Salgueiro teve crescimento de 4,4% no estoque de trabalhadores com carteira assinada em 2025

O município de Salgueiro registrou tendência de crescimento do mercado formal de trabalho em 2025. Ao longo do ano, o estoque de pessoas trabalhando com carteira assinada teve um aumento de 4,4%, subindo de 7.092 no início do ano para 7.401 vínculos ao término. Segundo dados do Novo Caged, ao longo do ano Salgueiro criou 309 vagas de empregos formais, o que indica um crescimento consistente no mercado de trabalho da maior cidade do Sertão Central.

Informações consolidadas do Caged mostram que os setores que mais empregaram em 2025 foram Serviços, Construção e Indústria, fazendo o município terminar o ano com saldo positivo. Apesar de algumas oscilações no primeiro trimestre em relação ao estoque de trabalhadores atuando pelo regime CLT, Salgueiro apresentou um crescimento sólido a partir do segundo trimestre, registrando sucessivos aumentos no número de trabalhos formais, até alcançar 7.401 em dezembro (maior nível já computado pelo cadastro).

O desempenho indica fortalecimento gradual do mercado formal durante o ano, com destaque para o resultado registrado no segundo semestre. O aumento do estoque em 2025 reforça a trajetória positiva dos empregos com carteira assinada no município em médio prazo, ressaltando o protagonismo de Salgueiro no Sertão Central, como polo regional de serviços, comércio e atividades públicas, o que confere maior resiliência ao seu mercado de trabalho.

Ascom

Recife fecha outubro como a capital que mais criou empregos no Nordeste

O Recife fechou o mês de outubro como a capital nordestina com maior saldo de empregos formais. De acordo com dados do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, a capital pernambucana registrou 4.039 novas vagas com carteira assinada, o que representa 38,11% de todo o saldo positivo de Pernambuco no período.

Com esse desempenho, o Recife também alcançou posição de destaque no cenário nacional, figurando como a quarta capital que mais gerou empregos no Brasil, atrás apenas de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro.

LEIA MAIS

Emprego dispara em Pernambuco: número de vagas dobra em relação ao ano passado

Pernambuco registrou um dos melhores desempenhos do Brasil na geração de empregos em outubro de dois mil e vinte e cinco. Segundo o Novo Caged, o estado criou 10.596 vagas com carteira assinada no mês, mais que o dobro do registrado no mesmo período do ano passado.

Com esse resultado, Pernambuco já soma 72.210 empregos formais gerados em 2025, número superior ao acumulado de dois mil e vinte e quatro, que foi de 67.797 vagas.

LEIA MAIS

Ministro do Trabalho diz que criação de empregos formais de janeiro a julho supera o total de 2023

A geração de vagas formais de trabalho no acumulado de janeiro a julho já superou o número registrado em todo o ano passado, afirmou nesta segunda-feira o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.

O ministro aproveitou para criticar o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto. Campos Neto tem dito que o mercado de trabalho aquecido preocupa por causa de seu efeito sobre a inflação. Marinho evitou revelar o número exato do saldo positivo entre demissões e a admissões, registrados no Caged, cadastro do ministério.

Os números serão formalmente divulgados na quarta-feira, segundo o ministro, que deu discurso na abertura de um seminário na sede do BNDES, no Rio. Em 2023, o Caged registrou a abertura de 1,483 milhão de postos, uma queda de 27% em relação ao saldo positivo de 2022.

No primeiro semestre deste ano, o saldo positivo ficou em 1,3 milhão, ou seja, é possível inferir que, em julho, foram geradas, pelo menos, em torno de 183 mil vagas, o necessário para superar o registrado em 2023.

Agência O Globo

Brasil gera 278 mil empregos formais em setembro

(Foto: Internet)

O Brasil gerou 278.085 postos de trabalho em setembro, resultado de 1.926.572 admissões e de 1.648.487 desligamentos de empregos com carteira assinada. No acumulado deste ano, o saldo é de 2.147.600 novos trabalhadores no mercado formal. Os dados são do Ministério do Trabalho e Previdência, que divulgou hoje (26) as Estatísticas Mensais do Emprego Formal, o Novo Caged.

O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, chegou a 42.825.955 em setembro, o que representa um aumento de 0,65% em relação ao mês anterior.

No mês passado, o saldo de empregos foi positivo nos cinco grupamentos de atividades econômicas: serviços, com a criação de 122.562 postos distribuídos principalmente nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas; comércio, saldo positivo de 57.974 postos; indústria, com 56.909 novos postos, concentrado na indústria de transformação; construção, mais 31.166 postos de trabalho gerados; e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, que criou 9.474 empregos.

