Prefeitura de Petrolina inicia consulta pública para discutir futuro do transporte coletivo na cidade

A Prefeitura de Petrolina, por meio da Autarquia Municipal de Mobilidade (AMMPLA), iniciou uma consulta pública para ouvir os usuários do transporte coletivo urbano sobre a nova concessão do serviço no município. A população poderá enviar sugestões e contribuições até o dia 22 de junho, através de formulário disponibilizado no site oficial da Prefeitura.

De acordo com a AMMPLA, a consulta pública faz parte das exigências previstas na Resolução nº 11/2013 do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE). A iniciativa tem como objetivo garantir maior participação popular no processo de construção do novo modelo de transporte coletivo da cidade, além de reunir propostas que possam contribuir para a melhoria da mobilidade urbana em Petrolina.

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TCE de Pernambuco aprova novas regras para fiscalizar cachês de artistas e festas com dinheiro público

Tribunal poderá emitir alertas quando despesas com festas ultrapassarem 3% da receita.

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco aprovou, nesta quarta-feira (13), uma resolução que estabelece novos parâmetros para a fiscalização da contratação de artistas e da realização de eventos culturais custeados com recursos públicos. A medida vale para o Governo do Estado, prefeituras e demais órgãos da administração pública.

Segundo o presidente do TCE, Carlos Neves, a iniciativa tem como objetivo ampliar a transparência, reforçar o controle sobre os gastos e garantir mais segurança jurídica para os gestores públicos.

Entre as principais exigências está a obrigatoriedade de licitação, chamamento público ou outro procedimento formal adequado para contratação de artistas. A resolução também proíbe a realização de festas em municípios que estejam em situação de calamidade pública, conforme prevê a legislação estadual.

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Câmara de Petrolina aprova contas das gestões Simão Durando e Miguel Coelho

A Câmara Municipal de Petrolina aprovou, em sessão realizada nesta terça-feira (12), as contas do prefeito Simão Durando relativas aos exercícios financeiros de 2022 e 2023. A decisão do Legislativo acompanhou o parecer prévio do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), que já havia recomendado a aprovação dos relatórios após análise técnica da aplicação dos recursos públicos.

Em nota, o prefeito Simão Durando afirmou que o resultado ratifica a observância aos princípios de transparência e legalidade na administração municipal.

“Cada centavo investido em obras, escolas e postos de saúde é tratado com rigor. A aprovação destas contas atesta o compromisso da gestão com a eficiência administrativa e com os resultados que impactam a cidade”, declarou o gestor.

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TCE-PE autoriza pagamento de férias e 13º salário para prefeitos, vice-prefeitos e vereadores

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) respondeu a uma consulta da Câmara Municipal de Carnaíba, no Sertão do Estado, autorizando o pagamento de férias e décimo-terceiro salário para prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. A deliberação ocorreu em sessão realizada no dia 8 de abril e reforça o entendimento já consolidado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A consulta foi formulada pelo presidente da Câmara de Vereadores de Carnaíba por meio de um processo que permite a autoridades solicitar pareceres ao TCE sobre questões jurídicas em tese, sem a análise de casos concretos. Esse instrumento tem como objetivo orientar a administração pública quanto à legalidade de determinadas práticas.

Em seu voto, o conselheiro Ranilson Ramos destacou que seguiu a jurisprudência do STF, especialmente o julgamento do Recurso Extraordinário nº 650.898, correspondente ao Tema 484 da repercussão geral. Na ocasião, a Suprema Corte firmou o entendimento de que o artigo 39, parágrafo 4º, da Constituição Federal não impede o pagamento dessas verbas, desde que exista previsão legal específica.

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Pernambuco enfrenta crise na proteção às mulheres em meio à alta da violência

Em meio ao aumento dos casos de feminicídio e das denúncias de violência doméstica em Pernambuco, um levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) acendeu um alerta grave sobre a falta de estrutura para proteger mulheres em situação de risco. O estudo aponta que a rede de proteção é considerada inexistente ou insuficiente em todos os 184 municípios pernambucanos e também no distrito de Fernando de Noronha.

Os dados fazem parte do Levantamento das Políticas Municipais de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, divulgado nesta semana. A pesquisa foi construída com base em informações fornecidas pelas próprias prefeituras e revela um cenário preocupante de ausência de políticas públicas estruturadas e integradas para o enfrentamento da violência de gênero.

