30% avaliam governo de Bolsonaro como ruim ou péssimo, segundo Datafolha

(Foto: Internet)

Perto de completar 100 dias de governo, Jair Bolsonaro (PSL) é o presidente em primeiro mandato mais rejeitado desde a redemocratização, segundo pesquisa divulgada pelo Instituto Datafolha nesse domingo (7).

33% dos brasileiros consideram a gestão do presidente regular, 32% a avaliam como ótima ou boa e 30% disseram que o governo é ruim ou péssimo. Segundo o Datafolha, 4% não souberam opinar.

Foram consultadas 2.086 pessoas maiores de 16 anos em 130 municípios entre os dias 2 e 3 de abril. A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Antecessores

Em início de primeiro mandato, todos os seus antecessores desde a redemocratização tinham índices de rejeição menores. Fernando Collor (então PRN) somava reprovação de 19% em 1990, com Fernando Henrique Cardoso o número chegou a 16%. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) marcava 10%, enquanto Dilma Rousseff (PT) tinha só 7%, depois dos 100 primeiros dias de governo. (Com informações do Exame).

13º do Bolsa Família será anunciado essa semana por Bolsonaro

(Foto: Internet)

Prestes a completar 100 dias de governo nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) antecipou que cumprirá a promessa de pagar uma décima terceira parcela do Bolsa Família. Ele falou sobre o assunto em transmissão ao vivo no Facebook, na noite da última quinta-feira (4).

O 13º será oficializado nessa semana e, segundo Bolsonaro, pago com dinheiro obtido no combate às fraudes do programa. “De onde virá o recurso? Do combate à fraude. Existe muita fraude. Então vamos continuar esse trabalho muito cansativo porque tem que pegar um a um, fazer cruzamentos, mas está dando resultado e o 13º está garantido para o pessoal do Bolsa Família no final do ano”, declarou o presidente.

Bolsonaro afirma que Brasil não terá horário de Verão esse ano

(Imagem: Ilustração)

O presidente Jair Bolsonaro disse que este ano o Brasil não terá o horário de verão e sinalizou que para o futuro a tendência é que a mudança nos relógios seja eliminada do calendário do País. A informação foi repassada pelo próprio presidente nessa sexta-feira (5).

“Tomei a decisão que neste ano não teremos horário de verão”, disse durante café da manhã com jornalistas. Nessa semana o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, informou que a pasta vai finalizar nos próximos dias os estudos sobre o tema.

O material será entregue ao presidente Bolsonaro, que decidirá em caráter definitivo pela continuidade ou não do horário de verão no País. Segundo o ministro, a decisão tem que ser tomada neste momento e não leva em conta apenas dados econômicos, mas outros fatores como sobrecarga e picos de consumo, por exemplo. (Com informações do JC Online).

Câmara de Petrolina aprova Moção de Repúdio a Jair Bolsonaro

Requerimento foi aprovado por maior parte dos vereadores (Foto: Jean Brito/CMP)

Apresentado verbalmente na sessão de quinta-feira (28) passada, a Moção de Repúdio ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) por comemorar o Golpe Militar de 1964 foi aprovada na Câmara de Petrolina ontem (2). O pedido do vereador Gilmar Santos (PT), no entanto, não contou com apoio total dos colegas.

LEIA TAMBÉM:

Moção de Repúdio a Bolsonaro por celebrar Ditadura Militar tem apoio dos vereadores, mas não entra em votação na Câmara de Petrolina

Rodrigo Araújo (PSC), Ronaldo Souza (PTB) e Major Enfermeiro (MDB) se abstiveram de votar o Requerimento nº 07/2019. Já Osinaldo Souza (PTB) que não estava presente no momento da votação no Plenário da Casa, mesmo não podendo computar seu voto se posicionou contrário.

“Eu não concordo, esse país nunca teve golpe, quiseram ensinar que houve Golpe Militar. Esse país teve uma administração militar. Quase todos os ministros eram da administração militar”, disse o edil. Mesmo com as abstenções, a Moção de Repúdio foi aprovada por 11 votos.

Bolsonaro veta instalação de oito mil novos radares em rodovias federais

A instalação de oito mil novos radares nas rodovias federais do Brasil foi vetada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL). O anúncio foi feito no domingo (31), através de sua conta oficial no Twitter, após ter conhecimento do fato pelo Ministério da Infraestrutura.