Salário

Em todo o país, o salário médio de admissão em setembro foi de R$ 1.931,13. Comparado ao mês anterior, houve decréscimo real de R$ 12,47 no salário médio de admissão, uma variação negativa de 0,64%.

O ministro do Trabalho e Previdência, José Carlos Oliveira, disse que o segmento da indústria continua crescendo, apesar de ter caído para a terceira colocação na geração de empregos no mês. “Quando a gente fala de aumento de número de postos de trabalho na indústria isso também quer dizer que, inevitavelmente, no médio prazo, a média salarial do brasileiro vai aumentar, porque a qualificação para se encaixar no trabalho na indústria é um pouco maior e gera maiores salários”, explicou.

Por região

Todas as regiões do país tiveram saldo positivo na geração de emprego no mês passado, sendo que houve aumento de trabalho formal nas 27 unidades da federação.

m termos relativos, dos estados com maior variação na criação de empregos em relação ao estoque do mês anterior são Alagoas, com a abertura de 15.625 postos, aumento de 4,16%; Sergipe, que criou 5.131 vagas (1,78%); e Pernambuco, com saldo positivo de 20.528 postos (1,55%).

Os estados com menor variação relativa de empregos em setembro, em relação a agosto, são Rio de Janeiro, que criou 15.382 postos, aumento de 0,45%; Paraná, com saldo positivo de 12.920, alta de 0,44%; e Rio Grande do Sul, que encerrou o mês passado com mais 10.254 postos de trabalho formal, crescimento de apenas 0,39%.

Em termos absolutos, as unidades da federação com maior saldo no mês passado foram São Paulo, com 61.167 postos (0,46%); Minas Gerais, com 23.723 vagas criadas (0,53%); e Pernambuco, com a geração de 20.528 postos (1,55%). Já os estados com menor saldo absoluto foram Roraima, com 1.069 postos (1,55%); Acre, com 752 novas vagas (0,81%); e Amapá, que gerou 739 colocações (0,97%).

As estatísticas completas do Novo Caged estão disponíveis na página do Ministério do Trabalho e Previdência.

Juazeiro se destaca na geração de emprego, aponta Caged

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de agosto indicam que Juazeiro (BA) é o terceiro município do estado na geração de emprego. A cidade da região Norte fica atrás apenas da capital Salvador e de Feira de Santana.

Os incentivos fiscais dados pela gestão municipal para atrair o aporte de novas empresas; a geração de energia a partir de fontes renováveis e o setor do agronegócio são alguns dos setores que contribuem para esse crescimento.

LEIA MAIS

Pernambuco se destaca na geração de empregos no Nordeste

(Foto: Internet)

O levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) aponta uma geração 4.798 empregos no mês de abril, em Pernambuco. Este número coloca o estado entre os que mais criaram postos de trabalho no país. Os dados foram divulgadas na quarta-feira e mostram Pernambuco em segundo lugar no Nordeste.

A nível nacional, o estado está em sétimo do Brasil, no saldo entre admissões e demissões. De acordo com o Caged, o balanço do País também foi positivo, com a geração de 120.935 empregos. No quadro geral, 22 Estados e o Distrito Federal apresentaram um crescimento do número de admissões.

As exceções foram Amapá, Alagoas, Sergipe e Rio Grande do Norte. Estes tiveram diminuição na quantidade de postos de trabalho, de acordo com o levantamento.

Bahia e Pernambuco lideram

No Nordeste, Pernambuco ficou atrás apenas da Bahia na geração de empregos em abril. Considerando o ranking nacional, os sete primeiros colocados foram São Paulo (30.174), Minas Gerais (13.942), Santa Catarina (11.127), Goiás (11.018), Paraná (10.019), Bahia (9.207) e Pernambuco (4.798).

Brasil fecha janeiro com saldo de 260.353 empregos formais

(Foto: Sérgio Lima/Poder 360)

O Brasil fechou o mês de janeiro de 2021 com um saldo de 260.353 empregos formais, segundo balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apresentado nesta terça-feira (16) pelo Ministério da Economia. O saldo é o melhor da série histórica para o mês de janeiro e é resultado de 1.527.083 admissões e 1.266.730 desligamentos.

O numero também é maior do que o registrado em dezembro de 2020, quando a geração de empregos ficou em 142.690 postos de trabalho.

LEIA MAIS

Bahia tem saldo de 9.420 empregos em agosto, melhor resultado do ano

(Foto: Sérgio Lima/Poder 360)

A Bahia registou saldo positivo de 9.420 postos de trabalho no último mês de agosto. O crescimento foi resultado do total de 43.764 admissões e 34.344 desligamentos. Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) e foram analisados pelo Observatório do Trabalho da Bahia.

