Líder do governo no Senado, Fernando Bezerra terá reunião com Bolsonaro e ministro da Economia

(Foto: ASCOM)

A escolha de Fernando Bezerra Coelho (MDB) como líder do Governo no Senado Federal não foi por acaso. O presidente Jair Bolsonaro (PSL) apostou no nome do ex-prefeito de Petrolina como porta-voz das ideias de Bolsonaro por sua experiência no Legislativo.

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O governo Bolsonaro credenciou Fernando Bezerra, que já havia sido líder do Senado do ex-presidente Michel Temer (MDB), para ser um dos articuladores das pautas governistas, com atenção especial da reforma da Previdência, que curiosamente foi entregue pelo Executivo no mesmo dia de sua indicação na liderança.

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Proposta da Reforma da Previdência é entregue ao Congresso

(Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados)

Jair Bolsonaro (PSL) chegou ao Congresso Nacional nessa quarta-feira (20) e entregou pessoalmente a proposta da Reforma da Previdência, por volta de 9h30. Acompanhado do ministro da Economia, Paulo Guedes e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o presidente deixou o prédio sem falar com a imprensa.

Assim que chegou Bolsonaro foi direto para um reunião com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), onde entregou a proposta. A tramitação da matéria começará pela Câmara e depois seguirá ao Senado.

A visita de Bolsonaro foi marcada por protestos de deputados do PSOL que se vestiram de laranja, fazendo referência ao suposto esquema envolvendo o partido de Bolsonaro.

Reforma

A proposta do governo Bolsonaro vai prever idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres ao final de um período de transição de 12 anos. Também estão inclusos a criação de novas alíquotas de contribuição dos trabalhadores e a implementação de um regime de capitalização – pelo qual cada trabalhador financia a própria aposentadoria por depósitos em uma conta individual. Com informações do G1.

Gabriel Menezes afirma estar indignado com nomeação de Fernando Bezerra a líder do Governo

(Foto: Blog Waldiney Passos)

Jair Bolsonaro (PSL) confirmou o nome do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) como líder do governo no Senado na noite de terça-feira (19). E a notícia não agradou um dos principais apoiadores do presidente aqui em Petrolina.

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Opositor a Fernando e sua família, Gabriel Menezes (PSL) comentou a escolha em suas redes sociais e afirmou não acreditar na chamada nova política. “Eu gostaria muito de comemorar a indicação de um nordestino para a liderança do governo no senado, sobretudo por ser da minha cidade. Porém conhecendo a fundo o indicado, limito-me a registrar minha profunda indignação”, escreveu o edil.

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Bebiano nega ter afirmado que Jair Bolsonaro “é uma pessoa louca e um perigo para o Brasil”

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, deve ser demitido nesta segunda-feira (18). Na última sexta-feira (16), ao deixar o hotel onde mora, em Brasília, Bebianno afirmou que está com a consciência tranquila e que ainda tem “carinho” pelo presidente Jair Bolsonaro. Mas essa opinião parece ter mudado, de acordo com o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.

Segundo Jardim, o ministro afirmou a um interlocutor que “o problema não é o pimpolho”, em referência a Carlos Bolsonaro, filho do presidente e vereador na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. “O Jair [Bolsonaro] é o problema. Ele usa o Carlos como instrumento. É assustador.”

A decepção de Bebianno não parou por aí. De acordo com o colunista, Bebianno teria afirmado ao mesmo interlocutor que “perdeu a confiança” no presidente. “Tenho vergonha de ter acreditado nele. É uma pessoa louca, um perigo para o Brasil.”

Resposta

Ao jornal Folha de São Paulo, Bebianno negou “veementemente” ter dito tais frases. “Nunca falei nada parecido sobre o presidente”, escreve a coluna de Mônica Bergamo. “Estou triste com a situação, mas não chamei ele de louco nem nada. Agora é o momento de esfriar a cabeça, buscar o equilíbrio e olhar para o futuro, olhar para o país”, teria afirmado o ministro.

