Reale Júnior reafirma motivos de afastamento da presidente Dilma Rousseff

Reale Júnior

Jefferson Rudy/Agência Senado

Em sua apresentação na Comissão Especial do Impeachment nesta quinta-feira (28), o jurista Miguel Reale Júnior confirmou os motivos para um possível afastamento da presidente da República, Dilma Rousseff. Reale Júnior é autor da denúncia que pede o afastamento da presidente, juntamente com Janaína Paschoal e Hélio Bicudo. Janaína ainda vai falar no encontro, mas Bicudo não pode comparecer à reunião por razões médicas.

De acordo com Reale Júnior, a situação de impeachment se justifica com base na edição de decretos de suplementação financeira sem autorização do Congresso e nas chamadas “pedaladas fiscais”, ou seja, o uso de recursos de bancos públicos, como o Banco do Brasil, para quitar compromissos de programas sociais do governo. O jurista refutou a tese de golpe apontada pelos contrários ao impeachment. Ele acrescentou que todos os ritos legais estão sendo respeitados e o direito de defesa está sendo até “muito ampliado”.

— Pode não existir um fato delituoso no direito natural, mas existe na consciência de todos a urgência de proteger a transparência da coisa pública — argumentou.

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Após 4 anos de tolerância zero na Lei Seca, motoristas ainda resistem a mudanças

A embriaguez ao volante foi responsável pela morte de 479 pessoas nas rodovias federais no ano passado. O número é praticamente o mesmo de 2012 – ano em que as penas para quem dirige depois de ingerir bebidas alcoólicas se tornaram mais rígidas – quando 485 pessoas morreram em acidentes nas estradas fiscalizadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) por influência do álcool. No mesmo período, o número de acidentes ocorridos por causa da ingestão de bebidas caiu de 7.594 para 6.738, uma redução de 11%.

Na avaliação de especialistas, apesar de a Lei Seca prever multas, perda da habilitação e detenção para quem é flagrado dirigindo sob efeito de álcool, o comportamento dos motoristas mudou pouco nos últimos anos.

mortes em rodovias por álcool

A Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), que ajudou na elaboração da Lei Seca, estima que 54% dos motoristas brasileiros fazem uso de álcool antes de pegar o volante. Já a Pesquisa Nacional de Saúde, do Ministério da Saúde em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indica que 24,3% dos motoristas afirmam que assumem a direção do veículo após ter consumido bebida alcoólica.

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Senado rasga a legislação ambiental e aprova PEC que facilita aprovação de obras públicas

planeta verde
Em meio ao terremoto político que toma conta de Brasília, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira sem alarde, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que simplesmente rasga a legislação ambiental aplicada em processos de licenciamento de obras públicas.
A PEC 65, proposta em 2012 pelo senador Acir Gurgacz (PDT-RO) e relatada atualmente pelo senador Blairo Maggi (PR-MT), estabelece que, a partir da simples apresentação de um Estudo Impacto Ambiental (EIA) pelo empreendedor, nenhuma obra poderá mais ser suspensa ou cancelada. Na prática, isso significa que o processo de licenciamento ambiental, que analisa se um empreendimento é viável ou não a partir dos impactos socioambientais que pode gerar, deixa de existir.
Em um documento de apenas três páginas, os parlamentares informam que “a proposta inova o ordenamento jurídico”, por não permitir “a suspensão de obra ou o seu cancelamento após a apresentação do estudo prévio de impacto ambiental (EIA), exceto por fatos supervenientes”. A mudança, sustentam os parlamentares “tem por objetivo garantir a celeridade e a economia de recursos em obras públicas sujeitas ao licenciamento ambiental, ao impossibilitar a suspensão ou cancelamento de sua execução após a concessão da licença”.
O licenciamento ambiental, seja ele feito pelo Ibama ou por órgãos estaduais, estabelece que qualquer empreendimento tem que passar por três etapas de avaliação técnica. Para verificar a viabilidade de uma obra, é preciso os estudos de impacto e pedir sua licença prévia ambiental.
Ao obter a licença prévia, o empreendedor precisa ainda de uma licença de instalação, que permite o início efetivo da obra, processo que também é monitorado e que pode resultar em novas medidas condicionantes. Na terceira etapa, é dada a licença de operação, que autoriza a utilização do empreendimento, seja ele uma estrada, uma hidrelétrica ou uma plataforma de petróleo. O que a PEC 65 faz é ignorar essas três etapas.
“Estamos perplexos com a proposta. Isso acaba com legislação ambiental”, disse a coordenadora da 4ª câmara de meio ambiente e patrimônio cultural do Ministério Público Federal, Sandra Cureau. A PEC 65/2012 precisa passar por votação no Plenário do Senado. Caso aprovada, a proposta seguirá para tramitação na Câmara e depois retornará ao Senado. Por fim, seguirá à sanção presidencial.

