Estratégias de Sobrevivência: Como motoristas de app enfrentam a escalada da violência no Recife

Com medo constante, condutores evitam áreas críticas, cancelam corridas suspeitas e mudam comportamento para reduzir riscos. Em pouco mais de três meses de 2026, nove foram baleados na RMR.

Evitar ruas sem saída, desconfiar de localizações imprecisas e reduzir ao máximo o tempo parado. Essas não são apenas precauções, mas um “protocolo de sobrevivência” adotado por motoristas de aplicativo na Região Metropolitana do Recife (RMR).

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Conflito no Oriente Médio: “Nunca senti tanto medo”, diz jogador pernambucano no Kuwait

Em viagem profissional ao Kuwait, o jogador pernambucano de futsal Williams Oliveira do Nascimento, conhecido como “Vassoura”, tem relatado nas redes sociais o clima de apreensão vivido por quem está no Oriente Médio nos últimos dias. Desde o início dos ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, no sábado (28), a escalada do conflito passou a impactar diretamente moradores e visitantes de países da região, como Emirados Árabes Unidos, Catar e Líbano, além do Kuwait.

Nascido em Jaboatão dos Guararapes, Williams foi eleito Melhor Jogador do Mundo de Futebol 7 em 2018 e já foi quatro vezes campeão do mundo, integrando a seleção brasileira de Futebol 7. Ele está fora do Brasil para jogar um campeonato, adiado por dois dias devido à situação. Segundo o pernambucano, a previsão é de que em “dois ou três dias” a competição possa continuar normalmente. Nos stories do Instagram, rede social onde acumula mais de 420 mil seguidores, o atleta divide com os seguidores o medo de estar em um local visado pelos ataques iranianos.

No último domingo (1), o jogador compartilhou um story com falas positivas. “Fica aquela sensação de que pode acontecer uma coisa a qualquer momento, mas eu tenho fé em Deus que tudo vai se acalmar, tudo vai ficar bem, e vamos prosseguir no nosso trabalho”, disse. Pouco tempo depois, apareceu com o semblante assustado e afirmou ter ouvido dois estrondos “absurdos”. Ao fundo, é possível escutar o soar de uma sirene. “Ontem, antes de ontem, tava tranquilo” disse ele. Na sua fala, expressou preocupação pelos seus filhos, que não estão no país. “Deus abençoe nossos filhos, os filhos das pessoas que estão aqui, tentando trabalhar.”

Denúncia e pedidos de ajuda – Em uma das postagens, Williams denunciou a ineficiência da embaixada brasileira no Kuwait, que não respondia às suas tentativas de contato. É impossível deixar o país ou vias comuns no momento, uma vez que as fronteiras estão fechadas. O aeroporto internacional do país, alvo de ataque iraniano que deixou feridos no último sábado, está fechado. Ele chegou a publicar um apelo ao presidente Lula e ao deputado federal Nikolas Ferreira. “Não sei a quem pedir ajuda, todos aflitos no país”, escreveu. “Quem souber a quem eu poderia pedir ajuda, falem, por favor.”

O jogador conta que passou por duas situações parecidas em outros países, durante confrontos bélicos: uma vez em 2015, na Ucrânia, e em 2018, também no Kuwait, mas que nunca tinha sentido tanto medo. “Foram dois mísseis interceptados pelo Kuwait que caíram próximo do hotel”.

Hoje – A última atualização de Williams, até o fechamento da matéria, foi às 11h da manhã desta segunda-feira (2) no horário de Brasília — dez horas da noite no horário do país. Nos stories, o pernambucano afirmou que o dia seguiu normalmente no local: “A segurança aqui no Kuwait tá muito boa, tá bem eficaz. Foram mais de 300 mísseis interceptados.”

Diario de Pernambuco

Malafaia diz não temer prisão e chama PF de ‘Gestapo de Moraes’

Alvo de mandado de busca e apreensão da Polícia Federal (PF), o pastor Silas Malafaia afirmou não temer uma eventual prisão e disse que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes comanda uma “Gestapo”, em referência à polícia política do regime nazista. As declarações ocorreram em um culto na Assembleia de Deus Vitória em Cristo, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (21).

O pastor foi recebido no templo com aplausos, gritos de “Uh, é Malafaia”, cartazes com mensagens como “Exemplo de coragem” e “Profeta que não se cala”. O telão exibia “Estamos juntos, pastor”, e, em outro momento, uma bandeira do Brasil que tremulava.

Malafaia relembrou ter apoiado diferentes candidatos ao longo dos anos, citando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o deputado Aécio Neves (PSDB-MG) e o ex-ministro José Serra (PSDB-SP), e se queixou sobre a apreensão de cadernos em que anotava seus discursos. Segundo o pastor, ele pediu para ficar com um dos volumes, mas, após fazer um telefonema, o agente da PF recolheu todos.