“Agosto apresentou o melhor resultado do saldo de empregos da Bahia, em 2020. A análise da evolução mensal do mercado de trabalho mostra a recuperação gradual da economia do estado, com a flexibilização progressiva das medidas de isolamento social”, destaca o secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Davidson Magalhães.

LEIA MAIS

Brasil criou 644 mil novas vagas de trabalho em 2019, aponta pesquisa do Caged

(Foto: Internet)

O Brasil registrou a criação de 644 mil vagas de emprego formal no ano passado, 21,63% a mais que o registrado em 2018. De acordo com o Ministério da Economia, é o maior saldo de emprego com carteira assinada em números absolutos desde 2013. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados hoje (24), mostram que o estoque de empregos formais chegou a 39 milhões de vínculos. Em 2018, esse número tinha ficado em 38,4 milhões.

Todos os oitos setores da economia registraram saldo positivo no último ano. O destaque ficou com o setor de serviços, responsável pela geração de 382,5 mil postos. No comércio, foram 145,4 mil novas vagas e na construção civil, 71,1 mil. O menor desempenho foi o da administração pública, com 822 novas vagas.

LEIA MAIS

Segundo Caged, Juazeiro mantém liderança na geração de empregos em toda a Bahia

Juazeiro (BA).

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados/Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgado na quarta-feira, 27, coloca mais uma vez Juazeiro como o município que mais gerou empregos na Bahia, com saldo positivo de 4.273 empregos de carteira assinada, com destaques para a agricultura (1.757), a indústria (1.510) e serviços (1.127).

O prefeito Paulo Bomfim comemorou mais um ano em que Juazeiro é destaque na geração de emprego. “Essa é a confirmação do crescente desenvolvimento econômico do município apesar da crise financeira pela qual passa o Brasil. Isso é fruto de planejamento, atração de novos investimentos, parcerias públicas e privadas, além de muito trabalho e compromisso em melhorar a vida dos juazeirenses”, disse.

LEIA MAIS

Petrolina continua sendo destaque na geração de emprego, aponta Caged

Petrolina continua sendo destaque na geração de emprego em 2019. O balanço mais recente do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) aponta que, entre janeiro e outubro desse ano, o município manteve o primeiro lugar em Pernambuco.

Nos primeiros 10 meses do ano o saldo de Petrolina foi de 5.650 novas oportunidades de trabalho, mais da metade do saldo total de Pernambuco no mesmo período (10.014 vagas). Para o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Petrolina, Emicio Júnior, a cidade tem sido atrativa aos empresários.

“Além de todo trabalho da gestão municipal, que vem se destacando pelo volume de obras e, consequentemente na geração de empregos, Petrolina é uma cidade atrativa para empresários, que se sentem seguros em fazer grandes investimentos aqui, devido ao potencial econômico proporcionado, em grande parte, pela fruticultura irrigada. Isso mostra que estamos trabalhando no caminho certo”, destaca.

Petrolina ficou a frente da capital Recife, com quase o dobro de vagas criadas (2.804). Aliança (1.027) ficou em terceiro no ranking.

Petrolina supera Recife e é líder na geração de emprego em Pernambuco

Petrolina segue se destacando na geração de emprego. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) a cidade segue líder na geração de empregos em Pernambuco nesse ano.

Entre janeiro e setembro de 2019 o município registrou o saldo de 5.211 novas oportunidades.

A Terra dos Impossíveis tem mais do que o dobro de saldo da capital Recife, segunda colocada no Estado: 5.211 contra 2.376. O terceiro lugar ficou com o município de Aliança, cujo sado foi de 984.

Petrolina continua na liderança do estado no ranking de geração de empregos

Mais uma vez a capital do sertão do São Francisco é líder na geração de empregos em Pernambuco, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O último balanço divulgado revelou que no período de janeiro a agosto deste ano, o saldo de oportunidades em Petrolina foi equivalente a 2.649 vagas. Com esse resultado, o município continua na liderança do ranking do estado.

Com uma diferença de 2.158 vagas, Serra Talhada aparece em segundo lugar, com o saldo de 491 oportunidades, seguida por Sertânia, com 270. Considerando apenas o mês de agosto, Petrolina também é a primeira, com 1.052 contratações. Logo após, vem Escada com 170 e Bezerros com 81.

O secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Emicio Júnior, destaca que além de ser uma referência nacional na fruticultura irrigada, Petrolina também se destaca regionalmente no comércio e serviços, o que torna a cidade atrativa para investidores. “Nosso índice é cerca de quatro vezes maior que o do segundo colocado. Esse resultado mostra o potencial econômico da nossa cidade“, comemora.

123