Bolsonaro usa conflito em Israel para atacar Lula

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) usou as redes sociais para comentar o conflito em Israel, iniciado no último sábado (7) após ataques do grupo armado Hamas. Ainda ontem, ele aproveitou a situação para atingir o presidente Lula (PT).

“Pelo respeito e admiração ao povo de Israel repudio o ataque terrorista feito pelo Hamas, grupo terrorista que parabenizou Luís Inácio Lula da Silva quando o TSE o anunciou vencedor das eleições de 2022”, escreveu Jair Bolsonaro. No ano passado, ao final da votação para presidente da República, o líder político do Hamas, Basim Naim, chamou lula de “guerreiro da liberdade” e emitiu uma nota de congratulações no site oficial do grupo.

Bolsonaro afirmou, na mesma mensagem publicada ontem, que “Israel é um país irmão com profundos laços culturais e religiosos com o nosso povo”.”Lamentamos as mortes de civis e militares israelenses, bem como condenamos os sequestro de mulheres e crianças pelos terroristas do Hamas para dentro da Faixa de Gaza”, acrescentou. “Para que a paz reine na região, lideranças palestinas precisam abandonar o terrorismo e reconhecer o direito de Israel existir. Somente assim um acordo entre as partes poderá existir. Shalom”, finalizou a mensagem.

O que Lula disse sobre Israel?
Também pela internet, Lula disse que ficou “chocado” com os ataques que classificou como terroristas em Israel. Ao expressar minhas condolências aos familiares das vítimas, reafirmo meu repúdio ao terrorismo em qualquer de suas formas. O Brasil não poupará esforços para evitar a escalada do conflito, inclusive no exercício da Presidência do Conselho de Segurança da ONU”, escreveu o presidente.

“Conclamo a comunidade internacional a trabalhar para que se retomem imediatamente negociações que conduzam a uma solução ao conflito que garanta a existência de um Estado Palestino economicamente viável, convivendo pacificamente com Israel dentro de fronteiras seguras para ambos os lados”, completou.

O Palácio do Planalto também emitiu nota oficial afirmando que, na qualidade de Presidente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, o Brasil convocará reunião de emergência do órgão. O conflito chegou ao segundo dia neste domingo (8) e já contabiliza mais de 800 mortes em Israel, na Faixa de Gaza e na Cisjordânia.

JC Online

Netanyahu pede que população deixe Gaza porque governo agirá com ‘todas as forças’

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pediu à população israelense que deixe a região da Faixa de Gaza porque o governo agirá com todas as forças para destruir o Hamas. “Todos os lugares onde o Hamas se organiza, todos os lugares onde o Hamas se esconde e opera a partir deles, nós os transformaremos em ruínas. Digo aos moradores de Gaza: saiam daí agora, porque agiremos em todos os lugares e com todas as forças”, disse Netanyahu.

O discurso transmitido na rede nacional de televisão foi publicado  na sua conta oficial do X, anteriormente conhecido como Twitter. “Esta guerra levará tempo. Ela será difícil. Dias desafiadores ainda estão por vir. Mas posso garantir uma coisa: venceremos.”

Netanyahu disse que o Hamas iniciou uma guerra “cruel e maligna”. “Venceremos esta guerra, mas o preço é demasiado alto para suportar. Este é um dia muito difícil para todos nós. O Hamas quer assassinar a todos”, disse, destacando que o grupo extremista matou crianças, sequestrou idosos e massacrou os cidadãos. “O que aconteceu hoje não é visto em Israel – e vou garantir que não aconteça novamente. Todo o governo apoia esta decisão”, assegurou o primeiro-ministro israelense.

O primeiro-ministro disse que o Exército usará toda a sua força para “destruir” o Hamas, que já está devolvendo o controle dos assentamentos à população e prometeu vingar este dia à população israelense. Netanyahu também cobrou o Hamas pela segurança dos reféns. “Israel prestará contas com qualquer um que danificar um fio de cabelo da sua cabeça”, ameaçou.

No pronunciamento, Netanyahu também agradeceu o apoio dos Estados Unidos e de outros países. “Falei hoje há algumas horas com o presidente Biden e com os líderes dos países do mundo para garantir a liberdade de ação de Israel para a continuação das ações. Agradeço ao Presidente Biden pelas suas palavras claras e fortes. Agradeço ao Presidente francês, ao primeiro-ministro britânico e a muitos outros líderes pelo seu apoio sem reservas a Israel”, afirmou o primeiro-ministro israelense.

