
O mês de junho terminou com mais desligamentos do que contratações no Brasil. Enquanto houve 1.167.531 admissões o número de demissões foi de 1.1268.192, o que representa saldo de -661 postos de trabalho. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), esse foi o primeiro resultado negativo de 2018.
No acumulado do ano, o saldo é positivo com mais 392.461 empregos, o que representa crescimento de 1,04% em relação ao primeiro semestre de 2017.
Entre os setores, o comércio (fechou 20.971 vagas) foi o que mais perdeu postos de trabalho, enquanto a agropecuária (abriu 40.917 vagas) foi a que mais criou. Por região, o Centro-Oeste liderou a geração de empregos.
8.366 vagas foram criadas naquele local, seguido por Sudeste (3.612), Nordeste (3.581) e Norte (930). Apenas na região Sul o saldo foi negativo, com o fechamento de -17.150 postos.










Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho, Petrolina aparece em 40º e Juazeiro em 9º entre as cidades que mais criaram vagas no 1º semestre de 2017.



De acordo com o Cadastro Geral de Desempregados e Empregados (Caged), o Brasil já soma 11,6 milhões de pessoas sem trabalho em todas as suas regiões. O alto número de desocupados pode ser atribuído à crise econômica e ao fechamento de postos de trabalho em todas as áreas. Algumas localidades do país, entretanto, continuam gerando oportunidades, embora em menor escala em comparação com períodos de bonança para o Brasil.


