Avelino Neiva é nomeado para presidência da Codevasf

Economista, o ex-secretário sempre exerceu cargos nas gestões estaduais do PFL, PMDB, PSB e PT. (Foto: Internet)

Foi publicado no Diário Oficial da União, nesta segunda-feira (14), a nomeação do ex-secretário de Transportes do Piauí, Avelino Neiva, como o novo presidente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales dos rios São Francisco e Parnaíba (Codevasf).

A data da nomeação é da última sexta-feira (11), quando a ex-presidente Kênia Regia Anesenko Marcelino foi exonerada. Ela era indicação do senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) que perdeu espaços na base governista.

A Codevasf administra um dos maiores orçamentos do segundo escalão do governo federal, sendo administrativamente ligada ao Ministério da Integração Nacional, que tem como gestor Helder Barbalho (PMBD).

Avelino foi indicado pelo deputado federal Heráclito Fortes (PSB), com aval da bancada federal do Piauí.

Presidente do PR é assassinado em Petrolina

Na madrugada deste sábado (12), o presidente do Partido da Republica (PR) em Petrolina, Klébio Bezerra, foi assassinado no acesso ao aeroporto da cidade quando se deslocava para se encontrar com sua esposa que trabalha naquele local.

Klébio, foi atingido por vários disparos de arma de fogo na região da cabeça e morreu no local,  o homicídio  aconteceu  por volta das 02:30 da manhã. A filha da vitima de apenas dois anos de idade, que estava com o pai,  não foi atingida pelos os disparos.

 A polícia está investigando o caso, mas até o momento não tem informações sobre o autor do crime.

Empossada nova diretoria do Lions Clube de Petrolina Centenário

Norma Lúcia nova presidente do clube para o Ano Leonístico 2017/2018

O Lions Clube de Petrolina Centenário está de diretoria nova, foram empossados na noite do último sábado (14) os novos diretores do clube para o Ano Leonístico 2017/2018. A solenidade aconteceu no auditório do Reis Palace Hotel em Petrolina, com a presença da maioria dos sócios.

Com uma mulher presidente, a nova diretoria tem a responsabilidade de conduzir o clube nos próximos anos realizando sempre serviços para beneficiar a camada mais carente da sociedade.

A nova diretoria ficou assim composta:

Presidente – Norma Lúcia

Secretária – Maria do Socorro

Segunda Secretária – Sebastiana Lopes

Tesoureira – Teresa Reis

Diretora Social – Maria Apolônia

Assessor LCIF – Carlos Reis

Diretor de Sócios – Wilson Moromizato

Diretor Animador – João Guilherme

Diretor Vogal – Luiz Leão

Presidente da Compesa vistoria obras de esgoto em Petrolina

(Foto: ASCOM)

O presidente da Compesa, Roberto Tavares, acompanhado de diretores da empresa, visitou na tarde desta quinta-feira (13), um conjunto de obras de esgotamento sanitário que estão em andamento em Petrolina, em parceria com a prefeitura do município.

A companhia executa ações para implantação de sistema de esgotamento sanitário no bairro Universitário e melhorias da prestação dos serviços nas localidades de Areia Branca e Atrás da Banca, como a recuperação de tubulações antigas ou mesmo a substituição de redes para que sejam interligadas ao sistema operado pela Compesa na cidade – que já conta com mais de 80% de cobertura dos serviços de coleta e tratamento de esgoto.

Na Avenida Cardoso de Sá,  localizada na orla de Petrolina, a Compesa realiza uma importante intervenção, prevista para ser concluída na próxima semana, para a implantação de 500 metros de rede coletora que vai receber esgoto do bairro Universitário e das instituições universitárias FACAPE e UPE.

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Reginaldo Paes é empossado como presidente do diretório do PT em Petrolina

Foi empossado ontem o novo diretório do Partido dos Trabalhadores em Petrolina. A solenidade aconteceu na sede do sindicato dos trabalhadores rurais.

A Vereadora Cristina Costa em seu discurso destacou o momento político do país, e a luta dos companheiros de partido pelo direito dos trabalhadores que vem acabando neste Governo. Lembrou a eterna Deputada Isabel Cristina e falou dos desafios do PT no Brasil do pós golpe. Levou uma mensagem de perseverança e esperança diante das novas perspectivas do nosso país.

O novo presidente do partido é o servidor público da Embrapa Semiárido, biólogo Reginaldo Paes, tendo na vice Patrick Campos, bacharel em Direito ligado à Juventude PT.