Estadão

Lula condena ataques do Hamas a Israel: “Meu repúdio ao terrorismo”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou as redes sociais neste sábado (07) para condenar os ataques do Hamas a Israel. Autoridades já somam quase 300 vítimas com os ataques. Lula se disse “chocado” com os ataques que classificou como “terroristas” e manifestou condolências aos familiares dos mortos.

“O Brasil não poupará esforços para evitar a escalada do conflito, inclusive no exercício da Presidência do Conselho de Segurança da ONU. Conclamo a comunidade internacional a trabalhar para que se retomem imediatamente negociações que conduzam a uma solução ao conflito que garanta a existência de um Estado Palestino economicamente viável, convivendo pacificamente com Israel dentro de fronteiras seguras para ambos os lados”, escreveu o presidente.

Ataque foi iniciado pelo lançamento de foguetes em Gaza. Os homens do Hamas invadiram as cidades israelenses durante uma ofensiva com mais de 5 mil foguetes disparados da Faixa de Gaza. Enquanto o fogo era lançado, os militantes armados entraram pela fronteira e começaram a invadir casas, matar soldados e civis e sequestrar israelenses.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram as cidades tomadas destruídas pelos foguetes, pânico dos moradores do país invadido e uma agressividade dos militantes. No início da operação, o comandante do Hamas publicou um vídeo e convocou os palestinos de todo o mundo para lutar.

Nas primeiras horas da invasão do Hamas, mais de 2,5 mil foguetes foram lançados contra Israel. Sirenes antiaéreas soaram nas principais cidades de Israel, inclusive em Tel Aviv e em Jerusalém. De acordo com a imprensa israelense, pelo menos 35 civis teriam sido sequestrados pelos militantes do grupo fundamentalista islâmico.

Diretor de vendas de uma empresa na área de high-tech e filho de brasileiros, Yanai Gilboa-Glebocki, 58 anos, mora em Bror Hayil, um kibbutz situado a 7,5km da fronteira com a Faixa de Gaza. Pelo menos 60% dos moradores de Bror Hayil são brasileiros, filhos e netos.

Em entrevista ao Correio, Yanai contou: “Fomos surpreendidos de uma forma muito ruim”. “Lamentavelmente, tem muitos mortos e feridos. Soldados e civis foram sequestrados para dentro de Gaza. Tanques e jipes do Exército israelense foram capturados pelo Hamas. Dois, três ou até mais kibutzim estão sob controle do Hamas. A situação é ruim”, disse.

 

Correio Braziliense

Guerra no Oriente Médio: número de mortos aumenta para 49, sendo 40 em Israel e 9 em Gaza

O número de mortos em Israel após os ataques do grupo palestino Hamas, que lançou foguetes e invadiu o território israelense, deixou ao menos 40 mortos, segundo o balanço oficial dos serviços de emergência. Já em Gaza, pelo menos nove pessoas morreram em Gaza neste sábado, informou a agência AFP.

Um jornalista da AFP viu oito corpos no necrotério do hospital Al Shifa, em Gaza, e outro testemunhou o funeral de uma nona pessoa morta em Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza. Após os ataques, o primeiro ministro israelense Benjamin Netanyahu disse que seu país está em guerra contra o Hamas:

Estamos em guerra e vamos vencer .O inimigo pagará um preço que nunca conheceu, diz Netanyahu em uma mensagem de vídeo divulgada nas redes sociais. O primeiro-ministro classificou o ataque surpresa do Hamas como “criminoso” e anunciou ter ordenado “uma ampla mobilização” de reservistas. “Decidimos pôr fim a todos os crimes da ocupação (de Israel), o seu tempo de violência sem responsabilização acabou”, declarou o grupo. “Anunciamos a Operação Al-Aqsa Deluge e disparamos, no primeiro ataque de 20 minutos, mais de 5 mil foguetes.”

“O Hamas cometeu um erro grave esta manhã e lançou uma guerra contra o Estado de Israel”, disse o ministro da Defesa Yoav Gallant num comunicado, acrescentando que as tropas israenses “estão a lutar contra o inimigo”. Os foguetes foram lançados de vários locais de Gaza a partir das 06h30 (03h30 GMT) e continuaram quase meia hora depois, indicou o repórter da AFP.

“Os residentes na área em redor da Faixa de Gaza foram convidados a permanecer nas suas casas”, disse o exército israelense num comunicado anunciando a infiltração. As forças armadas israelenses relataram a ativação de sirenes no sul do país, enquanto a polícia pedia ao público que permanecesse perto de abrigos antiaéreos.

