Justiça condena Estado do Maranhão a indenizar em R$ 100 mil famílias de presos mortos

Em 2015, Pedrinhas, no Maranhão, foi considerada uma das cinco piores prisões do país em condições para os presos. (Foto: Ilustração)

Cada família, dos 64 presos mortos nos presídios do Maranhão, de janeiro de 2013 a janeiro de 2014, vai receber R$ 100 mil de indenização do Estado. O 3ª vara do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª região decidiu, em primeira instância, que o valor corresponde a danos morais sofridos pelas famílias.

A decisão segue o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de que o Estado é responsável pela integridade física dos detentos, devendo responder pelas suas mortes.

No ano de 2014, alguns vídeos mostravam presos do complexo prisional de Pedrinhas, que fica em São Luís (MA), decapitados após uma rebelião na prisão. Em 2015, Pedrinhas foi considerada uma das cinco piores prisões do país em condições para os presos.

Segundo decisão do STF, presos em condições carcerárias degradantes devem ser indenizados

(Foto: Internet)

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nessa quinta-feira (16), que o Estado deve indenizar presos que estejam submetidos a condições carcerárias degradantes. O assunto chegou ao STF após um presidiário entrar com uma ação contra o Mato Grosso do Sul cobrando indenização por danos morais em decorrência de superlotação carcerária e de falta de condições mínimas de saúde e de higiene do estabelecimento.

A ação tinha como relator o ministro Teori Zavascki, que faleceu em um acidente aéreo no mês de janeiro deste ano. Em 2014 e 2015, três ministros votaram a favor do preso. Teori e Gilmar Mendes, por uma indenização em dinheiro. Luís Roberto Barroso, pela compensação por meio de desconto nos dias da pena.

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Prazo para Samarco, Vale e BHP depositarem R$ 1,2 bilhão é prorrogado novamente

(Foto: Internet)

A Justiça Federal prorrogou novamente o prazo para que a mineradora Samarco e suas acionistas Vale e BHP Billiton depositem R$ 1,2 bilhão. O valor deveria ter sido transferido até o dia 10 de janeiro, mas um dia antes de esgotar o prazo, as empresas solicitaram adiamento. Conforme decisão do juíz Mário de Paula Franco, publicada hoje (13), a nova data limite é 19 de janeiro.

O valor de R$ 1,2 bilhão deve se somar a R$ 800 mil já depositados pelas empresas. O montante de R$ 2 bilhões objetiva garantir futuras ações de recuperação e reparação dos danos socioambientais decorrentes do rompimento da barragem de Fundão, em 5 de novembro de 2015, no município de Mariana (MG).

Em sua decisão, o juíz Mário de Paula Franco registrou que deferiu o pedido das mineradoras após tomar ciência de que elas e o Ministério Público Federal (MPF) estão em “tratativas com vistas à celebração de uma composição abrangente, com a informação de que as negociações evoluíram de forma substancial”. O magistrado também enalteceu “a atitude positiva das partes e instituições envolvidas” na busca de solução para a maior tragédia ambiental do país “através de um meio consensual”.

A barragem de Fundão, pertencente à mineradora Samarco, se rompeu no dia 5 de novembro de 2015. Na tragédia ambiental, considerada a maior do país, foram liberados mais de 60 milhões de metros cúbicos de rejeitos. O vazamento provocou devastação de vegetação nativa, poluição da Bacia do Rio Doce e destruição dos distritos de Bento Rodrigues e Paracatu, entre outras comunidades. No episódio, 19 pessoas morreram.

Com informações do EBC

Família de cada preso morto no Amazonas deve receber uma indenização de R$ 50 mil

(Foto: Internet)

A Defensoria Pública do Amazonas deverá pedir que o governo do Estado pague R$ 50 mil a cada uma das 64 famílias de detentos mortos em unidades prisionais na última semana. O pagamento, que deverá somar R$ 3,2 milhões, já foi defendido pelo próprio Executivo diante do entendimento de que a segurança das vítimas deveria ter sido garantida pela administração estadual.

