Lula pode desistir da reeleição? Bastidores apontam cenários e abrem debate sobre sucessão

Nos bastidores de Brasília, um tema começa a ganhar força e movimentar o cenário político nacional: a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não disputar a reeleição em 2026.

De acordo com análises publicadas na coluna de bastidores do Metrópoles, assinada por Diana de Batatins, a decisão do presidente não estaria completamente consolidada e dependeria, principalmente, do cenário político e econômico nos próximos meses.

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Chefe do Cartório Eleitoral orienta eleitores de Petrolina sobre prazos e regularização para eleições 2026

Durante entrevista ao programa Espaço Aberto, da Rural FM, o chefe do cartório eleitoral de Petrolina, Euclides Felipe da Silva Neto, trouxe importantes orientações para os eleitores com foco nas eleições de 2026.

Recém-chegado à função, Euclides destacou que já está à frente do cartório desde novembro do ano passado e assume o cargo em um momento estratégico, com o calendário eleitoral em andamento e prazos importantes se aproximando.

Um dos principais alertas feitos durante a entrevista diz respeito ao fechamento do cadastro eleitoral. Os eleitores têm até o dia 6 de maio para realizar serviços como emissão do primeiro título, transferência de domicílio e regularização de pendências.

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Pesquisa revela empate técnico na disputa pelo Governo de Pernambuco

Uma nova pesquisa realizada pelo Instituto Veritá, divulgada neste domingo (5), aponta um cenário de equilíbrio absoluto na corrida eleitoral para o governo do estado. No levantamento estimulado, a atual governadora Raquel Lyra (PSD) e o prefeito do Recife, João Campos, aparecem rigorosamente empatados com 35,4% das intenções de voto cada. Ocupando o terceiro lugar, Anderson Ferreira (PL) soma 5,3%, seguido por Ivan Moraes (PSOL) com 3,5% e Gilson Machado (Podemos) com 3,2%. O levantamento também registrou o desempenho de Eduardo Moura (Novo), com 2,5%, e Alfredo Gomes (Rede), com 0,2%, enquanto brancos e nulos totalizam 5,1% e os indecisos somam 9,3%.

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Flávio Bolsonaro prega união na direita após embate público entre Eduardo e Nikolas

Diante do recente acirramento de ânimos no campo conservador, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) utilizou suas redes sociais para publicar um vídeo pedindo trégua e união entre as lideranças da direita brasileira. O parlamentar, que se coloca como pré-candidato à Presidência, fez um apelo para que seus aliados interrompam as disputas internas motivadas por “mágoas e provocações” e foquem no resgate político do país. Durante a gravação, Flávio classificou como “angustiante” ver figuras do mesmo espectro político se digladiando, enfatizando que o verdadeiro adversário está no campo oposto e que, nesse tipo de conflito fratricida, todos saem perdendo. “Perdoem uns aos outros”, recomendou o senador, instando os colegas a priorizarem o projeto político coletivo em detrimento de defesas pessoais.

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Tempo de TV vira moeda-chave na corrida eleitoral e partidos intensificam alianças

Com o fim da janela partidária e do prazo de desincompatibilização, o cenário político entra em uma nova fase: a disputa por alianças que garantam mais tempo de propaganda eleitoral no rádio e na televisão, que começa oficialmente no dia 28 de agosto.

A estratégia dos partidos está diretamente ligada ao tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados. Pela legislação eleitoral, 90% do tempo de propaganda é distribuído de forma proporcional ao número de deputados federais de cada partido ou federação, enquanto os outros 10% são divididos igualmente entre os candidatos que superaram a cláusula de barreira.

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Nova rodada de pesquisas deve redefinir cenário político em Pernambuco até quarta-feira

O cenário político de Pernambuco deve ganhar novos contornos nos próximos dias com a divulgação de uma nova rodada de pesquisas de intenção de voto. Até a próxima quarta-feira (8), pelo menos quatro levantamentos devem ser apresentados ao público, abrangendo as disputas para o Governo do Estado, o Senado e também a Presidência da República.

Os estudos estão sendo realizados por institutos como Veritá, Real Time Big Data, Simplex e Conecta, todos devidamente registrados na Justiça Eleitoral. Um dos levantamentos já foi concluído, mas ainda aguarda divulgação.

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Bolsonaro pede que Michelle só se envolva na política após março e prega união da direita

O ex-presidente Jair Bolsonaro divulgou uma carta manuscrita, neste domingo (01/03), em que sai em defesa da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Bolsonaro afirma ter pedido a sua mulher que só envolva nas articulações políticas após março de 2026. No texto, tornado público por aliados do ex-presidente, ele também critica ataques vindos de setores da própria direita e faz um apelo por unidade entre aliados.