Israel mantém um duro bloqueio contra a Faixa de Gaza desde que o grupo militante Hamas assumiu o poder em 2007. Desde então, ocorreram vários conflitos entre militantes palestinos e Israel. Centenas de palestinos da Faixa de Gaza abandonaram este sábado as suas casas para se afastarem das zonas fronteiriças com Israel, depois da ofensiva do Hamas ter sido lançada, confirmou um repórter da AFP.

Agência O Globo

Israel declara guerra e diz que Hamas pagará “preço sem precedentes”

O primeiro-ministro de Israel, Benjamim Netanyahu, declarou guerra contra os fundamentalistas islâmicos do Hamas, que atacaram, de surpresa, o país no início da manhã deste sábado (7/10). O líder gravou uma mensagem em vídeo para os israelenses em que afirma que “esta não é uma operação simples” e garantiu que “o inimigo pagará um preço sem precedentes”.

Esse é considerado o maior ataque contra Israel dos últimos anos. Os homens do Hamas invadiram as cidades israelenses durante uma ofensiva com mais de 5 mil foguetes disparados da Faixa de Gaza. Enquanto o fogo era lançado, os militantes armados entraram pela fronteira e começaram a invadir casas, matar soldados e civis e sequestrar israelenses.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram as cidades tomadas destruídas pelos foguetes, pânico dos moradores do país invadido e uma agressividade dos militantes. No início da operação, o comandante do Hamas publicou um vídeo e convocou os palestinos de todo o mundo para lutar.

Nas primeiras horas da invasão do Hamas, mais de 2,5 mil foguetes foram lançados contra Israel. Sirenes antiaéreas soaram nas principais cidades de Israel, inclusive em Tel Aviv e em Jerusalém. De acordo com a imprensa israelense, pelo menos 35 civis teriam sido sequestrados pelos militantes do grupo fundamentalista islâmico.

Diretor de vendas de uma empresa na área de high-tech e filho de brasileiros, Yanai Gilboa-Glebocki, 58 anos, mora em Bror Hayil, um kibbutz situado a 7,5km da fronteira com a Faixa de Gaza. Pelo menos 60% dos moradores de Bror Hayil são brasileiros, filhos e netos. Em entrevista ao Correio, Yanai contou: “Fomos surpreendidos de uma forma muito ruim”. “Lamentavelmente, tem muitos mortos e feridos. Soldados e civis foram sequestrados para dentro de Gaza. Tanques e jipes do Exército israelense foram capturados pelo Hamas. Dois, três ou até mais kibutzim estão sob controle do Hamas. A situação é ruim”, disse.

“Nós vamos ganhar e controlar tudo, mas as condições de início são péssimas e muito ruins.” O Correio apurou que Ofir Lipstein, prefeito do Conselho Regional de Sha’ar Hanegev, que congrega kibutzim do sul de Israel, foi morto durante troca de tiros com os militantes do Hamas.

Com informações do Correio Braziliense.

Jornalista russo da agência Ria Novosti morre no sul da Ucrânia

O jornalista russo Rostislav Zhuravlev, da agência de notícias estatal Ria Novosti, morreu neste sábado(22) em um bombardeio ucraniano na região de Zaporizhzhia, no sul da Ucrânia, anunciou o Exército russo em nota.

“Unidades das forças armadas ucranianas lançaram um ataque de artilharia contra um grupo de jornalistas”, e “quatro repórteres ficaram feridos, com menor e maior gravidade”, afirmou.

“Durante a evacuação, o jornalista da Ria Novosti Rostislav Zhuravlev morreu devido aos ferimentos causados pela explosão de bombas de fragmentação”, afirmou o Exército.

AFP

Sem acordo, Lula e Zelenski não se encontram na reunião do G-7

Sem muita convicção de ambos os lados,  mas previsto para o final da reunião da cúpula do G-7, o encontro  entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com Volodmir Zelenski acabou não acontecendo.

Depois de muita pressão internacional, principalmente vinda de  líderes de países presentes na reunião de Hiroshima, no Japão, a delegação brasileira chegou a anunciar a negociação do encontro, o que acabou não dando certo.

O motivo alegado pelos dois governos foi “incompatibilidade de agenda”. Lula teria oferecido alguns horários alternativos para a reunião, que não se encaixaram nos horários do presidente ucraniano.

Numa entrevista coletiva, o presidente ucraniano acabou ironizando o encontro que não houve. Quando foi perguntado se teria ficado decepcionado por não ter conseguido se reunir com Lula, Zelenski riu e respondeu: “acho que ele (Lula) que ficou decepcionado”.