Manchetes dos principais jornais do país 28/04/2016

O Globo
Temer planeja propor idade mínima para aposentadoria

Folha de São Paulo
Temer propõe bônus de desempenho para professores do país

O Estado de São Paulo
Programas sociais de Temer vão focar os ‘5% mais pobres’

Jornal do Commercio
Policiais desistem de greve

Folha de Pernambuco
Mais perto da taça

A Tarde
Vereadores tornam serviço Uber ilegal na capital baiana

Tribuna da Bahia
Impeachment deve ser votado no dia 6

Correio da Bahia
Uber vetado

O Dia
Vistoria aponta rachadura em pilar da ciclovia de São Conrrado

Correio Braziliense
Banco Central decide manter a taxa de juros em 14,25%

Valor Econômico
Com obstrução e sem clima, Câmara adia análise de reajuste dos servidores

Meio Norte
Goleiro do River garante classificação nos Pênaltis

Diário do Nordeste
Obras paradas geram prejuízos na Capital e Região Metropolitana

Agricultor que renegociar dívida poderá ter crédito facilitado

Agricultor

A matéria é de “suma importância” e beneficia em especial os produtores das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

O agricultor que renegociar dívida de crédito rural poderá obter novo financiamento sem precisar amortizar as prestações do contrato anterior. O Projeto de Lei da Câmara (PLC)87/2015, que facilita o crédito para os produtores rurais, foi aprovado ontem (27) pelo Plenário do Senado e segue para sanção da presidente da República.

O texto, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), elimina a restrição à tomada de novos empréstimos mesmo que o mutuário não tenha feito o pagamento das parcelas previstas no contrato de renegociação. O relator na CRA, senador José Medeiros (PSD-MT), apresentou voto favorável  e disse que a mudança não resulta em “implicação fiscal direta, uma vez que não ocorreria aumento da despesa pública, sendo avaliada caso a caso a situação do tomador do crédito”.

O PLC 87/2015 modifica a Lei 11.775/2008, que institui medidas de estímulo à regularização de dívidas de crédito rural e crédito fundiário. Conforme a lei, o agricultor que renegociar sua dívida não poderá contratar novo financiamento até que pague as prestações previstas para o ano seguinte ao da renegociação. A restrição vale para crédito do Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e para financiamentos com recursos dos Fundos Constitucionais do Norte (FNO), do Nordeste (FNE) e do Centro-Oeste (FCO).

Com informações da Agência Senado.

Prazo de inscrição para apoio a Planos de Saneamento Básico termina no próximo sábado

Saneamento básico

O Comitê, através da sua agência delegatária, AGB Peixe Vivo, já investiu cerca de R$5 milhões na elaboração de 25 Planos de Saneamento Básico na bacia / Foto: Internet

O prazo para as manifestações de interesse dos municípios, através de ofícios, visando à elaboração de Planos Municipais de Saneamento Básico (PMSB) a ser financiada pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, termina no próximo sábado (30).

A elaboração dos PMSBs será viabilizada com recursos da cobrança pelo uso das águas do rio, previstos no Plano de Aplicação Plurianual do Comitê (2016-2018).

Até agora, tendo em vista a minimização dos impactos ambientais decorrentes da deficiência no saneamento básico, o Comitê, através da sua agência delegatária, AGB Peixe Vivo, já investiu cerca de R$5 milhões na elaboração de 25 Planos de Saneamento Básico na bacia.

Ministro Marcelo Castro será o sexto a deixar o governo

marcelo castro

Constará no Diário Oficial desta quinta-feira (28), o pedido de demissão do ministro da Saúde, Marcelo Castro (PMDB/PI)

Segundo a assessoria do Ministério da Saúde, Marcelo Castro (PMDB/PI), pedirá demissão da pasta ainda hoje, após ter perdido o apoio da bancada na câmara para permanecer no cargo. Castro é um ministros  remanescentes do PMDB no governo Dilma (PT) juntamente com Kátia Abreu, que optou por permanecer à frente do ministério da Agricultura.

O ministro teria optado por se desligar do cargo deste a semana passada, mas somente ontem decidiu conversar com o Chefe de Gabinete da presidência, Jaques Wagner (PT/BA),  informando que deixaria o governo, considerando que a maioria da bancada peemidebista se colocou favorável ao impeachment na votação que teve na Câmara

O líder do PMDB da Câmara, Leonardo Picciani (RJ), afirmou ter recomendado Marcelo Castro a deixar o ministério, frente à posição de grande maioria da bancada do partido em defesa ao impeachment da petista. Segundo ele, a demissão deve ser publicada no “Diário Oficial da União” nesta quinta-feira (28).

