
As mudanças no Enem serão guiadas por duas premissas. (Foto: Bernardo Soares)
O Exame Nacional do Ensino Médio de 2016, marcado para os dias 5 e 6 de novembro, deve ser o último a seguir o modelo em vigor. Sob Michel Temer, o governo planeja introduzir modificações no Enem. Os ajustes virão nas pegadas da reforma do ensino médio, em tamitação no Congresso. A ideia do Ministério da Educação é promover as mudanças na prova gradualmente, sem alvoroço —uma parte em 2017, outra em 2018.
É grande a preocupação do governo em não produzir ruídos que possam perturbar a rotina dos estudantes a um mês da prova de 2016. Responsável pelo Enem, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) foi orientado a evitar o debate público sobre as mudanças que estão por vir. Antes, a pasta da Educação quer assegurar o bom andamento da prova do mês que vem e a aprovação no Congresso da medida provisória sobre o novo ensino médio.
As mudanças no Enem serão guiadas por duas premissas: facilitar a vida dos estudantes e ajustar o exame ao currículo mais flexível do novo ensino médio, a ser definido em 2017. Cogita-se, por exemplo, aplicar a prova num único dia, não em dois dias, como é hoje. Isso pode ocorrer já no ano que vem.
















A Copa do Nordeste, que hoje é uma das principais competições do país, não foi lembrada pela Confederação. A título de comparação, a final da Copa do Nordeste em 2015, disputada entre Ceará e Bahia, levou 63.399 torcedores pagantes, enquanto a decisão da Copa do Brasil entre Palmeiras e Santos levou apenas 39.660 torcedores ao estádio do Palmeiras. Ceará, Bahia e Santa Cruz tiveram, em 2015, uma média de público superior a de times como Fluminense, Vasco e Botafogo. Uma vaga da Libertadores para o vencedor da competição seria mais um motivo para o sucesso da Copa do Nordeste.

