Bolsonaro assina nesta quinta MP que libera quase R$ 2 bilhões para vacina

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) assinará nesta quinta-feira (06) uma MP (medida provisória) que prevê a liberação de quase R$ 2 bilhões para investimento na produção da vacina contra o novo coronavírus. Marcado para as 18h, o evento para a assinatura da medida já consta na agenda presidencial. Esse valor será destinado à (Fiocruz) Fundação Oswaldo Cruz, que fechou acordo com a farmacêutica AstraZeneca para compra de lotes e transferência de tecnologia da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Mais cedo, o Secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, já havia adiantado que a estimativa de entrega da vacina de Oxford seria em dezembro deste ano. Ele citou um contrato para que o Brasil adquirisse parte da tecnologia e pudesse produzir a imunização em solo nacional, criando independência em relação a outros países. Medeiros também não descartou o interesse do ministério em adquirir outras vacinas que estão sendo testadas no combate à covid-19. “O Ministério da Saúde terá interesse em adquirir a primeira vacina que ficar disponível para a população, desde que essa vacina tenha a eficácia comprovada”, disse ele durante coletiva.

Eduardo Macário, Diretor do Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis, pontuou que a distribuição seria similar à que ocorre no caso da campanha de vacinação para a gripe. “Estamos nos preparando da melhor forma possível”, afirmou, acrescentando ser necessário entender o público-alvo mais adequado e se a imunidade é permanente.

Mais cinco centros no Brasil iniciam testes com vacina chinesa

(Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

Mais cinco centros de pesquisa do país vão dar início ainda esta semana a testes com a vacina chinesa CoronaVac, da farmacêutica Sinovac, desenvolvida em parceria com o Instituto Butantan.

Hoje (5), as vacinas começaram a ser aplicadas em profissionais da saúde na Universidade de Brasília (UnB) e, amanhã (6), no Hospital das Clínicas na Unicamp, em Campinas (SP). Na sexta-feira (7), os testes serão no Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná, em Curitiba; e na Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (SP). No sábado (8), será vez do Hospital São Lucas, da PUC do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre.

Até o momento, já há cinco centros de pesquisa em operação para os testes. O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP) foi o primeiro a aplicar a CoronaVac, no dia 21 de julho.

Na quinta-feira (30) e na sexta-feira (31), os testes começaram no Instituto de Infectologia Emílio Ribas; na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP); na Universidade Municipal de São Caetano do Sul; e no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Fármacos da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

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Russia anuncia vacinação em massa contra Covid-19 para outubro

(Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

O ministro da Saúde russo, Mikhail Murashko, anunciou neste sábado (1º) que a Russia deve iniciar vacinação em massa contra o novo coronavírus em outubro.

Murashko anunciou na última semana que profissionais da saúde serão vacinados ainda em agosto, antes dos resultados do ensaio clínico da vacina, segundo informações do Moscow Times.

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Vacina contra novo coronavírus começa a ser testada na Bahia

A Bahia será um dos três centros escolhidos na América Latina para o desenvolvimento de uma vacina inovadora contra o novo coronavírus.

O projeto será conduzido pelo médico e pesquisador Edson Moreira, no Hospital Santo Antônio das Obras Sociais de Irmã Dulce e contará com o apoio do Governo do Estado, mediante um convênio de cooperação técnica com a Sesab, no valor de R$ 500 mil reais.

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“Podemos ter mais de 1 milhão de doses de vacina”, diz pesquisador

(Foto: CDC/Unsplash)

Estimativas iniciais de produção de um milhão de doses da vacina experimental contra covid-19, da Universidade de Oxford, até setembro podem estar subestimadas dependendo de como os testes em estágio avançado serão concluídos, disse hoje, em Londres, um pesquisador.

“Poderá haver um milhão de doses fabricadas até setembro, isso agora parece uma notável subestimativa, dada a escala do que está acontecendo”, afirmou Adrian Hill, da Universidade de Oxford, se referindo à capacidade de produção da AstraZeneca, parceira da universidade no desenvolvimento da vacina.

“Certamente haverá um milhão de doses em torno de setembro”, acrescentou. Ele disse, ainda, que é possível as vacinas estarem disponíveis até o fim do ano.

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Vacinação contra o sarampo é prorrogada até 31 de agosto em Juazeiro

(Foto: Ascom/PMJ)

Informações da Secretaria da Saúde de Juazeiro dão conta que o Ministério da Saúde prorrogou até 31 de agosto a vacinação contra o sarampo no público adulto de 20 a 49 anos em todo o país. A medida, de acordo com o órgão federal, é devido à baixa procura da população brasileira para imunização contra o sarampo. Em Juazeiro, a vacina está acontecendo em todos os postos de saúde da sede das 8h30 às 11h30 e das 14h30 às 16h30 e no interior no período da manhã.