Ao Estado, nesta quinta-feira (12), o defensor Carlos Alberto Almeida disse que o valor foi estipulado com base em decisões anteriores do Supremo Tribunal Federal (STF) em análise de casos similares.

Com informações do JC

Globo terá de pagar R$ 4 milhões para família de Domingos Montagner

Ator faleceu durante as filmagens da novela “Velho Chico”/Foto: Divulgação TV Globo

No mês de setembro de 2016, o ator Domingos Montagner morreu durante as gravações da novela “Velho Chico” após desaparecer no Rio São Francisco, entre Sergipe e Alagoas. Por conta do acidente, a família dele será indenizada pela TV Globo.

Segundo informações do site “Rondônia Ao Vivo”, o valor que a emissora terá de pagar para a viúva e os três filhos do artista será de R$ 4 milhões, quitados em parcelas que podem variar de R$ 70 mil a R$ 100 mil por mês. Já a prefeitura de Canindé de São Francisco, cidade onde tudo ocorreu, ainda não se manifestou sobre uma possível indenização, já que no local onde o famoso mergulhou não havia placas de sinalização para informar sobre os perigos da correnteza do lugar.

Procurada pelo site “Pure People”, a TV Globo não confirmou o pagamento da quantia citada para a família do ator Domingos Montagner, que foi homenageado no mês passado por alguns atores no troféu “Melhores do Ano” – premiação que acontece anualmente no programa “Domingão do Faustão”.

DNIT é condenado a pagar indenização a família por acidente em rodovia

Foto: Amo Direito

O juiz Raphael Cazelli de Almeida Carvalho, da 8ª Vara Federal, condenou o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) a indenizar, em aproximadamente R$ 110 mil, a família de um homem que morreu em um acidente ocorrido há oito anos em Mato Grosso. A decisão é passível de recurso.

O Dnit é um órgão ligado ao Ministério dos Transportes, responsável por construir, manter e operar o sistema federal de viação, nos modais rodoviário, ferroviário e aquaviário.

Na ação, a família, representada pela viúva M.T.D.S.V., alegou que a vítima, de iniciais E.D.V., trafegava na BR-163, sentido Cuiabá/Sorriso, quando sofreu um acidente fatal.

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Companhia aérea LaMia anuncia indenizações para vítimas de tragédia aérea

A companhia aérea boliviana LaMia anunciou na quarta-feira (14) que iniciará os trâmites perante sua seguradora para indenizar os sobreviventes e familiares dos mortos na queda do avião que transportava a delegação Chapecoense no último dia 28 de novembro na Colômbia.

O montante da indenização para cada vítima é de US$ 165 mil (R$ 560 mil), segundo o estabelecido no Convênio Internacional sobre Aviação Civil, afirmou à Agência Efe por telefone de Santa Cruz o advogado da LamMia, Nestor Higa.

As solicitações de indenização devem ser efetuadas nos escritórios da LaMia em Santa Cruz juntando os documentos que correspondam segundo o caso (morto ou ferido), acrescentou.

O advogado disse que, no caso das vítimas de nacionalidade brasileira, se requer a “declarativa de herdeiros e atestado de óbito” traduzidos ao castelhano e legalizados no consulado boliviano no Brasil.

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Justiça condena PSB a indenizar família de piloto que levava Eduardo Campos

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Além do candidato e do piloto, morreram no acidente o copiloto e quatro assessores

A Justiça do Trabalho de São Paulo condenou o PSB e os empresários João Carlos Lyra e Apolo Santana Vieira a pagarem débitos trabalhistas, mais indenizações por danos morais e materiais à família do piloto Marcos Martins, que comandava a aeronave em que morreu o candidato à presidência Eduardo Campos, em agosto de 2014.