“Dirijo-me a todos que comungam conosco dos mesmos valores — Deus, pátria, família e liberdade — para dizer que lamento as críticas da própria direita dirigidas a alguns colegas e à minha esposa”, escreveu Bolsonaro. A menção ocorre em meio a disputas internas no campo conservador sobre a condução das estratégias eleitorais e a ocupação de espaços políticos, incluindo vagas ao Senado.

Na carta, o ex-presidente explica que a ex-primeira-dama estaria “por demais ocupada no atendimento da nossa filha Laura, recém-operada, bem como nos cuidados à minha pessoa”. A referência introduz um elemento pessoal no debate político, ao associar a decisão a questões familiares e de saúde. Bolsonaro também aborda o cenário eleitoral. “Numa campanha majoritária, bem como as cobiçadas vagas para o Senado, os apoios devem vir pelo diálogo e convencimento, nunca por pressões ou ataques entre aliados”, registrou. A declaração sugere incômodo com críticas públicas dentro do próprio campo político e sinaliza defesa de uma estratégia baseada na negociação interna.

Michelle Bolsonaro tem sido citada por aliados como possível candidata ao Senado pelo Distrito Federal em 2026, cenário que ganhou força após a inelegibilidade de Jair Bolsonaro. Dentro do PL e do campo conservador, a definição das candidaturas ao Senado é estratégica e envolve disputa por espaço político e capital eleitoral. O texto termina com um agradecimento “pelo carinho e consideração” e com a frase: “Da nossa união o futuro do Brasil”. Ao reforçar a ideia de coesão, Bolsonaro procura reposicionar o debate no interior da direita, em um momento de rearranjos e disputas antecipadas para 2026, ao mesmo tempo em que preserva a imagem de Michelle como figura a ser mantida fora das tensões partidárias imediatas.

A manifestação ocorre num contexto de intensa especulação sobre a sucessão presidencial na direita brasileira a pouco mais de seis meses das eleições gerais de outubro de 2026. Com a condenação e prisão de Bolsonaro barrando a sua participação, o nome de Michelle tem sido tema de debate público e midiático como uma possível figura política relevante, tanto dentro do seu partido, o Partido Liberal (PL), quanto no conjunto da direita conservadora.Analistas destacam que a ex-primeira-dama consolidou nos últimos meses perfil de liderança entre certos setores — especialmente eleitores evangélicos e feminino — e foi cogitada como potencial candidata em pesquisas e cenários eleitorais, ainda que nem sempre com entusiasmo unânime no próprio PL.

Agência O Globo

TSE aprova regras para as eleições de outubro

Fachada do edifício sede do STF

O Tribunal Superior Eleitoral aprovou nesta quinta-feira (26) sete resoluções normativas que irão disciplinar as eleições de outubro de 2026, quando os brasileiros escolherão presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.

As novas regras tratam da divulgação de pesquisas eleitorais, transporte de eleitores, arrecadação e aplicação de recursos de campanha, prestação de contas e atualizações no cadastro eleitoral.

Uma das principais resoluções define os atos preparatórios para o pleito. Poderão votar os eleitores que completarem 16 anos até o dia 4 de outubro de 2026, data do primeiro turno. O tribunal também estabeleceu que comunidades indígenas e quilombolas deverão ser consultadas previamente caso haja mudança nos locais de votação situados em seus territórios.

Combate à violência política de gênero

Entre as novidades, o TSE autorizou que candidatas que sofrerem ameaças durante a campanha possam utilizar recursos eleitorais para contratar segurança privada. A medida integra as ações de enfrentamento à violência política de gênero.

Recursos para pessoas negras

O tribunal manteve a obrigatoriedade de que os partidos destinem, no mínimo, 30% dos recursos do fundo eleitoral e do tempo de propaganda para candidaturas de pessoas negras. A aplicação deverá respeitar as regras já estabelecidas, sem inclusão de despesas não previstas na norma.

Inclusão de pessoas com deficiência

Outra medida anunciada é a implantação do programa “Seu Voto Importa”, voltado a assegurar maior acessibilidade às pessoas com deficiência. Eleitores que necessitem de transporte especial poderão solicitar o serviço gratuitamente, junto aos Tribunais Regionais Eleitorais, com antecedência mínima de 20 dias da votação.

Próximos passos

O TSE informou que pretende aprovar outras sete resoluções na próxima segunda-feira (2). Todas as normas serão publicadas até o dia 5 de março e passarão a valer oficialmente em todo o país.

