Fim do ordem e progresso? Lema do Brasil pode mudar a pedido de deputado

“Ordem e progresso”, assim está estampado o lema do país em sua bandeira desde novembro de 1889.

A frase, contudo, corre o risco de ser modificada após um projeto apresentado pelo deputado federal Chico Alencar (PSOL-SP).O parlamentar quer incluir a palavra amor na bandeira do Brasil, pois, segundo ele, o lema adotado até os dias atuais resumiu a frase de forma parcial.

Nesse sentido, a bandeira do país passará a chamar-se da seguinte forma: “Amor, Ordem e Progresso”, para seguir o que foi proposto no lema positivista de Augusto Comte. “O amor por princípio, a ordem por base e o progresso por fim”.

O parlamentar argumenta ainda que a inclusão da palavra “Amor” busca restabelecer a formulação completa descrita por Teixeira Mendes, filósofo que propôs o lema “Ordem e Progresso” na bandeira nacional. O projeto de lei foi protocolado na Câmara dos Deputados na última terça-feira, 18, e aguarda tramitação nas comissões temáticas.

A Tarde

Petrolinenses podem enviar propostas e sugestões para a LOA 2026 até 22 de setembro

A população de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, já pode participar da elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026. A colaboração da sociedade civil é essencial para garantir que os recursos públicos sejam aplicados de forma democrática e atendam às reais necessidades da cidade.

Os cidadãos podem encaminhar propostas e sugestões sobre as prioridades de investimentos para o próximo ano até o dia 22 de setembro, por meio do e-mail [email protected] As propostas também podem ser informadas por meio de formulário eletrônico disponível no site oficial da Prefeitura

A LOA é o principal instrumento de planejamento orçamentário do município. Através da Lei Orçamentária, a gestão municipal estima as receitas que deverão ser arrecadadas e define as despesas que serão executadas.
De acordo com a Secretaria de Planejamento, Gestão e Finanças, todas as sugestões enviadas serão analisadas pela equipe técnica. As propostas viáveis poderão ser incorporadas ao projeto final da LOA, que será encaminhado à Câmara Municipal.

 G1 Petrolina

Campeonato Pernambucano tem três propostas e formato segue indefinido

A Federação Pernambucana de Futebol (FPF) reuniu, nesta sexta-feira (25), representantes de clubes de todas as divisões do Estadual para discutir a possível unificação das Séries A2 e A3 do Campeonato Pernambucano, mudança estrutural importante no formato da competição a possível unificação das Séries A2 e A3 do Campeonato Pernambucano. Uma decisão, debatida entre as equipes, ainda não aconteceu, dependendo de aprovação unânime por parte dos clubes envolvidos.

A votação está prevista para ser encerrada na próxima segunda-feira (28), após um período adicional solicitado por alguns times para avaliar melhor os cenários apresentados. No modelo proposto pela FPF, as quatro equipes melhores ranqueadas no estado: Sport, Náutico, Santa Cruz e Retrô seriam separadas e todas as demais equipes disputariam a primeira parte da competição.

Em contato com o Diario de Pernambuco, o presidente da FPF, Evandro Carvalho, explicou as diferentes alternativas colocadas à mesa. Segundo ele, a Federação tem buscado uma solução conjunta para reformular as divisões inferiores do futebol estadual, dando mais competitividade e organização às competições de acesso. Equipes como Retrô, Sport, Santa Cruz e Decisão solicitaram um prazo maior para avaliação.

“A Federação desenvolveu um projeto de unificação dos clubes. O América, encabeçando, junto com o Vera Cruz, o Íbis e o Náutico, apresentaram uma proposta de unificar a Série A2 e a A3 neste ano, não com a A1, como foi proposto pela Federação, para disputar uma única competição, chamada de Série Especial. Isso foi sugerido no ano passado, e os clubes, neste ano, estudaram e trouxeram propostas.”

A proposta liderada pelo América-PE prevê a unificação imediata das Séries A2 e A3, já a partir dos meses de setembro, outubro e novembro deste ano. Pelo modelo, seriam promovidos cinco clubes à elite estadual em 2025, formando uma primeira divisão com 12 equipes, divididas em dois grupos de seis.