De acordo com dados do Ministério da Saúde até o momento 4,6% do público-alvo em todo o país foi vacinado. A meta de imunização com a faixa etária preconizada nesta prorrogação em Juazeiro é de mais de 95 mil pessoas, com isso, a Secretaria de Saúde convida este público a buscar um dos 56 postos de saúde do município para imunização.

De acordo com a superintendente de Vigilância em Saúde, Tatiane Malta, a imunização é a melhor maneira de se prevenir contra o sarampo. “Convidamos a população de Juazeiro que está dentro do público-alvo para buscar uma das unidades de saúde e se vacinar contra o sarampo. Reforçamos que o sarampo é uma doença grave e de grande transmissão, mas que tem como se prevenir através da vacinação”, explicou.

Tatiane ainda reforça informando que “a transmissão do vírus se dissemina pela tosse, espirro, fala e até no respirar. O sarampo não precisa de contato direto, o vírus se dissemina pelo ar a metros de distância da pessoa infectada. Uma pessoa com sarampo chega a infectar até 18 pessoas. Com isso, solicitamos às pessoas que procurem se imunizar. Basta procurar o posto de saúde mais próximo de sua residência munida de documento oficial com foto e a carteira de vacinação, se não tiver este último, a unidade fará um novo cartão de vacina”, concluiu.

Boa notícia: vacina de Oxford para Covid-19 é segura e induz resposta imune

O efeito deve ser reforçado após uma segunda dose da vacina, segundo os cientistas. (Foto: CDC/Unsplash)

Cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, anunciaram nesta segunda-feira (20) que, de acordo com resultados preliminares, a vacina da universidade para a Covid-19 é segura e induziu resposta imune no corpo dos voluntários. Os resultados, que já eram esperados pelos pesquisadores, se referem às duas primeiras fases de testes da imunização. A terceira fase está ocorrendo no Brasil, entre outros países.

Entenda a novidade anunciada

A vacina de Oxford é a mais adiantada, das que estão em pesquisa. Ela está sendo testada também no Brasil e testes iniciais agora apontam que ela é segura e induz o corpo a reagir contra a Covid-19; o resultado é o esperado.

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Bahia registra 2.964 casos e 54 mortes por coronavírus em 24h

(Foto: ASCOM/SESAB)

A Bahia registrou, somente nas últimas 24h, 2.964 casos do novo coronavírus. Ainda de acordo com o boletim emitido nesta quarta-feira (15) pela Secretaria da Saúde (Sesab), o estado registrou mais 54 óbitos pela Covid-19.

Com a atualização, a Bahia chegou à marca de 112.993 casos confirmados e 2.638 óbitos pelo vírus.

Ao todo, 399 municípios baianos já registraram pelo menos um caso da Covid-19, com maior proporção de infectados em Salvador (40,64%).

Covid-19: possível vacina é autorizada para novo teste no Brasil

(Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

A fase três de testes clínicos para a vacina contra o novo coronavírus Coronavac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em pareria com o Instituto Butantan, foi aprovada pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep). A informação foi anunciada nesta quinta-feira (9) pelo governador de São Paulo (PSDB-SP) João Doria no Twitter.

A previsão é que a Coronavac comece a ser testada em brasileiros nas próximas semanas. Em entrevista coletiva, o governador revelou que o processo de testagem pode iniciar no dia 20 de julho em São Paulo, Brasília, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. A fase vai custar R$ 38 milhões o governo paulista.

A possível vacina vai ser testada em 9 mil voluntários brasileiros em um estudo liderado pelo Instituto Butantan. Os participantes serão apenas profissionais de saúde. As inscrições para o voluntariado poderão ser feitas a partir do dia 13 de julho, por meio de um aplicativo, ainda não lançado.

Testes de vacina chinesa contra coronavírus começa dia 20 no Brasil

(Foto: CDC/Unsplash)

O governo de São Paulo anunciou nesta segunda-feira (6) que o recrutamento de voluntários para a terceira fase de testes da vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela farmacêutica chinesa de biotecnologia Sinovac começa na próxima segunda-feira (13).

Na sexta (3), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou a nova etapa do projeto realizado pelo laboratório chinês em parceria com o Instituto Butantan. Em todo o Brasil, serão escolhidos 9 mil voluntários distribuídos em São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná e Distrito Federal. Segundo o governador João Doria (PSDB), após o recrutamento, a vacina deve começar a ser aplicada nos voluntários no dia 20 de julho.