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TCE-PE determina suspensão de chamamento público na área da saúde em Santa Maria da Boa Vista

(Foto: Nando Chiappetta)

A Segunda Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) confirmou, por unanimidade, uma medida cautelar que determina à Prefeitura de Santa Maria da Boa Vista, no Sertão do São Francisco, a suspensão do processo administrativo nº 064/2025.

O procedimento trata de um chamamento público para credenciamento de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) na área da saúde.

A decisão referenda cautelar expedida pelo conselheiro Eduardo Porto, após análise de pedido da Gerência de Fiscalização de Procedimentos Licitatórios do Tribunal, que identificou falhas no andamento do processo.

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TCE-PE aponta fragilidades na gestão das previdências municipais em novo estudo

(Foto: ASCOM/TCEPE)

O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) divulgou, nesta quinta-feira (27), o IGM-PREV 2024, um diagnóstico completo sobre a situação dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) no Estado.

O levantamento analisou 148 regimes municipais, avaliando cinco eixos essenciais para o funcionamento e a sustentabilidade da previdência:

Atuarial – planejamento de longo prazo; Caráter Contributivo – regularidade dos repasses; Transparência e Gestão – governança, clareza e atualização de dados; Investimentos – administração e desempenho das aplicações; Compensação Previdenciária – eficiência na troca de valores entre os regimes.

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Uso do CadÚnico em programas sociais municipais depende de lei local, decide TCE-PE

A utilização do Cadastro Único Federal (CadÚnico) como critério de seleção em programas sociais municipais só pode ocorrer quando houver previsão em lei local. A decisão foi tomada por unanimidade do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE).  A ação foi apresentada pelo prefeito de Itaquitinga, Patrick José de Oliveira, que buscou orientação sobre o programa municipal de distribuição de pescado.

De acordo com o gestor, o termo “população carente”, utilizado para definir os beneficiários, é juridicamente indeterminado, o que levou ao questionamento. Segundo o conselheiro Rodrigo Novaes, relator do processo, o CadÚnico pode ser adotado como parâmetro desde que uma legislação municipal estabeleça os critérios de forma objetiva.

Ainda segundo Novaes, a lei deve garantir transparência, igualdade entre os beneficiários e condições para o controle da política pública. O posicionamento foi aprovado de forma unânime pelo colegiado do TCE-PE.

Diario de Pernambuco

TCE diz que quatro em cada cinco cidades de Pernambuco têm políticas de segurança insuficientes

Em Pernambuco, 147 dos 184 municípios têm políticas públicas de segurança consideradas insuficientes de acordo com o Tribunal de Contas do Estado (TCE). O número representa quatro em cada cinco prefeituras pernambucanas (veja vídeo acima). A existência de Guarda Municipal, orçamento específico para segurança, programas de iluminação pública e casas de acolhimento para mulheres vítimas de violência doméstica foram alguns dos itens avaliados no levantamento do TCE. A pesquisa foi feita a partir de um questionário, que todas as prefeituras do estado tiveram que responder.

Ainda de acordo com esse estudo do TCE:
53% das prefeituras não têm Guarda Municipal;
92% dos municípios não possuem plano de segurança pública;
97% das cidades não realizam diagnóstico municipal da segurança;
76% das prefeituras não contam com departamento de trânsito;
67% dos municípios não utilizam videomonitoramento;
91% das cidades não possuem fundos específicos para segurança pública.

Com base nesses resultados, o TCE elaborou um índice para avaliar a existência dessas políticas públicas de segurança. Cada prefeitura poderia ser classificada em quatro níveis: aprimorado; intermediário; inicial e insuficiente. O Recife foi a única cidade do estado a apresentar o nível aprimorado (confira abaixo a situação de cada prefeitura).

“O Tribunal tem a intenção de capacitar, num primeiro momento, esses gestores municipais, para poderem criar os seus planos, para pensarem políticas públicas na área de segurança pública. E depois, num segundo momento, voltar a fazer um trabalho de diagnóstico para ver se, de fato, essa realidade foi alterada”, disse o gerente de Fiscalização de Segurança Pública do TCE, Bruno Ribeiro.

No Grande Recife, Araçoiaba foi o município com o desempenho mais baixo. A prefeitura disse ao TCE que não tem Guarda Municipal, abrigo para mulheres em situação de violência, sistema de videomonitoramento nem departamento de trânsito. Entre os itens que o município cumpriu, estão a adoção de uma taxa de iluminação pública paga pela população do município e a existência de órgãos como Conselho Tutelar e Secretaria da Mulher.