Já a AF Andrade Empreendimentos e Participações foi condenada a pagar somente indenização por danos morais e materiais. A decisão é do juiz Samuel Batista de Sá e saiu em 21 de outubro.

A Justiça declarou a existência de vínculo de emprego entre o piloto e os réus – PSB e os empresários – entre 28/04/2014 até 13/08/2014, na função de comandante de aeronave e com remuneração mensal de R$ 28 mil. “São os reais e verdadeiros empregadores do falecido, pois tais réus possuíam a posse da aeronave, remuneraram o comandante Marcos Martins e dirigiram a prestação de serviços dele”, disse o juiz na decisão.

“Os reclamados João Lyra e Apolo, legítimos possuidores da aeronave, transferiram para o Partido Socialista Brasileiro [PSB] toda a operação da mesma mediante retribuição pecuniária, ainda que em forma de doação para a campanha eleitoral”, diz o juiz.

O juiz, além dos débitos trabalhistas, entendeu que o PSB e os empresários contrataram os pilotos sem o treinamento necessário para comandar aquela aeronave específica e que devem ser responsabilizados por isso, indenizando a família do piloto por danos morais e materiais.

“Os réus contrataram o comandante Marcos Martins para operar uma aeronave diferenciada e não passaram a ele os treinamentos e a formação necessária para tal finalidade. Vale dizer, o piloto Marcos Martins não estava integralmente qualificado para pilotar a referida aeronave CE 560XLS+ e os seus empregadores nada fizeram a respeito e tal omissão é culposa”, diz a decisão.

Sobre a AF Andrade, o juiz entendeu que não havia vínculo empregatício, isentando assim a empresa dos débitos trabalhistas. No entanto, o juiz entendeu que o contrato de arrendamento da aeronave para Lyra e Santana não foi formalizado e disse que o que prevalece é o que chamou de “responsabilidade solidária”, condenando a empresa a pagar danos morais e materiais.

Já a candidata à vice-presidente de Campos na ocasião, Marina Silva, foi inocentada no processo, porque, segundo o juiz, não tinha vínculo empregatício com o piloto. Na decisão, o juiz afirma que ela utilizou a aeronave somente em algumas ocasiões e sempre acompanhada de Eduardo Campos. Marina comprovou ainda que fez a maioria das viagens da campanha em voos comerciais.

O PSB informou, em nota, que “respeita a decisão da Justiça, mas vai ingressar com recurso no devido prazo”. A Agência Brasil entrou em contato com os advogados de Lyra e Santana, mas não obteve retorno até a conclusão da reportagem. Por telefone, representantes da AF Andrade não foram localizados.

Com informações da Agência Brasil.

Justiça condena Joaquim Barbosa a indenizar jornalista em R$ 20 mil

(Foto: Carlos Humberto)

Após ser questionado, Barbosa respondeu jornalista com rispidez. (Foto: Carlos Humberto)

A Justiça do Distrito Federal condenou o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa a indenizar o jornalista Felipe Recondo, por supostas ofensas proferidas em 2013. A decisão atende a um recurso do jornalista, mas Barbosa ainda pode recorrer no Tribunal de Justiça do DF. A indenização por danos morais foi fixada em R$ 20 mil.

Em março de 2013, Barbosa saía de reunião do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) quando foi abordado por Recondo – à época, repórter do jornal “O Estado de S. Paulo”. O jornalista começou a fazer uma pergunta, e foi respondido com rispidez por Barbosa.

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Cid Gomes é condenado a pagar indenização a Michel Temer

(Foto: Internet)

Cid Gomes é condenado na Justiça do DF a pagar indenização ao presidente interino Michel Temer. (Foto: Internet)

O ex-governador Cid Gomes (PDT) foi condenado, quarta-feira (13), pela Justiça do Distrito Federal a indenizar o presidente interino Michel Temer por ter chamado o peemedebista de “chefe de quadrilha”.