CCJ aprova revogação do mandato do presidente da República pela população

O senador Antonio Carlos Anastasia foi o relator, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, da PEC que institui o direito de revogação do mandato presidencial

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou, nesta quarta-feira (21), a inclusão na Constituição de dispositivo que permite a revogação do mandato do presidente da República pela população, o chamado recall. A PEC 21/2015, do senador Antonio Carlos Valadares (PSB/SE), foi aprovada na forma do substitutivo proposto pelo relator, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG). O texto segue a Plenário, para discussão e votação em dois turnos.

A proposta de revogação do mandato do presidente, que terá de ser apreciada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado, dependerá de assinaturas de não menos que 10% dos eleitores que compareceram ao último pleito, distribuídas em pelo menos 14 estados e não menos de 5% em cada um deles. O formato final da PEC foi definido na reunião, com o acolhimento parcial, pelo relator, de emenda sugerida pela senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

De acordo com o texto aprovado, a proposta de revogação será apreciada pela Câmara e pelo Senado, sucessiva e separadamente, e, para ser aprovada, precisará do voto favorável da maioria absoluta dos membros de cada uma das Casas. Garantida a aprovação, será então convocado referendo popular para ratificar ou rejeitar a medida.

No caso no caso de ser aprovada a revogação, o vice-presidente da República sucederá o presidente. Ainda pelo texto aprovado, é vedada a proposta de revogação durante o primeiro e o último ano de governo e a apreciação de mais de uma proposta de revogação por mandato.

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Joaquim Barbosa admite possibilidade de candidatura em 2018

Na avaliação dele, o atual momento político do país é uma “revolução silenciosa”

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa admitiu nesta quarta-feira, 7, a possibilidade de se candidatar à presidência da República, embora tenha ressaltado que “ainda hesita” em relação a isso. Após solenidade, à tarde, no Supremo, quando foi descortinado o retrato dele na galeria de ex-presidentes da Corte, Barbosa disse que está refletindo sobre o assunto, não ignora as pesquisas eleitorais, já conversou com Marina Silva, da Rede, e com o PSB, mas disse não saber “se decidiria dar este passo”.

“Eu sou um cidadão brasileiro, um cidadão pleno, há três anos livre das amarras de cargos públicos, mas sou um observador atento da vida brasileira. Portanto, a decisão de me candidatar ou não está na minha esfera de deliberação. Só que eu sou muito hesitante em relação a isso. Não sei se decidirei positivamente neste sentido”, disse o ex-ministro do Supremo.

Barbosa admitiu conversas sobre uma possível candidatura, mas negou ter assumido compromisso com algum partido.

“Já conversei com líderes de partidos políticos, dois ou três. Até mesmo quando estava no Supremo fui sondado, sondagens superficiais. Ano passado, tive conversas com Marina Silva. Mais recentemente, tive conversas, troca de impressões, com a direção do PSB”, disse. “Mas nada de concreto em termos de oferta de legenda para candidatura, mesmo porque eu não sei se eu decidiria dar este passo. Eu hesito”, disse o ex-ministro.

O comentário de Barbosa veio em meio a uma série de críticas sobre o meio político, com foco no Executivo e no Legislativo.

“Passamos por um momento tempestuoso da vida política nacional, em que visivelmente os dois Poderes que representam a soberania popular, nossos representantes eleitos, não cumprem bem a sua missão constitucional”, afirmou Barbosa.

“Cabe a essa corte, como órgão de calibragem e moderação, ter uma vigilância redobrada sobretudo no que se passa no país. Isso é natural, sempre foi assim, mas não custa reafirmar”, afirmou o magistrado, explicando uma frase do pronunciamento que fez durante a solenidade. Ele havia encerrado discurso dizendo que “esta Corte não falhará”.

O tema da “presidenciabilidade” foi introduzido durante a solenidade pelo ministro Luís Roberto Barroso, a quem coube fazer o discurso em homenagem ao ex-colega de Corte. Barroso destacou as especulações e pesquisas que apontam Joaquim Barbosa como possível presidenciável.

Barroso disse que, independentemente disso, Barbosa ajudou a quebrar um paradigma “de que pessoas de bem-estar na vida jamais seriam presas”, por meio da condução da Ação Penal 470, o Mensalão.

