Manchetes dos principais jornais do país

O Globo
Centrão avança e reduz peso de partidos maiores

Folha de São Paulo
Congresso não vê opção para reduzir preço de combustível

O Estado de São Paulo
Receita de sindicatos cai 80% após reforma trabalhista

Jornal do Commercio
Governo quer proteger preço da gasolina

Diário de Pernambuco
A repetição de um roteiro de erros

Folha de Pernambuco
Brasil afinado para a copa

A Tarde
Governo discute política de preços de combustíveis

Tribuna da Bahia
Seleção mostra que depende muito de Neymar

Correio da Bahia
Melhor focar na copa

O Dia
INSS tem R$ 1,2 bilhão à espera dos segurados

Valor Econômico
Petrobras aceita rediscutir reajuste diário da gasolina

Correio Braziliense
Gasolina em alta expõe dilemas sobre Petrobras

Meio Norte
Câncer de Pulmão: 310 mortes por cigarro em 12 meses

Diário do Nordeste
Cid descarta aliança entre Camilo e Eunício no Ceará

Para viabilizar redução do diesel, governo tira R$ 1,2 bi de programas como SUS

(Foto: Ilustração)

O Diário Oficial da União (DOU), na edição extra dessa quinta-feira (31), traz medida provisória que estabelece o cancelamento de dotações orçamentárias em diversas áreas, como programas de fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), concessão de bolsas, aquisição de áreas para a reforma agrária e policiamento de rodovias, entre outras.

No total, foram extintas despesas que somam R$ 1,2 bilhão. A meta é viabilizar recursos para o programa de subsídio do óleo diesel, que manterá preços fixos do combustível até o fim do ano.

O governo também vai usar recursos de reservas de contingência, que não estavam sendo usadas porque extrapolam o teto dos gastos, no valor de R$ 6,2 bilhões, bem como uma outra reserva de capitalização de empresas públicas: R$ 2,1 bilhões.

Além disso, o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, anunciou a sanção do projeto de reoneração da folha de pagamento para 39 setores da economia, que vai render R$ 830 milhões, além da redução e eliminação de incentivos fiscais para exportadores e indústrias química e de refrigerantes, somando outros R$ 3,18 bilhões. No total, o governo espera arrecadar R$ 13,5 bilhões para viabilizar o desconto no diesel.

Posto que não baixar preço do diesel pode ser multado e interditado

(Foto: Ilustração)

O governo firmará um acordo com a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis) para garantir o repasse do desconto de R$ 0,46 no litro do óleo diesel ao consumidor.

Em um Termo de Cooperação Técnica, governo – por meio da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) –, federação e distribuidoras se comprometem a fazer o desconto chegar na bomba de combustível.

O acordo será assinado nesta sexta-feira (1º), às 11h, no Ministério de Minas e Energia e foi anunciado pelo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, em entrevista coletiva na noite dessa quinta-feira (31) no Palácio do Planalto.

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Em meio a onda de protestos, Petrobras aumenta preço da gasolina

(Foto: Ilustração)

Mesmo com a paralisação dos caminhoneiros em todo o país, a Petrobras voltou a aumentar o preço da gasolina, depois de cinco quedas consecutivas do valor do combustível.

A partir desta quinta-feira (31), o preço nas refinarias subirá 0,74% e passará a ser de R$ 1,9671 por litro.

Em maio, o preço do combustível nas refinarias da Petrobras acumula alta de 9,42%, já que em 28 de abril o litro custava R$ 1,7977.

Mesmo com liminar do TST, petroleiros deflagram paralisação hoje

Os petroleiros afirmam que o movimento é uma reação à política de preços dos combustíveis. (Foto: Facebook)

A Federação Única dos Petroleiros (FUP)  anunciou hoje (30) que, mesmo com a liminar do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que considerou a greve abusiva, a paralisação da categoria foi iniciada e atinge refinarias, terminais e plataformas da Bacia de Campos. O movimento programou atos e manifestações ao longo do dia.

Pelo balanço da FUP, os trabalhadores cruzaram os braços nas refinarias de Manaus (Reman), Abreu e Lima (Pernambuco), Regap (Minas Gerais), Duque de Caxias (Reduc), Paulínia (Replan), Capuava (Recap), Araucária (Repar), Refap (RS), além da Fábrica de Lubrificantes do Ceará (Lubnor), da Araucária Nitrogenados (Fafen-PR) e da unidade de xisto do Paraná (SIX).

