Com inflação acumulada de quase 25% antes da Páscoa, ovo de chocolate deve ficar mais caro em 2026

Com a proximidade da Páscoa, que neste ano acontece no dia 5 de abril, o mercado já indica uma tendência de aumento dos preços para os ovos de chocolates neste ano. Nos últimos 12 meses encerrados em janeiro, o valor do chocolate em barra e bombom acumulou alta de 24,77% no Brasil. Os dados são do IPCA (índice oficial da inflação no país), de janeiro de 2026, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O coordenador do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap), Ahmed El Khatib, explica que, mesmo com a tendência otimista indicada pelo mercado internacional, os preços do produto devem ficar ainda maiores que no ano passado. “A expectativa para a Páscoa de 2026 é de preços ainda pressionados e, na prática, majoritariamente mais altos do que em 2025, mesmo com alguma queda recente na cotação internacional do cacau. Isso aparece em duas camadas: a inflação do chocolate “do dia a dia” (barras e bombons) e os reajustes/estratégias comerciais do produto sazonal (ovos)”, analisa.

Ele conta que fez um levantamento em grandes varejistas e verificou preços maiores em 2026, quando comparado ao ano passado. “O Lacta Sonho de Valsa 277g aparece como o caso de maior variação, com alta de 26,64%, saindo de R$ 45,00 para R$ 56,99. Em seguida, está o Crocante 227g, da Garoto, que subiu de R$ 48 para R$ 59,99, registrando alta de 24,98%. Já o Ferrero Rocher de 137,5g saiu de R$ 60 para R$ 69,99, aumento de 16,65%”, destaca, lembrando ainda que estratégias de marketing como embalagens especiais, brindes e personagens também elevam o ticket médio.

Ele aponta ainda que a inflação que incide sobre o produto é resultado de um problema estrutural: o custo da matéria-prima, combinado com custos industriais, energia, frete e embalagens, que pressionaram toda a cadeia produtiva no período. Na análise de El Khatib, quando o assunto é o ovo de Páscoa, o encarecimento do produto também ocorre porque o produto tem grande peso de embalagem, logística e marketing. Além disso, o pico de demanda em um período curto influencia nos preços.

Interferência do clima – O motivo da alta dos preços também é o impacto das condições climáticas que afetam a produção do cacau e consequentemente as cotações do produto. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), o que explica essa alta é o fenômeno El Niño, que devastou as plantações de cacau em 2024. Com isso, Gana e Costa do Marfim, responsáveis por 60% da produção mundial foram atingidas.

“O mercado ficou com um déficit de 700 mil toneladas. Mas não é só o cacau que pesa na formação dos preços: outros insumos como leite, açúcar, frete (uso de caminhões frigoríficos, já que se trata de carga perecível) e variação do dólar devem ser levados em conta. Cada empresa tem sua política de preços. A indústria acompanha essas oscilações naturais do mercado e cria alternativas de venda de produtos para todos os gostos e adaptadas às várias faixas de consumo”, diz a Abicab em nota.

Ainda de acordo com a Associação, apesar do cenário que reflete em preços mais altos do produto, ainda há uma expectativa positiva do mercado, marcada por uma menor taxa de desemprego no país. “A tonelada do cacau é taxada na Bolsa de Nova York e atualmente caiu para US$ 3.100. No auge da crise, chegou a US$ 11 mil. A expectativa para esta Páscoa é positiva porque vivemos estabilidade econômica, com a menor taxa histórica de desemprego (5%). Teremos aumento de produção (ano passado produzimos 806 mil ton.) e de vendas neste ano”, aponta.

Embora o mercado aponte a queda do preço do cacau, o coordenador do Centro de Estudos em Finanças da Fecap explica que os preços maiores permanecem porque a transmissão de preços na cadeia é lenta.

“Estoques e produção de Páscoa foram planejados e comprados quando o cacau estava caro. Os contratos chegaram perto de US$ 12,5 mil/ton no fim de 2025 e depois corrigiram para perto de US$ 5 mil/ton. Ainda assim, historicamente elevados, sustentados por estoques globais baixos e a memória recente de safras frustradas na África Ocidental”, explica.

