Número de mortes nas rodovias federais de Pernambuco foi o 2º menor nos últimos 10 anos em 2019

(Foto: Divulgação/PRF)

Apesar de o número de acidentes e de feridos ter aumentado em relação a 2018, a quantidade de pessoas que morreram em decorrência de acidentes nas rodovias federais de Pernambuco foi o segundo menor em 2019, se forem considerados os últimos dez anos. No ano passado, 308 pessoas morreram em decorrência de ocorrências no trânsito nas BRs que cortam o Estado, que totalizaram 2.737 registros de acidentes e 2.851 de vítimas.

De acordo com balanço divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nesta sexta-feira (7), 2018 teve o menor registro de mortes nas rodovias federais em dez anos, totalizando 294 pessoas. O ano de 2019 vem em seguida. A maior quantidade de falecimentos nas BRs foi contabilizada em 2010, quando 475 vítimas morreram em decorrência de acidentes. Ainda segundo a PRF, as principais causas que contribuíram para o aumento das ocorrências entre 2018 e 2019 foram: não guardar distância de segurança (192 acidentes); falta de atenção do pedestre (146 ocorrências) e ingestão de álcool (249 registros).

Falta de atenção do condutor foi a principal causa de acidentes em 2019, representando 36,7% dos acidentes. Em seguida estão desobediência às normas de trânsito (11,4%); ingestão de álcool (9%); não guardar distância de segurança dos outros veículos (7%) e velocidade acima da permitida na via (5,2%). O tipo de acidente que mais ocorreu foi a colisão traseira, com 21,6%.

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Brasil terá 625 mil novos casos de câncer por ano até 2022, diz Inca

(Foto : Rovena Rosa/Agência Brasil)

O Brasil deve registrar cerca de 625 mil novos casos de câncer por ano de 2020 a 2022. A estimativa foi divulgada hoje (4) pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca). Somente entre a população infantojuvenil são esperados 8.460 novos casos por ano no mesmo período.

A publicação Estimativa de Incidência de Câncer no Brasil mostra que o câncer de pele não melanoma deve permanecer como o mais incidente, com a expectativa de 177 mil novos casos por ano. Em seguida, está o câncer de mama e de próstata, com 66 mil casos cada; cólon e reto, com 41 mil casos; traquéia, brônquio e pulmão, com 30 mil; e, estômago, com 21 mil.

De acordo com Inca, o Brasil apresenta um declínio dos tipos de câncer associados a condições socioeconômicas desfavoráveis. Em algumas regiões, no entanto, as ocorrências persistem. É o caso do câncer de colo de útero, na Região Norte. Enquanto no Brasil esse tipo de doença está em terceiro lugar, na incidência entre mulheres, desconsiderando o câncer de pele não melanoma, no Norte é o segundo mais incidente, atrás apenas do câncer de mama.

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Taxa de desemprego de 2019 termina em 11%, diz IBGE

(Foto: Internet)

O Brasil encerrou o último trimestre de 2019 com a taxa de desemprego em 11%, segundo os números divulgados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua(Pnad), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nesta sexta-feira (31).

O resultado coincide com a expectativa dos economistas ouvidos pela Bloomberg, que esperavam que a taxa desemprego atingisse 11%. Marcado pelo Natal e início do verão, o último mês do ano passado ainda registrou um alto número de desempregados, com 11,6 milhões de brasileiros que seguiam sem ocupação.

Com os dados de outubro, novembro e dezembro, a taxa de desemprego caiu, já que no trimestre encerrado em novembro ela ficou em 11,2%. O número de trabalhadores com carteira assinada foi de 33,7 milhões, enquanto o número de trabalhadores por conta própria ficou em 24,6 milhões.

Hospital Universitário atendeu mais de 8 mil vítimas de acidentes em 2019

(Foto: Ascom)

Um estudo do Conselho Federal de Medicina revelou que nos últimos dez anos, 1,6 milhão de pessoas ficaram feridas no Brasil em acidentes de trânsito, as vítimas geraram um custo de R$ 3 bilhões ao Sistema Único de Saúde (SUS). E o cenário no Vale do São Francisco não é diferente.

Somente no ano passado, o Hospital Universitário (HU) atendeu 8.333 pessoas em decorrência de acidentes automobilísticos, de acordo com o relatório da Unidade de Vigilância em Saúde do hospital. Mais de 70% das vítimas estavam se locomovendo por meio de motocicletas.

“As lesões ocorridas no trânsito provocam perdas econômicas consideráveis para os indivíduos, suas famílias e ao país. Essas perdas decorrem dos custos com tratamentos, incluindo reabilitação e investigação do acidente, bem como da redução ou perda de produtividade, decorrente de incapacidades físicas adquiridas”, destacou a chefe da Unidade de Vigilância em Saúde, Daniely Figueiredo.