A FUP informou que não houve troca dos turnos da 0h nos terminais de Suape (PE) e de Paranaguá (PR). Segundo a federação, na Bacia de Campo os trabalhadores também aderiram à paralisação em diversas plataformas.

Reivindicações

Os petroleiros afirmam que o movimento é uma reação à política de preços dos combustíveis, de crítica à gestão na Petrobras e contra os valores cobrados no gás de cozinha e nos combustíveis.

A paralisação dos petroleiros ocorre três dias depois de o presidente Michel Temer e equipe negociarem um acordo com os caminhoneiros. Por mais de uma semana, os caminhoneiros pararam o país, provocando desabastecimento nos postos de gasolina, supermercados e prejuízos à economia.

Taxa de desemprego fica em 12,9%, afirma IBGE

(Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

O desemprego no Brasil teve um leve crescimento, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No trimestre encerrado em abril desse ano, o índice chegou a 12,9% ficando acima dos 12,2% no período encerrado em janeiro.

Ainda de acordo com o IBGE, o número de pessoas que buscam emprego e não encontram alcançou 13,4 milhões no trimestre finalizado no mês passado. Dessa forma, houve um aumento de 5,7% em relação aos 12,7 milhões de desocupados no final de janeiro.

No entanto, em comparação ao mesmo período de 2017 houve uma queda de 4,5% no número de desempregados. Já os que trabalham com carteira assinada apresentou uma redução de 1,7%.

Segundo o IBGE, até abril houve geração de emprego apenas nos segmentos de Outros Serviços e Administração Pública (9,1%) e Administração Pública (3,8%).

Serviços de telecomunicações, como internet, telefonia e sms podem deixar de funcionar, segundo SindiTelebrasil

Serviços de telefonia, internet e sms podem ser prejudicados. (Foto: Internet)

As prestadoras de telecomunicações, por meio do SindiTelebrasil, encaminharam neste domingo (27) à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) solicitação formal para que seja priorizado o abastecimento da frota de veículos utilizados na manutenção das redes, para proteger a operação de infraestrutura crítica de telecomunicações, atendendo ao Decreto nº 9.382, de 25 de maio de 2018.

Também foi solicitada a escolta de caminhões-tanque até os reservatórios de abastecimento dos geradores usados nas centrais de telecomunicações, que são acionados em casos de falta de energia comercial.

As prestadoras informam ainda, que estão com seus estoques de combustível praticamente zerados e que, se não forem tomadas medidas emergenciais, os serviços de manutenção e reparo não poderão ser realizados.

Isso poderá prejudicar não só o consumidor individual, mas principalmente órgãos com atividades essenciais, como hospitais, bombeiros, segurança pública, que poderão ter serviços de telefone, SMS e internet suspensos por eventuais falhas que não possam ser corrigidas, pela impossibilidade de deslocamento das equipes.

O SindiTelebrasil alertou principalmente para a dificuldade de atendimento de falhas massivas, que, quando ocorrem, atingem milhares ou até milhões de pessoas, interrompendo diversos serviços de telecomunicações.

Temer acena com redução de R$ 0,46 no diesel por 60 dias

(Foto: Internet)

Em pronunciamento na noite deste domingo (27), o governo federal cedeu e decidiu congelar por 60 dias a redução do preço do diesel na bomba em R$ 0,46 por litro. Michel Temer se pronunciou depois de um dia inteiro de negociações no Palácio do Planalto. Segundo o presidente, esse valor equivale, a zerar as alíquotas da Cide e do PIS/Cons.

As Medidas Provisórias foram publicadas em edição extra do Diário Oficial da União no fim da noite de ontem (27) e encaminhadas ao Congresso.

Na primeira rodada de negociações com os caminhoneiros, quando se acordou que a Petrobras baixaria em 10% o preço do diesel nas  refinarias durante 30 dias, e os caminhoneiros fariam uma trégua de 15 dias na paralisação, o Ministério da Fazenda estimou em R$ 5 bilhões o valor das compensações do Tesouro Nacional à estatal.

