Flávio e Tarcísio derrotariam Lula no 2º turno, mostra Apex/Futura

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) • Reprodução

Pesquisa Apex/Futura divulgada nesta quinta-feira (22) aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), derrotariam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em eventuais cenários de segundo turno na disputa pelo Palácio do Planalto.

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Genial/Quaest: 49% acham que Flávio leva candidatura até o fim e 38% veem via para negociação

Pesquisa do instituto Genial/Quaest divulgada neste domingo (21), mostra que 49% dos brasileiros acreditam que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) vai levar a candidatura dele à Presidência até o dia do pleito. Outros 38% acham que ele está utilizando a pré-campanha para negociar interesses do clã liderado pelo pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Outros 13% não sabem, ou não responderam.

Entre eleitores identificados com o bolsonarismo, 81% acreditam que Flávio irá até o fim da campanha e 12% apostam que ele busca negociar. Outros 7% não sabem ou não responderam. Já entre os lulistas, 57% apostam que Flávio irá negociar a partir da candidatura e 32% cravam que ele será candidato à Presidência em 2026. Outros 11% não sabem ou não responderam.

Entre os eleitores que se denominam independentes, há uma divisão. Os que acham que o senador será candidato somam 46%, enquanto 37% acham que ele usa a candidatura para negociar. Os que não sabem, ou não responderam correspondem a 17% dos entrevistados. O instituto Genial/Quaest ouviu 2.004 eleitores entre os dias 11 a 14 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o índice de confiabilidade é de 95%.

Estadão Conteúdo

Pesquisa mostra que maioria dos brasileiros avalia que ceia de Natal será menos farta que 2024

Pesquisa Genial/Quaest divulgada neste sábado (20) mostra que cresceu o número de brasileiros que avaliam que a ceia de Natal deste ano vai ser mais farta que no ano passado. O percentual subiu de 20%, em dezembro de 2024, para 23%, em dezembro de 2025. Na outra ponta, 37% acreditam que a ceia será menos farta (eram 39% no ano passado) e 36% entendem que será igualmente farta (eram 38%). Não souberam ou não responderam 4% dos entrevistados.

Na estratificação por voto para presidente da República no segundo turno das eleições de 2022, eleitores do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), são mais otimistas com relação à ceia natalina: 36% acham que ela será mais farta este ano, 36% acreditam que será igual ao ano passado e 25%, que será menos farta. Já entre eleitores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), apenas 8% acreditam que a ceia deste ano será mais farta e 52% projetam uma ceia menos farta, enquanto 37% responderam que ela será igual ao ano anterior.

Presentes – A respeito da compra de presentes, 19% acham que as pessoas irão comprar mais, 27% que irão comprar o mesmo tanto que em 2024 e 50% disseram que as compras serão menores.

Reunião com família e discussões políticas – A ampla maioria deverá se reunir com a família neste Natal, 85%. Apenas 13% responderam negativamente. O porcentual que respondeu que algum familiar deixará de ir nos encontros de Natal por causa de política manteve-se em 11%.  Sobre o receio de que discussões políticas surjam e atrapalhem a festividade, 10% responderam ter muito receio, 11% disseram possuir algum receio e 76%, nenhum receio. Não souberam os não responderam 3% dos entrevistados.

Foram feitas 2.004 entrevistas face a face, por coleta domiciliar, nas cinco regiões do País. Os questionários foram aplicados entre os dias 11 e 14 de dezembro e o nível de confiabilidade da pesquisa é de 95%.

Na escala de posições políticas apresentadas, 32% dos respondentes se declararam independentes, enquanto 19% se disseram lulistas e 14% falaram se encaixar na esquerda não lulista. Do outro lado do espectro, 21% se declararam integrantes da direita não bolsonarista e 12% falaram ser bolsonaristas. Apenas 2% não indicaram se encaixar em nenhuma posição.

