Lucas Ramos critica “pacote de arrochos” do Governo Federal

Deputado Lucas Ramos (PSB)

Em discurso na Reunião Plenária desta quinta (17), o deputado Lucas Ramos (PSB) avaliou que o “pacote de arrochos” e o aumento no déficit fiscal para R$ 159 bilhões em 2017 e 2018, anunciados pelo Governo Federal na última terça (15), “confirmam o desequilíbrio nas contas públicas do País e o fracasso das promessas feitas”.

Além da revisão da meta fiscal – antes estipulada em déficit (gasto superior à arrecadação) de R$ 139 bilhões em 2017 e R$ 129 bilhões em 2018 – o Governo Federal planeja cortar R$ 10 do salário mínimo (para R$ 969) e adiar, por um ano, o reajuste prometido a servidores federais. Também pretende cortar 60 mil cargos públicos que estão vagos, à espera de concurso para serem preenchidos.

“A nação brasileira acordou na quarta-feira muito mais pobre, e vai pagar mais uma vez a conta de uma péssima gestão. Temos um Governo que gasta muito, gasta mal e ainda impõe a sua ineficiência ao servidor e à parte da população mais vulnerável, que mais precisa de serviços públicos de qualidade”, expressou Ramos. O deputado do PSB também criticou o presidente Michel Temer pelo aumento nos tributos sobre combustíveis.

Cristina Costa afirma que fala de Ronaldo Silva chamando Lula de ‘ladrão’ pode render um processo por parte da assessoria do ex-presidente

Vereadora de Petrolina, Cristina Costa (PT)/Foto Waldiney Passos

Assegurando estranhar o comportamento do vereador Ronaldo Silva (PSDB), na sessão da Câmara Municipal de Petrolina da última quinta-feira (10), a vereadora Cristina Costa (PT), ratificou  questionar o modo como o edil interferiu em sua fala, sem pedir aparte, quando ela enaltecia a postura do ex-presidente Lula no depoimento ao juiz Sérgio Moro em Curitiba-PR.

Cristina disse respeitar o processo democrático da Casa Plínio Amorim, por entender que no espaço legislativo existem diversos opiniões e projetos partidários. “Eu tenho que respeitar todos os projetos, gostando ou não, que a pessoa defenda este projeto”, relatou.

No entanto, ela informou que a fala de Ronaldo Silva chamando Lula de ‘ladrão’, entre outros adjetivos, pode lhe render um processo por parte da assessoria do ex-presidente. “O que me estranhou não foram as palavras dirigidas ao presidente Lula, por que essa palavra já se encontra de posse da assessoria do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não sou eu que vou botar processo contra A, B ou C, é a assessoria que vai analisar”, disse.

Veja vídeo com a íntegra da fala de Cristina Costa:

Ronaldo Silva repudia atitude de Cristina Costa e diz que ela vai ter que responder na justiça por calúnia e difamação

Vereador de Petrolina, Ronaldo Silva (PSDB)/Foto Waldiney Passos

Em um discurso sereno, mas cheio de rancor, o vereador Ronaldo Silva (PSDB), rechaçou a postura da vereadora Cristina Costa (PT), em ter, após o episódio do último dia 10, quando os dois vereadores divergiram sobre a idoneidade moral do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tentado denegrir a imagem dele nos meios de comunicação da cidade. “A vereadora passou a semana inteira tentando denegrir minha imagem dizendo que eu sou uma pessoa que parte para agredir fisicamente”, assegurou.

Ronaldo reputou as afirmações feitas nos veículos de comunicação como caluniosas, negando inclusive que sejam verdadeiras as acusações que o mesmo seria proprietário de um posto de gasolina em Petrolina.  “A vereadora vai ter que provar perante a justiça se eu sou ladrão, se eu tenho posto de gasolina, é a justiça que vai dizer isso”.

Falso testemunho

O vereador fez uma dura acusação ao afirmar que a vereadora Cristina Costa responde a um processo na Polícia Federal por falso testemunho. “Não é Ronaldo Silva que está dizendo que a vereadora mentiu, quem está dizendo aqui é a justiça federal. Cumpriu o mandato de cesta básica, cumpriu a ordem da justiça para trabalhar dando horas de serviço na comunidade do Gercino Coelho, isso sim que a sociedade tem que saber”, relatou.