“Determinei de imediato o cancelamento de suas instalações. Sabemos que a grande maioria destes têm o único intuito de retomo financeiro ao estado”, afirmou o presidente em uma das postagens na rede social.

Em seguida, Bolsonaro fez uma nova publicação, dizendo que quando forem renovados, os contratos das concessões rodoviárias no Brasil passarão por análise para verificar a real necessidade da existência dos radares. (Com informações do Estado de Minas)

Juíza do DF proíbe celebração do 31 de março

(Foto: Fátima Meira/Futura Press/Folhapress)

A juíza Ivani Silva da Luz, da 6ª Vara da Justiça Federal em Brasília, proibiu na última sexta-feira (29) as comemorações do aniversário de 55 anos da instituição do regime militar no dia 31 de março. Na decisão liminar a magistrada reitera a necessidade de “serenidade e equilíbrio das instituições” no país.

LEIA TAMBÉM:

Moção de Repúdio a Bolsonaro por celebrar Ditadura Militar tem apoio dos vereadores, mas não entra em votação na Câmara de Petrolina

Bolsonaro autoriza celebração da “revolução militar” em 1964

A ação foi movida pela Defensoria Pública da União (DPU).  “Defiro o pedido de tutela de urgência para determinar à União que se abstenha da ordem do dia alusiva ao 31 de março de 1964, prevista pelo ministro da Defesa e comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica”, explica em sua decisão que tem nove páginas.

Por recomendação do presidente Jair Bolsonaro, as unidades militares devem ler a ordem do dia para relembrar a data, que teve início o período militar, que durou 21 anos (1964 a 1985). O ato, no entanto, repercutiu de forma negativa na sociedade brasileira, em especial nas vítimas da Ditadura Militar. (Com informações do Diário de Pernambuco).

Moção de Repúdio a Bolsonaro por celebrar Ditadura Militar tem apoio dos vereadores, mas não entra em votação na Câmara de Petrolina

Vereador formalizará pedido na sessão de terça-feira (Foto: Jean Brito/CMP)

A decisão do Presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL) de celebrar o dia 31 de março – data ligada à Ditadura Militar no país – repercutiu também em Petrolina. Na sessão da última quinta-feira (28) o vereador Gilmar Santos (PT) solicitou uma Moção de Repúdio ao mandatário por tal atitude.

No entanto, apesar de contar com o apoio dos colegas, a Moção não entrou em votação porque o Regimento Interno da Casa Plínio Amorim não permitia, já que o pedido de Gilmar foi feito verbalmente e somente será discutido na sessão de terça-feira (2).

“O presidente solicitou esses dias que os militares comemorem o Golpe de 1964, um golpe que violou os Direitos Humanos, que tirou a vida de inocentes, que aprofundou desigualdades, censura e é inadmissível que tenhamos um presidente da República solicitando a comemoração de um regime que rompeu a democracia”, justificou o edil.

LEIA MAIS

Rodrigo Maia afirma que Câmara não celebrará data que remete à Ditadura Militar

(Foto: Internet)

A Câmara dos Deputados não celebrará o dia 31 de março, foi o que afirmou o presidente da Casa, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ). Em entrevista exclusiva ao Brasil Urgente de terça-feira (26), Maia se disse não estar confortável em relembrar uma data vivenciada por ele na infância.

Seu pai, o político Cesar Maia foi torturado e exilado do país durante a Ditadura Militar, período no qual Rodrigo nasceu. “Claro que não me sinto confortável, não é algo que eu queira comemorar. O Brasil vive um momento muito delicado, então que tomar cuidado com essas coisas”, disse o deputado que teme uma polarização ainda maior no país.

Pedido de Bolsonaro

A data foi reinserida no calendário para celebrar 55 anos do golpe de 1964, após Jair Bolsonaro (PSL) dar aval para a comemoração. “O presidente não considera 31 de março de 1964 como golpe militar“, justificou o porta-voz da Presidência da República, o general Otávi Santana do Rêgo Barros.

No domingo (24) Bolsonaro orientou que quartéis militares celebrem a data marcada pelo golpe militar que derrubou o governo democrático de João Goulart, dando início a uma ditadura que durou mais de 20 anos. A atitude, no entanto, gerou críticas de diversas entidades jurídicas e da população. (Com informações de Band).

