
(Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
A produção caseira do álcool em gel é arriscada e contraria a legislação brasileira, avalia o Conselho Federal de Química (CFQ). Com o surto de coronavírus e a falta de álcool em gel em diversas farmácias ou supermercados do país, tem circulado pela internet receitas caseiras para produção de álcool em gel a partir do álcool líquido concentrado.
De acordo com a entidade, o uso do álcool líquido em elevadas concentrações aumenta o risco de acidentes que podem provocar incêndios, queimaduras de grau elevado e irritação da pele e mucosas. Além disso, a venda de álcool líquido em concentrações superiores a 54°GL (Gay-Lussac) é proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde 2013, que considerou os riscos oferecidos à saúde pública decorrentes de acidentes por queimadura e ingestão. Para soluções com graduação acima de 54°GL, a norma permite a forma em gel.
Segundo o CFQ, os produtos industrializados (álcool em gel vendido em farmácias e supermercados) passam por rigoroso processo de produção. Há padrões a serem seguidos, todas as etapas são monitoradas e há um controle de qualidade para padronização e regularidade dos produtos disponibilizados ao consumidor final.



















Na noite desta segunda-feira (16), o prefeito Miguel Coelho anunciou uma série de novas medidas para que Petrolina não tenha um surto de contaminação do coronavírus e da H1N1. O gestor anunciou que vários estabelecimentos, que possam reunir grande quantidade de pessoas, não poderão funcionar a partir desta quarta-feira (18).