Retratação do Sinjope

Silva também criticou a atitude da jornalista Maria Lima, que, segundo o mesmo, distorceu os fatos e induziu o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Pernambuco (SINJOPE) a divulgar uma nota de repúdio contra ele e o companheiro Ronaldo Cancão, quando exercia a função de Assistente de Gabinete da vereadora Cristiana Costa e não a profissão de jornalista. “Ela é funcionária desta Casa, então ela não poderia está aqui exercendo a função de jornalista”, disse.

Veja o vídeo com a íntegra da fala do vereador:

Miguel Coelho afirma que Julio Lossio não está preocupado com o interesse da população

Prefeito de Petrolina Miguel Coelho (PSB)/Foto: Blog Waldiney Passos

Sem papas na língua, o prefeito de Petrolina Miguel Coelho (PSB), foi incisivo ao responder sobre  as provocações do ex-prefeito Julio Lossio que o teria mandado ‘trabalhar ao invés de ficar choramingando’.

Ao ser questionado sobre o assunto, Miguel rebateu. “Primeiro que quem vive de passado é museu, então eu não vou aqui querer polemizar com a pessoa que não tem mais nada para poder colaborar tanto com essa administração, quanto com a cidade. Se eu estivesse choramingando eu estava aqui pedindo desculpas porque iríamos atrasar, eu tô dizendo que a gente vai resolver, então ele precisa definir melhor quais são as palavras e os conceitos que ele usa e acho que ele precisa manter um nível no debato, porque uma pessoa que solta a nota do jeito que soltou, ele não tá preocupado no interesse da população, está querendo polemizar e tá querendo aparecer. Se ele tiver me esperando para isso, ele vá curtir a viagem dele na Inglaterra, porque não vou entrar nisso”, disparou.

Equipe de transição de Lossio se manifesta sobre declarações de comissão de prefeito eleito

Julio Lossio

Comunicado diz que recebeu com surpresa críticas da comissão do prefeito eleito (Foto: arquivo)

A equipe de transição do governo municipal de Petrolina, designada pelo prefeito de Petrolina, Julio Lossio, recebeu com surpresa declarações feitas pela comissão que representa o prefeito eleito no processo transitório. Valendo-se do direito de defesa e resposta, a equipe de Lossio vem a público esclarecer alguns pontos colocados de forma não republicana por membros do governo que se estabelecerá na cidade a partir de 2017.

Prazo de entrega de documentos 

É importante esclarecer que recebeu-se requerimentos, por exemplo, questionando o motivo do pagamento antecipado da folha de novembro; ou a apresentação de processos de contratação de bandas para o São João do Vale dos anos de 2013 a 2016; processos e contratos de fornecimento de materiais e serviços extintos; informação e destinação atual dos saldos de contas bancárias; entre outros; desconexos com o objetivo da transição. A tais requerimentos, elegantemente, a resposta restringiu-se a demonstrar que eles não guardam qualquer pertinência com o processo de transição.

Acompanhamento de processos na Procuradoria Geral do Município

Não há (aliás, nunca houve, em Petrolina) um sistema especifico para essa finalidade em função do elevado custo, mas nunca se deixou subtender que não haveria efetivo controle e acompanhamento dos processos por outros meios e ferramentas de informática disponíveis, além dos sistemas de recorte de publicações. Em resumo, os gestores que se sucederam à frente da Gestão Municipal optaram por não investir em sistema de acompanhamento de processos. No ponto, caberá ao prefeito eleito definir se contratará ou não um sistema informatizado.

 Nova Semente     

O Programa já apresenta resultados positivos nos índices educacionais do Município, aliás, foi abraçado por todos os candidatos a prefeito em 2016. Todas as prestações de conta foram tempestivamente apresentadas para análise dos órgãos competentes, sendo, inclusive, em algumas ocasiões, procedidos ajustes para atendimento aos termos do convênio celebrado com o PETRAPE.

Portal da Transparência     

A atualização requer permanente acompanhamento, porém, não é demais mencionar que, no Ranking da Transparência publicado pelo Ministério Público Federal, Petrolina está entre os 32 (trinta e dois) municípios mais transparentes de Pernambuco.

 Acompanhamento de obras          

Membros da Comissão do prefeito eleito e seus engenheiros não cumpriram integralmente os compromissos agendados para visitação aos canteiros. Apenas uma das obras agendadas para ser visitadas, de reforma da Escola da Cohab VI, encontrava-se fechada por questões afetas à atual gestão, que serão dirimidas até o fim do exercício.

