
(Foto: Internet)
Vistos como vilões no recente surto de febre amarela que atinge o País, os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes, principais transmissores da versão silvestre da doença, também têm um lado “mocinho”. Acostumados a viver nas copas das árvores e a botar seus ovos em criadouros naturais, sua presença em determinada área costuma indicar grande preservação ambiental. São ainda considerados “tímidos”, pela “pouca agressividade” com que atacam seus alvos, e belos, por causa de sua coloração cintilante.
“Tanto o Haemagogus quanto o Sabethes são indicadores de qualidade ambiental porque precisam de locais com grande cobertura vegetal e presença de primatas, o que pressupõe uma área bem preservada”, afirma Joaquim Pinto Nunes Neto, pesquisador em saúde pública do Instituto Evandro Chagas.
As fêmeas dos mosquitos desses gêneros costumam depositar seus ovos em buracos e ocos de árvores ou em orifícios de bambus. A água necessária para a eclosão do ovo deve ser limpa, mas pode conter matéria orgânica, como restos de folhas.
Depois de dois dias de maturação dos ovos, bastam dez minutos de contato com a água para que se transformem em larvas. A partir daí, são necessários cerca de sete dias para que a larva se desenvolva, passe pela etapa de pupa e finalmente atinja a idade adulta, que dura, em média, um mês. Para que o mosquito passe a transmitir a doença, porém, ele precisa picar um animal doente.










O Instituto de Pesos e Medidas de Pernambuco (Ipem-PE) apreendeu 4 mil produtos do total de 37 mil fiscalizados durante a operação Volta às Aulas entre a última segunda-feira (9) e esta sexta (13) na Região Metropolitana do Recife.





O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da 34ª Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde da Capital, instaurou inquérito civil para apurar possível desassistência aos pacientes oncológicos que necessitam de radioterapia no Sistema Único de Saúde (SUS) em Pernambuco.