Como economizar? – Ahmed El Khatib sugere algumas práticas para economizar na hora de comprar o ovo de Páscoa, como avaliar o preço por grama do produto e não em “preço do ovo”. Outra dica para não abrir mão do presente é pensar em outras alternativas como brindes, barra de chocolate e caixas de bombom. Para ele, também é importante pesquisar as diferenças de preço em mais de um canal, como supermercado, atacarejo ou e-commerce. “A quarta regra é antecipar e planejar. Como a Páscoa concentra demanda, a última semana costuma ser emocionalmente mais cara (pressa, impulso e menos comparação)”, avalia.

Diario de Pernambuco

Diferença de preços em presentes no Dia das Crianças supera 200%

A proximidade do Dia das Crianças acende o alerta para os consumidores no quesito variação de preços de presentes. Uma pesquisa realizada pelo Programa de Proteção e Defesa do Consumidor de Pernambuco (Procon-PE), entre os dias 1 e 3 deste mês, na Região Metropolitana do Recife (RMR), revelou discrepâncias significativas, chegando a ultrapassar 200% em alguns itens.

Brinquedos
Um dos exemplos de maior contraste de valor foi identificado na boneca “Baby Alive Hora do Refresco”. O produto foi encontrado por R$ 99,99 no menor preço e por R$ 309,99 no maior, resultando em uma diferença percentual de 210,02%. Outra boneca, a Luluca, apresentou variação de 179,49%, com valores oscilando entre R$ 64,37 e R$ 179,91.

A categoria de jogos de tabuleiro também demonstrou alta volatilidade. O Truque de Mestre, por exemplo, registrou 168,27% de diferença, sendo comercializado a partir de R$ 41,00 até R$ 109,99. Já um quebra-cabeça de 150 peças da Barbie teve seus preços variando 138,14%, indo de R$ 29,39 a R$ 69,99.

Esportes

Itens de mobilidade e esporte, como patinete, bicicleta e patins, também chamaram a atenção do Procon-PE devido à grande oscilação de valores, que dependem diretamente da marca e das características específicas do produto. Um patinete apresentou a maior diferença da categoria, 185,71%, com preços de R$ 175,00 a R$ 499,99. A bicicleta aro 12 teve variação de 156,53%, encontrada entre R$ 229,99 e R$ 590,00. Por fim, o patins registrou 155,03% de variação, com preços que iam de R$ 149,00 a R$ 379,99.

Em nota, a secretária de Justiça, Direitos Humanos e Prevenção à Violência de Pernambuco, Joanna Figueirêdo, destacou a amplitude de opções disponíveis. “A pesquisa reúne opções de presentes que vão de R$ 16,99 a R$ 3.749,90, ou seja, há alternativas para todos os bolsos. O segredo está em pesquisar.”

O levantamento abrangeu 76 produtos, como brinquedos diversos, jogos, patinetes, bicicletas, skates e videogames, em lojas de shopping centers da capital e cidades vizinhas, além de plataformas de comércio eletrônico. A pesquisa completa está disponível para consulta no site oficial do órgão.

Diario de Pernambuco

Piora econômica e preços altos no mercado são consensos entre classes sociais, aponta Quaest

Violência é maior preocupação das famílias de classe baixa e média, enquanto corrupção é tema que mais preocupa classe alta; dados são de 2024

O preço dos alimentos nos mercados subiu sob a perspectiva de todas as classes sociais, de acordo com uma pesquisa da Quaest divulgada neste domingo (16).

A perspectiva está presente nas classes baixa (79%), média (80%) e alta (79%). Seguindo essa mesma ordem, uma minoria acredita que caiu (9, 7 e 6%, respectivamente). Já a resposta “ficou igual” registrou 11, 12 e 14 pontos, respectivamente.

O mesmo vale para o valor das contas de água e luz, com 69% (classe baixa), 66% (média) e 64% (alta).

Os resultados têm como base pesquisas nacionais domiciliares realizadas no ano de 2024 com amostras de 2.000 respondentes e uma margem de erro de 2 pontos percentuais. As classes sociais foram consideradas de acordo com a renda familiar mensal reportada.

Piora na economia

A percepção de que a economia do Brasil piorou nos últimos 12 meses também é presente em todas as classes – 37 pontos entre a classe baixa, 41 entre a classe média e 47 na classe alta.

A resposta “ficou do mesmo jeito” aparece com 30, 31 e 29 pontos, respectivamente. Já a visão de que a situação econômica melhorou aparece com 29 e 25 entre classes baixa e média, caindo para 21 pontos entre a classe alta.