Dinheiro em caixa/ Precatórios

A determinação do atual Prefeito é pelo absoluto cumprimento da legislação pertinente ao encerramento do exercício e do seu mandato, com a peculiar responsabilidade da atual gestão, que teve todas as suas contas, de 2009 a 2014, aprovadas pelo Tribunal de Contas de Pernambuco (2015 ainda não foi apreciada). Situação contrária da que recebeu de seus antecessores as finanças municipais em 2009, com dívidas da ordem de R$ 96,3 milhões (R$ 31 milhões de Previdência; R$ 26 milhões do BNDES; R$ 14,4 milhões da COMPESA; R$ 14 milhões de precatórios; etc.), às quais se somaram importantes valores de precatórios – também decorrentes da gestão 2005/2008 –, em cuja relação, apenas duas empresas (uma empreiteira e um curtume) representam 58%, aproximadamente R$ 30 milhões, da dívida de precatórios consolidada (TJPE, Instrução de Serviço nº 01/2016).

Relevante complementar que, como a totalidade dos municípios brasileiros, Petrolina também passa por dificuldades financeiras, não somente em decorrência da crise econômica do País, mas de dívidas de gestões passadas que impactaram de forma importante as finanças municipais, próximas de R$ 106 milhões, conforme acima demonstrado, a exemplo da dívida com precatórios, que culminaram com recente bloqueio de R$ 2,2 milhões das contas do Município. Mesmo assim, em que pesem todas as dificuldades, serão cumpridas as normas de regência das finanças públicas (LRF e Lei nº 4.320/1964).

Por fim, a Comissão de Transição instituída pelo Prefeito Julio Lossio, mais uma vez, coloca-se à disposição para prestar as informações solicitadas pela Equipe de Transição do Prefeito eleito Miguel Coelho, apenas requerendo que elas sejam condizentes com o processo de transição, fazendo-o de forma civilizada e objetiva, sempre buscando o benefício da população.

Prefeito de Chapecó chama diretores do Inter de “dirigentes pequenos”

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Luciano Buligon criticou a postura em reclamações sobre adiamento da última rodada / Foto: Andres Piscov / AFP / CP

Ainda sob forte emoção, durante o enterro do amigo e presidente da Chapecoense, Sandro Pallaoro, o prefeito de Chapecó, Luciano Buligon (PSD), fez duras críticas à diretoria do Inter, por conta da declaração do vice de futebol, Fernando Carvalho, sobre o clube ser “prejudicado” por adiamento da rodada final. Na partida,  o Inter precisa da vitória e de uma combinação de resultados, para escapar do rebaixamento.

“É muito bom quando um clube grande tem dirigentes grandes. O problema é quando um clube gigante tem dirigentes pequenos. O caso do Atlético Nacional é assim: um clube grande com dirigentes grandes. Diferente do Internacional, que é um clube grande com dirigentes que… Bom, é melhor eu nem falar”, comentou o prefeito.

Desde a tragédia, clubes de todo o mundo se manifestaram em solidariedade a Chapecoense. Times da Série A, inclusive, prometeram emprestar jogadores gratuitamente para o clube se reerguer na próxima temporada.
Com informações do Correio do Povo

Presidente estadual do PSDB ironiza postura do prefeito Julio Lossio na última eleição

antonio-moraes-e-guilhermeEm entrevista a Rádio Jornal Petrolina, nesta terça-feira (29), o presidente do PSDB/PE, deputado estadual Antônio Moraes, não poupou críticas ao prefeito de Petrolina Julio Lossio (PMDB), sobre o rompimento com o vice-prefeito Guilherme Coelho na última eleição.

“Eu acho que o prefeito de Petrolina perdeu uma grande oportunidade de lançar Guilherme candidato a prefeito, esse era o desejo do PSDB, Guilherme tinha todas as condições para administrar Petrolina, o prefeito na época dizia que era filho de Osvaldo e infelizmente não prestigiou o irmão para colocá-lo na disputa da prefeitura e fez com que Guilherme fizesse essa união com Miguel Coelho”, alfinetou.

Bancada de oposição na Alepe afirma que investigação é ameaça ao futuro da Arena Pernambuco

(Foto: Internet)

(Foto: Internet)

Após a notícia da investigação do governador de Pernambuco, Paulo Câmara, pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por irregularidades na construção da Arena Pernambuco, a bancada de oposição da Assembleia Legislativa de Pernambuco emitiu nota afirmando que a “investigação é ameaça ao futuro da Arena Pernambuco”.

