Pernambuco é o 4º estado mais violento do Brasil, aponta Anuário de Segurança

Pernambuco permanece entre os estados com os índices mais elevados de violência letal no Brasil, segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Em 2024, o estado registrou taxa de 36,2 mortes violentas intencionais (MVI) por 100 mil habitantes e ficou ao lado do Amapá, Bahia, Ceará e Alagoas.

O indicador pernambucano está acima da média nacional, que foi de 20,8 mortes por 100 mil habitantes, a menor desde 2012, e também supera a média da Região Nordeste, que fechou 2024 com 33,8 mortes por 100 mil. Embora o Brasil venha apresentando uma tendência de queda nas mortes violentas desde 2018, essa redução ocorre de forma desigual entre estados e regiões, com o Nordeste concentrando alguns dos principais focos de violência letal do país.

As mortes violentas intencionais englobam homicídios dolosos, feminicídios, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes decorrentes de intervenções policiais. De acordo com o anuário, em Pernambuco, a taxa elevada é resultado de conflitos armados, principalmente em áreas urbanas e periferias, onde disputas entre facções criminosas seguem impactando os indicadores de segurança pública.

Taxa de MVI por 100 mil habitantes em 2024:

Amapá – 45,1
Bahia – 40,6
Ceará – 37,5
Pernambuco – 36,2
Alagoas – 35,4

Entre os dez municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes e maiores taxas de Mortes Violentas Intencionais em 2024, duas cidades pernambucanas figuram no ranking. Cabo de Santo Agostinho ocupa a 5ª posição, com taxa de 73,3 mortes por 100 mil habitantes e 159 vítimas em números absolutos.

Do total de vítimas, apenas quatro mortes decorreram de intervenção policial, o equivalente a 3% das MVI, indicando que a violência letal no município está majoritariamente associada a homicídios e outros crimes intencionais. Logo em seguida, São Lourenço da Mata aparece na 6ª colocação, com taxa de 73,0 e 86 mortes registradas no ano. No município, apenas uma morte foi registrada por intervenção policial, representando 1% do total, uma das menores proporções entre as cidades listadas.

Recorte por regiões

No recorte regional, o Nordeste aparece como a região mais violenta do país em 2024, com taxa 155% superior à do Sudeste, que registrou 13,3 mortes por 100 mil habitantes, a menor de sua série histórica. Estados como Bahia (40,6), Ceará (37,5) e Alagoas (35,4) apresentam números próximos ou superiores aos de Pernambuco, evidenciando um padrão regional de letalidade elevado.

Pernambuco se distancia de estados com menores índices de violência. São Paulo, por exemplo, teve taxa de 8,2 mortes por 100 mil habitantes em 2024, enquanto Santa Catarina manteve índice de 8,5, ambos considerados patamares baixos para os padrões nacionais. Esses estados se beneficiam de dinâmicas distintas do crime organizado e de políticas de segurança mais consolidadas ao longo do tempo. Já na Região Norte, apesar de ainda apresentar taxas elevadas, alguns estados registraram quedas entre 2023 e 2024.

O Amapá, mesmo liderando o ranking nacional com 45,1 mortes por 100 mil habitantes, apresentou a maior redução proporcional do país, com queda de 30,6% no período. Tocantins, Roraima e Sergipe também tiveram recuos superiores a 20%. O Anuário aponta que, no plano nacional, a redução das mortes violentas está associada a fatores como políticas públicas baseadas em evidências, mudanças demográficas e maior controle de armas.

Diario de Pernambuco

Bahia é o estado com maior número de facções no Brasil

Com 17 facções, a Bahia é o estado com o maior número de grupos criminosos do Brasil, seguido de Pernambuco (12) e Mato Grosso do Sul (10). É o que mostra um levantamento feito pelo jornal O Globo, publicado neste domingo, 10. A pesquisa coletou dados junto a fontes das secretarias de Segurança Pública, Administração Penitenciária e Ministérios Públicos de todos os estados, e contabilizou que 64 facções estão atuando no Brasil atualmente.