Projeto de lei Anticrime será discutido no Congresso na terça-feira, afirma Bolsonaro

Moro voltou a defender medidas que propôs no pacote (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

“Na próxima terça-feira apresentaremos projeto de lei Anticrime ao Congresso. Elaborado pelo ministro Sergio Moro, o mesmo visa endurecer as penas contra assassinos, líderes de gangues e corruptos”, escreveu nesse sábado (16) o presidente Jair Bolsonaro (PSL) em sua rede social.

Durante a semana Moro, que é responsável pela Justiça e Segurança Pública defendeu mais rigor na punição do condenado por crime de homicídio. “A redução da taxa de homicídios passa por adoção de politicas públicas complexas. Muitas delas envolvem medidas puramente executivas, como melhorar as investigações [policiais] e restauração de áreas urbanísticas degradadas. Mas um fator fundamental é, sim, retirar o criminoso homicida de circulação”, disse em evento na capital do país.

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Bebianno não aceita mudar de cargo e deve deixar governo

(Foto: José Cruz/Agência Brasil)

Gustavo Bebianno deve mesmo deixar o governo. O secretário-geral da Presidência não aceitou um convite feito pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) para assumir o comando de uma estatal. A mudança de cargo era uma tentativa de apaziguar situação de crise gerada no governo após denúncias de que Bebianno participou de esquema de candidaturas “laranjas” no PSL durante as eleições.

A permanência do secretário foi negociada pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzonni, mas o presidente não aceitou e quis rebaixar Bebianno de cargo, que não aceitou a proposta. Dessa forma, a saída de Bebianno do governo é praticamente certa nos bastidores.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), alertou para o risco de o caso contaminar as discussões sobre a reforma da Previdência e defendeu a permanência de Bebianno no governo. A ala militar do governo também entrou no debate, para tentar amenizar o desgaste. Com informações do Exame.

Sérgio Moro afirma que esquema de laranjas do PSL será investigado

(Foto: Lula Marques/Agência PT)

O Ministro da Justiça, Sérgio Moro afirmou nessa quinta-feira (14) que o suposto uso de uma candidata laranja pelo PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro será investigado. Segundo Moro, a intenção inicial é apurar “eventuais responsabilidades”.

“O senhor presidente proferiu determinação e ela está sendo cumprida. Os fatos vão ser apurados e eventuais responsabilidades após investigações vão ser definidas”, disse Moro o ministro, sem especificar quais ações são essas.

O suposto esquema do PSL foi denunciado pela Folha de São Paulo no final de semana. Segundo o jornal o partido fez, três dias antes da eleição, repasses de R$ 400 mil do fundo partidário a uma candidata a deputada federal em Pernambuco que teve apenas 274 votos.

Além disso, outras quatro candidaturas laranjas em Minas Gerais também estão no centro das investigações. O caso gerou uma crise no relacionamento interno do PSL. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebbiano está no meio da polêmica e sua demissão não foi descartada, apesar de ele afirmar que não entregará seu cargo. Com informações do Correio Braziliense.

Fernando Bezerra tem reunião com Onyx para discutir liderança no Senado

Senador se encontrará com Onyx nessa segunda (Foto: Blog Waldiney Passos)

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni tem uma reunião marcada nessa segunda-feira (11) com o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB). A pauta do encontro é a liderança do governo de Jair Bolsonaro (PSL) no Senado Federal.

De acordo com o Exame, a aproximação do PSL com Fernando Bezerra tem como objetivo selar a paz com o MDB, após a derrota sofrida por Renan Calheiros que perdeu o posto para Davi Alcolumbre (DEM). Bezerra vem articulando seu papel como futuro líder do governo no Senado desde a semana passada com Alcolumbre, figura próxima à Onyx.