Estadão Conteúdo

João Campos mantém vantagem e soma 55% contra 28% de Raquel Lyra para 2026, aponta pesquisa divulgada pela CNN

O prefeito do Recife, João Campos (PSB), aparece na liderança da corrida pelo Governo de Pernambuco em 2026, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (11) pela CNN BrasiL. O levantamento ouviu 1.200 pessoas entre os dias 9 e 10 de dezembro e tem margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

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Pesquisa mostra que Flávio Bolsonaro tem pior desempenho contra Lula entre nomes de direita

]Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é o nome cotado da direita com pior desempenho em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2026, mostrou a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (06). Caso disputasse a Presidência contra o rival, o filho de Jair Bolsonaro (PL) ficaria 15 pontos atrás do petista. O senador soma 38% de reprovação do eleitorado brasileiro.

Em um possível segundo turno, Flávio marcaria 36% dos votos, enquanto Lula teria 51%. Os votos brancos e nulos somariam 12%. A margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos. Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Ratinho Jr. (PSD-PR) também perderiam de Lula, mas com menor desvantagem. Em um eventual segundo turno, Tarcísio teria 42% dos votos e Ratinho, 41%, contra 47% do petista nos dois cenários.

O desempenho de Flávio seria semelhante ao de outros membros da família Bolsonaro. Conforme a pesquisa, Eduardo Bolsonaro (PL) teria 35% das intenções de voto em um segundo turno contra o atual presidente, enquanto Michelle Bolsonaro (PL) teria 39%. Os três estão praticamente empatados na margem de erro também em relação à rejeição do eleitorado: 37% dizem que não votariam de jeito nenhum em Eduardo, enquanto 35% afirmam o mesmo sobre Michelle.

Lula soma 44% de rejeição dos eleitores brasileiros. Caso pudesse disputar as eleições do próximo ano, Jair Bolsonaro seria o candidato com o maior índice de reprovação, 45%. Atualmente, o ex-presidente está inelegível por uma condenação de tentativa de golpe durante as eleições de 2022.

Flávio anunciou sua pré-candidatura à Presidência com o apoio do pai nesta sexta, 5. A pesquisa Datafolha ouviu 2.002 pessoas, com 16 anos ou mais, em 113 municípios de terça, 2, a quinta, 4, um dia antes do anúncio.

]Estadão Conteúdo

Datafolha: nova pesquisa mostra estabilidade na avaliação do governo e do presidente Lula

A nova pesquisa Datafolha mostra estabilidade na avaliação do governo Lula (PT) em relação a setembro: 32% consideram a gestão ótima ou boa, ante 33% na rodada anterior; 37% a avaliam como ruim ou péssima, contra 38% na pesquisa passada; e 30% classificam o governo como regular, ante 28% anteriormente.

Na avaliação pessoal do presidente, também houve pouca mudança. Lula é aprovado por 49% dos entrevistados, frente a 48% em setembro, e reprovado por 48%, o mesmo índice anterior. No recorte por renda, entre quem ganha de 2 a 5 salários mínimos houve alta de quatro pontos na aprovação, ainda dentro da margem de erro.

Os dados mantêm o perfil já observado. Lula tem desempenho acima da média entre pessoas com 60 anos ou mais, menos instruídos, nordestinos e católicos, enquanto a reprovação é maior entre quem tem ensino superior, renda mais alta, moradores do Sul e evangélicos.A sondagem foi feita com 2.002 eleitores em 113 cidades, entre 2 e 4 de dezembro, e tem margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou menos.

Estadão Conteúdo

João Campos lidera disputa pelo Governo de Pernambuco com folga, aponta CNN/Alfa

Levantamento do Instituto Alfa Inteligência, divulgado nesta quarta-feira (26) pela CNN Brasil, mostra ampla liderança do prefeito do Recife, João Campos, na corrida pelo Governo de Pernambuco. Na pesquisa com votos válidos, João aparece com 61%, enquanto a governadora Raquel Lyra registra 29%. Na sequência estão Eduardo Moura (Novo), com 6%, e Gilson Machado (PL), com 4%.