“Então, o América apresentou a proposta de unificar a Série A2 e a A3 já neste ano, nos meses de setembro, outubro e novembro. Dessa unificação, subiriam cinco clubes, para se juntar aos sete da A1, somando 12 clubes, divididos em dois grupos de seis. O Vera Cruz e o Íbis apresentaram outra proposta: unificar a Série A2 e a A3, mas subir apenas três clubes, e não cinco. Aí você teria dez clubes, com dois grupos de cinco, mantendo o mesmo formato de disputa”, explicou o presidente da FPF.

“Outros clubes apresentaram a proposta de unificar a Série A2 e a A3 apenas no próximo ano. Este ano jogaria apenas a Série A2, com acesso de apenas um clube; no próximo ano, jogariam A2 e A3, com acesso de dois; e, em 2027, unificaria todo mundo”, completou. Segundo Evandro Carvalho, a votação ainda está aberta. A decisão só será tomada após o prazo extra concedido para análise interna entre os clubes. O Maguary foi o único clube, até agora, que prevê a unificação somente a partir do próximo ano e, posteriormente, a junção de todas as divisões entre 2026 e 2028.

“Isso ainda está sendo votado. Tivemos reunião hoje, e a votação se encerra na segunda-feira, porque alguns clubes pediram prazo para refletir sobre qual das três formas irão votar. A informação de que a proposta foi rejeitada está errada. O Maguary foi o único que votou pela fórmula de, neste ano, jogar somente a Série A2; no próximo, unificar a Série A2 e A3; e, no ano seguinte, que seria 2026, 2027 e 2028, unificar tudo.” A expectativa é de que até a próxima segunda-feira o impasse seja resolvido e o modelo final da competição estadual para os próximos anos seja definido.

“Um grupo de clubes pediu para oficializar o voto apenas na segunda-feira, com prazo de 24 horas, pois querem conversar entre eles. Atualmente, há três propostas na mesa. Entre os clubes que pediram para esperar estão: Retrô, Sport, Santa Cruz, Decisão, que eu me lembre… e a proposta do América, de unificar tudo ainda este ano, continua em aberto”, detalhou.

Por fim, o presidente reforçou que a Federação propôs a unificação das divisões, deixando aos clubes a autonomia para definir o formato final da reestruturação.”A proposta da Federação era unificar, e os clubes definiriam como. O América apresentou a proposta de unificar todo mundo: Série A2 e A3, já agora, em agosto, com acesso de cinco clubes. Outros clubes propuseram unificar Série A2 e A3 ainda neste ano, entre setembro e novembro, mas com apenas três acessos. E o Maguary propôs unificar só no próximo ano, jogar este ano apenas a Série A2, com acesso de apenas um clube”, finalizou Evandro Carvalho.

Diario de Pernambuco

Escala 7×0? Congresso prepara mudança que deve impactar trabalhador

Diante da discussão do fim da jornada de seis dias de trabalho e um de folga, o Senado Federal pode ampliar a carga horária do trabalhador brasileiro com a chamada escala 7 x 0. O alerta foi feito pelo deputado federal Guilherme Boulos (Psol-SP) nas redes sociais, na sexta-feira (27).

Segundo Boulos, o Senado se articula para votar três projetos que derrubam a Portaria MTE 3.665/2023, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que garante folga aos trabalhadores aos sábados e domingos. O parlamentar, cotado para assumir a Secretaria-Geral da Presidência da República nas próximas semanas, ainda fez críticas ao movimento iniciado por setores do Congresso.

“A resposta da direita e do centrão à nossa luta pela redução da jornada de trabalho é a mais absurda possível. Eles querem substituir a escala 6×1 pela escala 7×0, legalizar o trabalho sem folga e acabar com o único dia que milhões de trabalhadores ainda têm para viver além do trabalho”, escreveu Boulos no X, antigo Twitter.

“O descanso semanal não é um luxo, é um direito conquistado com muita luta. É o mínimo necessário para cuidar da saúde, estar com a família, recarregar o corpo e a mente. E ainda é insuficiente”, completou o deputado federal do Psol.

Fim da escala 6 x 1
A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 8/25, de autoria da deputada federal Erika Hilton (Psol), prevê o fim da escala de trabalho 6 x 1, com a adoção de quatro dias de jornada e três de folga. O texto já ultrapassou as 171 assinaturas necessárias para tramitar na Câmara Federal, mas não possui previsão de apreciação até o momento.

