Diogo Hoffman assume pré-candidatura a deputado estadual e diz que missão é “somar forças pelo Sertão”

O vereador de Petrolina, Diogo Hoffman, confirmou que vai disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco nas eleições de 2026. A pré-candidatura foi oficializada pelo grupo político liderado por Miguel Coelho e pelo deputado federal Fernando Filho.

Durante entrevista ao programa Espaço Aberto, da Rural FM, o parlamentar afirmou que recebeu o convite com “alegria e senso de responsabilidade”, destacando que a decisão é fruto de diálogo dentro do grupo político.

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Paraná Pesquisas: Lula e Flávio Bolsonaro empatam nos dois turnos

Levantamento divulgado nesta segunda-feira (30) pelo Instituto Paraná Pesquisas indica um cenário de equilíbrio na disputa presidencial.

De acordo com os dados, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem em empate técnico nas simulações de primeiro e segundo turno.

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BTG/Nexus: Lula e Flávio Bolsonaro empatam em 46% em eventual 2º turno da corrida presidencial

Levantamento da Nexus Pesquisa e Inteligência em parceria com o BTG Pactual, divulgado nesta segunda-feira (30), indica um cenário de polarização na disputa presidencial de 2026.

Segundo os dados, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecem empatados em diferentes simulações.

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PT oficializa apoio a João Campos para o Governo de PE e nacionaliza palanque com foco em Lula

O Partido dos Trabalhadores (PT) de Pernambuco oficializou, em reunião do diretório estadual neste sábado (28), o apoio à pré-candidatura do prefeito João Campos (PSB) ao Governo de Pernambuco. O evento, que reuniu as principais lideranças da esquerda local, foi marcado por um tom de “unidade” e pela nacionalização do debate eleitoral.

Pré-candidato ao Senado, Humberto Costa (PT) afirmou que as eleições deste ano são um desdobramento direto da de 2022. Para ele, os quatro anos do governo de Jair Bolsonaro, a quem se referiu como “inominável”, destruíram as conquistas que foram construídas e afirmou que a vitória da chapa Lula (PT) e Alckmin (PSB) foi “fundamental”.

Humberto também destacou o protagonismo internacional do país sob a liderança de Lula, afirmando que a voz do presidente e a do Brasil “caminham no oposto” dos conflitos. “É importante manter esse projeto estratégico. Porque com essa união, com Lula presidente e com João Campos governador, Pernambuco pode muito mais. Você, João, já provou que é possível sempre fazer muito mais”, afirmou o pré-candidato.

Assim como Humberto, João Campos avaliou que a aliança entre Lula e Alckmin foi crucial para a preservação da democracia no Brasil. Ele também declarou que nenhum outro nome teria a capacidade de vencer aquele pleito. “Se a gente não tivesse vencido as eleições de 22, provavelmente um ambiente democrático como esse não estaria existindo”, disse.

Em seu discurso, Campos também rebateu questionamentos sobre a forte influência do “lulismo” em sua chapa e declarou: “Ainda bem que está lulista, porque eu sou lulista e não tenho nenhum problema em afirmar isso”. Segundo o pré-candidato, a chapa “sela uma coerência de campo político”. “Chegou a hora de a gente fazer por ele [Lula] o que ele faz pela gente. Porque mais uma vez, o Brasil precisa dele. Mais uma vez, a gente requisita a candidatura dele”, disse.

Críticas à oposição – Sem citar nomes, a chapa, que ainda está em definição, da pré-candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), foi citada como sendo do “lado de lá”, referenciando a partidos da extrema direita. Marília Arraes (PDT), pré-candidata ao Senado, declarou que o governo estadual tenta uma aproximação oportunista com o Governo Federal por conveniência eleitoral. “Mesmo que o lado de lá finja que está em cima do muro ou até que declare apoio ao presidente Lula, pensando meramente no estelionato eleitoral, a gente vai fazer o povo diferenciar qual é o lado de lá e qual é o lado de cá”, afirmou a pré-candidata.