No cenário estimulado, quando todos os nomes são apresentados, João Campos mantém a liderança isolada, com 50% das intenções de voto. Raquel Lyra soma 24%, Eduardo Moura tem 5% e Gilson Machado, 3%. O candidato Ivan Moraes (PSOL) não pontuou. Votos em branco e nulo chegam a 11%, enquanto 7% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder.

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Canudo que detecta metanol: universidade brasileira desenvolve tecnologia

Pesquisadores do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) trabalham no desenvolvimento de um canudo que identifica a presença de metanol e outras substâncias usadas para adulterar bebidas.

A criação do dispositivo ocorre a partir de outra tecnologia produzida pelo mesmo departamento, capaz de identificar destilados fraudados mesmo com as garrafas ainda lacradas.

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Datafolha: anistia de Bolsonaro é rejeitada por 54% dos brasileiros; 39% apoiam

De acordo com pesquisa do Datafolha, divulgada sábado (13), a maioria dos brasileiros é contra o Congresso Nacional aprovar a anistia para livrar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A ideia foi rejeitada por 54% dos entrevistados, enquanto 39% deles a defendem.

O estudo foi feito nos dias 8 e 9 deste mês, ainda antes do político receber a sentença, na quinta-feira (11), de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. A pesquisa teve a participação de 2.005 eleitores, de 113 cidades do país. Entre eles, 2% disseram ser indiferentes ao tema e 4% não souberam opinar. A margem de erro é de 2 pontos para mais ou menos.

A pesquisa também aponta que 61% dos entrevistados são contra qualquer tipo de perdão aos condenados pela invasão e depredação dos prédios do Supremo Tribunal Federal, Congresso Nacional e Palácio do Planalto nos ataques do 8 de janeiro de 2023. Nesse caso, 33% se disseram a favor da anistia.

O Nordeste foi a região que registrou menor apoio à anistia. A medida é rejeitada por 63% dos nordestinos, com margem de erro de quatro pontos.

Segundo o material, a anistia ganha força entre os mais ricos (50% a favor, 46% contra, com margem de dez pontos), sulistas (46% a 44%, margem de seis pontos), moradores do Norte/Centro-Oeste (48% a 45%, margem de seis pontos) e entre evangélicos (52% a 40%, margem de quatro pontos).

O apoio à prisão de Bolsonaro também foi medido. O levantamento mostra que 50% dos entrevistados são favoráveis à apreensão do ex-presidente, enquanto 43% são contra.

Diario de Pernambuco

Datafolha: prisão de Bolsonaro tem apoio de 50% dos brasileiros e oposição de 43%

Pesquisa Datafolha divulgada há pouco revela que 50% dos brasileiros defendem a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado e crimes correlatos, enquanto 43% são contra a medida.

O levantamento ouviu 2.005 eleitores na segunda (8) e na terça-feira (9), em meio ao julgamento de Bolsonaro, em 113 cidades do País. A margem de erro do levantamento é de dois pontos para mais ou para menos.

Em abril, primeira ocasião da pergunta aos participantes, 52% eram a favor da prisão do ex-presidente e 42%, contra. Já em julho, houve um empate técnico: 48% a 46%, respectivamente. A distância voltou a ser retomada na pesquisa atual.Sobre a crença na execução da pena, em abril, 52% responderam que Bolsonaro escaparia de ser preso, contra 41%, o que ficou estável na pesquisa de julho (51% a 40%). Já na semana passada, em meio ao julgamento, 50% acreditavam que o ex-presidente iria para a cadeia, ante 40%.