O presidente ucraniano voltou para Kiev logo após a coletiva. Lula volta para o Brasil na manhã de segunda-feira no Japão, depois de uma agendada coletiva de imprensa.

O clima entre Brasil e Ucrânia anda tenso depois de sucessivas declarações controversas do presidente Lula, que nunca colocam a Ucrânia como vítima da invasão Russa. Ao contrário, sempre fazendo sinalizações como se poupando a Rússia de críticas.

Esse posicionamento do Brasil tem gerado críticas de vários países, muitos deles presentes na cúpula do G-7 em Hiroshima, no Japão. Entre os quais, Estados Unidos e a maioria dos países europeus.

JC Online

Lula diz que trabalhará pela paz no conflito entre Rússia e Ucrânia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (10), em entrevista exclusiva à CNN, que se autorizasse o envio de munições para o conflito entre Rússia e Ucrânia seria o mesmo que entrar na guerra. “Eu não quis mandar [munição para Ucrânia], porque se eu mandar, eu entrei na guerra. E eu não quero entrar na guerra, eu quero acabar com a guerra“, afirmou.

Lógico que ela [a Ucrânia] tem o direito de se defender. Lógico que ela tem o direito de se defender, até porque a invasão foi um equívoco da Rússia. Ela não poderia ter feito isso. Afinal de contas, ela faz parte do Conselho de Segurança Nacional. Ou seja, isso não foi discutido no Conselho de Segurança. O que eu quero é dizer o seguinte: olha o que tinha que ser feito de errado já foi feito”, explicou Lula à Christiane Amanpour, da CNN, em Washington, nos Estados Unidos.

O presidente Lula declarou que trabalhará para construir um caminho para pacificação no cenário global. O pedido de munição de tanques foi feito pelo governo da Alemanha para apoiar a Ucrânia, em guerra com a Rússia.

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Zelensky é tão responsável quanto Putin, diz Lula, capa da ‘Time’

 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, “quis a guerra” com a Rússia e também criticou o líder russo, Vladimir Putin. As declarações foram dadas em entrevista concedida à revista norte-americana “Time” no final de março e divulgada nesta quarta-feira (4).

O petista disse achar “esquisito” o comportamento do presidente ucraniano.

“Você fica estimulando o cara [Zelensky] e ele fica se achando o máximo. Ele fica se achando o rei da cocada, quando na verdade deveriam ter tido conversa mais séria com ele: ‘Ô, cara, você é um bom artista, você é um bom comediante, mas não vamos fazer uma guerra para você aparecer’. E dizer para o Putin: ‘Ô, Putin, você tem muita arma, mas não precisa utilizar arma contra a Ucrânia. Vamos conversar!’”, afirmou Lula.

Lula declarou ainda ao longo da entrevista à ‘Time’ que Zelensky “quis a guerra”, porque “se não quisesse a guerra, ele teria negociado um pouco mais”.

“Ele [Zelensky] aparece na televisão de manhã, de tarde, de noite, aparece no parlamento inglês, no parlamento alemão, no parlamento francês como se estivesse fazendo uma campanha. Era preciso que ele estivesse mais preocupado com a mesa de negociação”, completou o ex-presidente.

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Ucrânia propõe adotar neutralidade, e Rússia diz que vai ‘reduzir radicalmente’ ataques a Kiev

Reunião Rússia x Ucrânia na Turquia — Foto: Governo da Ucrânia/Reuters

As tropas russas vão recuar e reduzir ‘radicalmente’ ataques em Kiev e Chernihiv, no norte do país, segundo anunciou nesta terça-feira (29) o vice-ministro da Defesa russo, Alexander Fomin.

“No sentido de fortalecer a confiança mútua e criar condições necessárias para negociações futuras e alcançar o objetivo final de assinar um acordo, tomamos a decisão de reduzir radicalmente e por uma ampla margem as atividades militares nas direções de Kiev e Chernihiv”, declarou Fomin.

O vice-ministro disse ainda que Moscou vai revelar mais detalhes da decisão e das negociações após a delegação russa retornar ao país. O anúncio foi feito depois do final da nova rodada de negociações que Rússia e Ucrânia realizaram nesta manhã em Istambul, na Turquia, para tentar colocar fim a mais de um mês de ataques russos ao território ucraniano.

No encontro, segundo o G1, a Ucrânia propôs adotar a neutralidade, segundo informaram membros da delegação na saída da reunião. O status neutro significa que o país não pode fazer parte de alianças militares, como a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), nem hospedar bases militares em seu território.