Diario de Pernambuco

Em alta, Flávio Bolsonaro ultrapassa Lula em cenário de 2º turno, indica AtlasIntel

Levantamento da AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, divulgado nesta quarta-feira (25), indica mudança no cenário da disputa presidencial de 2026. Pela primeira vez na série recente, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno.

Na simulação direta, Flávio registra 47,6% das intenções de voto, contra 46,6% de Lula. A diferença está dentro da margem de erro, estimada em um ponto percentual, caracterizando empate técnico.

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Pesquisa mostra Lula à frente no primeiro turno e empate técnico com Flávio Bolsonaro no segundo

Levantamento do instituto Meio/Ideia divulgado nesta quarta-feira (11) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto no primeiro turno da disputa presidencial.

No entanto, em uma eventual simulação de segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro, os dois aparecem em empate técnico.

No cenário principal de primeiro turno, Lula registra 40% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 34,7%. Em seguida, surge o governador do Paraná, Ratinho Júnior, com 9%, seguido por Romeu Zema, que tem 4,5%.

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Miguel Coelho reafirma pré-candidatura ao Senado e nega recuo do União Brasil em Pernambuco

O ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, divulgou um vídeo gravado em Brasília no qual reafirma sua pré-candidatura ao Senado por Pernambuco.

A manifestação ocorre em meio a movimentações políticas relacionadas à possível formação da federação denominada “União Progressista”, que envolve o União Brasil e o Progressistas (PP).

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Pesquisa aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula em intenções de voto em São Paulo

Levantamento divulgado nesta segunda-feira (9) pelo instituto Real Time Big Data indica que o senador Flávio Bolsonaro aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em intenções de voto no estado de São Paulo.

No primeiro cenário apresentado, Flávio Bolsonaro tem 38% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 34%. Em seguida estão Ratinho Junior com 9%, Romeu Zema com 4%, Aldo Rebelo com 2% e Renan Santos também com 2%. Brancos e nulos somam 5%, enquanto 6% disseram não saber ou preferiram não responder.

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Datafolha: Em nova pesquisa, Flávio Bolsonaro empata tecnicamente com Lula no segundo turno

Pesquisa divulgada neste sábado (7) pelo Datafolha indica um cenário de empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência da República.

Segundo o levantamento, Lula aparece com 46% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 43%. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois estariam tecnicamente empatados.

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Prazo para renúncia de autoridades que pretendem disputar eleições termina em 4 de abril

Ministros, governadores e prefeitos que pretendem disputar outros cargos nas eleições deste ano têm até o dia 4 de abril para renunciar aos atuais mandatos. O prazo faz parte do período de desincompatibilização eleitoral, previsto nas regras do Tribunal Superior Eleitoral.

A medida determina que determinados ocupantes de cargos públicos se afastem de suas funções até seis meses antes do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro. Caso o afastamento não seja realizado dentro do prazo, o possível candidato pode se tornar inelegível.

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TSE aprova regras sobre uso de inteligência artificial nas Eleições 2026

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta segunda-feira (2) as normas que regulamentam o uso de inteligência artificial (IA) durante as eleições gerais de outubro. As regras valem para candidatos e partidos.

Por unanimidade, a Corte decidiu proibir, no período de 72 horas antes do pleito e 24 horas após a votação, a publicação nas redes sociais de conteúdos modificados com uso de imagem ou voz de candidatos e de pessoas públicas. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro.

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TSE aprova calendário das Eleições 2026; primeiro turno será em 4 de outubro

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, em sessão administrativa realizada na noite desta segunda-feira (2), a resolução que define o calendário oficial das Eleições 2026.

O primeiro turno está marcado para o dia 4 de outubro, quando os eleitores irão escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Caso necessário, o segundo turno ocorrerá em 25 de outubro.

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Lula lidera 1º turno, mas tem empate técnico com Flávio no 2º, diz Real Time Big Data

Levantamento divulgado nesta terça-feira (3) pelo instituto Real Time Big Data indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto no primeiro turno em três cenários estimulados para a Presidência da República.