Estadão Conteúdo

Quaest: julgamento de trama golpista é criticado por 64% nas redes

Julgamento do ex-presidente e aliados começou nesta terça-feira (2/9) no STF

Monitoramento realizado pela Quaest nas redes sociais a respeito do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus nesta terça-feira (2/9). A apuração verificou que a hashtag #BolsonaroFree gerou o maior volume de menções contrárias ao julgamento, com 64%.

O monitoramento apurou que dentro da narrativa pela liberdade de Bolsonaro, uma publicação da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), na rede social, X foi a que teve o maior alcance (2.254.218). A senadora publicou um texto no qual aponta o que ela considera fraudes no processo e pede a suspensão do julgamento.

Uma publicação do Metrópoles no Instagram, com sentimentou neutro, foi a terceira em número de alcance nas redes, com 214.768. Na rede social X, o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) foi o autor da segunda maior publicação em número de alcance: 920.972.

As publicações que comemoram a realização do julgamento representam 19% do total, conforme a Quaest. O baixo volume é atribuído, pelo instituto, à uma ausência de coordenação na mobilização.

Contra o julgamento de Bolsonaro, destaca-se a tag “#Bolsonarofree”. Já as menções que comemoram o julgamento são pulverizadas. As principais delas são: “#Bolsonarocondenado”, “soberania é justiça” e “BolsonaroNaCadeia”.
A Quaest destaca ainda que houve um pico de buscas sobre o julgamento no Google, principal buscador da internet. A procura pelo assunto teve como foco o interesse em assistir à sessão do Supremo Tribunal Federal (STF).

IBGE: Pernambuco está em 21º lugar em fornecimento de água e 11º em saneamento básico

Com 75,1% dos domicílios atendidos por rede geral de abastecimento, Pernambuco ocupa a 21ª colocação nacional em fornecimento de água e segue entre os estados com maiores fragilidades em saneamento básico. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (22).

O estudo, referente a 2024, revela que o acesso à água tratada ainda não é universal no estado, especialmente nas áreas rurais, onde 39,7% dos lares dependem de fontes alternativas, como rios, açudes e caminhões-pipa. No ranking nacional, Pernambuco aparece atrás de 20 unidades da federação no quesito fornecimento de água, um dos indicadores mais críticos da pesquisa.

O esgotamento sanitário também preocupa. Apenas 51,4% dos domicílios pernambucanos possuem ligação à rede ou fossa séptica conectada à rede geral. Esse percentual coloca o estado na 11ª posição do país, empatado com Sergipe. No campo, a situação é ainda mais desafiadora: só 1,46% das moradias contam com escoamento adequado, enquanto 51,6% utilizam soluções precárias, como fossas rudimentares, valas ou lançamento em corpos d’água.

A coleta de lixo apresentou avanço nos últimos anos, mas ainda enfrenta desigualdades. Em 2024, 87,5% dos domicílios pernambucanos foram atendidos, sendo 82,8% por coleta direta e 4,8% por caçamba. Apesar do índice, que garante ao estado a 18ª colocação nacional, cerca de 10% das residências ainda queimam resíduos no próprio terreno, prática comum em áreas rurais, onde mais da metade das propriedades adota essa alternativa.

Para Fernanda Estelita, Gerente de Planejamento e Administração do IBGE em Pernambuco, os dados expõem desafios persistentes de infraestrutura e desigualdade territorial. “Os resultados mostram que, embora haja avanços na coleta de resíduos, o acesso a serviços essenciais como água e esgoto ainda é insuficiente, principalmente fora dos centros urbanos. Isso impacta diretamente a qualidade de vida e a saúde da população”, avalia.

O levantamento também aponta que o abastecimento de água via rede geral no estado manteve-se relativamente estável em relação a anos anteriores, mas distante da universalização. Em 2016, 90,2% dos domicílios urbanos tinham acesso; em 2024, esse índice recuou para 84,7%. Já na zona rural, o percentual caiu de 22,1% para 17,4% no mesmo período.

O Diario de Pernambuco entrou em contato com a Compesa, mas não obteve retorno.

