Frutas do Mercado do Produtor tem menor preço nesta terça

(Foto: Arquivo)

Os preços de frutas, legumes, verduras e cereais seguem oscilando no Mercado Produtor de Juazeiro, quinto maior entreposto do Norte e Nordeste em volume e valor de negócios.

Nesta terça-feira (5), os valores mínimos de alguns produtos comercializados no entreposto são: o saco com 20 kg da beterraba está custando R$ 40,00; a caixa com 14 kg da berinjela é vendida por R$25,00; o quilo do melão está cotado a R$1,20 e o inhame a caixa com 25 kg sai por R$ 150.

A cotação completa desta terça pode ser conferida clicando aqui.

Preço dos remédios deve subir até 3,4%

(Foto: Internet)

No mês de abril os preços dos remédios devem ficar mais caro, com um reajuste de 3,4%, segundo a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), que, no ano passado, antecipou o percentual de 12,5% definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).

Diretor da Interfama, Pedro Bernardo explicou que o reajuste é calculado anualmente com base na inflação de fevereiro e em um fator de produtividade do Ministério da Saúde. Como esse fator já foi anunciado, a Interfarma fez uma estimativa do reajuste com base na previsão do Banco Central para a inflação de fevereiro. “Segundo o BC, o índice deve ficar em torno de 5% e o fator já divulgado pelo Governo é de 3,4%. Por isso, o reajuste médio deve ser de 3,4%”, calculou.

Se confirmada, a alta será a menor desde 2008 e pode facilitar o acesso da população aos remédios. E é justamente com o aumento de vendas que a indústria farmacêutica espera manter seu faturamento neste ano, já que, segundo a Interfarma, o reajuste de 3,4% não cobrirá todos os gastos do setor. O reajuste oficial dos medicamentos será anunciado pelo Governo Federal em 31 de março e começa a valer em 1º de abril.

Com informações do FolhaPE

Petrobras deve ter liberdade para definir preços diz Fernando Filho

FERNANDO FILHO

Antes, no entanto, ministro havia dito que o reajuste será discutido pelas pastas de Minas e Energia, Fazenda e Planejamento com a empresa

O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, afirmou que a definição dos preços dos combustíveis da Petrobras deve ser uma decisão empresarial da companhia. Em nota, ele disse ser contrário à política de controle de preços pelo governo, acionista majoritário da petroleira.

“O ministro Fernando Coelho Filho é contra a política de preços do combustíveis, o que deve ser uma decisão empresarial. Coelho Filho defende que Pedro Parente e a direção da empresa tenham a liberdade de definir os preços de seus produtos”, informou o ministério de Minas e Energia (MME) em nota.

Na cerimônia de transmissão de cargo do novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, na última semana, Coelho Filho havia respondido a jornalistas que a política de preços seria discutida pela pasta e os ministérios da Fazenda e do Planejamento, junto com a diretoria da Petrobras.

Na nota divulgada hoje, porém o ministro esclarece que tem como princípios que norteiam sua gestão a redução do intervencionismo estatal e a estabilidade regulatória.

O ministro esclareceu ainda que, em seu discurso na cerimônia, ressaltou esses aspectos, “como defender que a Petrobras deverá estar livre para escolher de quais rodadas de leilão de óleo e gás vai participar, desobrigada de ser a exploradora única do pré-sal”.

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