 

Comissão do Impeachment aprova nomes que farão defesa e acusação de Dilma

comissão impeachment

Na segunda reunião da Comissão Especial do Impeachment no Senado realizada hoje (27), dedicada a aprovação de requerimentos, os senadores aprovaram os nomes de quem fará a acusação e a defesa da presidenta Dilma Rousseff nos próximos dias. De acordo com os requerimentos aprovados, amanhã (28), serão ouvidos os advogados autores da denúncia que deu origem ao processo de impeachment, Janaína Paschoal e Miguel Reale Júnior.

Na sexta-feira (29), será ouvido o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, responsável pela defesa da presidenta Dilma Rousseff. Além de Cardozo, mais dois ministros serão convidados: Nelson Barbosa (Fazenda) e Kátia Abreu (Agricultura), além de um representante do Banco do Brasil.

Na próxima segunda-feira (2), serão ouvidos, também pela acusação, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Velloso, e o procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), Júlio Marcelo de Oliveira, que identificou o atraso no repasse de recursos para bancos públicos para o pagamento de benefícios sociais, as chamadas pedaladas fiscais. Também está na lista o professor do Departamento de Direito Econômico-Financeiro e Tributário da Universidade de São Paulo (USP), Maurício Conti.

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Manchetes dos principais jornais do país 27/04/2016

O Globo
Preferido de Temer, Meirelles anima mercado

Folha de São Paulo
Para evitar mais impostos, Temer quer ‘cortes radicais’

O Estado de São Paulo
PSDB negocia adesão total a eventual governo Temer

Jornal do Commercio
Como reduzir impacto de 11,5% na luz

Folha de Pernambuco
Conta de luz 11,5% mais cara

A Tarde
Lobista confirma que pagou propina a Eduardo Cunha

Tribuna da Bahia
Fernando Baiano confirma pagamento de R$ 4 milhões a Cunha

Correio da Bahia
Comissão derrota governo e elege tucano para relator

O Dia
Um em cada cinco homicídios no Rio foi praticado por policiais

Correio Braziliense
STF mantém prisão do empresário Marcelo Odebrecht

Valor Econômico
“PSDB está conversando bem”, diz Temer sobre negociações com partidos

Meio Norte
Contra H1N1: filas em busca de vacina

Diário do Nordeste
Para vender mais no Dia das Mães, shoppings apostam até nas Olimpíadas

Meirelles, Padilha e Geddel são nomes certos na provável equipe de Temer

Michel Temer sonda nomes para compor sua eventual equipe

Michel Temer vem sondando nomes para formar sua equipe, entretanto faz algumas exigências, dentre as quais que tenha familiaridade, competência demonstrada no setor e que sejam nomes reconhecidos e respeitados.

As articulações têm sido  feitas de modo discreto para um eventual governo Temer e estão a todo vapor. Entre os nomes mais cotados estão  o do ex-presidente do Banco Central do governo Lula(PT), Henrique Meirelles, que desta feita ocuparia o cargo de ministro da Fazenda,  ficaria ainda incumbido de escolher o presidente do Banco Central.

Para o Ministério da Educação o nome que tem chamado mais atenção é o do senador  José Serra (PSDB/SP).” O senador José Serra é um homem que cabe em qualquer governo”, disse Temer. Contudo, ponderou que a decisão dependerá do PSDB.

O advogado Mariz de Oliveira é um  dos homens de confiança absoluta do vice-presidente por isso está sendo sondado para o Ministério da Justiça, já que é considerado uma pessoa de pulso forte.

Qualquer pessoa que ocupe o Ministério da Justiça, será orientado a preservar a independência dos investigadores da Lava-Jato,teria observado Temer.

Já  para a articulação política o nome mais indicado é do ex-ministro da Integração  Nacional, Gedell  Vieira Lima (PMDB/BA), por ser  o homem que se dá bem com todo mundo no Congresso.

Senador Raimundo Lira é o presidente da Comissão Especial do Impeachment de Dilma

raimundo lira

O senador Raimundo Lira pertence ao PMDB da Paraíba

O senador Raimundo Lira (PMDB-PB) é eleito presidente da Comissão Especial do Impeachment no Senado. Os parlamentares discutem agora a indicação do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) para a relatoria do processo.

Assim, passa a contar o prazo de dez dias para que o relator do caso, ainda a ser escolhido, apresente um parecer que precisa ser aprovado por maioria simples, entre os 21 integrantes do colegiado.

