (Foto: Internet)

Os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, Rodrigo Maia e Renan Calheiros, anunciaram na noite de terça-feira (19), após jantar com o presidente interino Michel Temer, a disposição de votar uma agenda de consenso das duas Casas e do Executivo, com o objetivo de enfrentar a crise econômica do País.

O jantar foi realizado no Palácio do Jaburu. Na saída, Rodrigo Maia e Renan ressaltaram que não há mais o clima de animosidade entre a Câmara e o Senado que impedia a votação de uma pauta consensual.

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Segundo Datafolha, Lula lidera intenções de voto, porém vitória no 2º turno seria difícil

Os ministros decidiram adiar a análise para julgar em conjunto outras duas ações que chegaram à Corte, e que também questionam a decisão de Mendes

Em um eventual segundo turno entre Lula e Marina, a ex-senadora venceria o petista por 44% a 32%. (Foto: Internet)

Segundo o Datafolha, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as pesquisas de intenção de voto para o primeiro turno da eleição presidencial de 2018. Contudo a vitória em um eventual segundo turno não é garantida e o petista poderia ser derrotado pela ex-senadora Marina Silva (Rede) ou pelo ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB).

Após dividir a preferência do eleitorado com Marina nos últimos levantamentos para o primeiro turno, Lula oscilou positivamente e abriu vantagem sobre a potencial adversária, que caiu. Já os possíveis candidatos do PSDB consultados no levantamento (José Serra, Aécio Neves e Geraldo Alckmin ) oscilaram negativamente ou mantiveram patamares anteriores, o que favoreceu Lula.

Em um eventual segundo turno entre Lula e Marina, a ex-senadora venceria o petista por 44% a 32%. Lula também seria derrotado, por 35% a 40%, se o candidato no segundo turno fosse Serra, considerando a margem de erro do levantamento, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

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Rodrigo maia é eleito presidente da Câmara dos Deputados

Câmara - votação presidente

Maia foi eleito com os votos de 285 deputados em segundo turno. (Foto: Internet)

O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi eleito presidente da Câmara dos Deputados na madrugada desta quinta-feira (14) para completar o mandato do biênio 2015-2016, que termina em fevereiro de 2017. A eleição preencheu vaga aberta com a renúncia do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência, ocorrida na semana passada.

Maia foi eleito com os votos de 285 deputados em segundo turno, em disputa com o deputado Rogério Rosso (PSD-DF), que obteve 170 votos. Houve 5 votos em branco nessa segunda votação. Ao todo, 460 deputados votaram no segundo turno, contra 494 votos na primeira rodada, da qual participaram 14 candidatos.

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Rogério Rosso está satisfeito com votação e não arrisca resultado final

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Segundo turno teminício às 22h50. (Foto: Internet)

O deputado Rogério Rosso (PSD-DF) disse, há pouco, que os 120 votos recebidos na votação para presidente da Câmara dos Deputados foi superior ao que ele esperava. Ele ressaltou, entretanto, que o tempo de uma hora de intervalo entre o primeiro e o segundo turno da eleição é muito curto para fazer negociações e, por isso, é difícil arriscar um prognóstico.

Rosso disse que ficou feliz com o apoio do deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), terceiro colocado no primeiro turno, com 70 votos. “Independentemente de quem ganhar, a tarefa é unir a Casa e voltar a normalidade”, destacou o candidato.

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Maranhão: bom senso vai prevalecer na eleição da Câmara

waldir maranhao

O presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão, fala sobre eleições para nova presidência da casa, que acontece hoje (13). (Foto: Internet)

O presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), disse nesta terça-feira (12) acreditar que o bom senso vai prevalecer na eleição para a Presidência da Câmara, marcada para a quarta-feira (13), às 16 horas.

“O ideal nem sempre nós temos”, afirmou, ao ser questionado por repórteres se não seria ideal, para o governo do presidente interino da República, Michel Temer, que houvesse um número menor de postulantes ao comando da Câmara (até agora, 14 deputados registraram oficialmente as suas candidaturas). “O bom senso vai prevalecer. A Casa precisa se reencontrar e contribuir cada vez mais para o País. É um bom momento para avaliação, para compreender que o Brasil é maior do que a crise”, declarou.

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Marcelo Castro é escolhido candidato único do PMDB para presidência da Câmara

marcelo castro

Castro conquistou 28 votos e venceu o atual presidente da Comisssão de Constituição e Justiça./ Foto: Agência Brasil

Após mais de uma hora de reunião a portas fechadas, o PMDB escolheu o deputado e ex-ministro da Saúde, Marcelo Castro (PI), para ser o candidato único do partido na eleição à presidência da Câmara dos Deputados, após a renúncia de Eduardo Cunha. Castro foi ministro no governo de Dilma Rousseff.