Os advogados de Temer questionaram decisão tomada por uma juíza da primeira instância, que rejeitou a ação de indenização por danos morais e determinou que o presidente interino pagasse custas e honorários de R$ 1,8 mil.”

O fato teve início em outubro de 2015, quando Cid Gomes se filiou ao PDT. Durante a cerimônia, ele acusou Temer de ser o chefe da quadrilha de achacadores que assola o Brasil.

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Ruído excessivo de ventilador gera indenização para vizinha

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Pertubação do sossego gera indenização. Foto: Reprodução

Uma decisão judicial  4ª câmara Civil do TJ/SC, deixou muita gente de orelha em pé,  na sentença o Tribunal condenou um homem a indenizar a vizinha, que reside em apartamento acima do seu, em virtude de perturbação do sossego por conta da manutenção de um ventilador de teto muito ruidoso.

Segundo relatos do processo, a senhora e sua criança foram submetidos  por mais de um ano a ruídos excessivos,causados pelo ventilador de teto que desrespeitava os níveis permitidos pela ABNT. Por causa do barulho, ela e seu filho sofreram transtornos psíquicos, irritabilidade, stress e doenças.

O desembargador substituto Júlio César Machado Ferreira de Melo, relator da matéria, observou que a Fundação Municipal do Meio Ambiente constatou níveis de ruído em 55 decibéis, que só são permitidos após as 19h. Além disso, atestados médicos comprovaram que foi prescrito à autora medicamento para inibições do sistema nervoso central, permitindo alguma sedação, relaxamento muscular e tranquilizante.

Com informações Migalhas

Danilo Gentili é condenado a indenizar pernambucana doadora de leite

Doadora de leite foi ridicularizada em rede nacional Foto: JC Imagem

Doadora de leite foi ridicularizada em rede nacional Foto: JC Imagem

 A maior doadora de leite humano do Brasil, Michele Rafaela Maximino, 34 anos, vai receber uma indenização no valor de R$ 200 mil após ter sido ridicularizada por Danilo Gentili. Além do apresentador, a decisão do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) também condenou a Rede Bandeirantes e o humorista Marcelo Mansfield. Em 2013, no Programa Agora é Tarde, Gentili chamou a pernambucana de vaca e a comparou com ator pornográfico Kid Bengala.

Para o marido de Michele, Ederval Soares, a decisão da juíza Regina Célia de Albuquerque Maranhão foi importante para afirmar que os humoristas devem respeitar mais as pessoas. “A gente está feliz porque estamos vendo que a justiça acaba acontecendo. É importante porque mostrou que tem que haver limites no humor.”

Na época, Michele morava em Quipapá, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, com o marido e as duas filhas. Depois da exibição do programa, ela passou a ser alvo de chacotas na cidade e isso atrapalhou sua saúde emocional e a contribuição semanal de leite que ela doava. “Fiquei muito abalada com essa atitude dele. Precisei de acompanhamento psicológico e tive que mudar de endereço porque passei a ser xingada pelas pessoas no meio da rua”, disse a técnica de enfermagem. Atualmente, a família mora em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, e não pretende voltar para o interior.

Em fevereiro de 2013, a mulher começou a doar leite para a Maternidade Jesus Nazareno, em Caruaru, no Agreste. “Meu marido e eu percorríamos 80 quilômetros toda semana para levar o leite até a maternidade”, explicou.

“Parei de doar há um ano porque uma das mamas secou. Foram 460 litros doados ao Hospital da Restauração e Maternidade Bandeira Filho, no Recife, e Jesus Nazareno, em Caruaru.” Michele também reforçou que a intenção ao divulgar as doações sempre foi encorajar outras mães a praticarem a mesma boa ação. Enquanto era doadora, ela chegou a pensar em se candidatar ao Guinness Book. “Eu queria entrar para estimular outras mães a fazerem o mesmo.”

Do JC online

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