Antes mesmo da confirmação do nome de Raimundo Lira para a presidência da comissão, único nome indicado e aclamado por governistas e oposição, uma questão de ordem tumultuou a reunião.

Mulher de novo ministro do turismo publica fotos da estreia como ‘primeira-dama’

milena santos ministro do turismo

Milena Santos, mulher do novo ministro do turismo, Alessandro Teixeira, causou furor nas redes sociais após postar fotos, na sua página pessoal no Facebook, da sua estreia como ‘primeira-dama’ da pasta. Na noite desta segunda-feira (25), as imagens tinham 933 curtidas e 2.066 compartilhamentos.

“Compartilhando com meus amigos meu primeiro dia de Primeira Dama do Ministério do Turismo do Brasil. Te amo meu amor, juntos somos mais fortes! Não é a toa que ao lado de um grande homem, existe sempre uma linda e poderosa mulher”, disse Milena na legenda das fotos que foram tiradas no gabinete do parlamentar.

Teixeira foi nomeado na última sexta-feira (22) para o lugar de Henrique Eduardo Alves, que rompeu com o governo. Milena é ex-miss bumbum, título que ganhou nos EUA, em 2013.

STF abre mais dois inquéritos sobre Eduardo Cunha

cunha

Os pedidos chegaram à Corte na semana passada, em segredo de Justiça, e citam os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki autorizou a abertura de dois novos inquéritos para investigar a suposta ligação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), com o esquema de corrupção da Petrobras.

Os dois processos estão em segredo de justiça e não há detalhes das novas linhas de investigação, mas os inquéritos tratam de crimes de corrupção ativa e passiva e ainda de lavagem de dinheiro.

Cunha já é alvo de uma ação penal, uma denúncia e mais um inquérito na Lava-Jato, que o investigam por recebimento de propina em recursos desviados da estatal. Na semana passada, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a֭rmou que duas novas denúncias Bcontra Cunha devem ser apresentadas em breve ao STF.

Em fevereiro, o STF transformou Cunha em réu, sob acusação dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, por seu suposto envolvimento no esquema de desvios na Petrobras.

Manchetes dos principais jornais do país 26/04/2016

O Globo
Temer tenta desarmar bomba fiscal no Supremo

Folha de São Paulo
PSDB precisa participar da gestão Temer, defende FHC

O Estado de São Paulo
Temer quer pente-fino nas contas de bancos públicos

Jornal do Commercio
Relatoria do impeachmentem em disputa no Senado

Diário de Pernambuco
Oposição domina a nova comissão do impeachment

Folha de Pernambuco
Senado elege comissão que analisará impeachment

A Tarde
Fiespe entrega a Temer a proposta de ajuste fiscal

Tribuna da Bahia
Empresas não têm mais como demitir

Correio da Bahia
Taxistas fazem ataque a Uber no Rio Vermelho

O Dia
TJ suspende decreto que adia salários e manda governo pagar aposentados e pensionistas

Correio Braziliense
Multas da Receita a investigados da Lava-Jato podem chegar a R$ 100 mi

Valor Econômico
STF revoga ‘recolhimento domiciliar’ de André Esteves e permite volta ao BTG

Meio Norte
Bolsa no Piauí: R$ 332 mi em 4 meses

Diário do Nordeste
Senado convida Dilma a se defender em processo

Projeto regulamenta tempo para aposentar agentes comunitários de saúde

camara-deputados

Pela proposta, será contado para fins previdenciários o tempo de serviço que vier a ser comprovado entre janeiro de 1991 e dezembro de 2006, independentemente de contribuição

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 288/15, do deputado Valmir Assunção (PT-BA), que assegura aos agentes comunitários de saúde e aos agentes de combate às endemias a contagem do tempo de serviço para fins de aposentadoria por tempo de contribuição e outros benefícios do Regime Geral da Previdência Social.

“O projeto dá direito a benefício previdenciário independente de contribuição no período que compreende janeiro de 1991 e dezembro de 2006, desde que seja comprovado o vínculo por meio de documentos como contracheque, recibos de prestação serviços, agremiação em associação de classe e comprovantes emitidos pelas prefeituras municipais”, disse.

Segundo o autor, o projeto decorre da busca dos agentes comunitários de saúde pelo reconhecimento de seus vínculos empregatícios e de seus direitos.

O Programa Nacional de Agentes Comunitários de Saúde (PNACS) foi criado pelo Ministério da Saúde, em 1991, institucionalizando experiências em saúde, desenvolvidas em diversos municípios brasileiros com o principal foco em comunidades em situação de vulnerabilidade à saúde.

Tramitação

O projeto será analisado, de forma conclusiva, pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Com informações da Agência Câmara Notícias.