Em troca, Kiev pediu garantias de segurança, disseram negociadores ucranianos.

Grupo de 47 ucranianos chega ao Brasil em acolhida humanitária

Chegou hoje (26) ao Brasil um grupo de 47 ucranianos que estava na Polônia. O Ministério das Relações Exteriores (MRE) informou que eles foram apoiados pela força-tarefa da Embaixada do Brasil em Varsóvia.

A embaixada providenciou os documentos de viagem e notas dirigidas às autoridades migratórias, sanitárias e aeroportuárias polonesas.

Os ucranianos também tiveram apoio do Consulado-Geral em Frankfurt, onde foi realizada conexão de voo. Eles desembarcaram no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

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Com voto do Brasil, ONU pede ‘fim imediato das hostilidades’ e culpa Rússia por crise humanitária na Ucrânia

A Assembleia Geral da ONU aprovou, nesta quinta-feira (24), uma resolução que culpa a Rússia pela crise humanitária na Ucrânia e que pediu novamente o “fim imediato” das hostilidades no país.

Essa foi a segunda resolução aprovada contra a Rússia na Assembleia da ONU em menos de um mês. Mais uma vez, ela é não vinculante, ou seja, não tem cumprimento obrigatório.

A resolução, elaborada por Ucrânia e aliados, recebeu 140 votos a favor (inclusive do Brasil) e 5 votos contra, enquanto 38 países se abstiveram. (Veja a tabela com os votos abaixo).

Painel mostra votação da Assembleia Geral da ONU em 24 de março de 2022 — Foto: Reprodução/UNTV

Painel mostra votação da Assembleia Geral da ONU em 24 de março de 2022 — Foto: Reprodução/UNTV

Houve uma salva de aplausos na Assembleia após o anúncio do resultado da votação.

Belarus, Coreia do Norte, Eritreia, Síria e Rússia votaram contra, como fizeram na primeira resolução adotada em 2 de março.

China, Bolívia, Cuba, El Salvador, Nicarágua e Irã são alguns dos 38 países que se abstiveram nesta votação.

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Corte Internacional decide que Rússia deve retirar tropas da Ucrânia

A Corte Internacional de Justiça (CIJ), em Haia, nos Países Baixos, decidiu hoje (16) que a Rússia deve suspender imediatamente as operações militares na Ucrânia. O veredito pede ainda a retirada de tropas militares e a adoção de medidas urgentes para que a disputa não seja agravada.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky,  afirmou no Twitter que “a Ucrânia obteve uma vitória completa em seu caso contra a Rússia na Corte Internacional de Justiça. A CIJ ordenou que a invasão pare imediatamente. A ordem é obrigatória sob a lei internacional. A Rússia deve cumprir imediatamente. Ignorar a ordem isolará ainda mais a Rússia”.

A corte decidiu ainda que organizações e pessoas associadas à Rússia não tomem medidas para dar continuidade à ação militar. Essa decisão foi adotada por 13 votos a favor e dois contra, da Rússia e da China.

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Aeronave da FAB que resgatou brasileiros deixa a Polônia

O presidente Jair Bolsonaro publicou há pouco, em suas redes sociais, a informação de que o avião KC-390 Millennium da Força Aérea Brasileira (FAB) está decolando de Varsóvia, na Polônia, em direção ao Brasil. A aeronave levou doações para a Ucrânia e está repatriando brasileiros e estrangeiros que fogem do conflito.

O voo trará 42 brasileiros, 20 ucranianos, cinco argentinos e um colombiano, além de 14 crianças. Também serão trazidos oito cachorros e dois gatos.

Mais cedo, a FAB publicou um vídeo com o embarque dos passageiros.

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Avião da FAB pousa na Polônia para repatriar brasileiros

O avião KC-390 Millennium da Força Aérea Brasileira (FAB) chegou hoje (9) a Varsóvia, na Polônia. A aeronave levou doações para a Ucrânia e vai repatriar brasileiros que fogem do conflito. O voo deve chegar de volta para Brasília amanhã (10).

O KC-390 saiu de Brasília na última segunda-feira (7) e fez 3 escalas técnicas: uma em Recife, outra na Ilha do Sal (Cabo Verde) e a última em Lisboa (Portugal).

Além de repatriar 40 brasileiros que moram na Ucrânia, o governo vai resgatar 23 ucranianos e um polonês, que já conseguiram visto humanitário para desembarcar em solo brasileiro. Também serão trazidos seis cachorros, pertencentes às famílias – os donos foram dispensados pelo governo brasileiro de apresentarem o Certificado Veterinário Internacional.

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