As medidas buscam reforçar a organização do processo eleitoral e garantir mais transparência, segurança e inclusão nas eleições de 2026.

Sobre candidatura ao Governo, Anderson Ferreira alfineta Gilson Machado: “Não dá para um sanfoneiro opinar no que não entende”

Presidente estadual do PL em Pernambuco, Anderson Ferreira

O presidente estadual do PL em Pernambuco, Anderson Ferreira, afirmou que o partido não lançará candidato ao Governo do Estado nas eleições deste ano. Segundo ele, a disputa já está polarizada e a estratégia definida pela direção nacional da legenda é priorizar a eleição de senadores e ampliar as bancadas estadual e federal.

“Essa campanha está polarizada entre João e Raquel”, declarou, referindo-se ao prefeito do Recife, João Campos, e à governadora Raquel Lyra.

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Após especulações sobre resistência, Humberto Costa se reúne com Miguel Coelho e fala em “conversa produtiva”

O senador Humberto Costa (PT) publicou nesta quinta-feira (12) em suas redes sociais uma foto ao lado do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), acompanhada da seguinte mensagem:

“Recebi hoje o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho. Tivemos uma conversa produtiva sobre os cenários políticos estadual e nacional e os desafios que estão colocados para o futuro de Pernambuco e do Brasil.”

A publicação ocorre em meio às articulações para a formação da chapa majoritária que poderá ter como candidato ao Governo de Pernambuco o prefeito do Recife, João Campos.

Miguel Coelho é um dos nomes cotados para compor a chapa ao Senado ao lado de Humberto Costa e é visto como o legítimo representante do Sertão pernambucano nesse processo de construção política. Dentro dessa lógica, a presença do Sertão na formação da chapa majoritária é considerada estratégica, e o nome de Miguel surge como a principal referência regional. Já Humberto Costa desponta como um dos nomes consolidados da esquerda para a disputa, fortalecendo o desenho de uma composição que una capital e interior em 2026.

A pergunta que circula nos meios políticos é inevitável: teria havido um entendimento para a formação de uma chapa ao Senado com Humberto Costa e Miguel Coelho marchando juntos ao lado de João Campos em 2026?

Oficialmente, o que existe é a sinalização pública de diálogo. Mas, na política, fotos e palavras costumam carregar significados que vão além do registro formal.

O encontro reacende o debate sobre composição, alianças e eventual superação de resistências internas. Se houve alinhamento estratégico ou apenas uma conversa institucional, o tempo e os próximos movimentos dirão.

Flávio Bolsonaro venceria Lula em segundo turno, aponta pesquisa Apex/Futura

Levantamento mostra senador com 48,2% contra 42,4% do presidente e indica desgaste do governo

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) venceria o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais, segundo pesquisa Apex/Futura divulgada nesta terça-feira (10). De acordo com o levantamento, Flávio teria 48,2% das intenções de voto, enquanto Lula ficaria com 42,4%.

A pesquisa também revela o índice de aprovação do governo. Lula é desaprovado por 52,5% dos entrevistados, enquanto 43,4% dizem aprovar sua gestão. Outros 4% não souberam ou preferiram não responder.

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Membros do governo Lula avaliam que anúncio de Flávio é estratégia para 2030

Integrantes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e políticos de partidos de centro avaliam que a decisão de Jair Bolsonaro de lançar seu filho Flávio como candidato à Presidência da República representa uma estratégia voltada para 2030 e para a manutenção do espólio político da família. Ouvidos pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, sob reserva, os políticos consideram que o anúncio confronta diretamente os planos do Centrão para lançar Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, como candidato à Presidência com o apoio de Bolsonaro – em troca de um indulto em caso de vitória em 2026.

Apesar de manter discurso público de que buscaria a reeleição em São Paulo, o governador dava sinais, nos bastidores, do desejo de ser candidato ao Planalto. O anúncio de que Flávio Bolsonaro será o candidato representante do bolsonarismo nas eleições de 2026 pegou o mundo político de surpresa – mais pelo timing do que pela informação em si. Integrantes do governo Lula mantinham ceticismo quanto à possibilidade de Tarcísio de Freitas abdicar de uma reeleição em São Paulo para disputar a Presidência por Bolsonaro. O momento de anunciar esse apoio, no entanto, foi inesperado.

