Flávio tem 46,9% contra 44,4% de Lula no 2º turno, diz Futura/Apex

A nova pesquisa nacional da Futura, realizada entre 4 e 8 de maio com 2.000 entrevistas por telefone, mostra uma disputa presidencial extremamente apertada no cenário principal de primeiro turno. Com todos os nomes mais conhecidos na disputa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 38,3% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registra 36,1%. A diferença de 2,2 pontos percentuais está exatamente no limite da margem de erro do levantamento, indicando um empate técnico entre os dois principais concorrentes.

Nos cenários alternativos, o quadro permanece competitivo. Quando Ciro Gomes (PSDB) é retirado da disputa, Lula marca 38,1% e Flávio Bolsonaro sobe para 37,4%, reduzindo a distância para apenas 0,7 ponto. Já em um cenário sem Lula, Flávio lidera com 35,9%, seguido por Fernando Haddad (PT) com 17,1% e Ciro Gomes com 11,5%. Esses números sugerem que Lula continua sendo o nome mais forte do campo governista, enquanto Flávio Bolsonaro consolida a maior base eleitoral entre os candidatos da oposição.

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Quaest mostra disputa regional entre Lula e Flávio nos maiores colégios eleitorais

Sul e Sudeste concentram força de Flávio

Um levantamento da pesquisa Genial/Quaest, divulgado pela revista Veja, traçou um panorama da disputa presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro nos dez maiores colégios eleitorais do país. O estudo apontou um cenário marcado por forte divisão regional entre os candidatos.

De acordo com os dados, Lula apresentou vantagem consolidada nos principais estados do Norte e Nordeste, como Bahia, Pernambuco, Ceará e Pará. Nessas regiões, o petista manteve desempenho mais robusto, refletindo um histórico de apoio eleitoral mais consistente.

Por outro lado, Flávio Bolsonaro apareceu à frente nos maiores colégios do Sul e Sudeste, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul, além de Goiás. Esses estados concentram grande parcela do eleitorado nacional e tiveram peso importante no equilíbrio da disputa.

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Flávio Bolsonaro aparece a frente de Lula no 2º turno, diz pesquisa Meio/Ideia

Nova pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira, 6, mostra cenário de empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno. O levantamento foi feito entre os dias 1º e 5 de maio, com 1.500 entrevistas por telefone e a margem de erro é de 2,5 pontos percentuais.

Segundo a sondagem, se o segundo turno da eleição presidencial fosse hoje, Lula teria 44,7% e Flávio, 45,3%. Brancos e nulos somam 6,5% e 3,5% disseram não saber em quem votar. No último levantamento, em abril, o petista tinha 45,5% e o bolsonarista, 45,8%.

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Popularidade de Lula oscila e desaprovação supera aprovação, aponta pesquisa

Popularidade de Lula recua e disputa eleitoral segue indefinida

Uma nova pesquisa do instituto Real Time Big Data, divulgada nesta terça-feira (5), mostra um cenário de oscilação na popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a cinco meses das eleições.

De acordo com o levantamento, 42% dos eleitores aprovam o desempenho do presidente, enquanto 52% desaprovam. Outros 6% não souberam ou não responderam. Em comparação com a rodada anterior, realizada no início de março, houve uma leve variação dentro da margem de erro — na ocasião, os índices eram de 44% de aprovação, 51% de desaprovação e 5% de indecisos.

A pesquisa ouviu 2.000 eleitores entre os dias 2 e 4 de maio, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03627/2026.

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Real Time Big Data: Flávio tem 44%, e Lula, 43% no 2º turno

Foram ouvidas 2.000 pessoas em todo o país entre os dias 2 e 4 de maio; margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%

Pesquisa divulgada pelo instituto Real Time Big Data nesta terça-feira (5) indica um empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) num eventual cenário de segundo turno na disputa pelo Palácio do Planalto.

Conforme aponta o levantamento, Flávio surge com 44% das intenções de voto, contra 43% de Lula.

Metodologia
Foram ouvidas 2.000 pessoas em todo o país entre os dias 2 e 4 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.

O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03627/2026.

Novas pesquisas devem medir disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro

Dois institutos devem divulgar levantamentos ao longo da semana

Pelo menos dois institutos devem divulgar nesta semana novas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República, trazendo um retrato atualizado do cenário eleitoral.

Os levantamentos mais recentes apontam uma disputa equilibrada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro, especialmente em cenários de segundo turno.