Entre os grupos mencionados pelas autoridades, 12 têm presença em mais de um estado, e os outros 52 são, até onde se sabe, organizações locais. Há duas delas, contudo, com presença efetivamente nacional. O Primeiro Comando da Capital (PCC) está em 25 unidades da federação, enquanto os fluminenses do Comando Vermelho (CV) se encontram em 26. Os grupos só não estão, ainda, no Rio Grande do Sul. O crime gaúcho gerou suas próprias facções interestaduais: Bala na Cara (BNC) e Os Manos.

Importação
Enquanto Bahia e Pernambuco têm um cenário fragmentado, com muitas facções locais disputando espaço, o território sul-mato-grossense é o maior “importador” de facções de outros estados. A rota do narcotráfico que passa pela fronteira com o Paraguai e a Bolívia estimulou nove das 12 facções interestaduais a criarem núcleos de atuação ali.

Apesar de o PCC já ter presença internacional, as autoridades brasileiras quase não encontram núcleos grandes de facções estrangeiras no país. A única exceção é no estado de Roraima, onde o grupo venezuelano Tren de Aragua possui membros. O estado que mais “exporta” facções nacionalmente é o Rio de Janeiro, que além do CV tem duas organizações com atuação interestadual: o Terceiro Comando Puro (TCP) e os Amigos dos Amigos (ADA).

É difícil dizer se o número de facções está diminuindo ou crescendo no país, sobretudo quando se trata dos grupos menores, porque não há critério oficial para diferenciar uma facção criminosa de uma gangue com atuação circunstancial.

A Tarde

Brasil é o sétimo em ranking de crescimento econômico com 40 países

O Brasil ocupa a sétima posição no ranking de 40 países que apresentaram dados de crescimento econômico referente a 2024. A listagem é elaborada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), conhecida como clube dos países ricos, por reunir nações com as economias mais avançadas do mundo. Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%, conforme divulgou nesta sexta-feira (7) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Países
A OCDE tem 38 países, e o Brasil não está entre os membros efetivos, mas iniciou processo de adesão. A organização lista informações sobre o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB – conjunto de bens e serviços produzidos no país) de 39 países, entre eles os não membros Brasil, China, Índia, Indonésia, Arábia Saudita e África do Sul. A Agência Brasil acrescentou o dado da Rússia, que cresceu 4,1% em 2024. Chile, Grécia, Luxemburgo e Nova Zelândia fazem parte da OCDE, mas não foram listados pois ainda não terem divulgado dados relativos a 2024.

Comparação
País mais populoso do mundo, com mais de 1,4 bilhão de habitantes, a Índia lidera o ranking de crescimento, com taxa anual de 6,7%. Em seguida aparecem China e Indonésia, ambos com expansão de 5%. O primeiro país das Américas a figurar no ranking é a Costa Rica, que cresceu 4,3% em 2024. Os Estados Unidos, maior economia do mundo, têm a 11ª maior alta (2,8%).

O salto do PIB do Brasil foi superior à média dos países da OCDE, da União Europeia e do Grupo dos 7 (G7, países mais industrializados do mundo: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido). Já entre os primeiros países a formarem o Brics (grupo de nações emergentes: Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul), o Brasil fica na frente apenas da África do Sul. Cinco países apresentam queda no PIB, incluindo a Alemanha (-0,2%), maior economia da Europa.