Maiores preocupações do brasileiro

A maior preocupação das famílias de classe baixa, média e alta é a violência, com 16, 14 e 15 pontos, respectivamente. Apenas entre a classe alta, a preocupação com o tema “corrupção” supera a violência, com 16 pontos.

corrupção também aparece no topo das preocupações da classe baixa (10 pontos) e da classe média (13 pontos). A fome e a miséria também são temas quase unânimes, com 12, 10 e 9 pontos.

Identificação com grupos políticos

A pesquisa também perguntou sobre a identificação da população com os grupos políticos do País.

A resposta “não tem posicionamento” registrou 31 pontos na classe baixa e 32 na classe média. Já na classe alta, a resposta “não é bolsonarista, mas mais à direita” foi a mais repetida, com 29 pontos.

O grupo político “lulista/petista” aparece com 28 pontos entre a classe baixa e 16 pontos na classe média.

Outro dado relevante é que o número de pessoas que se identificam “mais à direita, sem ser bolsonarista”, esteve acima da “esquerda, sem ser lulista” em todas as classes sociais: 14 (baixa), 22 (média) e 29 (alta).

Confiança nas instituições

Entre as instituições citadas na pesquisa, o Congresso Nacional é o que menos recebe a confiança da população, com mais de 50% de desconfiança entre todas as classes.

As que mais recebem confiança são as igrejas católica e evangélica, seguidas pelos militares, todos com mais de 68% de respostas positivas.

Preços de itens de cestas de Natal variam em até 291%, indica Procon-PE

Os preços dos itens que compõem a tradicional cesta natalina, presente na casa de milhares de brasileiros durante as festas de fim de ano, podem variar em até 291%, indicou uma pesquisa feita pelo Procon-PE, em parceria com a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Prevenção à Violência (SJDH).

O levantamento, realizado entre os dias 11 e 13 de dezembro em 12 estabelecimentos comerciais localizados na Região Metropolitana do Recife (RMR), incluiu 60 produtos que costumam fazer parte das cestas natalinas comercializadas nessa época do ano.

O pacote da azeitona verde, com 500g, foi encontrado pelos fiscais com uma diferença de 182,28% em seu valor, sendo R$ 9,99 seu menor valor, e R$ 28,20, seu maior. Já no setor de frios, o quilo do queijo provolone foi encontrado nas prateleiras com uma variação de 156,90%, com seu menor preço sendo R$ 52,00 e, seu maior, por R$ 135,90.

O panetone de fabricação própria apresentou, em diferentes locais, uma variação percentual de 151,90%, com R$ 19,90 sendo o seu maior preço, e R$ 7,90 sendo o menor. Em 2023, durante o mesmo período, o panetone tradicional de frutas cristalizadas, contendo 400g, apresentou uma diferença percentual de apenas 11,56%.

Também foi identificado um aumento na variação de valor do quilo do peixe tipo bacalhau do porto, encontrado na pesquisa do ano anterior com uma diferença de 19,21%. Nesse ano, a variação percentual teve um aumento para 189,46%, podendo ser encontrado em seu maior preço por R$ 219,90, e em seu menor por R$ 75,97.

Frutas cristalizadas, em quilo, e mistura para bolo, também em quilo, atingiram as maiores diferenças percentuais da pesquisa, com 291,04% e 234,11%, respectivamente. O primeiro item foi encontrado em seu menor valor por R,00 e, em seu maior, por R$ 89,94. O segundo item, por sua vez, foi encontrado em seu valor mínimo por R,99 e, em seu maior, por R$ 9,99.

Diversos vinhos foram analisados pelos fiscais do Procon-PE para a pesquisa, o vinho tinto seco, Cabernet Sauvignon, com 750ml, apresentou uma variação de 147,06%, com seu maior preço sendo R$ 56,80, e seu menor por R$ 22,99. Já o tinto suave, contendo 750ml, foi encontrado em seu maior preço por R$ 29,99, e seu menor por R$ 13,18.

A pesquisa foi dividida em seis categorias de produtos, e está disponível no site do Procon-PE: www.procon.pe.gov.br\

Diário ed Pernambuco

Presente para o Dia das Mães pode ter diferença de até 307,1% , alerta Procon de Pernambuco

Um alerta para quem estiver se preparando para as compras para o Dia das Mães. Uma pesquisa feita pelo Procon de Pernambuco aponta uma variação de 307,12% em um mesmo produto, vendido em locais diferentes. O levantamento teve  54 itens e aconteceu entre os dias 22 e 25 de abril. Ele foi feito em 34 estabelecimentos comerciais da capital, sendo eles nos Shoppings Recife e Rio Mar, além de estabelecimentos comerciais da cidade

A pesquisa contemplou os seguintes itens: Perfumes, Flores, cesta de café da manhã, livros, eletros, smartphones, relógios, almoço em churrascaria (rodízio), passeios turísticos, estética corporal

Uma das principais missões da pesquisa de preço, é auxiliar o consumidor na hora de comprar, por isto, esta pesquisa contempla desde o presente mais tradicional, ao mais exótico.