Na quarta-feira (6), está prevista a divulgação de uma nova rodada do Instituto Ideia, que realizou 1.500 entrevistas entre os dias 1º e 5. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais. O levantamento deve apresentar um cenário de primeiro turno e seis simulações de segundo turno.

Além de Lula e Flávio Bolsonaro, a pesquisa também deve incluir nomes como Ciro Gomes, Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Renan Filho e Aldo Rebelo, ampliando o leque de possibilidades analisadas.

Dois outros institutos publicaram levantamentos na semana passada.

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Lula e Flávio acirram disputa no TSE com pedidos de retirada de conteúdo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), ambos pré-candidatos à Presidência, intensificaram nas últimas semanas o embate jurídico no Tribunal Superior Eleitoral.

Dados do tribunal mostram que a pré-campanha de Lula já entrou com ao menos nove ações contra Flávio Bolsonaro.

Por outro lado, a equipe do senador apresentou pelo menos oito ações contra o presidente. O número de processos vem crescendo rapidamente nas últimas semanas.

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PT apresenta estratégia de ataque a Flávio Bolsonaro durante congresso em Brasília

PT afirma que foco será desconstruir imagem de confiança do senador

O Partido dos Trabalhadores (PT) apresentou, durante o seu 8º congresso nacional realizado em Brasília, uma prévia da estratégia de comunicação que deve adotar contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no cenário eleitoral.

O material foi exibido à militância no domingo (26) pelo publicitário Raul Rabelo, responsável pelo marketing da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

As peças apresentadas associam Flávio Bolsonaro a denúncias de corrupção e ao chamado “Caso Master”, envolvendo o Banco Master. Em um dos vídeos, o partido afirma que o banco teria obtido autorização para funcionamento durante o governo de Jair Bolsonaro, quando o Banco Central era presidido por Roberto Campos Neto.

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Moraes manda PF investigar Flávio Bolsonaro por post sobre Lula

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a abertura de inquérito contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para apurar a suposta prática do crime de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A investigação foi solicitada pela Polícia Federal com base em representação do Ministério da Justiça e contou com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República. O caso tramita no STF em razão do foro privilegiado do parlamentar.

O inquérito tem como base uma publicação feita por Flávio Bolsonaro em 3 de janeiro, na rede social X. No post, o senador associou o presidente a crimes como tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, apoio ao terrorismo e fraudes eleitorais, além de afirmar que Lula seria delatado.

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Nova pesquisa Quaest mostra Flávio Bolsonaro com 42% e Lula com 40%.

Nova pesquisa Quaest, encomendada pela Genial Investimentos e divulgada nesta quarta-feira (15), revela um cenário de paridade na corrida eleitoral para 2026. Em uma simulação de segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL) alcança 42% das intenções de voto, enquanto o presidente Lula (PT) registra 40%.

Pela primeira vez na série histórica do instituto, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro aparece à frente do petista no limite da margem de erro. O resultado confirma a trajetória de ascensão do senador, que em dezembro aparecia dez pontos atrás de Lula. De lá para cá, a distância caiu progressivamente: sete pontos em janeiro, cinco em fevereiro, até o empate exato em 41% registrado no mês de março.

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Flávio Bolsonaro lidera disputa contra Lula em eventual segundo turno, aponta Futura/Apex

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual cenário de segundo turno, conforme aponta o levantamento da Futura Inteligência, em parceria com a Apex, divulgado nesta terça-feira. De acordo com os dados coletados, o parlamentar soma 48% das intenções de voto, enquanto o atual chefe do Executivo registra 42,6%. A diferença de 5,4 pontos percentuais coloca o senador em vantagem fora da margem de erro.

O grupo de eleitores que optaria por votos brancos, nulos ou que não escolheria nenhum dos candidatos soma 7,3%, enquanto os indecisos ou que não responderam representam 2,1% da amostragem. O resultado reflete a polarização do cenário político e a consolidação do nome de Flávio Bolsonaro como a principal força de oposição em uma disputa direta contra o petista.

A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 11 de abril de 2026, ouvindo 2 mil eleitores em 895 cidades brasileiras. O levantamento possui um índice de confiança de 95% e a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O estudo está devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-08282/2026.

Após Datafolha, três pesquisas nacionais prometem movimentar o cenário político

A semana política tem início com grande expectativa diante da divulgação de novas pesquisas eleitorais de alcance nacional, que devem atualizar o cenário da corrida presidencial no Brasil. Os levantamentos chegam logo após os números divulgados pelo Datafolha e prometem trazer novos indicativos sobre a disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Dois novos estudos serão divulgados já nesta terça-feira (14), conduzidos pelos institutos Futura e MDA. Na quarta-feira (15), será a vez da nova rodada da Quaest. Os resultados devem contribuir para confirmar ou reavaliar a tendência recente de equilíbrio entre os principais nomes testados para o segundo turno.