Confira o ranking:
1) Índia: 6,7% ; 2) Indonésia: 5% ; 3) China: 5% ; 4) Costa Rica: 4,3% ; 5) Rússia: 4,1% ; 6) Dinamarca: 3,6% ; 7) Brasil: 3,4% ; 8) Espanha: 3,2% ; 9) Turquia: 3,2% ; 10) Polônia: 2,9% ; 11) Estados Unidos: 2,8% ; 12) Lituânia: 2,7% ; 13) Noruega: 2,1% ; 14) Eslováquia: 2% ; 15) Coreia: 2% ; 16) Portugal: 1,9% ; 17) Colômbia: 1,7% ; 18) Eslovênia: 1,6% ; 19) Canadá: 1,5% ; 20) México: 1,5% ; 21) Suíça: 1,3% ; 22) Arábia Saudita: 1,3% ; 23) França: 1,2% ; 24) República Tcheca: 1,1% ; 25) Austrália: 1,1% ; 26) Bélgica: 1% ; 27) Suécia: 1% ; 28) Países Baixos: 0,9% ; 29) Reino Unido: 0,9% ; 30) Itália: 0,7% ; 31) África do Sul: 0,6% ; 32) Hungria: 0,5% ; 33) Islândia: 0,5% ; 34) Israel: 0,1% ; 35) Japão: 0,1% ; 36) Finlândia: -0,2% ; 37) Alemanha: -0,2% ; 38) Estônia: -0,3% ; 39) Letônia: -0,4% ; 40) Áustria: -1,2%

Comparação com grupo de países:
Brasil: 3,4%; G7: 1,7%; OCDE: 1,7%; União Europeia (27 países): 1%; Zona do Euro (20 países): 0,9%.

Agência Brasil

Brasil na sua pior colocação da história em ranking de corrupção

Falta de diálogo do governo federal com outros países e investigados por corrupção em cargos importantes foram fatores decisivos para posição

O Brasil ficou na 107.ª posição na edição de 2024 do Índice de Percepção da Corrupção (IPC), da Transparência Internacional, empatado com Argélia, Malauí, Nepal, Níger, Tailândia e Turquia. É a pior colocação do País na série histórica, iniciada em 2012.

De acordo com o relatório da entidade lançado junto com o ranking, o decréscimo da nota do Brasil se deveu a fatores como o silêncio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a pauta anticorrupção e a manutenção do ministro das Comunicações, Juscelino Filho, no cargo mesmo após ser indiciado pela Polícia Federal por corrupção passiva, fraude em licitação e organização criminosa. O caso foi revelado pelo Estadão em janeiro de 2023.

IPC

Desde 1995, o IPC avalia 180 países e territórios e atribui notas entre 0 e 100 para medir o nível de integridade das nações com base em dados que trazem a percepção de acadêmicos, juristas, empresários e especialistas acerca do nível de corrupção no setor público. Os melhores resultados desta edição vieram de Dinamarca (90 pontos), Finlândia (88), Cingapura (84) e Nova Zelândia (83).

Em 2014, o Brasil chegou a figurar na 69.ª posição, ao lado de Bulgária, Grécia, Itália, Romênia e Senegal. Agora, com 34 pontos, o País demonstrou piora que o colocou abaixo da média de seus pares regionais, de 42 pontos, e da média global, de 43 pontos. Aproximou-se, assim, do grupo de países de regimes antidemocráticos, a exemplo da Turquia, que teve a mesma pontuação.

Enfraquecimento

No grupo do G-20, o Brasil ficou à frente de apenas dois países: México e Rússia. O relatório cita pontos de enfraquecimento do combate à corrupção como a renegociação dos acordos de leniência da Operação Lava Jato, em que réus se comprometeram a pagar multas bilionárias para ressarcir danos causados por desvios.

Também menciona a retomada da influência no governo de empresários que confessaram ilícitos. Os irmãos Joesley e Wesley Batista, donos do Grupo J&F, são citados. Em maio do ano passado, eles chegaram a participar de uma reunião no Palácio do Planalto na presença de Lula.

O documento lembrou ainda as decisões do ministro Dias Toffolli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que anularam sanções previstas em acordos de leniência. Foram beneficiadas a empreiteira Novonor (antiga Odebrecht), que se livrou do compromisso de pagar R$ 8,5 bilhões, e a J&F, que teve sua multa de R$ 10,3 bilhões anulada.

Há também menção a “episódios reiterados de conflito de interesse de magistrados, principalmente em julgamentos envolvendo bancas de advogados de parentes e em eventos cada vez mais frequentes de lobby judicial”.