O secretário de Planejamento, Segurança e Mobilidade Urbana da cidade, Elvis Lima, disse que Araçoiaba vai aumentar em 100 o número de postes existentes na cidade, chegando a 1,3 mil, e que realiza ações de conscientização nas escolas sobre a violência contra a mulher.

Na tabela de Índice de Gestão Municipal de Segurança Pública, o município de Petrolina aparece em 25º lugar com classificação ‘Inicial’ e índice 13.

G1 Pernambuco

TCE-PE lança painel para monitoramento de gastos com festas em Pernambuco

O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) lançou um painel interativo que permite à população e aos gestores públicos acompanhar, de forma transparente, os gastos com festas e eventos realizados no estado.

A ferramenta, disponível no portal Tome Conta, reúne informações detalhadas sobre despesas com cachês de artistas, estrutura e logística dos eventos, com dados atualizados a partir dos sistemas RemessaTCEPE, Sagres-EOF e e-Fisco.

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Concurso público do TCE-PE oferece salários de até R$ 35,9 mil

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) lançou, na sexta-feira (30), o edital de um concurso público com 36 vagas imediatas e formação de cadastro de reserva. Os salários iniciais variam entre R$ 17,4 mil e R$ 35,9 mil, com jornada de trabalho de 30 horas semanais.

As inscrições começam na quarta-feira (4) e seguem até 3 de julho, exclusivamente pelo site da Fundação Getúlio Vargas (FGV), responsável pela organização do certame. A taxa de inscrição custa entre R$ 150 e R$ 250, a depender do cargo pretendido. Podem pedir isenção da taxa os candidatos que estejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).

As oportunidades são para nível superior, distribuídas entre os seguintes cargos:
– Auditor de controle externo: 7 vagas (4 para área de contas públicas e 3 para obras públicas);
– Analista de controle externo: 19 vagas (9 para contas públicas, 6 para obras públicas e 4 para tecnologia da informação);
– Analista de gestão: 10 vagas (9 para área administrativa e 1 para área de julgamento);
– Procurador do Tribunal de Contas: cadastro de reserva.Além das vagas imediatas, um projeto de lei em tramitação na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) prevê a criação de mais 22 cargos, incluindo áreas como saúde, tecnologia da informação e julgamento.

O edital, que está disponível na internet, prevê reserva de 20% das vagas para candidatos negros (pretos e pardos) e 5% para pessoas com deficiência, conforme legislações estadual e federal. O concurso tem validade de um ano, podendo ser prorrogado por igual período.
As provas objetivas e discursivas estão previstas para os dias 31 de agosto e 7 de setembro, no Recife. O concurso conta com:

– Prova objetiva (eliminatória e classificatória);
– Prova discursiva (eliminatória e classificatória);
– Avaliação de títulos (somente para o cargo de procurador);
– Perícia médica (para candidatos com deficiência);
– Procedimento de heteroidentificação (para candidatos negros).

G1 Pernambuco

TCE-PE aponta contratação de empresa para realizar evento fantasma na Câmara Municipal de Petrolina

Empresas de “eventos fantasmas” têm mais de 550 contratos com Prefeituras e Câmaras

Apontadas como “inequivocamente fantasmas” pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), as empresas IMB e Inovação fizeram 557 contratos com Prefeituras e Câmaras Municipais de todas as regiões do Estado, segundo levantamento no portal Tome Contas, do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE).

De acordo com reportagem do Diário de Pernambuco, entre 2017 e 2022, os contratos tratam cada um de uma ou mais inscrições de agentes públicos em congressos promovidos pelas duas empresas. Só esse valor custou  R$ 2.562.150 ao erário – cifra que não considera as diárias que também são pagas com dinheiro público.

Segundo o MPPE, essas mesmas empresas estariam envolvidas em um suposto esquema para que vereadores de Camaragibe, no Grande Recife, recebessem diária por participação em congressos e simpósios “comprovadamente inexistentes”.

O MPPE aponta ao todo quatro “eventos fantasmas”, sendo dois promovidos pelo IMB e dois pela Inovação, todos de 2018, envolvendo a Câmara Municipal de Camaragibe. Segundo a promotoria, os endereços informados dos congressos ficavam em João Pessoa (PB) e em Natal (RN).