Ao todo, mais de 40 pesquisas eleitorais estão registradas para divulgação até a próxima sexta-feira (17). Além dos levantamentos nacionais, também estão previstos estudos estaduais, que podem influenciar diretamente o cenário político em nível federal.

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Flávio Bolsonaro pede monitoramento internacional das eleições brasileiras em discurso nos EUA

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, pediu neste sábado que governos e instituições estrangeiras acompanhem o processo eleitoral brasileiro e façam pressão diplomática para garantir o que chamou de eleições livres e justas. A declaração foi feita durante discurso na Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), no Texas.

“Meu apelo aqui, não só aos Estados Unidos, mas a todo o mundo livre, é este: observem as eleições do Brasil com enorme atenção, entendam o nosso processo, monitorem a liberdade de expressão do nosso povo e apliquem pressão diplomática para que nossas instituições funcionem corretamente”, afirmou. O filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro ressaltou que não quer interferência nas eleições brasileiras, mas acompanhamento externo para assegurar que “a vontade do povo seja preservada”. Flávio condicionou o resultado eleitoral à liberdade nas redes sociais e à contagem dos votos.  “Se o nosso povo puder se expressar livremente nas redes sociais e se os votos forem contados corretamente, nós vamos vencer”, disse.

Ao longo do discurso, o senador criticou o sistema político e judicial brasileiro e afirmou que seu pai foi condenado por motivos políticos. Disse que Bolsonaro é o maior líder político do Brasil e está preso “por defender nossos valores conservadores”. Flávio não mencionou que a condenação foi por tentativa de golpe de Estado.

Jair Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses. Na denúncia, a Procuradoria-Geral da República (PGR) citou que o ex-presidente e outros sete aliados tentaram derrubar a democracia e impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), entre o fim de 2022 e o início de 2023. O STF entendeu que Bolsonaro é culpado por todos os cinco dos quais era acusado: golpe de Estado; tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito; organização criminosa armada; dano qualificado contra patrimônio da União; e deterioração de patrimônio tombado.

Flávio, no discurso, associou o governo do presidente Lula ao avanço do crime organizado e criticou a atuação do país na área de segurança. Na área econômica e geopolítica, o senador destacou o papel estratégico do Brasil para os EUA, especialmente no fornecimento de minerais críticos. Disse que o país pode ajudar a reduzir a dependência americana da China, que hoje domina a produção e o processamento de terras raras.

Flávio também criticou a política externa do governo Lula, que classificou como contrária aos interesses americanos, afirmou que o Brasil se aproximou da China e de países como Irã e Cuba e o presidente brasileiro associou ao venezuelano Nicolás Maduro. O senador também citou um episódio recente envolvendo a relação entre Brasil e EUA. Lembrou que o governo brasileiro cancelou o visto do assessor do Departamento de Estado Darin Beattie após ele pedir para visitar Jair Bolsonaro em Brasília. Segundo Flávio, a decisão seria inédita e indicaria um agravamento das tensões diplomáticas. “O Brasil agora está expulsando diplomatas americanos”, disse

Ao encerrar, voltou a pedir atenção internacional ao processo eleitoral brasileiro e disse que o país está diante de uma escolha sobre seu alinhamento externo. A participação no evento ocorre no momento em que Flávio intensifica a agenda internacional como pré-candidato. O CPAC é um dos principais fóruns do movimento conservador nos Estados Unidos e reúne lideranças políticas alinhadas à direita global.

Agência O Globo

Nos EUA, Flávio Bolsonaro prega valores conservadores e promete lutar contra “agenda woke”

Em um dos discursos mais conservadores desde que anunciou a intenção de concorrer à Presidência, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), adotou um tom antissistema e afirmou que, caso eleito, lutará contra o que chamou de “agenda ambientalista radical”, a “agenda woke” e contra os “interesses das elites globais”. Flávio também se definiu como “Bolsonaro 2.0” e disse que o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), enfrentou a “tirania da Covid”.

“Ele, Jair Bolsonaro, lutou contra cartéis de drogas. Ele lutou contra interesses da elite global, contra a agenda ambiental radical, contra a agenda woke que destruiu famílias, mas acima de tudo ele lutou pela liberdade. Meu pai também era aliado de Donald Trump e o último líder mundial a reconhecer Joe Biden ex-presidente dos EUA como presidente”, disse o senador.