Lobistas

No ano passado, investigações apontaram a atuação de lobistas e advogados em tribunais para a compra de sentenças judiciais. O caso chegou a lançar suspeitas sobre ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O relatório criticou ainda o que chamou de “institucionalização da corrupção em larga escala” mediante a persistência da distribuição de recursos via emendas parlamentares sem transparência e rastreabilidade mesmo após decisões do STF que consideraram esse mecanismo inconstitucional.

Apesar de o Brasil ter piorado no cômputo geral, a Transparência reconhece que houve avanços na agenda anticorrupção, como a decisão do STF que proibiu emendas parlamentares sem transparência e rastreabilidade. O Plano de Integridade e Combate à Corrupção lançado pela Controladoria-Geral da União (CGU) foi lembrado, assim como esforços de fiscalização que culminaram na queda do desmatamento e na redução da exploração ilegal do ouro.

‘Conversa de boteco’

O ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinícius Marques de Carvalho, contestou o resultado do Índice de Percepção da Corrupção (IPC), divulgado pela Transparência Internacional ontem, que coloca o Brasil na pior posição da série histórica, iniciada no ano de 2012. Para o chefe do órgão, a metodologia da pesquisa se compara a uma “conversa de boteco”

Em entrevista à GloboNews, o ministro questionou o resultado, que mostra que uma das causas para a percepção da corrupção ter aumentado foi o silêncio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação à pauta anticorrupção. “A Transparência Internacional dizer que a percepção da população sobre corrupção aumenta porque o presidente não fala disso? De onde tiraram? O que tem de sério? É uma correlação, não tem causalidade, não tem nada, é conversa de boteco”, declarou Carvalho.

Ainda segundo o titular da CGU, a pesquisa da entidade não ouviu a população e servidores públicos, se baseando somente na opinião de empresários e executivos. Para Carvalho, trata-se de uma “pesquisa de opinião”.

Em nota publicada na manhã de ontem, a CGU “alertou” para “limitações metodológicas” do índice divulgado.

TSE divulga ranking dos partidos que conquistaram mais prefeituras nas últimas eleições

Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revelam o panorama dos partidos que mais elegeram prefeitos nas últimas eleições municipais, realizadas em 2020.

O Movimento Democrático Brasileiro (MDB) liderou o ranking, conquistando 772 prefeituras em todo o país. Esse desempenho consolidou o MDB com maior presença nas administrações municipais. Emanuel Pessoa, advogado especializado em Direito Societário, destaca a importância estratégica dessas eleições. “Mesmo que a eleição municipal seja centrada na realidade local, os prefeitos e vereadores são uma formidável força política para impulsionar as candidaturas estaduais e nacionais.”

O segundo lugar ficou com o Progressistas (PP), que elegeu 680 prefeitos, seguido de perto pelo Partido Social Democrático (PSD), com 649 prefeitos eleitos. Estas três legendas mostraram força na disputa eleitoral, refletindo suas bases bem estruturadas em diversas regiões do Brasil.

O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e o Democratas (DEM) também se destacaram, com 512 e 459 prefeitos eleitos, respectivamente. Outros partidos que figuraram entre os 10 primeiros foram o Partido Liberal (PL), com 345 prefeitos, e o Partido Democrático Trabalhista (PDT), que conquistou 311 prefeituras.

O advogado Emanuel Pessoa comentou sobre a estratégia do PL para as próximas eleições. “Em 2023, o PL afirmou que pretende fazer mil prefeituras neste ano, número extremamente elevado, mas que é factível em razão da intensa polarização política e de uma inclinação mais à direita do eleitorado no Sudeste e Sul.”

Em termos regionais, a liderança das eleições variou conforme a área do país. O MDB dominou no Sul e no Norte, enquanto o PP foi o partido com mais prefeitos eleitos no Nordeste. No Sudeste, o PSDB ficou em primeiro e o DEM liderou no Centro-Oeste.