Agora, com a validade do congelamento do preço nos postos pelo dobro do tempo, as despesas serão proporcionalmente elevadas. Segundo o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, as reivindicações custarão R$ 10 bilhões ao Tesouro.

Caminhoneiros fazem críticas a sindicatos e afirmam que paralisação continua

(Foto: Internet)

Após a divulgação do acordo entre o governo e oito entidades de caminhoneiros, a categoria de autônomos parados nas rodovias disseram que não acabarão com a paralisação. “Os supostos sindicatos que estão negociando não representam os caminhoneiros que estão na rua”, disse um motorista ao jornal Folha de São Paulo.

Os caminhoneiros pretendem manter a paralisação pois o acordo não atinge as suas principais reivindicações. “São 14 itens que a gente nem conhece. O principal é a redução do diesel, mas não essa esmola temporária de 15 centavos.”

“Nenhum caminhoneiro vai aceitar esse acordo. O Brasil vende diesel para a Bolívia a R$ 1,80 e a gasolina a R$ 2,50. Por que não pode vender aqui também?”, questionou outro caminhoneiro.

Petrobras anuncia redução de 10% no diesel por 15 dias para conter paralisação dos caminhoneiros

(Foto: Internet)

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, anunciou a redução de 10% no preço do diesel nas refinarias na noite desta quarta-feira (23). Segundo ele, a redução será mantida por 15 dias. Por meio de nota, a estatal informou que o novo preço entrará em vigor nesta quinta-feira (24) nas refinarias e terminais.

Ainda de acordo com Parente, a redução anunciada significa uma queda de 23 centavos no preço do litro nas refinarias e de 25 centavos para os consumidores. O presidente da companhia ressaltou que a decisão sobre o diesel não abre margem para que o preço da gasolina também caia.

“É uma medida de caráter excepcional. Não representa uma mudança de política de preço da empresa. São 15 dias para que o governo converse com os caminheiros”, disse.

Segundo Parente, a empresa não cedeu a pressões de movimentos sociais ou mesmo do governo federal. O presidente da estatal classificou a medida como sendo um gesto de “boa vontade” da empresa.

Ministro da Fazenda confirma fim da Cide para diesel

(Foto: Arquivo)

O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, confirmou o acordo feito entre governo e Congresso Nacional para redução do preço do diesel. Em declaração feita na noite de hoje (22) no Palácio do Planalto, Guardia disse que o governo eliminará a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre o diesel e, em contrapartida, os parlamentares devem aprovar o projeto de reoneração da folha de pagamento.

“Acordamos que iremos eliminar a Cide incidente sobre o diesel. Ao mesmo tempo, o Congresso aprovará um projeto de reoneração da folha. O acordo é que iremos, uma vez aprovado o projeto de reoneração, assinar um decreto eliminando a Cide sobre o diesel”, disse Guardia.

De acordo com o Ministério da Fazenda, o governo arrecada atualmente R$ 2,5 bilhões por ano com a Cide sobre o diesel. Segundo a pasta, o reforço nas receitas da União nos próximos três anos com o fim da desoneração da folha de pagamento dependerá do número de setores que perderem o benefício fiscal no projeto que tramita no Congresso.

Apelo aos caminhoneiros

Guardia disse ainda que o governo vai continuar negociando com os caminhoneiros, que fazem paralisações por todo o país, em protesto contra o aumento sucessivo no preço dos combustíveis. Ao anunciar a redução do tributo sobre o diesel, Guardia fez um apelo aos caminhoneiros.

“O governo continuará a conversar com os caminhoneiros para debater alternativas para o problema. Nesse sentido, gostaríamos de fazer um apelo à categoria, para que possam retornar às atividades normais para que não penalize a população”. O ministro reiterou o discurso do governo de que a alta dos combustíveis está atrelada ao preço internacional do petróleo e a valorização do dólar perante o real.

Fonte Agência Brasil

81% da população prefere candidatos sem experiência política, aponta estudo

(Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil)

As eleições de 2018 trazem um sentimento de mudança no eleitor. Um levantamento do Instituto Locomotiva aponta que 81% dos eleitores preferem votar em políticos sem experiência a conceder o voto a quem possui mandato hoje. Apesar dessa tendência, a renovação não deve se refletir nas urnas.