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Vacinas poderão controlar a covid-19, diz diretor do Butantan

As vacinas em desenvolvimento no mundo contra o novo coronavírus, oficialmente denominado SARS-CoV-2, poderão conseguir controlar a doença causada por ele, a covid-19. No entanto, nenhuma delas será capaz de acabar com a circulação do coronavírus no planeta.

A declaração é do médico Ricardo Palacios, diretor de Pesquisa Clínica do Instituto Butantan, um dos centros de pesquisa do mundo que participa do desenvolvimento de vacinas contra o vírus.

“Nós queremos gerar uma expectativa correta para a população. Nós não vamos acabar com o coronavírus com uma vacina. Qualquer uma que seja a vacina. O coronavírus veio e veio para ficar. Ele vai nos acompanhar. Durante todo o tempo de nossas vidas, nós teremos coronavírus circulando”, disse hoje (2), em um debate virtual promovido pela Agência Fapesp e o Canal Butantan.

De acordo com o diretor, as vacinas que estão em desenvolvimento no mundo pretendem controlar a covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. O pesquisador faz uma analogia entre a covid-19 (causada pelo coronavírus), e a gripe, causada pelo vírus influenza.

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Juazeiro: Prazo para vacinação contra a gripe é prorrogado até 24 de julho e público alvo ampliado

(Foto: Internet)

A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe que seria encerrada nesta terça-feira (30/06) foi prorrogada pelo Ministério da Saúde até o dia 24 de julho. As vacinas continuarão sendo aplicadas nas Unidades Básicas de Saúde da sede e interior de Juazeiro, disponibilizadas para todos os públicos alvos contemplados ao longo da campanha e também para profissionais de serviços essenciais e população em geral em datas preestabelecidas.

A partir desta quarta-feira (01), a aplicação das vacinas será da seguinte forma: até o dia 10 de julho público alvo já contemplado anteriormente; a partir do dia 13 de julho, profissionais de serviços essenciais, que devem apresentar comprovante de vínculo trabalhista ativo como  carteira de trabalho ou contrato de trabalho e a partir do dia 20 de julho a população em geral. A SESAU ressalta que estes públicos serão contemplados conforme estoque final da vacina disponível no município.

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Vacina de Oxford pode ser distribuída este ano, diz Astrazeneca

A vacina contra o covid-19, desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, com testes no Brasil, poderá ficar disponível à população ainda este ano. A afirmação foi feita por Maria Augusta Bernardini, diretora-médica do grupo farmacêutico Astrazeneca. O grupo anglo-sueco participa das pesquisas da universidade inglesa em parceria com Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

“Esperamos ter dados preliminares quanto a eficácia real já disponíveis em torno de outubro, novembro”, disse Bernardini. Segundo ela, apesar de os voluntários serem acompanhados por um ano, existe a possibilidade de distribuir a vacina à população antes desse período.

“Vamos sim analisar, em conjunto com as entidades regulatórias mundiais, se podemos ter uma autorização de registro em caráter de exceção, um registro condicionado, para que a gente possa disponibilizar à população antes de ter uma finalização completa dos estudos”, acrescentou, destacando que os prazos podem mudar de acordo com a evolução dos estudos.

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Fiocruz firmará acordo para produção de vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) firmará acordo com a biofarmacêutica AstraZeneca para compra de lotes e transferência de tecnologia da vacina para Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford. O acordo será resultado da cooperação entre o governo brasileiro e a biofarmacêutica, anunciado no último sábado pelo Ministério da Saúde.

Trata-se de uma encomenda tecnológica em que a instituição adquire o produto antes do término dos ensaios clínicos previstos, em função do movimento global de mobilização e para aquisição de vacinas. O acordo com a biofarmacêutica prevê duas etapas de produção.

A primeira consiste na produção de 30,4 milhões de doses antes do término dos ensaios clínicos, o que representaria 15% do quantitativo necessário para a população brasileira, ao custo de 127 milhões de dólares. O investimento inclui não apenas os lotes de vacinas, mas também a transferência de tecnologia para que a produção possa ser completamente internalizada e nacional.

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Governo anuncia parceria para produzir vacina contra Covid-19

Coronavirus

Brasil fechou acordo para disponibilização no futuro de doses de uma vacina que está sendo testada para o tratamento da Covid-19. O medicamento está sendo desenvolvido em uma iniciativa conjunta da Universidade de Oxford e de um laboratório no Reino Unido e já está sendo testado no país.

O acordo prevê a produção de 100 milhões de doses de vacina por meio da aquisição de insumos e transferência de tecnologia para produção no país.

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