Emanuel Pessoa explica que as eleições para prefeito estão mais ligadas a problemas locais do que a questões nacionais. “Como a eleição para prefeito se relaciona muito mais a problemas locais do que a reflexos de questões nacionais, é comum coligações partidárias de inimigos em Brasília. Na expectativa de eleger vereadores, que são os verdadeiros decisores de para onde vai o dinheiro dos municípios ao fixarem os orçamentos,  os partidos buscam os candidatos que tenham mais chances de se eleger, independentemente da agremiação partidária. Assim, é comum que o partido do governador ou de seus aliados tenham melhores resultados no pleito municipal.”

A análise dos dados de 2020 oferece um panorama claro das dinâmicas políticas que moldaram o resultado eleitoral e aponta tendências importantes para as próximas disputas municipais no Brasil.

Brasil 61

Brasil é o 3º país onde a população mais teme perder o emprego

O Brasil ocupa a terceira posição no ranking mundial de países onde a população mais teme perder o emprego, de acordo com um estudo divulgado pela plataforma de descontos online CupomValido.com.br. Com mais de 60% dos brasileiros expressando esse medo, o país supera a média global de 37%.

Apenas México e Índia superam o Brasil no ranking, com 61% e 70% da população temendo a perda do emprego, respectivamente.

O estudo também revelou que 53% dos brasileiros considerariam deixar um emprego que os impedisse de aproveitar a vida. Além disso, 31% já deixaram um emprego por falta de flexibilidade. No entanto, apesar da alta rotatividade, 44% dos brasileiros não estão confiantes de que conseguiriam um novo emprego rapidamente se fossem demitidos.

Quanto à aposentadoria, 70% dos brasileiros acreditam que poderão se aposentar antes dos 65 anos, um número significativamente maior que a média mundial de 51%. No entanto, à medida que se aproximam da aposentadoria, esse número muda, com 57% informando que não conseguirão se aposentar, principalmente devido à sua situação financeira.

JC Online

Petrolina é eleita melhor cidade para se viver no Nordeste

Nessa terça-feira (09), a revista Exame publicou um ranking com as melhores para se viver no Brasil. No Nordeste, Petrolina aparece na frente de todos os municípios, inclusive as capitais. O levantamento avalia 15 indicadores de quatro segmentos estratégicos: educação, segurança, saúde e saneamento/sustentabilidade.

Nas redes sociais, o prefeito Miguel Coelho comemorou o destaque da cidade no Nordeste. “Para nossa alegria e emoção, a melhor cidade do Nordeste brasileiro é qual? É a nossa querida e linda Petrolina”, disse.

O gestor ressaltou que a cidade está entre as 50 melhores para se viver no país. “O nosso desafio e compromisso é continuar trabalhando para fazer de Petrolina uma cidade cada vez mais forte”, afirmou.

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Levantamento aponta Petrolina como melhor cidade do Nordeste em ranking de gestão pública

(Foto: Jonas Santos)

Um estudo intitulado Índice dos Desafios  da Gestão Municipal (IDGM), publicado recentemente pela empresa de consultoria Macroplan, aponta Petrolina em primeiro lugar em gestão pública, no ranking das cidades do Nordeste.

Esta é a quarta vez que a instituição promove o levantamento que avalia os melhores indicadores de educação, saúde, segurança, saneamento e sustentabilidade das grandes cidades do Brasil.

O estudo avalia os 100 municípios com maior população do País, utilizando 15 indicadores de gestão pública. São considerados, entre outros, serviços como atenção em saúde básica; matrículas nas creches e escolas; taxa de homicídios, mortalidade no trânsito; e coleta de lixo.

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Hospital Dom Malan/IMIP aparece entre melhores em acomodação de Recém-Nascidos no Brasil

(Foto: Arquivo)

O Hospital Dom Malan/IMIP de Petrolina foi eleito o 6º no país no quesito Acomodação de Recém-Nascidos pelo HospiRank – empresa líder mundial em análises de dados de saúde para América Latina, criada pela Global Health Intelligence (GHI).

O ranking baseia-se em dados concretos que documentam as quantidades de equipamentos básicos instalados, identificando os melhores hospitais de cada país. Com 33 incubadoras, 179 berços aquecidos, 1 aparelho de ultrassom e 213 equipamentos para maternidade, o Dom Malan ficou na frente de hospitais de São Paulo, Piauí, Ceará e Porto Alegre, garantindo o sexto lugar do Brasil no ranking 2019.