Diferenças

Entre os produtos, a prancha/chapinha de cabelo bivolt 200° graus, foi a que apresentou a maior variação, chegando a 307,12%.  Ela foi encontrada no seu maior preço por, R$ 565,90 e, no seu menor preço, por R$ 139.
Ainda para aquelas mamães que preferem um eletrodoméstico ou eletrônico, a pesquisa traz o relógio Apple Watch SE, que pode ser encontrado entre R$ 2.795,00 e R$ 3.569,00, diferença que mostra uma variação de 27,69%.

Caso a sua mãe prefira ser presenteada com uma cesta de café da manhã ou buquê de flores, esta lista, também, pode te ajudar. A pesquisa traz uma opção de cesta de café da manhã, composta por: baú em palha rústica, pães, biscoitos amanteigados, sucos em caixa, geleias diversas, manteiga, doces, chocolates, café solúvel,  biscoitos, patês e cartão de parabéns pelo dia, uma cesta nestas condições está custando cerca de R$ 200.

Flores sempre são uma opção de presente para qualquer ocasião, seja um buquê de rosas ou orquídeas, que de acordo com a pesquisa estão variando entre R$ 50 e R$ 120, dependendo da quantidade de flores que acompanham o buquê. Um Livro de romance ou religioso, pode variar entre R$ 53,90 e R$ 104,90.

Pensando naquelas mães que adoram passear, a pesquisa, também, traz diversos passeios turísticos como: um city tour  Recife  e  Olinda ou passeio ao litoral sul (Porto de Galinhas), ambos incluem transporte e guia turístico, estes passeios podem ser encontrados por R$ 97,33 a R$ 120 (valor por pessoa).

Também podem ser encontradas opções para aquelas mães que gostam de se cuidar, o filho(a) que quiser presentear com uma massagem ou drenagem, pode conferir esta pesquisa que, também, vai encontrar essas opções. Uma sessão de drenagem linfática requer um pouco mais de atenção na hora de comprar, pois a pesquisa identificou uma diferença percentual de 183,85%, fazendo com que o procedimento seja encontrado entre R$ 130,00 e R$ 369.

O mesmo se aplica em relação a uma sessão de massagem relaxante que, nos itens pesquisados, apareceu custando entre R$ 160,00 e R$ 369,00, uma diferença percentual de 130,63%.

Por fim, um bom perfume sempre cai bem e, por isso, o item também está como opção na pesquisa realizada. Fugindo um pouco do tradicional, o consumidor que acessar a lista terá acesso a algumas opções de essências importadas, com 30ml, que aparecem com preços em torno de R$ 261,80 e R$ 589.

Avaliação 
“O Procon-PE modernizou sua pesquisa e trouxe uma vasta diversidade de itens para que mães, de todos os estilos, possam ser contempladas por itens desta pesquisa”, destacou a Gerente de Fiscalização do Procon-PE, Liliane Amaral.

Diário de Pernambuco

Governadores decidem prorrogar congelamento do ICMS sobre gasolina até 30 de junho

Pressionados a reduzir o ICMS sobre combustíveis, os governadores decidiram prorrogar por 90 dias a fórmula de cálculo do imposto para a gasolina, que mantém os preços congelados a valores de novembro de 2021. A medida perderia validade no dia 31 de março, mas agora valerá até o fim de junho.

Este congelamento foi adotado, no ano passado, como respostas às críticas do presidente Jair Bolsonaro, que culpava os governos estaduais pelas altas no preço dos combustíveis. A decisão de prorrogar o congelamento ocorreu no X Fórum de Governadores, que ocorre nesta terça-feira (22), em Brasilia.

Além disso, em outra frente, os governadores acertaram que vão adotar uma alíquota uniforme de ICMS para o diesel em todo o país e ad rem (valor fixo por litro), conforme determina a Lei Complementar 192, em vigor desde 11 de março.