Legislação trabalhista deve “beirar informalidade”, afirma Bolsonaro durante visita ao Chile

Presidente cumpriu agenda no Chile durante a semana (Foto: Internet)

Depois da viagem que fez aos Estados Unidos, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) esteve no Chile e se encontrou com empresários locais em um café da manhã no sábado (23). Em conversa com o grupo Bolsonaro afirmou que a legislação trabalhista no Brasil deve “beirar a informalidade”.

“A equipe econômica nossa também trabalha uma forma de desburocratizar o governo, desregulamentar muita coisa. Tenho dito à equipe econômica que na questão trabalhista nós devemos beirar a informalidade porque a nossa mão-de-obra é talvez uma das mais caras do mundo”, disse Bolsonaro.

Ideologia volta a ser criticada

O presidente mais uma vez voltou a criticar a doutrinação em escolas e na imprensa. “Nos preocupa também, começou no governo Fernando Henrique e se agravou nos governos Lula e Dilma a questão ideológica que tomou conta das universidades e inclusive das escolas de ensino fundamental e também da grande mídia. É difícil encontrar um jornalista da grande imprensa que possa discutir conosco de igual para igual. Sempre tem um viés de esquerda nas discussões e parece que eles não querem enxergar ou foram doutrinados demais”, afirmou.

Depois do café com empresários, Bolsonaro segui para o Palácio La Moneda onde participa de uma reunião bilateral com o presidente com o presidente do Chile, Sebástian Piñera. Com informações de Band.

Em áudio deputado federal afirma estar negociando cargos por apoio à reforma da Previdência

Lemos afirmou que áudio é grampo ilegal (Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados)

O jornal O Globo divulgou nesse sábado (16) um áudio do deputado federal Julian Lemos (PSL-PB) no qual ele afirma que parlamentares, se incluindo, estão exigindo e negociando cargos em troca de votos favoráveis a reforma da Previdência, apresentada por Jair Bolsonaro (PSL).

De acordo com o jornal, o áudio é resultado de uma ligação gravada em fevereiro entre Lemos e o secretário-geral do PSL da Paraíba e também assessor do ministro do Turismo, Fabio Nóbrega. Lemos afirma ter conseguido, junto à Casa Civil, a prerrogativa de indicar nomes para cargos na direção da Fundação Nacional da Saúde (Funasa) da Paraíba e na sede regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Na gravação, o deputado ainda diz que outros parlamentares da base governista também estão buscando acordos parecidos. Procurado pelo O Globo Lemos afirmou que acionará a Polícia Federal pois considera a gravação um grampo ilegal.

“O áudio é crime. É uma violação gravíssima, uma agressão, um fato grave. Isso aí vai rolar Polícia Federal. É extremamente absurdo isso. Não tem nada que desabone, única coisa que vejo criminosa é a gravação ilegal. Sou um deputado federal, imagine se os deputados agora têm seu sigilo telefônico quebrado”,  disse. Com informações do JC Online.

Reforma da Previdência gera embate entre Osinaldo Souza e Cristina Costa

Edis abordaram reforma na sessão de quinta-feira (28), a última de fevereiro (Foto: Blog Waldiney Passos)

A polarização política vista na campanha de 2018 não acabou e a Câmara de Vereadores de Petrolina foi palco de um leve embate entre o vereador Osinaldo Souza (PTB), claro opositor o Partido dos Trabalhadores (PT) e Cristina Costa (PT) na sessão de quinta-feira (28) passada.

Cristina subiu à Tribuna Livre primeiro e abordou vários temas em sua fala, um deles foi a Previdência. Osinaldo, que é servidor o INSS rebateu os comentários e afirmou que a reforma proposta pelo atual presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL) é crucial para as contas públicas.

“Todos os governos fizeram alguma reforma, inclusive o PT que prejudicou aqueles que mais precisam [de ajuda]. Mas nós temos que observar com que idade os trabalhadores do primeiro mundo estão se aposentando, por que nós vamos pegar todo dinheiro desse país e investir na Previdência?”, questionou o edil.

LEIA MAIS

Avalição de Bolsonaro junto a investidores apresenta queda

(Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)

Uma sondagem realizada pela XP Investimentos, com 122 representantes de investidores institucionais – grupo formado por gestores de recursos, economistas e consultores – apontou que a aprovação do governo de Jair Bolsonaro (PSL) teve queda em fevereiro.

