Salgueiro teve crescimento de 4,4% no estoque de trabalhadores com carteira assinada em 2025

O município de Salgueiro registrou tendência de crescimento do mercado formal de trabalho em 2025. Ao longo do ano, o estoque de pessoas trabalhando com carteira assinada teve um aumento de 4,4%, subindo de 7.092 no início do ano para 7.401 vínculos ao término. Segundo dados do Novo Caged, ao longo do ano Salgueiro criou 309 vagas de empregos formais, o que indica um crescimento consistente no mercado de trabalho da maior cidade do Sertão Central.

Informações consolidadas do Caged mostram que os setores que mais empregaram em 2025 foram Serviços, Construção e Indústria, fazendo o município terminar o ano com saldo positivo. Apesar de algumas oscilações no primeiro trimestre em relação ao estoque de trabalhadores atuando pelo regime CLT, Salgueiro apresentou um crescimento sólido a partir do segundo trimestre, registrando sucessivos aumentos no número de trabalhos formais, até alcançar 7.401 em dezembro (maior nível já computado pelo cadastro).

O desempenho indica fortalecimento gradual do mercado formal durante o ano, com destaque para o resultado registrado no segundo semestre. O aumento do estoque em 2025 reforça a trajetória positiva dos empregos com carteira assinada no município em médio prazo, ressaltando o protagonismo de Salgueiro no Sertão Central, como polo regional de serviços, comércio e atividades públicas, o que confere maior resiliência ao seu mercado de trabalho.

Ascom

Pernambuco se destaca na geração de empregos no Nordeste e no Brasil

Pernambuco registrou, no último mês de agosto, a geração de 18,1 mil novos postos de trabalho com carteira assinada. Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados ontem (27) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), e levou o Estado à posição de líder na geração de empregos formais no Nordeste e terceiro no ranking nacional.

Os números do Caged se referem à diferença entre a admissão e demissão de trabalhadores com carteira assinada durante o período. O saldo positivo representa a criação de novas vagas formais. Nos primeiros oito meses de 2024, o Estado criou 43,5 mil postos de trabalho. “A geração de empregos formais em agosto confirma que Pernambuco está voltando a ser líder do Nordeste e referência para o País. Em pouco mais de um ano e meio de nosso governo, já são mais de 94 mil empregos criados”, declarou a governadora Raquel Lyra.

Os números de agosto superaram, em mais de duas vezes, os 7,5 mil postos criados em julho e foram 16% superiores ao mesmo mês do ano passado. O setor que apresentou o melhor resultado foi a indústria, responsável pela criação de 6,49 mil empregos. Nesse contexto, a produção de açúcar no Estado contribuiu significativamente, com a criação de 5,2 mil vagas.  Os setores de serviços e de agropecuária também tiveram desempenhos significativos, com 5.815 e 2.869 novas postos de trabalho, respectivamente. O comércio e a construção também contribuíram com saldos positivos, gerando 2.362 e 566 postos.

Levando em conta apenas o Recife, o Caged de agosto também traz resultados positivos como a geração de 3.166 empregos formais, consolidando a cidade como a segunda capital do Nordeste em contratações. “Os dados mostram que o setor privado sente a segurança de investir na cidade. O trabalho junto às empresas tem o objetivo de criar o ambiente favorável e de previsibilidade”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Econômico do Recife, Joana Portela Florêncio.

Em agosto, o setor de serviços liderou as contratações no Recife, com 12,8 mil admissões, seguido pelo comércio e pela indústria. As mulheres foram a maioria nas novas contratações, com 1.631 empregos contra 1.535 para homens. Quanto à faixa etária, o maior crescimento ocorreu entre os 18 a 24 anos, totalizando 1.498 novos postos de trabalho.

Folha PE

Ministro do Trabalho diz que criação de empregos formais de janeiro a julho supera o total de 2023

A geração de vagas formais de trabalho no acumulado de janeiro a julho já superou o número registrado em todo o ano passado, afirmou nesta segunda-feira o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.

O ministro aproveitou para criticar o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto. Campos Neto tem dito que o mercado de trabalho aquecido preocupa por causa de seu efeito sobre a inflação. Marinho evitou revelar o número exato do saldo positivo entre demissões e a admissões, registrados no Caged, cadastro do ministério.

Os números serão formalmente divulgados na quarta-feira, segundo o ministro, que deu discurso na abertura de um seminário na sede do BNDES, no Rio. Em 2023, o Caged registrou a abertura de 1,483 milhão de postos, uma queda de 27% em relação ao saldo positivo de 2022.

No primeiro semestre deste ano, o saldo positivo ficou em 1,3 milhão, ou seja, é possível inferir que, em julho, foram geradas, pelo menos, em torno de 183 mil vagas, o necessário para superar o registrado em 2023.

Agência O Globo