Já o levantamento com dados do TCE-PE aponta que há ao menos 47 contratos referentes a esses mesmos congressos que são contestados pelo MPPE. Além de Camaragibe, os supostos “eventos fantasmas” foram contratados por prefeituras como Serra Talhada e Itacuruba, no Sertão, além de câmaras municipais que incluem São Lourenço da Mata e Abreu e Lima, no Grande Recife, Carpina e Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata, Gravatá e Toritama, no Agreste, e Arcoverde e Petrolina, no Sertão.

Os donos das duas empresas são pernambucanos, mas ambas foram abertas com endereços de outros Estados. Os dados da Corte de Contas mostram, ainda, que apenas 15 dos 557 contratos com o poder público foram para compromissos em Pernambuco – o que representa 2,7% do total. Via de regra, as diárias desembolsadas para compromissos fora de Pernambuco são maiores.

 Processos-Com 487 contratos, o IMB é vinculado a Carlos Alberto Barbosa Pereira, candidato derrotado duas vezes à Prefeitura de Itapissuma. Já a Inovação, que é ligada ao vereador de Timbaúba Josinaldo Júnior (Podemos), firmou outros 70 contratos com órgãos públicos. O Diario procurou o proprietário da primeira empresa, que não foi localizado, e da segunda, que não respondeu à reportagem.

No TCE-PE, há ao menos oito processos que investigam despesas de Câmaras Municipais com diárias e inscrições para eventos de capacitação. Todos são referentes a contratos com o IMB.

 Em Carpina e Camutanga, na Mata Norte; São Bento do Una, no Agreste, e Serra Talhada, no Sertão, a Corte de Contas já considerou que houve irregularidade e imputa débito aos agentes públicos envolvidos. A empresa também foi responsabilizada.

 Também na Mata Norte, em Timbaúba, onde o processo continua em andamento, o Ministério Público de Contas (MPCO) declarou estar “convencido de que havia um esquema forjado para proporcionar aos vereadores/servidores uma forma fácil de ganhar diárias sem real interesse público.”

Segundo o procurador, os ganhos do IMB em Pernambuco alcançaram a cifra de R$ 1.551.250, no período de quatro anos. Para ele, o valor não condiz com “o porte da empresa, quer pela ausência de meios de publicação e divulgação dos seus serviços, quer pela estrutura física modesta, sem sede própria, telefone fixo e quadro de funcionários registrados.”

Em Bezerros, no Agreste, o relatório de auditoria concluiu que a Câmara Municipal fixou valores de diárias acima do necessário para as despesas de hospedagem e alimentação, além de despesas com diárias e inscrições para eventos sem comprovação de efetiva realização. O caso ainda não foi julgado pelo TCE-PE.

Para outros dois casos, em Gravatá e Lajedo, ambos no Agreste, o TCE-PE julgou a situação regular com ressalvas. A Corte de Contas determinou, ainda, que os respectivos gestores da Casa Legislativa priorizem capacitações no próprio município e atentem para o “dever de instituir um planejamento e controle efetivo sobre despesas com recursos públicos na participação em eventos”.

Recorrentemente apontado como palestrante desses cursos, o advogado Geraldo Júnior foi o responsável por fazer a defesa prévia do IMB e do proprietário da empresa sobre os gastos na Câmara Municipal de Bezerros.

No processo, ele declarou que “todos os eventos foram efetivamente realizados” e que “seguiram rigorosamente todas as condutas éticas e morais, além de serem lícitos”.

“A auditoria atribui uma irregularidade em meras conjunturas [sic], sem ter sequer requerido informações a empresa ou pesquisado nos canais virtuais da requerente para verificar que todos os eventos são reais e efetivamente realizados”, diz o advogado, que deixou de anexar, na defesa prévia, registros para contrapor a acusação.

Procurado pelo Diario, Geraldo Júnior afirma que não tem mais notícia do dono do IMB, com quem teria perdido o contato.

Presidente da União dos Vereadores de Pernambuco (UVP), entidade que defende a categoria, o vereador Leonardo José da Silva (Léo do Ar), do PP, diz desconhecer as empresas citadas e qualquer esquema de recebimento de diárias. “Prefeitos, deputados federais, juízes, todo mundo tem direito a diárias, mas se pega muito no pé do vereador”, afirma.

“Se nós tivéssemos algum tipo de conhecimento de práticas ilícitas de câmaras municipais, iríamos provocar os órgãos de controle para fiscalizar esse ato irregular”, completa.