Segundo o superintendente da unidade, Etiel Lins, o hospital merece o reconhecimento. “É com orgulho e satisfação que a gente recebe mais essa notícia positiva neste começo de semana. O Dom Malan é o hospital mais antigo de Petrolina no auge dos seus 88 anos e merece esse reconhecimento”, disse.

Pela primeira vez, Petrolina atinge nível desejado e sobe 75 posições no ranking de transparência do TCE

(Foto: ASCOM)

A Prefeitura de Petrolina atingiu o nível máximo pela primeira vez desde que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) promove o rankeamento dos municípios de Pernambuco em transparência das finanças e ações públicas. A cidade sertaneja deu um salto, saindo da 86ª posição para a 11ª colocação entre todas as prefeituras pernambucanas. O resultado foi divulgado na última semana pelo TCE.

Com 317 pontos, a Prefeitura de Petrolina atingiu 91% da pontuação máxima do ranking do Tribunal de Contas (348). Para alcançar esse nível de excelência, a gestão municipal investiu na modernização do portal de notícias e conteúdos institucionais; ampliou as redes sociais de comunicação; aperfeiçoou o trabalho da Ouvidoria; deu aos processos administrativos mais eficiência para deixar transparente à sociedade os atos, contratos, finanças entre outros dados.

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Pelo segundo mês seguido, pequenos negócios baianos lideram geração de empregos no Nordeste

(Foto: Ilustração)

Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em fevereiro, as micro e pequenas empresas baianas foram responsáveis pela criação de 4.425 novos postos de trabalho. Esse é o segundo mês consecutivo que o estado lidera a geração de empregos, pelos pequenos negócios, na região Nordeste. No cenário nacional, a Bahia ocupa o sexto lugar.

De acordo com o levantamento feito pelo Caged, o setor de serviços foi o que mais gerou empregos em fevereiro, na Bahia, com 2.468 vagas, seguido de construção (658), comércio (584) e agropecuária (296).

Em todo o Brasil, as micro e pequenas empresas somaram a geração de 125,2 mil novos postos de trabalho, o que representa 72,3% do total de empregos criados no país em fevereiro.

Brasil cai para 27º lugar entre os maiores exportadores do mundo

(Foto: Divulgação/Portal Governo Brasil)

O Brasil caiu da 26ª posição para o 27º lugar entre os maiores exportadores do mundo, em 2018, segundo relatório anual divulgado hoje (2) pela Organização Mundial do Comércio (OMC). Entretanto, houve aumento de 10% nas vendas em comparação a 2017.

No ano passado, as exportações chegaram a US$ 239,5 bilhões, com aumento de 9,6%. As importações cresceram 19,7% ao totalizarem US$ 181,2 bilhões. O saldo da balança comercial em 2018 ficou em US$ 58,3 bilhões.

O 26º lugar foi assumido pelo Vietnã. O primeiro lugar no ranking é da China, seguida por Estados Unidos e Alemanha. O último lugar é da Indonésia, em 30º lugar.

Comércio mundial

Segundo dados preliminares da OMC, o comércio mundial cresceu 3%, em 2018, abaixo do previsto em setembro pela organização (3,9%). O resultado menor que o esperado é explicado principalmente por piora no comércio mundial, no quarto trimestre.

Para 2019, a previsão é crescimento de 2,6% no comércio mundial, em linha com a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, de 2,6%. Em 2020, o comércio mundial deve atingir crescimento de 3%, com previsão para o PIB em 2,6%.

Fonte: Agência Brasil

Investimentos em segurança pública colocam Petrolina entre as cinco cidades mais pacíficas de Pernambuco

(Foto: Ascom)

Petrolina está entre as cinco cidades mais pacíficas do estado. A informação é do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) que divulgou o ranking do projeto Cidade Pacífica, que destaca os municípios que mais avançaram em medidas que reduzem a criminalidade e aumentam a sensação de segurança entre os cidadãos em 2018. Foi exatamente no ano passado que a nova dinâmica da segurança pública municipal se consolidou, a partir dos investimentos realizados na área pela Prefeitura de Petrolina.

