
O Forró da Espora desse ano será realizado no Estádio Municipal Paulo Coelho, como tradicionalmente acontece e mesmo sendo uma importante manifestação cultural, a realização da festa não está agradando aos moradores no entorno do estádio.
Eles protocolaram um ofício na Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes (SECULTE) ainda em junho de 2017, dias após a edição do ano passado, solicitando a não realização da festa no local nos anos seguintes, tendo em vista a perturbação do sossego da comunidade.
“Reivindicamos de V.Exa., como gestora da área de Cultura do município, que tal fato não venha a acontecer nos próximos anos, deslocando o Forró da Espora para um local apropriado e não no Estádio Municipal, no centro de Petrolina. Queremos deixar bem claro que não somos contra o evento, uma tradição dos festejos juninos na cidade, mas contra o local“, protestou o grupo no documento encaminhado à Prefeitura de Petrolina.




Na quarta-feira (6) o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou à Prefeitura de Petrolina a suspensão dos festejos juninos com base nas consequências da greve dos caminhoneiros ao município. Segundo o promotor Carlan Carlo da Silva, o MPPE atuou com base na coerência, com a função de fiscalizar o Poder Público municipal na realização de festas num período anormal.








Atento à necessidade das comunidades rurais de Petrolina, no Sertão do São Francisco, de ver restabelecido o sistema de abastecimento de água apto a atender suficientemente toda a coletividade, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), através da promotora de Justiça Ana Cláudia de Sena Carvalho, recomendou à Coordenadoria de Defesa Civil de Pernambuco (CODECIPE), que, no prazo de 60 dias úteis, promova a regularização do fornecimento de água para as comunidades mencionadas.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) requereu à Justiça o bloqueio dos bens do ex-presidente da Câmara de Vereadores de Tacaratu, Paulo Sérgio de Carvalho. A medida tem por objetivo evitar que ele dilapide (gaste desmedidamente) seu patrimônio para burlar uma futura punição em ação civil por atos de improbidade administrativa ingressada no mês de setembro de 2017.