Segundo a bancada, a investigação atrapalha o processo de atração de investidores para a Arena, pois dificilmente um grande investidor vai se responsabilizar por um “empreendimento que, além de desequilibrado financeiramente, é investigado pela Polícia Federal e tem sua construção questionada no Supremo Tribunal Federal”.

Confira a nota

A Arena Pernambuco é novamente centro das atenções, desta vez por causa da abertura de investigação no Supremo Tribunal Federal sobre a licitação do empreendimento e suspeitas de superfaturamento na obra. Esse processo, que é desdobramento da Operação Lava-Jato, segundo matéria publicada pela Revista Isto é, apura a responsabilidade das autoridades públicas envolvidas na aprovação e lançamento da licitação do empreendimento.

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Senador Armando Monteiro critica atual gestão do governo de Pernambuco e fala sobre descaso com programa Pacto Pela Vida

(Foto: Internet)

“Na raiz dos problemas de hoje estão ausência de gestão e de comprometimento do governo estadual com as metas”, disse o Senador. (Foto: Internet)

O Senador Armando Monteiro Neto (PTB-PE) criticou a atual gestão do Governo de Pernambuco, liderada pelo governador Paulo Câmara, e afirmou que os principais motivos para o crescimento da violência no Estado de Pernambuco são “ausência de gestão e de comprometimento do governo estadual”.

Segundo o Senador, o programa ‘Pacto Pela Vida’ virou tão somente “propaganda do governo” e o seu idealizador, o sociólogo José Luiz Ratton, já afirmou que o programa “morreu”.

Para Armando Monteiro não há justificativa plausível para explicar a atual situação da segurança pública no estado de Pernambuco, já que, mesmo sendo um problema nacional, estados como Alagoas e Ceará conseguiram diminuir suas taxas de homicídio em 21% e 9%, respectivamente.

Confira:

Em 2015, a cada duas horas um pernambucano foi assassinado: foram quase 3.900 mortes violentas no ano, o que representou um crescimento de 12% em relação ao ano anterior. Aumentaram também, de forma significativa, os assaltos a ônibus, roubos de carro e explosões de caixas eletrônicos. E este ano a escalada de violência continua.

Se é verdade que a segurança pública é um problema em todo o país, também é fato há diferenças importantes entre regiões e mesmo entre Estados. No Nordeste, por exemplo, Alagoas reduziu em 21% a taxa de homicídios, e o Ceará registrou queda de 9% – ao contrário do que aconteceu em Pernambuco.

O que acontece em nosso Estado? Por que o Pacto pela Vida, que foi referência nacional ao reduzir o número de assassinatos em 30% entre 2007 e 2013, agora sofre tal retrocesso?

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“Cobranças no Facebook não têm cunho de crítica à gestão” explica Heitor Leite

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Coronel Heitor Leite, ex-secretário de Educação de Petrolina/Foto:arquivo

O post do ex-secretário de Educação, Cel Heitor Leite, cobrando, através das redes sociais, avanços no atendimento odontológico em Petrolina, onde ele afirma que a cidade “precisa avançar com mais consultas e mais exames para a população nos postos de saúde”, surpreendeu muita gente pelo fato dele ter sido, até pouco tempo, um dos postulantes ao apoio do prefeito Julio Lossio para sucedê-lo na prefeitura.

Em entrevista ao repórter Marco Aurélio, da Rádio Jornal Petrolina, Heitor Leite esclareceu, no entanto, que as postagens não têm objetivo de crítica e sim em chamar a atenção da sociedade para uma reflexão sobre as prioridades na atuação de qualquer gestor.

“Nós temos uma sequência de publicações na página oficial do Facebook tratando de diversos temas, nenhuma das publicações têm qualquer objetivo de criticar a gestão. As postagens abordam as diversas áreas da gestão municipal e tem por objetivo, principalmente, chamar a população a opinar, discutir, refletir onde considera prioridade a atuação de qualquer gestor, não tem objetivo de crítica, mas sim colher opiniões, esse foi o espírito que regeu todas as postagens. Portanto, não há sentido em dizer que ela tem como objetivo fazer crítica, porque não é o caso”, comentou.