As declarações foram feitas no evento conservador Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC, em inglês), nos Estados Unidos conhecido por reunir nomes do campo da direita conservadora, e vem em um momento em que o senador tem tentado adotar um discurso mais moderado, a fim de atrair o apoio do Centrão e do mercado financeiro. Flávio iniciou sua fala mostrando fotos de quando seu pai, Jair Bolsonaro, visitava o presidente americano Donald Trump, na Casa Branca, em 2019, e afirmou que hoje seu pai está preso em um processo parecido com o que passou Trump.

“A acusação formal é semelhante à que o Presidente Donald Trump enfrentou. Mas a verdadeira razão é a mesma. O maior líder político do meu país está preso por defender nossos valores conservadores sem medo e por se opor ao sistema com tudo o que tinha”, disse Flávio Bolsonaro. Flavio disse que Jair Bolsonaro foi preso pelas mesmas pessoas que tiraram o atual presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), da cadeia. “As mesmas pessoas que prenderam meu pai tiraram este homem, o ex-presidente socialista Lula, condenado várias vezes por corrupção, da prisão e o colocaram de volta na presidência. Tudo isso sob uma enxurrada de dinheiro e uma interferência massiva da administração Biden. O resultado? O Brasil está vivendo outra devastadora crise econômica. Uma crise de segurança pública com enorme expansão dos cartéis de narcoterrorismo e múltiplos escândalos de corrupção envolvendo até mesmo membros da família de Lula.”

Minerais críticos – O pré-candidato falou também sobre as terras de minerais críticos, e destacou que a América ainda depende da China para cerca de 70% das importações de produtos vindos de terras raras, com o país asiático controlando 70% da mineração global e mais de 90% do refino e processamento, segundo Flávio Bolsonaro. “Por que isso importa? Essas terras raras são essenciais para processadores de computador e a revolução da inteligência Artificial que está transformando nosso mundo e o equipamento de defesa americano. Sem esses componentes, a inovação tecnológica americana se torna impossível. E a produção do sistema militar avançado que mantém a superioridade americana cai nas mãos de adversários. Sem eles, a revolução tecnológica da América fica estagnada e a segurança nacional se torna vulnerável”, afirmou Flavio Bolsonaro. O Brasil é solução para acabar com a dependência que os EUA têm da China por minerais críticos, ressaltou ele.

Ao final do discurso, Flávio voltou a criticar Lula, dizendo que o atual presidente do Brasil é antiamericano. “Lula e seu partido são abertamente antiamericanos. Ele fala publicamente sobre minar o dólar como moeda global. Ele aliou o Brasil à China em grande escala. Ele se opôs aos interesses americanos em todos os itens de política externa”, disse.

Estadão Conteúdo

Datafolha: Lula supera Flávio Bolsonaro entre eleitores de centro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) entre eleitores que se autoidentificam como de centro (posição 4 numa escala de 1 a 7) nos cenários de primeiro turno testados pelo Datafolha no início de março de 2026. Num dos cenários sem Ratinho Junior, Lula tem 31% e Flávio, 17%, seguidos por Romeu Zema (Novo), com 9%, e Ronaldo Caiado (PSD), com 6%. A margem de erro é de cinco pontos porcentuais.

A pesquisa também mostra que, na espontânea entre eleitores de centro, 15% citam Lula, 2% Flávio e 2% Jair Bolsonaro (PL). No segundo turno entre Lula e Flávio nesse grupo, Lula marca 41% e Flávio 32%, com empate técnico; 24% votariam em branco e 3% não sabem.

No eleitorado total, Lula também lidera Flávio no primeiro turno por cinco ou seis pontos, e os dois ficam tecnicamente empatados no segundo turno (46% para Lula e 43% para Flávio). Já entre os que não se identificam nem como bolsonaristas nem como petistas (posição 3 numa escala de 1 a 5), Lula e Flávio também empatam tecnicamente no primeiro e no segundo turno (40% a 35%), com alta proporção de brancos (23%). Em rejeição, eles também ficam próximos: no centro, 45% dizem que não votariam em Lula e 51% em Flávio; entre os não alinhados, 48% rejeitam Lula e 50% rejeitam Flávio.

A pesquisa foi feita entre os dias 3 e 5 de março, com 2.004 entrevistas em 137 municípios. Est registrada no TSE sob o número BR-03715/2026.

Estadão Conteúdo

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