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Petrobras diz que não pode antecipar decisão sobre preços

(Foto: Sergio Moraes/ REUTERS)

A Petrobras informou hoje (18) que não pode antecipar decisões sobre manutenção ou ajustes de preços de combustíveis, devido ao momento “desafiador e de alta volatilidade”.

Em nota para esclarecer a população sobre os preços de gasolina, diesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), a empresa afirmou que tem “sensibilidade quanto aos impactos dos preços na sociedade e mantém monitoramento diário do mercado”.

Segundo a Petrobras, foi observada, nos últimos dias, redução dos níveis de preços internacionais de derivados, seguida de forte aumento ontem (17).

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Projetos de lei para controlar preço dos combustíveis serão votados no Senado

Dois projetos de lei que propõem um controle sobre o preço dos combustíveis no Brasil poderão ser votados no plenário do Senado Federal nos próximos dias. Segundo informações da Agência Senado, o senador Jean Paul Prates (PT-RN) informou que esteve reunido, na sexta-feira (4), com o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, e que ficou acertado que os dois projetos que estão sob sua relatoria serão votados no próximo dia 15: o PL 1.472/2021 e o PLP 11/2020.

O PL 1472/2021, de autoria do senador Rogério Carvalho (PT-SE), foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em dezembro do ano passado. O projeto cria um fundo de estabilização do preço do petróleo e derivados no Brasil, ao estabelecer uma nova política de preços internos de venda a distribuidores e empresas comercializadoras de derivados petrolíferos produzidos no País.

Já o PLP 11/2020 foi aprovado na Câmara dos Deputados, em outubro de 2021, e estabelece um valor fixo para cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, tornando o imposto invariável nos casos de flutuação de preço ou mudanças do câmbio.

Confira o Projeto de Lei n° 1472, de 2021

Confira o Projeto de Lei n° 3450, de 2021

De acordo com Jean Paul, esses dois projetos estão com os entendimentos adiantados. Ele destacou que ainda há “cerca de 10 dias” para que eventuais pontos de divergência sejam acertados. Para o senador, os projetos não estão em conflito com outras Propostas de Emenda à Constituição (PEC) apresentadas sobre o assunto. Ele disse que as PECs poderão tratar de pontos específicos e afirmou que o presidente Pacheco está buscando um caminho consensual para as matérias.

Projetos

O senador Carlos Fávaro protocolou, quinta-feira (3), uma PEC que converge para a contenção dos preços dos combustíveis. Em linhas gerais, segundo o senador, a PEC cria um auxílio diesel temporário, de até dois anos, para caminhoneiros autônomos e estabelece subsídio para famílias de baixa renda poder adquirir o gás de cozinha — com ampliação do Auxílio Gás para cobertura de 100% do valor do botijão, ao invés dos atuais 50%. Pelas redes sociais, Fávaro informou que sua PEC já tem o apoio mínimo exigido, de 27 senadores, para começar a tramitar.

Apoio

Em reunião nacional do Fórum dos Governadores, também na quinta (3), gestores estaduais demonstraram apoio ao pacote legislativo em andamento no Congresso para conter o recorrente aumento dos preços dos combustíveis. Coordenador nacional do Fórum, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), disse que os gestores defendem a proposta de criação de um fundo que não prejudique a receita dos estados, municípios e da União.

Fonte: Agência Senado

Procon de Juazeiro divulga pesquisa de preços de testes para detecção da Covid-19 em farmácias e laboratórios do município

A equipe de fiscalização e monitoramento do Procon de Juazeiro realizou uma pesquisa comparativa de preços de testes para detecção da Covid-19. Foram visitados 12 estabelecimentos comerciais da cidade nos dias 19, 25 e 26 de janeiro. A coleta de preços foi realizada em farmácias e laboratórios que efetuam a testagem ao público e para comparação foram selecionados diversos exames e marcas disponíveis no mercado. A amostra final totalizou 33 exames de diagnóstico.

O objetivo do levantamento comparativo é oferecer uma referência de preços aos consumidores e comunicar práticas dos fornecedores locais através dos preços médios obtidos dentro da amostra pesquisada, além de manter um arquivo de monitoramento para futuras pesquisas relacionadas aos produtos e abusos praticados pelos fornecedores.

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Procon-PE identifica diferença de 289% entre preços de medicamentos antigripais

O Procon-PE encontrou uma variação de 289% no preço dos medicamentos antigripais. A diferença foi encontrada no Ácido Acetilsalicílico utilizado para a febre. Em uma farmácia, o medicamento custava R$ 5 e noutra R$ 19,45.