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Brasil criou 644 mil novas vagas de trabalho em 2019, aponta pesquisa do Caged

(Foto: Internet)

O Brasil registrou a criação de 644 mil vagas de emprego formal no ano passado, 21,63% a mais que o registrado em 2018. De acordo com o Ministério da Economia, é o maior saldo de emprego com carteira assinada em números absolutos desde 2013. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados hoje (24), mostram que o estoque de empregos formais chegou a 39 milhões de vínculos. Em 2018, esse número tinha ficado em 38,4 milhões.

Todos os oitos setores da economia registraram saldo positivo no último ano. O destaque ficou com o setor de serviços, responsável pela geração de 382,5 mil postos. No comércio, foram 145,4 mil novas vagas e na construção civil, 71,1 mil. O menor desempenho foi o da administração pública, com 822 novas vagas.

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Balanço anual: Hospital Universitário realizou mais de 78 mil atendimentos em 2019

(Foto: Ascom)

Dados contidos no balanço do ano de 2019, apresentado pelo Serviço de Arquivo Médico e Estatística (SAME) do hospital, apontam que no ano passado, o Hospital Universitário (HU) realizou 78.468 atendimentos. Isto, somando os serviços ambulatoriais e os de urgência e emergência

Somente em 2019, o HU realizou 5.498 cirurgias, uma média de 458 por mês. Quase 60% dos procedimentos foram de ortopedia e traumatologia (3.077); em seguida, destacam-se os procedimentos vasculares (875) e cirurgias gerais (813).

De acordo com o relatório do SAME, os ambulatórios do HU e da Policlínica ofereceram 31.939 consultas, em 27 especialidades médicas diferentes. O número de consultas cardiológicas foi o mais expressivo (5.453), seguido por ortopedia e traumatologia (5.367) e cirurgia geral (3.691).

Primeiro levantamento do ano aponta médio risco de infestação do Aedes aegypti em Petrolina

(Foto: Ascom/PMP)

O resultado do primeiro Levantamento de Índice Rápido de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa) de 2020, foi divulgado, nesta quinta-feira (16), pela prefeitura de Petrolina (PE). A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 10 de janeiro e identificou um índice de infestação de 1,0%, valor que deixa a cidade em situação de médio risco de acordo com o Ministério da Saúde. Em 2019, o último LIRAa – divulgado em novembro – apontou uma infestação de 0,7%, colocando Petrolina em situação satisfatória.

Os bairros que registraram maior infestação foram Dom Avelar, Padre Cícero, Loteamento Padre Cícero, São Joaquim e São Jorge, com índice de 3%. Em segundo lugar, com 1,8%, aparecem as comunidades do Terras do Sul, José e Maria, Vila Marcela, Residencial Vivendas, Loteamento Recife, Loteamento Nova York, Vila Eduardo e Residencial Monsenhor Bernardino.

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Pernambuco registra queda histórica do número de mulheres assassinadas no estado

(Foto: Divulgação/CICOM/SDS)

A redução das mortes violentas de mulheres registrada em 2019 foi a mais expressiva da série histórica de Pernambuco, de acordo com a metodologia estatística adotada desde 2004. Os dados da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS) evidenciam que os Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) cometidos contra vítimas do sexo feminino no ano passado diminuíram 18,2% em comparação com 2018, ao cair de 242 para 198 casos.

Inseridos na estatística geral, os feminicídios retrocederam em 23% no confronto entre os dois últimos anos, pois passaram de 74 para 57. Isso fez de 2019 o ano com a menor incidência de feminicídio desde que se definiu esse tipo criminal, em 2017.

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Petrolina é a 4ª cidade de Pernambuco que mais reduziu casos de Crimes Violentos contra o Patrimônio em 2019

(Foto: Divulgação/CICOM/SDS)

Com 5.507 Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVP) registrados no último mês de dezembro, Pernambuco chega ao fim de 2019 com um total de 78.943 roubos, o menor quantitativo em cinco anos. Ao todo, foram contabilizados 1.464 casos a menos que dezembro de 2018 (6.971), tornando-se o mês com menos delitos em 60 meses, ficando acima apenas de dezembro de 2014 (5.449 notificações).

“A atual sequência de quedas nos CVPs já supera em 10 meses a segunda mais longa série descendente na história do Pacto pela Vida, formada por 19 meses entre julho de 2009 e janeiro de 2011. Nesse tempo de 28 meses, iniciado em setembro de 2017, foram 47.114 assaltos a menos em relação ao mesmo período anterior. Investimentos, operações permanentes, posicionamento de efetivo nas manchas criminais e também estratégias específicas para determinados tipos de delitos fizeram com que tivéssemos recuo significativo nos roubos a bancos, veículos, ônibus, de celulares e outras formas. Em 2019, mais de 53 mil pessoas foram presas pelas polícias. E vamos intensificar esse trabalho de retirada de circulação daqueles que amedrontam a população e ameaçam a ordem pública. Buscamos, em 2020, estatísticas mais baixas e uma maior sensação de segurança no dia a dia do pernambucano”, diz o secretário de Defesa Social, Antonio de Pádua.