Apesar de alguns ministros do governo verem o anúncio como um “balão de ensaio” – jargão jornalístico que se refere à prática de atores políticos vazarem informações para testarem a repercussão antes de confirmarem -, há elementos que apontam na direção oposta. Primeiro porque Flávio e o PL confirmaram a informação. Segundo porque, mesmo após a péssima repercussão junto ao mercado financeiro (o Ibovespa caía quase 4% às 16h30 desta sexta-feira), não houve nenhum recuo.

Desde que Bolsonaro foi preso, em 24 de novembro, Flávio se tornou seu principal interlocutor com o mundo externo, algo parecido com o papel que Fernando Haddad representou para Lula em 2018, quando o petista ficou preso na Polícia Federal em Curitiba. Afastado das articulações políticas e do contato diário com aliados, Bolsonaro passou a receber informações sobretudo por meio do filho. Integrantes do governo ouvidos pela reportagem veem na decisão de lançar Flávio como candidato uma estratégia para manter o eleitorado de direita de olho nas eleições de 2030, cientes de que o pleito de 2026 será mais difícil por se tratar de uma campanha contra o atual presidente.

Lula não tem os melhores índices de aprovação, mas ainda assim dispõe da máquina pública, de programas sociais que serão lançados no ano que vem, do capital político pela isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais e de uma estrutura de publicidade estatal robusta.

A ameaça para Bolsonaro, nessa perspectiva, não estaria na esquerda, mas no campo da centro-direita. O presidente do PP, Ciro Nogueira, chegou a expor insatisfação com o que chamou de “falta de bom senso e estratégia no centro e na direita” e defendeu que o foco da união formada com o União Brasil fosse nas “eleições estaduais e nas nossas bancadas”. A publicação foi feita no X em 19 de novembro. Jair Bolsonaro já estava em prisão domiciliar, e não na sede da Polícia Federal.

O apoio a Tarcísio de Freitas, apesar de garantir uma chance maior de vitória contra Lula em 2026 e, consequentemente, de um indulto a Bolsonaro, escantearia a família politicamente: em caso de vitória, pelo motivo óbvio de que o principal nome da direita passaria a ser o governador de São Paulo; em caso de derrota, porque o nome testado nas urnas e com “recall” seria o de Tarcísio.

Estadão Conteúdo

Urnas eletrônicas começam a ser testadas nesta segunda (1º)

(Foto: Internet)

A partir de segunda-feira (1º), começa a 8ª edição do Teste Público de Segurança dos Sistemas Eleitorais, conhecido como Teste da Urna 2025. O evento será aberto às 13h e segue até a sexta-feira (5), com investigadores testando 38 planos de avaliação aprovados pela Comissão Reguladora.

O Teste da Urna 2025 será feito nos sistemas que serão utilizados nas Eleições Gerais de 2026, incluindo softwares de votação, apuração e transmissão, além do Gerenciador de Dados e do Kit JE-Connect. Observadores da imprensa e do meio acadêmico acompanharão as atividades.

O objetivo do teste é garantir que as eleições sejam seguras, transparentes e confiáveis, avaliando desde a captação dos votos até a apuração final.

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Reaproximação de Lula e Raquel Lyra abre caminho para dois palanques em 2026

A vinda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Pernambuco, nesta terça-feira, para cumprir duas agendas oficiais ao lado da governadora Raquel Lyra, reacendeu as articulações políticas no Estado com foco nas eleições de 2026.

A visita foi definida após encontro da governadora em Brasília com o ministro Rui Costa. Na agenda presidencial está a inauguração da Barragem de Panelas II, obra realizada em parceria entre os governos federal e estadual.

No mesmo período, outro movimento político ganhou destaque: o prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro, declarou apoio à pré-candidatura ao Senado do senador Humberto Costa, durante encontro no gabinete do parlamentar, em Brasília.

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João Campos lidera disputa pelo Governo de Pernambuco com folga, aponta CNN/Alfa

Levantamento do Instituto Alfa Inteligência, divulgado nesta quarta-feira (26) pela CNN Brasil, mostra ampla liderança do prefeito do Recife, João Campos, na corrida pelo Governo de Pernambuco. Na pesquisa com votos válidos, João aparece com 61%, enquanto a governadora Raquel Lyra registra 29%. Na sequência estão Eduardo Moura (Novo), com 6%, e Gilson Machado (PL), com 4%.

No cenário estimulado, quando todos os nomes são apresentados, João Campos mantém a liderança isolada, com 50% das intenções de voto. Raquel Lyra soma 24%, Eduardo Moura tem 5% e Gilson Machado, 3%. O candidato Ivan Moraes (PSOL) não pontuou. Votos em branco e nulo chegam a 11%, enquanto 7% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder.

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