60% dos entrevistados avaliou o governo como bom/ótimo. A nível de comparação, em janeiro, o percentual era de 86%. Outros 27% disseram que o governo é regular. Em janeiro o percentual era de 13%. Os que acreditam que o governo é ruim/péssimo somam 3% dos respondentes em fevereiro, no mês passado, o indicador era de 1%.

Mesmo com a queda na avaliação positiva, os investidores se mantém otimistas em relação ao novo presidente. 86% disseram ter boa expectativa para o restante do mandato. Isso inclui a aprovação da reforma da Previdência, na qual 80% acreditam que a matéria irá passar no Congresso Nacional. Com informações de Exame.

Entraves retardam início da discussão da reforma da Previdência 

Tida como uma prioridade no governo de Jair Bolsonaro (PSL), a reforma da Previdência teve o início do debate adiado. A formação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) prevista para ontem (26) não foi bem sucedida, em consequência de entraves políticos.

O prazo para o projeto começar a andar ficou para depois do carnaval, possivelmente na segunda semana de março, o que atrasa de maneira significativa a Proposta de Emenda Constitucional (PEC). Bolsonaro se colocou como articular, na tentativa de destravar a matéria.

Ele conversou com líderes de partido e quer responsabilidade do Parlamento. “Não tenho a menor dúvida de que o Parlamento fará as correções que têm que ser feitas, porque, afinal de contas, nós não somos perfeitos e essa proposta tem que ser aperfeiçoada”, disse.

Um dos entraves para o andamento da matéria envolve militares. Os parlamentares afirmam que o texto não tramitará na Câmara enquanto o governo não encaminhar a reforma da Previdência dos militares e das forças auxiliares de segurança pública.

Outros três pontos dizem respeito às regras do Benefício de Prestação Continuada (BPC), da aposentadoria de professores e dos trabalhadores rurais. Para eles, não tem como aprovar do jeito que está. A última cobrança foi a exigência de uma participação ativa do pesselista na “guerra da comunicação”. Com informações do Correio Braziliense.

Reforma da Previdência deixará população carente ainda mais marginalizada, afirma vereador Gilmar Santos

(Foto: Blog Waldiney Passos)

A reforma da Previdência apresentada pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL) rendeu críticas de especialistas e políticos, tendo em vista que a proposta do presidente atinge diretamente as classes mais pobres do país. E na visão do vereador Gilmar Santos (PT), a reforma tem um único interesse: fortalecer bancos e enfraquecer o trabalhador.

LEIA TAMBÉM:

Proposta da Reforma da Previdência é entregue ao Congresso

“O que está por trás da reforma da previdência é a proteção aos interesses dos bancos. Espera-se que a população entre numa rota de financiamento de suas aposentadorias junto aos bancos, gerando uma rota de capitalização. Os bancos vão ficar cada vez mais gordos e a população vai ficar marginalizada porque não vamos mais ter Estado”, disse em coletiva de imprensa na Câmara de Vereadores.

LEIA MAIS

“O ano de 2019 é um ano promissor”, afirma Paulo Bomfim

(Foto: Ascom)

Passado o recesso de final de ano e o carnaval antecipado, os vereadores de Juazeiro (BA) voltaram as atividades na semana passada. Como de praxe a sessão foi aberta com a participação do prefeito Paulo Bomfim (PCdoB) e além de destacar a parceria com o Poder Legislativo, o gestor também comentou sobre o cenário político nacional.

LEIA TAMBÉM:

Em discurso de abertura do ano legislativo, prefeito destaca avanços em Juazeiro

“Agora é um novo governo, do Jair Bolsonaro em curso. Espero e torço que ele seja o presidente dos sonhos para quem o elegeu e para os que também não votaram nele. A economia brasileira começou com um movimento positivo e o ano de 2019 promete”, afirmou Bomfim.

Acreditando na melhora da economia, o prefeito se disse animado e que 2019 será um excelente ano para a cidade. “O ano de 2019 é um ano muito promissor, estou muito motivado para trabalhar ainda mais pela cidade de Juazeiro. Que Deus nos abençoe e seja um bom ano de trabalho”, disse o gestor.