O Sertão Pernambucano somou 4.012 roubos em todo o ano de 2019, o que representa uma queda de 22,47% em relação ao ano anterior, que registrou 5.175 queixas do tipo. No ranking das dez cidades com maior redução de CVPs no acumulado de 2019, Petrolina aparece na 4ª posição.

Agronegócio brasileiro exportou US$ 96,8 bilhões em 2019

(Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil)

As exportações do setor do agronegócio somaram US$ 96,8 bilhões no ano passado. Esse valor representa 43,2% do total exportado pelo Brasil, segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Os dados mostram leve crescimento do setor nas exportações totais do país. Em 2018, essa participação havia sido de 42,3%.

O destaque foi o comércio de milho, carnes e algodão. O milho registrou volume recorde de exportação, com 43,25 milhões de toneladas. O recorde anterior foi registrado em 2017, com 29,25 milhões de toneladas do cereal exportadas.

Ainda de acordo com o ministério, a China se tornou o principal cliente da carne bovina brasileira. O país asiático é responsável por 26,8% do volume total exportado. Com isso, ultrapassou Hong Kong, que ficou na segundo posição, com 18,6%.

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Alto no preço da carne faz IPCA fechar 2019 acima do centro da meta

(Foto: Internet)

Influenciado pela alta no preço da carne, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de dezembro foi de 1,15%, o maior resultado para este mês desde 2002, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados na semana passada.

Assim, a inflação fechou o ano de 2019 em 4,31%, acima dos 4,25% previstos definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), mas dentro do limite de variação de 1,5 ponto percentual.

O resultado de dezembro ficou acima dos 0,51% registrados em novembro e não tinha um registro tão alto para o último mês do ano há 17 anos, quando marcou 2,10% em dezembro de 2002.

Os preços das carnes no Brasil, com alta de 18,06%, contribuíram para esse registro e puxaram a marca de 3,38% no grupo de alimentação e bebidas, no que foi a maior variação mensal para o setor desde o mesmo dezembro de 2002.

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Casos suspeitos de dengue, zika e chikungunya aumentam 161% em Pernambuco no ano de 2019

(Foto: AFP Photo)

Entre 30 de dezembro de 2018 e 28 de dezembro de 2019, o Estado de Pernambuco contabilizou 73.745 casos suspeitos de arboviroses. O boletim foi divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) nesta segunda-feira (6). Os dados representam um aumento de 161% nas notificações de dengue, zika e chikungunya na comparação com 2018, quando foram registrados 28.257 casos.

Do total de ocorrências, 61.451 foram de suspeita de dengue, 8.467 para chikungunya e 3.827 de zika – aumentos de 164%, 145% e 154% em relação ao ano anterior, respectivamente.

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Pernambuco registra aumento no número de acidentes durante feriadão de Ano-novo 

(Foto: Divulgação/PRF)

O número de acidentes nas rodovias federais em Pernambuco nesse período de Ano-novo aumentou, porém houve menos mortes do que o mesmo feriadão da passagem de 2018 para 2019. O balanço foi divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no início da tarde desta quinta-feira (2).

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Número de agrotóxicos liberados no Brasil em 2019 é o maior dos últimos 14 anos

(Foto: Ilustração)

O Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas da Secretaria de Defesa Agropecuária liberou, na última sexta-feira (27), 36 novos agrotóxicos para uso no Brasil. Ao todo, em 2019, foram registrados 474 produtos, a maior quantidade dos últimos 14 anos.

De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, 94,5% de todos os agrotóxicos registrados neste ano são genéricos, ou seja, utilizam ingredientes que já eram comercializados no país em outros produtos. “O objetivo da aprovação de produtos genéricos é aumentar a concorrência no mercado e diminuir o preço dos defensivos, o que faz cair o custo de produção”, diz o órgão.

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Taxa de desemprego fecha o trimestre encerrado em novembro em 11,2%

(Foto: Ilustração)

A taxa de desocupação no país fechou o trimestre encerrado em novembro em 11,2%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo, divulgado hoje (27), considera desocupadas as pessoas que estão sem emprego, mas que buscaram efetivamente um trabalho nos 30 dias anteriores à coleta dos dados. O levantamento aponta que 11,9 milhões de pessoas compõem a população desocupada.

Segundo o IBGE, a taxa de desocupação caiu 0,7 ponto percentual no trimestre de junho a agosto, que ficou em 11,8% e foi inferior 0,4 ponto percentual em relação ao mesmo trimestre de 2018, de 11,6%.

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