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Nome de FHC para a Presidência ganha força

Ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

O nome do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) ganha força para ocupar a Presidência da República no lugar de Michel Temer (PMDB), via eleição indireta. A costura envolve ainda estender o foro privilegiado a ex-presidentes: a medida cairia como luva para que Temer aceite deixar o caminho livre e beneficiaria, além do próprio FHC, os petistas Lula e Dilma.

Por outro lado, o Congresso aprovaria texto que restringe o foro privilegiado, para deputados e senadores, a crimes cometidos no exercício do mandato.

Mudou de ideia

Fernando Henrique, que foi cotado para a Presidência logo depois de a delação da JBS se tornar pública, chegou a dizer a amigos que, aos 85 anos, não teria mais energia para o cargo. Parece ter mudado de ideia. “É um mandato tampão de apenas um ano”, ressalta um aliado.

Vale lembrar

FHC mantém bom diálogo com Lula. FHC e Temer se encontraram anteontem em SP.

Presidente do IBGE assumirá o BNDES após saída de Maria Silvia

(Foto: ASCOM)

O presidente Michel Temer convidou o presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Paulo Rabello de Castro, para assumir o comando do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no lugar da economista Maria Silvia Bastos Marques, que entregou o cargo na tarde de hoje (26).

Maria Silvia alegou razões pessoais para deixar a presidência do BNDES. Menos de cinco horas depois da oficialização da saída da agora ex-presidente do banco, o governo confirmou o nome de Castro, também economista, para substituí-la. A posse deve ocorrer na semana que vem. O Planalto ainda não informou quem ocupará a presidência do IBGE.

Maria Silvia esteve no Palácio do Planalto no início da tarde, por volta de 14h30, para conversar com Temer sobre sua saída. Ela estava no cargo desde maio do ano passado.

Presidente do PSB diz que situação de Fernando Filho pode se agravar dentro do partido

Presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira

Na manhã de ontem (25), o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, comentou, ao participar do programa Super Manhã, da Rádio Jornal Petrolina, que o partido decidiu romper com o governo do presidente Michel Temer (PMDB), por discordar das propostas de reformas trabalhista e previdenciária que dificultam o acesso dos trabalhadores aos seus direitos e pelos fatos que foram revelados na delação do empresário Joesley Batista.

“O partido defendeu a renúncia do presidente Michel Temer por entender que ele perdeu as condições políticas, morais, éticas  e administrativas de governar o país”, salientou.

Carlos Siqueira disse que ter assinado juntamente com todos os presidentes de partidos de oposição, o pedido de impeachment de Temer e que defende novas eleições sejam diretas ou indiretas.

“Todas dentro da Constituição, diretas se o congresso aprovar a medida e se não que encontre uma saída para o país porque esse governo já perdeu as condições de governar”, assegurou.

Divergências com os Coelho

Sobre a posição do Senador Fernando Bezerra Coelho e do seu filho ministro das Minas e Energia, Fernando Filho, de continuar no governo, Siqueira enfatizou que  embora sejam pessoas que dispõem de todo apreço, têm sim uma divergência fundamental deles para com o partido.

“Por que o partido tomou essas decisões graves em favor do país e da sua população e eles adotam uma posição de apoiar abertamente propostas que são repudiadas pelo seu partido”.

Ele disse ainda que no caso de Fernando Filho o fato dele permanecer no governo contrariando a vontade do diretório do PSB, agrava ainda mais sua situação na Comissão de Ética do partido.

“Eu acho que a permanência dele no ministério agrava a situação nesse processo pelo comportamento totalmente contrário a uma decisão unânime da executiva nacional”, ponderou.

‘Candidato: eu? Olha para minha cara, minha idade’, diz FHC sobre Presidência

Fernando Henrique disse ainda que é preciso aguardar para que o PSDB decida se fica ou desembarca do governo Temer

O ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB) negou que esteja disposto a ser candidato novamente ao Planalto em uma eleição com a eventual queda do presidente Michel Temer (PMDB). Perguntado sobre a possibilidade durante evento na sede da Fundação FHC, o tucano afastou estar disposto a concorrer ao cargo. “Eu? Olha para minha cara, minha idade. Tá louco!”, expressou aos jornalistas.

Fernando Henrique disse ainda que é preciso aguardar para que o PSDB decida se fica ou desembarca do governo Temer. O ex-presidente considera que a situação está muito “instável” e que há um “esvaziamento do poder” na Presidência da República.