Em todas as simulações, o senador Flávio Bolsonaro aparece na segunda posição. No primeiro cenário estimulado, Lula registra 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 32%.

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Fernando Haddad cede à pressão e vai disputar eleição em São Paulo

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), será o candidato do presidente Lula (PT) na disputa ao Governo de São Paulo. Após meses afirmando que ficaria nos bastidores atuando principalmente na campanha à reeleição do petista, ele cedeu à pressão e mudou de ideia.
A decisão foi tomada após um jantar entre Haddad e Lula no Palácio do Planalto, na quinta-feira, 26. Conforme o Estadão, o titular da Fazenda afirmou a aliados que nunca poderia negar um pedido de Lula.

Sucessão de Lula – Oficialmente, Haddad não assume a candidatura, mas deixará o governo no fim deste mês ou no início de abril para disputar o Bandeirantes. Ele é considerado o sucessor natural de Lula no PT, a partir de 2030, e sua entrada no páreo dará essa sinalização. Em 2022, o petista perdeu a disputa ao Palácio dos Bandeirantes para Tarcísio de Freitas (Republicanos). Mas, de acordo com cálculos sempre lembrados pelo PT, Lula só ganhou a eleição do então presidente Jair Bolsonaro, naquele ano, porque conseguiu obter mais votos na capital paulista. E esse crédito é atribuído a Haddad.

Palanque em Minas Gerais – Além de São Paulo, Lula também vai conseguir montar o palanque eleitoral à sua forma em Minas Gerais. O petista deve se reunir mais uma vez com o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e espera acertar com ele os detalhes finais para sua candidatura. Com os dois cenários ajustados, a tendência é a de que o vice de Lula (PT) siga sendo Geraldo Alckmin (PSB), ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

A Tarde

Lula tem 12 governadores e Flávio conta com maior colégio eleitoral

O tabuleiro para a sucessão presidencial de 2026 já apresenta contornos nítidos. De um lado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) consolida uma base numérica superior de governadores; do outro, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aposta no peso demográfico dos grandes centros. O mapeamento atual, realizado pelo Poder360, revela que a disputa pelo apoio dos chefes dos Executivos estaduais vai ser decidida entre a capilaridade regional e o volume de votos.

Mapa das alianças – Até o momento, Lula conta com o suporte formal de 12 governadores, concentrados majoritariamente em redutos históricos da esquerda no Nordeste e Norte (Bahia, Ceará, Maranhão, Pará e Pernambuco), além do Espírito Santo. Juntos, esses estados somam 53 milhões de eleitores. No campo oposto, Flávio Bolsonaro já garantiu palanques em 5 estados fundamentais: Distrito Federal, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo. Este último, sob o comando de Tarcísio de Freitas (Republicanos), é o “bilhete premiado” da eleição.

Apesar de ter menos governadores ao lado, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro comanda o apoio de 57,3 milhões de eleitores, superando a base lulista em números absolutos de votos potenciais.

Projeções – A tendência para um eventual segundo turno aponta para uma ampliação do arco conservador. Enquanto Lula deve manter os 12 aliados, Flávio tem potencial para atrair mais 8 estados que hoje flertam com o bolsonarismo, mas ainda não formalizaram posição, como Minas Gerais, Goiás e Paraná. Se confirmado, o senador chegaria a 13 governadores contra os 12 do petista.

No centro dessa disputa, dois nomes permanecem como incógnitas: Eduardo Leite (PSDB-RS): Ainda mantém o pé no freio enquanto avalia sua própria viabilidade como candidato à Presidência; Gladson Cameli (PP-AC): Opta pelo silêncio nacional para focar em processos judiciais que enfrenta no estado.

A sombra de Tarcísio – A aliança entre Flávio e Tarcísio de Freitas é estratégica, mas carrega uma nuance: o governador de São Paulo ainda é ventilado como um possível substituto ou cabeça de chapa no campo conservador. Por ora, ele atua como o principal cabo eleitoral de Flávio, garantindo ao senador a estrutura do maior colégio eleitoral do país.

A Tarde

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