Com a implantação da Ronda Ostensiva Municipal (ROMU), em novembro de 2017, a Guarda Civil de Petrolina passou a atuar de maneira mais eficaz no combate à criminalidade. Em 2018, a Guarda Civil registrou 4.509 ocorrências e esteve envolvida em 3.279 atividades, a exemplo de eventos comunitários e operações conjuntas com as Polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal.

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Feira de Santana e Vitória da Conquista aparecem entre as 20 cidades mais violentas do mundo

Feira de Santana é a 19ª cidade mais perigosa do mundo. (Foto: Internet)

Segundo ranking divulgado pela organização de sociedade civil mexicana Segurança, Justiça e Paz – que faz o levantamento anualmente das cidades mais violentas do mundo com base em taxas de homicídios por 100 mil habitantes –, Feira de Santana e Vitória da Conquista, ambas na Bahia aparecem entre as 20 cidades mais violentas do mundo. O Brasil é o país com o maior número de cidades entre as 50 áreas urbanas mais violentas.

Vitória da Conquista aparece na 11ª colocação com uma taxa de 70,26 homicídios a cada mil habitantes. Feira de Santana é a 19ª cidade mais perigosa do mundo com uma taxa de 58,81. A capital Salvador é a 25ª no ranking, com 51,58, três posições a menos que a capital pernambucana. Recife aparece em 22º com 54,96.

A Segurança, Justiça e Paz diz que elabora o ranking com “o objetivo político cidadão de chamar atenção à violência nas cidades, sobretudo na América Latina, para que governantes se vejam pressionados a cumprir com seu dever de proteger os governados e garantir seu direito à segurança pública”.

A organização usa como critério a taxa de homicídios por 100 mil habitantes oficial em cidades de 300 mil habitantes ou mais, além de fontes jornalísticas e informes de ONGs e organismos internacionais.

Brasil com 17 cidades entre as 50 mais violentas

São 17 cidades brasileiras com mais de 300 mil habitantes listadas no ranking, que é encabeçado pela mexicana Los Cabos (com 111,33 homicídios por 100 mil habitantes em 2017) e pela capital venezuelana, Caracas (111,19).

Natal (RN) aparece em quarto lugar, com 102,56 homicídios por 100 mil habitantes – para se ter uma ideia, a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera uma taxa acima de 10 homicídios por 100 mil habitantes como característica de violência epidêmica.

Pernambuco é o 8º pior no ranking de estradas do Dnit

O levantamento leva em conta a ocorrência e a frequência de defeitos no pavimento. (Foto: Internet)

Após rodar por mais de 52 mil quilômetros de estradas pavimentadas, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) concluiu que 67,5% das rodovias federais brasileiras estão em bom estado de conservação.

Em Pernambuco, no entanto, este número é de 59%. O Estado tem o oitavo pior Índice de Condição da Manutenção (ICM) do País, ficando atrás de estados como Tocantins, Roraima e Paraíba. O levantamento leva em conta a ocorrência e a frequência de defeitos no pavimento, além de critérios de conservação como a sinalização, a drenagem e altura da vegetação que beira as BRs.

É uma avaliação feita quilômetro a quilômetro, com a ajuda de satélites e aplicativos, que indicou condições ruins e péssimas em 15% das rodovias federais que cortam Pernambuco. Outros 26% da malha rodoviária foram considerados regulares no Estado.

“Consideramos deficientes as rodovias de avaliação péssima, ruim e regular. Então, o número de rodovias deficientes não é pequeno”, avaliou o professor de engenharia civil de estradas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Maurício Pina, dizendo que os números apresentados pelo Dnit não são muito diferentes da última pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), de novembro de 2016. No relatório, que também inclui rodovias estaduais, 52,9% das rodovias pernambucanas foram consideradas ótimas; 6,8%, boas; 33,1%, regulares; e 0,7%, péssima.

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