A Tarde

Ucrânia apoia proposta dos EUA para cessar-fogo na guerra com a Rússia

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, comunicou que Kiev aceita “negociações imediatas” com a Rússia. “A Ucrânia manifestou a sua prontidão para aceitar a proposta dos EUA de promulgar um cessar-fogo imediato e provisório de 30 dias, que pode ser prorrogado por acordo mútuo entre as partes e que está sujeito à aceitação e implementação simultânea pela Federação Russa”, diz o comunicado divulgado pelo governo americano.

O acordo foi firmado em meio às negociações entre os EUA e a Ucrânia na Arábia Saudita. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que os EUA devem convencer a Rússia a aceitar o cessar-fogo de 30 dias proposto nas conversações entre as delegações ucranianas e norte-americanas. “A Ucrânia encara a trégua proposta de forma positiva”, declarou Zelensky.

O chefe de gabinete do presidente da Ucrânia, Andrii Yermak, considera que este acordo de cessar-fogo vai mostrar se a Rússia quer paz ou não. Yermak também revelou que foram discutidas várias opções de garantias de segurança com os EUA. “Uma vez mais, demonstramos que queremos paz”, acrescentou

Diario de Pernambuco

Candidatos em cidades com mais incêndios não têm propostas contra fogo

Em meio à alta nos incêndios florestais que se espalham pelo país, grande parte dos candidatos das 10 cidades que mais concentram focos de calor não incluem, em seus respectivos planos de governo, propostas para combater as queimadas.

As cidades mais afetadas pelas queimadas são Corumbá (MS), São Félix do Xingu (PA), Altamira (PA), Novo Progresso (PA), Apuí (AM), Lábrea (AM), Itaituba (PA), Porto Velho (RO), Colniza (MT) e Novo Aripuanã (AM).

Levantamento do Metrópoles, feito com base em dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aponta que 19 dos 42 candidatos apresentam proposições robustas para a área de meio ambiente, e apenas oito citam queimadas.

Metrópole

Comissão da Câmara adia análise de proposta que limita decisões individuais no STF

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara adiou a votação da chamada “PEC das Decisões Monocráticas”, que estava pautada para esta terça-feira (27), após pedido de vista da base governista. A PEC já foi aprovada pelo Senado no ano passado, mas estava parada da Câmara até o embate com o Supremo Tribunal Federal (STF) que envolve as emendas parlamentares.

A proposta é uma demanda antiga de parlamentares bolsonaristas, que queriam limitar o poder de alcance do Judiciário. Para esta PEC, o líder da oposição na Câmara, o deputado Filipe Barros (PL-PR), já foi designado relator do texto. Também estão pautadas para esta terça um pacote de outras três medidas que podem restringir a atuação dos ministros do STF. O fato de os projetos serem votados na CCJ, entretanto, não implica na possibilidade de haver votação sobre os temas no plenário da Casa. A CCJ é presidida pela deputada bolsonarista Caroline de Toni (PL-SC).

Uma das Propostas de Emenda à Constituição que está prevista é a que dá aos congressistas o poder de suspender decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). O texto, que estava parado desde o ano passado, havia sido enviado à CCJ pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), após o ministro Flávio Dino, do STF, suspender a execução de recursos via emendas.

Entre parlamentares, comenta-se que as chances de Lira colocar esta iniciativa à frente, depois do acordo alinhavado, é “remota”. O texto prevê que o Congresso possa suspender decisões da Corte quando considerarem “que exorbita do adequado exercício da função jurisdicional e inova o ordenamento jurídico como norma geral e abstrata”.

Completam o pacote apresentado pela CCJ dois projetos de lei com o mesmo objetivo: tipificar como crime de responsabilidade dos Ministros do Supremo Tribunal Federal possível “usurpação de competência do Poder Legislativo ou do Poder Executivo”.

O ministro do STF Flávio Dino afirmou na quarta-feira passada que o acordo fechado entre os três Poderes sobre emendas traz “balizas” para serem seguidas, mas ressaltou que ele ainda dará uma nova decisão no caso e que, no fim, haverá um julgamento no plenário da Corte.

Dino, que é o relator de um conjunto de ações envolvendo emendas, afirmou que analisará o caso novamente após o prazo de 10 dias para o Executivo e o Legislativo definirem alguns pontos. Depois disso, a Advocacia-Geral da União (AGU) e o Procurador-Geral da República (PGR) poderão se manifestar, antes do julgamento.

Agência O Globo