Castro conquistou 28 votos e venceu o atual presidente da Comisssão de Constituição e Justiça (CCJ), Osmar Serraglio (PR), no segundo turno de votação. No total, foram 46 votantes. O PMDB, que tem a maior bancada da Casa, tem 66 integrantes.

 

Eleição do presidente da Câmara é marcada para as 16 horas de quarta-feira

Waldir Maranhão

O parlamentar a ser eleito cumprirá, até fevereiro de 2017, o mandato do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (Foto: Internet)

A eleição para a Presidência da Câmara dos Deputados está marcada para as 16 horas da próxima quarta-feira (13), conforme ato assinado há pouco pelo presidente interino da Casa, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), e pelos demais integrantes da Mesa Diretora.

O parlamentar a ser eleito cumprirá, até fevereiro de 2017, o mandato do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que renunciou na última quinta-feira (7) à Presidência da Casa.

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Favoritos ao cargo de presidente da Câmara têm pendências judiciais

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Levantamento do jornal O Estado de S. Paulo checou as pendências dos 16 nomes até agora cotados para a disputa nos bancos de dados públicos dos tribunais de Justiça, nas cortes superiores e eleitorais. / Foto: Internet

Dos seis candidatos favoritos à sucessão do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na presidência da Câmara, quatro enfrentam algum tipo de processo judicial, um apareceu na Operação Lava Jato e o sexto não responde mais a ações porque os crimes dos quais era acusado prescreveram. Entre os que ainda respondem, há acusações como peculato (desvios de recursos públicos) e até por submeter empregados a condições de trabalho análogas à escravidão.

A eleição do próximo presidente da Câmara, prevista para quarta-feira, vai definir uma figura central para os próximos passos do governo. Além de ser o primeiro na linha sucessória do presidente em exercício Michel Temer, o substituto de Cunha terá poder para acelerar ou atrapalhar o processo de cassação do peemedebista e as votações de projetos importantes para o ajuste fiscal do governo.

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Eleição para presidente da Câmara será nesta quarta-feira à noite

Câmara federal

Líderes dos partidos e candidatos ao posto hoje ocupado por Waldir Maranhão chegaram a um acordo neste domingo

Após disputas dentro da base do presidente interino Michel Temer, deputados chegaram a um acordo neste domingo para a eleição para presidente da Câmara ocorrer na quarta-feira, às 19h, meio termo entre o que defendia o “centrão” e o que queriam a antiga e a nova oposição.

A data tem, pelo menos por enquanto, o aval do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), conhecido por mudar de opinião rapidamente. Ele deve anunciar o acordo nesta segunda-feira, mas os partidos e candidatos querem reforçar a decisão na reunião da Mesa Diretora, às 15h, e do colégio de líderes, às 17h, marcados justamente para resolver o impasse sobre o dia da eleição.

O interino marcou incialmente a eleição para quinta-feira, mas adversários suspeitavam que se tratava de manobra para cancelar a disputa em cima da hora, sair de recesso e assim permanecer na presidência por mais três semanas. Ele chegou a procurar o presidente interino Michel Temer em busca de respaldo para manter o comando da Câmara até fevereiro.

O centrão, grupo de Cunha, tentava marcar a eleição o quanto antes — chegou a defender segunda-feira e convocou, via colégio de líderes, sessão para terça-feira com esse objetivo. A antiga e a nova oposição, porém, afirmavam que a data visava coincidir a eleição com a votação do recurso do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na Comissão de Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

O colegiado se reunirá na terça-feira para analisar o recurso contra a cassação do pemedebista, cujo sucesso depende de o centrão e o PMDB trocarem parte de seus representantes na comissão — o que provocaria desgaste as vésperas da eleição para o comando da Câmara, onde alguns partidos e parlamentares visam eleger alguém não ligado ao pemedebista.

 

Cunha renuncia à presidência da Câmara dos Deputados

(Foto: Reprodução/Internet)

Antes do pronunciamento, Cunha foi à Secretaria Geral da Mesa para entregar a carta de renúncia. (Foto: Reprodução/Internet)

O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) renunciou nesta quinta-feira (7) à presidência da Câmara. Agora o presidente interino, Waldir Maranhão (PP-MA), tem o prazo de cinco sessões de plenário para realizar nova eleição. Aquele que for eleito presidirá a Câmara até fevereiro do ano que vem, quando se encerraria a gestão de Cunha.

O ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, estava afastado da presidência desde 5 de maio por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que também suspendeu o seu mandato parlamentar por tempo indeterminado.

O deputado chegou sob gritos de “fora Cunha” e fez o anúncio da decisão em um pronunciamento, no qual ficou com a voz embargada e os olhos marejados ao se referir à família, que, segundo ele, foi alvo de perseguição.

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