“Esse número reflete a demanda eleitoral, mas ela não será representada. O que vai ser apresentado ao eleitor é uma nova roupagem dos políticos velhos. Em razão das regras eleitorais e dos recursos financeiros escassos, o eleitor não vai encontrar as opções de renovação”, disse Renato Meirelles, coordenador do Instituto.

Historicamente, segundo a pesquisa, a renovação política no Congresso Nacional fica próxima dos 50%. Esse número pequeno se deve às barreiras impostas pelo sistema eleitoral do país, como explica Leandro Machado, coordenador do grupo Agora!. “O sistema construiu barreiras, mas esse é apenas o início de um processo“, afirmou.

Em Pernambuco partidos pequenos como Rede Sustentabilidade e PSOL já se movimentam em busca de vagas na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), na Câmara dos Deputados, Senado, Congresso Nacional e no Governo de Pernambuco.

Manchetes dos principais jornais do país

O Globo
Gastos com pessoal ameaçam ajuste fiscal do Rio

Folha de São Paulo
Apenas 8% dos PMs atacados saem ilesos em São Paulo

O Estado de São Paulo
Prisão temporária cresce depois de veto à coercitiva

Jornal do Commercio
IFPE oferece 2.585 vagas

Diário de Pernambuco
Renovação política: ainda não vai ser desta vez

Folha de Pernambuco
Aposentadoria em até 30 minutos, promete o INSS

A Tarde
Termina hoje prazo de convocados pelo INSS

Tribuna da Bahia
Cidade viveu domingo sem ônibus e sem transtornos

Correio da Bahia
Enfim, festa na casa

O Dia
Pente-fino do INSS: termina hoje prazo para marcar perícia

Valor Econômico
Companhias estão menos vulneráveis à alta do dólar

Correio Braziliense
Harry e Meghan: conto de fadas de uma nova era

Meio Norte
Mente comanda objetos na UFPI

Diário do Nordeste
Governo tenta garantir espaço a deputados aliados

Pedidos de aposentadoria por telefone e internet começam hoje

O instituto vai ampliar cada vez mais a lista de serviços agendáveis. (Foto: Internet)

A partir desta segunda-feira (21), o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deixa de agendar o atendimento presencial para salário-maternidade e aposentadoria por idade urbanos. Agora, o segurado deverá acessar o Meu INSSou ligar para o 135 e, em vez de agendar uma data para ser atendido, receberá direto o número do protocolo de requerimento, eliminando a etapa do agendamento.

Antes, o segurado precisava agendar uma ida ao INSS para levar documentos e formalizar o pedido. Com o novo modelo, ao fazer o pedido, o cidadão acompanha o andamento pelo Meu INSS ou pelo telefone 135 e, somente se necessário, será chamado à agência.

Nos casos em que as informações previdenciárias necessárias para o reconhecimento do direito já constarem nos sistemas do INSS, será possível então a concessão automática do benefício, isto é, a distância.

Segundo o INSS, com a mudança, não haverá mais falta de vaga e, caso precise ir a uma agência para apresentar algum documento, o cidadão terá a garantia de ser atendido perto da residência. O instituto diz ainda que a mudança representa o fim do tempo de espera para ser atendido.

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Estudantes têm até hoje para se inscrever no Enem

Inscrições terminam hoje. (Foto: Internet)

Termina hoje (18) às 23h59 (horário de Brasília) o prazo para os estudantes se inscreverem no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018. As inscrições são feitas pela internet, na página do participante.

Mesmo os candidatos que pediram a isenção da taxa do Enem devem fazer a inscrição para a prova. Para se inscrever, o participante deverá apresentar o número do CPF (Cadastro de Pessoa Física) e do documento de identidade e criar uma senha. O candidato precisa também informar um endereço de e-mail válido e um número de telefone fixo ou celular, que será usado para enviar informações sobre o exame.

O pagamento da taxa de inscrição para quem não conseguiu a isenção, no valor de R$ 82, deve ser feito até 23 de maio nas agências bancárias, casas lotéricas e agências dos Correios.

As provas do Enem serão aplicadas em dois domingos, nos dias 4 e 11 de novembro. Os resultados serão divulgados em janeiro.