A reportagem também procurou as  cinco Prefeituras que tinham contratos com as empresas citadas. A de Serra Talhada declarou que não é investigada e, portanto, não vai se manifestar sobre o caso. Já Gravatá informou que desde 2021, período de outra gestão, não tem mais contratos com a empresa referida.

A Prefeitura de Condado respondeu que não irá se pronunciar por se tratar de uma questão da gestão passada. Igarassu destacou que a situação envolve a gestão anterior e que não compactua com ilegalidades. A  Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) não respondeu até o fechamento da matéria. A reportagem não conseguiu contato com a Prefeitura de Itacuruba.

Veja lista de Prefeituras e Câmaras com contratos:
Câmaras Municipais de Abreu e Lima, Camaragibe, Ipojuca, Ilha de Itamaracá, Moreno, São Lourenço da Mata, Cabo de Santo Agostinho, na RMR; Camutanga, Carpina, Condado, Goiana, Paudalho, Timbaúba, na Mata Norte; Amaraji, Escada, Gameleira, Palmares, Primavera, Sirinhaém, Tamandaré, Vitória de Santo Antão, na Mata Sul.

Câmaras Municipais de Belo Jardim, Bom Jardim, Bezerros, Bom Conselho, Bonito, Brejo da Madre de Deus, Cachoeirinha, Capoeiras, Gravatá, Ibirajuba, Jurema, Lajedo, Limoeiro, Passira, Pesqueira, Pombos, Riacho das Almas, Sairé, Santa Maria do Cambucá, São Bento do Una, São Caetano, Tacaimbó, Taquaritinga do Norte, Toritama, no Agreste; Afogados da Ingazeira, Arcoverde, Bodocó, Cabrobó, Dormentes, Exu, Flores, Floresta, Granito, Ibimirim, Ipubi, Lagoa Grande, Petrolina, Salgueiro, Santa Cruz da Baixa Verde, São José do Belmonte, Serra Talhada, Sertânia, Tacaratu e Trindade, no Sertão.

Diario de Pernambuco Foto TCE

TCE-PE autoriza prosseguimento de licitação para construção de 51 creches estaduais

Ranilson Ramos se reuniu na sexta-feira (26) com o secretário estadual de Educação e Esportes, Alexandre Schneider, e o secretário de Projetos Estratégicos, Rodrigo Ribeiro de Queiroz, para discutir o planejamento da Concorrência 002/2024 – CCSAD, que visa a construção de 250 creches em Pernambuco.

O conselheiro, que é o relator dos processos da Secretaria de Educação e Esportes (SEE), autorizou o lançamento do primeiro lote da licitação, que inclui a construção de 51 creches com um valor estimado de R$282 milhões. Este valor faz parte de um investimento total de R$1,3 bilhão destinado à expansão das creches no estado.

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TCE-PE regulamenta ordem cronológica nos pagamentos da Administração Pública

O Pleno do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) aprovou, na quarta-feira (17), a Resolução nº 244/2024, que disciplina os critérios para o pagamento de despesas pelo Estado e municípios, obedecendo à ordem cronológica das exigências e obrigações previstas em contratos.

Essa nova regra abrange serviços, fornecimento de bens, locações e realização de obras. A inclusão na ordem cronológica de pagamentos começa a partir da data de liquidação da despesa, comprovada por nota fiscal, fatura ou recibo, além de outros documentos exigidos no contrato ou na licitação de origem.

Cada órgão público deve utilizar sistemas informatizados e criar normas específicas para acompanhar o pagamento das obrigações. As normas devem incluir critérios e prazos máximos para a liquidação das despesas e pagamento. O TCE estabeleceu o prazo até 31 de dezembro de 2024 para que os Poderes e órgãos implementem esses sistemas.

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TCE-PE suspende pregão de consórcio que atende municípios do Agreste e Sertão

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) determinou a suspensão de um pregão eletrônico, avaliado em R$10 milhões, realizado pelo Consórcio Intermunicipal Dom Mariano (Condomar) para a contratação de serviços de manutenção preventiva e corretiva da iluminação pública em 15 municípios pernambucanos.

A decisão, confirmada por unanimidade, foi baseada em uma medida cautelar emitida pelo relator do processo, conselheiro Rodrigo Novaes, após uma representação da empresa Tradetek Soluções.

A empresa alegou que o edital do pregão apresentava exigências excessivas e cláusulas que restringiam a competitividade, o que poderia comprometer a integridade do processo licitatório.

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