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Se o nome do senador petrolinense se confirmar, o Planalto ganhará, na teoria, o apoio de pelo menos mais doze Senadores do MDB, apesar das inúmeras divisões internas dentro do partido. À Folha de Pernambuco, Fernando Bezerra disse que, além do presidente da casa, sua liderança no governo também vem sendo articulada junto ao também senador e líder no MDB no Senado, Eduardo Braga.

“O presidente Alcolumbre sondou Braga sobre possibilidade de meu nome liderar o governo. O nosso líder consultou a bancada, que respondeu de forma positiva. Então, o Davi me pegou no plenário e disse que segunda-feira nós falaríamos com Onyx”, disse. Com informações do Exame.

General assumirá comando do Incra

(Foto: Reprodução/Youtube)

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) anunciou o nome do novo presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Utilizando seu Twitter, Bolsonaro afirmou que o general Jesus Corrêa foi o escolhido para a função.

“Tenho a satisfação de anunciar o General de Exército Jesus Corrêa como novo Presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra)”, escreveu o presidente na rede social.

No governo do novo presidente o Incra passou a ser subordinado ao Ministério da Agricultura, mudança executada através da Medida Provisória (MP) 870/19. O novo presidente o Incra já ocupou as funções de comandante da 11ª Região Militar e de diretor de Controle de Efetivos e Movimentações do Exército. Com informações do Diário de Pernambuco.

Gabriel Menezes comenta aproximação de FBC com PSL: “Num partido que exista Fernando Bezerra Coelho, não existirá Gabriel Menezes”

Edil é opositor ao grupo Coelho em Petrolina (Foto: Blog Waldiney Passos)

Crítico ao senador Fernando Bezerra Coelho (FBC) e sua família, o vereador Gabriel Menezes (PSL) revelou-se decepcionado com a aproximação do governo de Jair Bolsonaro com o senador. O edil foi além e afirmou que se FBC entrar no PSL, ele sairá.

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“Num partido que exista Fernando Bezerra Coelho, não existirá Gabriel Menezes. Eu não comungo das ideias do senador, já deixei isso bem claro. Não seria somente uma decepção para Gabriel Menezes, mas para os milhões de brasileiros que elegeram Jair Bolsonaro presidente da República”, disse em entrevista por telefone a Rádio Jornal Petrolina nessa sexta-feira (8).

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Ministro de Turismo é exonerado, mas ele afirma que voltará ao cargo na quinta

Ministro afirmou que exoneração é temporária (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

Envolvido em uma polêmica, o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio foi exonerado do seu cargo nessa quarta-feira (6). O decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) foi publicado no Diário Oficial de hoje, mas segundo Marcelo sua exoneração é temporária.

Ele afirmou em suas redes sociais que foi exonerado apenas para tomar posse como deputado federal, já que não pôde fazê-lo anteriormente por problemas de saúde. Marcelo Antônio viu seu nome envolvido em um desvio de verbas do Fundo Partidário durante sua campanha.

Segundo o jornal Folha de São Paulo o ministro usou laranjas para desviar verbas do Fundo. Ele negou as acusações e disse estar sendo vítima de perseguição. Hoje o ministro escreveu que “Em tempos de fake news, importante avisar: Hoje tomo posse na Câmara dos Deputados e amanhã retorno às atividades frente ao Ministério do Turismo”.

Casa Civil faz reunião para discutir pautas para região Nordeste

De volta ao cargo de ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni comanda na tarde dessa segunda-feira (4) uma reunião interministerial no Palácio do Planalto. O tema central da discussão são demandas da região Nordeste.

Estão confirmados na reunião os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; do Desenvolvimento Regional; da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; da Educação; da Cidadania; e da Saúde. O momento é de preparar um pacote de ações para a região na qual Jair Bolsonaro (PSL) sofreu derrotas na eleição e onde a oposição ao seu governo é mais forte.

Governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB) que tem aliança estadual com o PT cumpriu uma extensa agenda política na semana passada com representantes do governo federal. O foco foi estreitar as relações e buscar apoio da União para projetos no Estado. Com informações da Agência Brasil.