“Ele estava debaixo de ordem do chefe da Gestapo de Alexandre de Moraes, em Brasília, o delegado lá, chefe da Gestapo, porque isso não é Polícia Federal”, disse. Ele prosseguiu dizendo que sempre agiu de forma independente e negou usar a igreja para fins políticos, falado como cidadão, e não como pastor: “Ele (Moraes) escolheu o cara errado, porque eu não tenho medo de ser preso e de ser retaliado”. “Esse homem vai ser julgado pelas leis deste País ou pelas leis de Deus. Vai chegar a hora dele. Não desejo mal a ninguém, mas vai chegar”, disse.

Sobre as mensagens trocadas com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), presentes em relatório da PF, Malafaia afirmou que mostram sua independência. “Mostra que não sou bolsominion, não sou puxa-saco. Critico quando tem que criticar e elogio quando tem que elogiar, meu papel é profético. Tenho intimidade e falo até bobagem”, afirmou, embora tenha chamado o fato de “vazamento”.

Os diálogos em áudios e mensagens aparecem em relatório da investigação que indiciou Bolsonaro e seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), por coação no curso do processo que o ex-presidente responde no STF, por tentativa de golpe de Estado. Silas Malafaia é o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo que faz parte do movimento pentecostal da Assembleia de Deus no Brasil. Ele foi um dos principais conselheiros de Bolsonaro durante seu governo e, após 2022, tornou-se o principal organizador dos atos em seu favor.

Estadão Conteúdo

Brasil é o 3º país onde a população mais teme perder o emprego

O Brasil ocupa a terceira posição no ranking mundial de países onde a população mais teme perder o emprego, de acordo com um estudo divulgado pela plataforma de descontos online CupomValido.com.br. Com mais de 60% dos brasileiros expressando esse medo, o país supera a média global de 37%.

Apenas México e Índia superam o Brasil no ranking, com 61% e 70% da população temendo a perda do emprego, respectivamente.

O estudo também revelou que 53% dos brasileiros considerariam deixar um emprego que os impedisse de aproveitar a vida. Além disso, 31% já deixaram um emprego por falta de flexibilidade. No entanto, apesar da alta rotatividade, 44% dos brasileiros não estão confiantes de que conseguiriam um novo emprego rapidamente se fossem demitidos.

Quanto à aposentadoria, 70% dos brasileiros acreditam que poderão se aposentar antes dos 65 anos, um número significativamente maior que a média mundial de 51%. No entanto, à medida que se aproximam da aposentadoria, esse número muda, com 57% informando que não conseguirão se aposentar, principalmente devido à sua situação financeira.

JC Online

Pernambuco registra 207 novos casos e oito mortes pela Covid-19, nas últimas 24h

(Foto: Internet)

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou, nesta segunda-feira (09), 207 novos casos da Covid-19. Entre os confirmados hoje, 12 são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 195 são leves. Agora, Pernambuco totaliza 166.540 casos confirmados da doença, sendo 27.359 graves e 139.181 leves.

Também foram confirmados oito novos óbitos, registrados entre os dias 28/04 e 08/11. Com isso, o Estado totaliza 8.740 mortes pela Covid-19. Os detalhes epidemiológicos serão repassados ao longo do dia pela Secretaria Estadual de Saúde.

Estudo revela que brasileiros apoiam posições autoritárias por medo

(Foto: Ilustrativa)

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (6) revelou que o medo da violência faz com que o brasileiro tenda a apoiar posições autoritárias, segundo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

O estudo parte das respostas da população a 17 enunciados colhidas pelo instituto Datafolha para criar o “índice de propensão ao apoio a posições autoritárias”. Numa escala de 0 a 10, o índice chega a 8,1 no Brasil.

A pesquisa mostra que o índice de propensão ao apoio a posições autoritárias varia de acordo com a escolaridade, a faixa etária, a cor/raça, a classe econômica, o porte do município e a região do país.

Com informações do G1

Para 70% dos brasileiros, policiais cometem excessos de violência

(Foto: Waldiney Filho)

Mais da metade da população (53%) tem medo de ser vítima de violência por policiais civis e 59% temem os militares (Foto: Waldiney Filho)

Uma pesquisa nacional divulgada nesta quarta-feira (2) aponta que 70% da população sente que as polícias cometem excessos de violência no exercício da função. O percentual sobe entre jovens com idade entre 16 e 24 anos, chegando a 75%. Os dados foram apurados pelo Datafolha a pedido do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Mais da metade da população (53%) tem medo de ser vítima de violência por policiais civis e 59% temem ser agredidos por policiais militares. O índice também sobe entre os jovens – 60% têm medo da Polícia Civil e 67%, da Polícia Militar. O estudo ouviu 3.625 brasileiros com mais de 16 anos em 217 municípios de todo país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Policial vítima

A pesquisa revelou também que 64% dos brasileiros acreditam que os policiais são vítimas de criminosos. O anuário do FBSP aponta que, em 2015, 393 policiais foram assassinados 16 a menos do que no ano anterior.

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