Milton Barbosa rebate crítica de ouvinte sobre sua saída da prefeitura de Petrolina

Milton Barbosa

O presidente da Cooperativa de Mototaxistas e Motoboys de Petrolina (Cooper Sindmotos), Milton Barbosa, rebateu na manhã desta quarta-feira (23), em entrevista ao programa Bom dia Vale da rádio Jornal, as críticas do ouvinte Jonas morador do bairro Maria Auxiliadora, relacionadas a uma possível expulsão de Milton, da prefeitura de Petrolina (PE) na gestão Julio Lossio (PMDB).

Milton disse que não foi tirado da prefeitura de Petrolina no ano de 2012, porém afirmou que por motivos pessoais achou melhor sair por conta própria. Inclusive apresentou o documento do seu pedido de desligamento, durante a entrevista. “Ele (Jonas) é desinformado, metido a intelectual, ele diz que o prefeito me tirou do quadro, que eu estava querendo comer dinheiro do prefeito. Eu pedi para me desligar por que não tinha como aceitar com naturalidade o que vinha acontecendo com relação ao profissional mototaxistas”.

O presidente do Sindmotos também esclareceu sua função dentro da prefeitura, “nunca trabalhei a frente da antiga EPTTC hoje AMMPLA. A minha função era identificar alguns pontos negativos e procurar soluciona-los. Mas infelizmente eu fui resolver um problema, que existia, que já era denunciado, que era na casa de apoio e ali naquele momento quando eu fotografei, quando fiz um relatório que passei para o gestor do município, a partir daquele momento, começaram a me ver como uma espécie de ameaça, por essa razão eu comecei a entrar numa linha colisão com aqueles que fazer parte do poder público”, contou Milton.

Presidente da ADPF critica declarações do ministro da Justiça sobre vazamento na PF

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O presidente da Associação Nacional dos Delegados (ADPF), Carlos Eduardo Sobral, criticou as declarações do ministro da Justiça, Eugênio Aragão, que ameaçou afastar de investigações criminais delegados e agentes suspeitos de vazamento de informações sigilosas. Na segunda-feira, a diretoria da associação deverá se reunir para decidir se entra na Justiça com um mandado de segurança para impedir afastamentos preventivos de policiais federais. — Lamentamos profundamente do ministro da Justiça quando ele diz que vai afastar policiais da Lava-Jato (por suspeita de vazamento seletivo de informações). Isso aí é uma interferência nas investigações — disse Sobral.

Numa entrevista à Folha de São Paulo, Aragão diz que determinará o afastamento de policiais suspeitos de vazamentos de informações protegidas por sigilo. Segundo ele, vazamentos podem ocorrer a partir de agentes públicos (policiais, juízes ou procuradores) ou advogados, mas se as suspeitas recaem sobre a polícia, ele não hesitará em substituir toda a equipe de uma determinada investigação.

Para ele, não é aceitável que, num momento de quase conflagração como este, agentes públicos se apropriem de informações sigilosas para insuflar conflitos. O ministro argumenta ainda que policiais federais tem código disciplinar e não podem atuar na clandestinidade com propósitos políticos.

O Estado não pode agir como malandro — disse Aragão.

As declarações do ministro provocaram reação imediata de delegados. Alguns deles passaram a reproduzir às críticas do ministro em grupos no WhatsApp. A associação dos delegados tem se colocado contra Aragão desde a indicação dele para o comando do Ministério da Justiça.

Afastamento preventivo de policiais, antes da conclusão de uma investigação, é pré-julgamento. Isso não é compatível com o estado democrático de direito. Ninguém pode pré-julgar, nem mesmo o ministro da Justiça, aliás, sobretudo o ministro da Justiça — disse Sobral.

Na entrevista, o ministro também criticou delações premiadas de presos. Segundo ele, prisões não podem ser usadas como método para obtenção de acordos de delação. O ministro entende que, colaborações devem ser espontâneas e não induzidas pela força. Se não houver voluntariedade, elas podem perder a validade.

Na medida em que decretamos prisão preventiva e temporária em relação a suspeitos para que venham delatar, essa voluntariedade pode ser colocada em dúvida porque estamos numa situação muito próximas da extorsão. Não quero nem falar em tortura — disse o ministro.