Prova de vida de aposentados e pensionistas deverá ser agendada

O Governo Federal determinou que a prova de vida dos aposentados e pensionistas deve ser agendada, no entanto a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) afirmou que as instituições financeiras continuarão a realizar a atividade como era feito anteriormente.

A Medida Provisória 871, publicada em 18 de janeiro desse ano pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) determina a beneficiários a partir de 60 anos que agendem data para realização da fé de vida anual. O texto, porém, não define onde e como o serviço será prestado.

Já a Febraban alegou que continuará com essa competência. Atualmente a prova de vida não é agendada e ocorre em cada bando, dentro da data-limite imposta ao beneficiário. A MP também introduz a possibilidade da realização da prova de vida na residência de segurados acima de 80 anos. Com informações da Folha de Pernambuco.

Em busca de aproximação, Câmara tem reunião com ministros de Bolsonaro

(Fotos: Alberto Ruy/MInfra)

O governador Paulo Câmara (PSB) iniciou ontem (28), uma série de encontros com ministros do governo Jair Bolsonaro (PSL) para discutir pleitos pernambucanos que necessitam de apoio da União para sair do papel. No Recife, Câmara recebeu o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez e pela tarde, foi a Brasília.

Na capital do país o representante pernambucano reuniu-se com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas e tratou de obras como a Ferrovia Transnordestina e a manutenção de rodovias federais em Pernambuco. Ainda nessa semana o governador se encontrará com outros ministros de Bolsonaro.

“Ele colocou claramente a preocupação que tem com a finalização da Transnordestina e demonstrou que pensa da mesma forma que nós, que o parceiro privado atual não está dando conta do recado para destravar as obras da ferrovia”, disse o governador em entrevista em entrevista a Rádio Jornal.

Atualmente, as obras da ferrovia – que deveria ter sido entregue em 2010 – são tocadas pela Transnordestina Logística S.A. (TLSA). Há cerca de três meses, a empresa apresentou um novo cronograma para conclusão dos serviços, desta vez prorrogando-a para 2027. Com informações do JC Online.

Miguel Coelho indica aproximação da oposição pernambucana com Bolsonaro

(Foto: Jonas Santos/Ascom)

O prefeito de Petrolina, Miguel Coelho visitou Recife na sexta-feira (25) e comentou a aproximação das lideranças da oposição ao governo de Jair Bolsonaro (PSL). Miguel lembrou o apoio da bancada oposicionista durante as eleições de outubro ao então candidato Bolsonaro.

“Quem votou em Bolsonaro em Pernambuco foi a oposição. Bruno declarou, Mendonça declarou, os Ferreiras declararam. Então, a tendência é que a gente tenha uma aproximação. Até porque o PSB não é situação com o Governo Federal”, disse em entrevista a Folha de Pernambuco.

Para o prefeito de Petrolina o sucesso do governo de Bolsonaro depende da agenda econômica. “O que vai depender para o sucesso do governo Bolsonaro é ele conseguir aprovar a pauta econômica. Isso é o que vai dar sustentação ao discurso dele”, avaliou Miguel.

A aproximação de Paulo Câmara (PSB) com o governo federal foi visto como algo positivo pelo prefeito. “Não foi uma reunião de articulação. Foi muito mais uma reunião para apresentar a bancada. Qualquer governador que ganhe ou seja reeleito precisa do apoio da bancada para ter emendas. Mas ele é oposição ao governo federal. Precisamos saber se isso vai vingar [a aproximação com a bancada]. É óbvio que está todo mundo junto por Pernambuco. Eu posso falar pelo senador Fernando Bezerra que ele nunca se colocará contra as pautas de Pernambuco. Agora, além dessa pauta administrativa, tem a pauta política e, sem dúvida, o governo Bolsonaro vai querer registrar isso“, pontuou. Com informações de Folha de Pernambuco