Para o tucano, o PSDB não pode dizer simplesmente “eu não brinco mais” quando a situação é avaliar se continua no governo ou não. “No Brasil, eu acho que responsavelmente nós temos que pensar sempre: E amanhã?”, declarou. “Nós ainda estamos elaborando esse amanhã, e não é o PSDB, é o Brasil inteiro.”

O ex-presidente disse ainda que o Brasil precisa reconstruir formas efetivas de ações do Estado, ao falar da crise no governo Temer, e considerou que a situação se agravou ainda mais com os atos de violência registrados em Brasília nesta quarta-feira. FHC classificou os atos como “inaceitáveis”.

“O Brasil inteiro está inquieto porque está sentindo que há um esvaziamento do poder, não no sentido de repressão, mas do poder daquilo que nós delegamos para que seja feito, de legitimidade”, disse.

PSDB flerta com indireta para eleger FHC

Enquanto Temer resiste, tucanos procuram substituto e saída política

Cresce no PSDB a tese de que não dá para pressionar o presidente Michel Temer a deixar o cargo sem que esteja claro quem será o substituto e como isso será feito.

Nas conversas reservadas, caciques do partido continuam a dizer que será muito difícil a sobrevivência política do presidente, mas afirmam que não podem abandoná-lo agora sob pena de aumentar a crise, transformando um grande problema político num desastre econômico na hora em que havia sinais de recuperação nesse segundo campo.

Nesse contexto, o nome preferido no PSDB é o do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que seria apresentado para uma eleição indireta no Congresso. FHC tem dito publicamente que não deseja voltar à Presidência, mas há tucanos que afirmam ter esperança de convencê-lo.

Se o plano falhar, há outros dois nomes aventados por caciques tucanos: o do atual presidente da sigla, o senador Tasso Jereissati, e o do ex-ministro do STF Nelson Jobim, que também foi ministro nos governos FHC e Lula. Os tucanos querem evitar eleição direta agora porque, se for aplicado o entendimento com regras mais rígidas, o governador Geraldo Alckmin e o prefeito João Doria não poderiam ser candidatos.

Alckmin e Doria só poderiam concorrer num cenário em que fosse flexibilizado o prazo de seis meses para deixar o cargo a fim de disputar outro.

Armando Monteiro lembrado para presidente

O senador pernambucano Armando Monteiro Neto (PTB) teve seu nome também especulado, ontem (23), pela mídia nacional, como uma alternativa numa eleição indireta para presidente da República, caso ocorra a vacância no cargo numa eventual renúncia do presidente Temer.

Ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) por oito anos, ministro da Indústria Comércio (MDIC) no Governo Dilma Rousseff e hoje líder do PTB no Senado, Armando é um nome com ampla interlocução com o setor industrial e goza de respeitabilidade no Congresso, além de trânsito político no Congresso.

Segundo avaliação de colunistas nacionais, o maior impedimento de Armando seria o fato de ter sido ministro de Dilma.

Em caso de afastamento de Michel Temer, presidente da Câmara assume

Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia/Foto: Marcelo Camargo da Agência Brasil

A informação de que o presidente Michel Temer atuou para comprar o silêncio do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha pode culminar no afastamento do peemedebista do cargo. Caso isso aconteça, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), assume.

Pelo fato de o mandato já ter passado da metade, a eleição será feita por deputados e senadores, num prazo máximo de 30 dias.

Se por algum motivo Maia não puder assumir o cargo, quem assume é o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). Em último caso, no caso de impedimento dos comandantes do Congresso, quem passará a comandar o País é a presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia.

Comissão de Orçamento elege o senador Dário Berger para presidente

Comissão Mista de Orçamento elege o senador Dário Berger (C) como presidente

O senador Dário Berger (PMDB-SC) foi eleito nesta terça-feira (16), por aclamação, presidente da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO). Ele foi indicado pela liderança do PMDB no Senado, a quem cabia o cargo neste ano.

Inicialmente, o líder da bancada no Senado, Renan Calheiros (AL), havia escolhido a senadora Rose de Freitas (PMDB-ES) para o cargo, mas entendimentos posteriores do partido levaram à indicação de Berger. Além de recomendar Berger, o PMDB designou os seus representantes no colegiado. O mesmo fez o PSDB do Senado. Com isso, a composição da comissão ficou completa.

O colegiado foi instalado no final de março e somente agora, com a eleição do presidente, poderá iniciar oficialmente os trabalhos neste ano.