“Falta de gestão e retrato do descaso, marcas do HU de Petrolina, atualmente”, diz Maria Elena

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Na sessão desta terça-feira, 15, na Câmara de Petrolina, a vereadora Maria Elena Alencar, PSB-PE, usou a tribuna da Casa Plínio Amorim para criticar o descaso do Hospital Universitário, mantido pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) que deixou um paciente, um jovem de 17 anos, morrer por falta de atendimento. Ela chamou a atenção do reitor Julianeli Tolentino pelo que chamou de falta de gestão em lidar com situações adversas quando se administra um equipamento da grandeza e importância como é o HU.

“Uma atitude infeliz de quem existe para comandar um serviço para salvar vidas. Como fechar uma emergência de um hospital referência para mais de 50 cidades de estados como PE e BA porque um médico especialista teve que se ausentar e aí a solução é deixar a população sem atendimento e pior, morrer porque não tinha quem atendesse”, questionou a socialista.

Conforme a parlamentar, isso não existe e que se fosse numa unidade de saúde privada, um plano B seria posto em prática para substituir o profissional que não pode atender. “Um plano B tem que existir. Não fechar. Já achei falta de ética profissional se ausentar durante o plantão, mas já que tinha que sair que a direção do hospital providenciasse um substituto imediato. Não fechar. Não se pode optar pelo caminho mais fácil e deixar as pessoas sem atendimento e morrendo. É crime”, atacou a vereadora .

Elena ressalta que falta de gestão, que a decisão foi infeliz e o retrato é de descaso, marcas do HU de Petrolina, atualmente. “Exigimos no alto da tribuna da Casa Plínio Amorim, respeito e providências para que mais pessoas não voltem a morrer à míngua e sim vivam com um serviço digno de saúde. Assim que tem que ser, porque os recursos vêm de impostos que pagamos e não podemos aceitar esse tipo de tratamento com os pacientes que chegam nessa unidade de saúde”, cobrou.

Arena Pernambuco é pauta da Oposição na Alepe

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Na noite da sexta-feira (4), a nota informativa na qual o Governo do Estado comunicou a decisão de romper o contrato com a Odebrecht, para administração da Arena Pernambuco, parece que não foi bem digerida pelos parlamentares que integram a Bancada de oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). “Uma nota seca e superficial, que não dá respostas aos principais questionamentos feitos pela população do Estado”, criticou os opositores.

Os parlamentares da Oposição consideram que a decisão do Governo de Pernambuco não esgota o debate sobre o empreendimento e seus efeitos negativos sobre as contas do Estado de Pernambuco, ressaltam em nota que: “o Executivo precisa explicar porque deixou, sem questionamentos, que uma despesa anual prevista em R$ 6,3 milhões saltasse para R$ 53,7 milhões em 2015, segundo relatório de execução orçamentária da Secretaria da Fazenda. Lembrando que, segundo o mesmo relatório, no ano anterior (2014) foram desembolsados outros R$ 87 milhões”, pontua a nota.

A nota assinada pelo presidente da Bancada da Oposição, deputado Silvio Costa Filho (PTB), enfatiza ainda que “o valor final da obra, estimada inicialmente em R$ 379,2 milhões no contrato de concessão, já teriam saltado para R$ 796 milhões, sem que o Governo do Estado emitisse qualquer posicionamento sobre essa elevação. Muito pelo contrário, apesar de o contrato ter sido questionado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e de estar sob investigação da Polícia Federal, por indícios de superfaturamento, o Governo e seus representantes no Legislativo sempre vieram a público defender a obrigação “moral” de manter os pagamentos pela construção da obra”.

Os opositores acreditam que “é de extrema importância ouvir também a Odebrecht, uma vez que desde o início dos questionamentos a construtora vem mantendo silêncio sobre a polêmica. É preciso ainda esclarecer o que será feito do terreno, de cerca de 240 hectares, doado à construtora para a construção da Cidade de Copa, vendida como a primeira smart city da América Latina. Assim como é necessário explicar quais os motivos que levaram o ex-governador João Lyra Neto a se recusar a assinar a doação do terreno à construtora”, destaca a nota.

Por fim a Bancada de Oposição na Alepe cobra que “os representantes do Governo compareçam à Casa para apresentar as respostas que à sociedade exige e discutir o que fazer, efetivamente, para que a Arena Pernambuco, que embalou o sonho de tantos pernambucanos, não se torne mais um exemplo da falta de planejamento do Poder Público”.

Vereador afirma que SAC Juazeiro não atende as necessidades do povo

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