Por outro lado, o genérico do mesmo produto, teve diferença de 276%, R$ 0,75 num estabelecimento e R$ 2,82 em outro. Em segundo lugar vem o conhecido Paracetamol, também para febre, com 250,63% de diferença entre o menor e o maior valor, R$ 3,99 numa farmácia e R$ 13,99 noutra.

Além desses medicamentos, o órgão de proteção ao consumidor ainda encontrou outras diferenças: o anti-inflamatório Nimesulida teve um percentual de diferença de 248% de um local para outro no medicamento genérico.

Fontre: Folha de Pernambuco

Presidente Bolsonaro afirma que governo não interferirá em preços

Presidente Jair Bolsonaro.

Na véspera de um novo reajuste do preço dos combustíveis, o presidente da República, Jair Bolsonaro, garantiu, ontem (24), que o governo federal não vai interferir na execução da atual política de preços da Petrobras e de nenhum outro setor.

Bolsonaro, no entanto, confirmou que tem conversado com o ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre o futuro da empresa energética, não descartando, inclusive, a opção de privatização – hipótese que admitiu ser “complicada.”

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Apple divulga preços do iPhone 13 no Brasil

A Apple lançou a nova linha de celulares, com quatro modelos: iPhone 13, iPhone 13 mini, iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max. Os aparelhos ainda não estão disponíveis nas lojas do Brasil, mas os valores já foram divulgados, e variam de R$ 6.599 a R$ 15.499.

Foram lançadas também as novas versões dos IPads, um novo Apple Watch e o Apple Fitness+, um serviço de aulas online que funciona por assinatura. Assim como nos aparelhos anteriores lançados em 2020, o carregador de parede e o fone de ouvido não serão incluídos na caixa do aparelho, que só traz o cabo USB como acessório.

O armazenamento interno dos aparelhos vão de 128 Gb a 1 TB. A Apple também lançou um novo processador o A15 Bionioc, que a empresa diz ser 50% mais rápido do que a concorrência – não detalhando quem seria.

Visualmente os novos aparelhos estão muito parecidos com os seus antecessores. A principal mudança está no conjunto das câmeras que agora está na diagonal, no iPhone 13 mini e no iPhone 13. O entalhe que abriga a câmera frontal, também ficou menor. A tela do iPhone 13 de 6,1 polegadas passou a ser 28% mais brilhante, se comparada com os modelos anteriores.

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Confira a cotação de preços do Mercado do Produtor de Juazeiro nesta quinta-feira

(Foto: ASCOM/PMJ)

O consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar Abóbora Comum por R$ 1,40 o Kg; Cenoura por R$ 40,00 o saco com 20kg; Feijão Verde por R$ 5,00 o litro; Abacate por R$ 4,25 o Kg; Coco Verde por R$ 85,00 o Cento e Maracujá 1ª por R$ 62,50 a caixa com 16kg. A cotação completa segue em anexo.

O Mercado do Produtor de Juazeiro funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos à partir das 21h.

COTAÇÃO 12 08 2021

Mercado do Produtor de Juazeiro divulga preços dos produtos comercializados  nesta terça-feira; acompanhe

(Foto: ASCOM/PMJ)

O maior entreposto comercial do Vale do São Francisco, que atrai comerciantes de todo país funciona durante a semana até as 22 horas e os preços dos produtos são divulgados diariamente para toda comunidade.

Nesta terça-feira ( 20),  por exemplo, o consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar Abobrinha por R$ 35,00 a caixa com 18kg; Inhame por R$ 175,00 a caixa com 25kg; Pimentão por R$ 15,00 a caixa com 12kg; Acerola por R$ 50,00 a caixa com 20kg e Banana Pacovan 1ª por R$ 28,00 o cento.

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Confira os preços dos produtos comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro

(Foto: ASCOM/PMJ)

O Mercado do Produtor de Juazeiro, 4º maior entreposto comercial do Brasil em volume de comercialização, divulgou nesta quinta-feira (11), os preços dos produtos comercializados no local, que irá funcionar até às 22 horas de hoje.

Destaques para a Graviola que está sendo vendida a R$ 4,50 o kg; Melão amarelo por R$ 1,20 o kg; Manga tommy por R$ 35,00 cx com 26 kg; Mamão formosa por R$ 15,00 a caixa com 20 kg e Tomate por R$ 40,00 a caixa com 26 kg.

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