Diario de Pernambuco

Quaest: 51% aprovam governo Raquel Lyra em Pernambuco, e 45% desaprovam

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta sexta-feira (22) aponta que o governo Raquel Lyra (PSD) é aprovado por 51% dos eleitores pernambucanos, enquanto 45% desaprovam sua gestão. O resultado aponta que os indicadores estão em empate técnico dentro do limite da margem de erro, que é de 3 pontos percentuais para mais ou menos.O levantamento aponta uma estabilidade da aprovação do governo entre fevereiro deste ano e agora. Na pesquisa anterior, Raquel Lyra tinha os mesmos 51% de aprovação. Já a desaprovação era de 44%.
A porcentagem de pessoas que não souberam ou não responderam foi de 4%. Na pesquisa anterior, eles eram 5%.

Aprovação do governo Raquel Lyra em PE
Pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 17 de agosto. Margem de erro é de 3 pontos percentuais:

  • Aprova: 51% (eram 51% em fevereiro);
  • Desaprova: 45% (eram 44%);
  • Não sabe/não respondeu: 4% (eram 5%).

O levantamento foi contratado pela Genial Investimentos e feito entre os dias 13 e 17 de agosto. Foram ouvidos 1.104 eleitores de Pernambuco com 16 anos ou mais. O nível de confiança é de 95%.

Avaliação do governo de Pernambuco
A pesquisa aponta também que 36% avaliam o governo Raquel Lyra como regular. Em fevereiro, eram 37%:

  • Regular: 36% (eram 37% em fevereiro de 2025);
  • Positivo: 32% (eram 32%);
  • Negativo: 28% (eram 26%);
  • Não sabem/não responderam: 4% (eram 5%).

Recorte por faixa etária
De 16 a 30 anos: 36% analisam o governo Raquel como regular, 33% como positivo, 23% negativo e 8% não sabem/não responderam;
De 31 a 50 anos: 39% avaliam como regular, 33% como negativo, 27% positivo e 1% não sabe/não respondeu;
51 anos ou mais: 37% avaliam como positivo, 32% como regular, 27% negativo e 4% não sabem/não responderam.

Avaliação do governo por renda domiciliar
Até 2 salários mínimos: 34% avaliam como regular, 31% negativo, 30% positivo e 5% não sabem/não responderam;
Mais de 2 salários mínimos a 5 salários mínimos: 42% avaliam como regular, 32% positivo, 22% negativo e 4% não sabem/não responderam;
Mais de 5 salários mínimos: 40% avaliam como positivo, 30% negativo, 26% regular e 4% não sabem/não responderam.

Intenção de voto para governador em 2026

A pesquisa Quaest também perguntou em quem o eleitor votaria para governador em 2026 se as eleições fossem hoje (veja vídeo acima).
João Campos (PSB): 55%;
Raquel Lyra (PSD): 24%;
Gilson Machado (PL): 6%;
Eduardo Moura (Novo): 4%;
Indecisos: 4%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 7%.

Reeleição
O levantamento também questionou se Raquel Lyra merece ser reeleita.
Não: 54% (eram 52% em fevereiro);
Sim: 43% (eram 44%);
Não sabem/não responderam: 3% (eram 4%).

G1Petrolina

Aprovação de Lula cresce e vai a 46%, aponta pesquisa Genial/Quaest

A aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cresceu pela segunda vez consecutiva e chegou a 46%, de acordo com pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 20. A desaprovação recuou no limite da margem de erro, de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, e foi a 51%, ainda acima da aprovação. A melhora foi puxada pela região Nordeste, beneficiários do Bolsa Família e eleitores com 60 anos ou mais. Em julho, na última rodada do levantamento, os que aprovavam o trabalho do presidente eram 43% e os que reprovavam, 51%.

O levantamento entrevistou presencialmente 12.150 pessoas com 16 anos ou mais, sendo 2.004 para o cenário nacional e o restante para as análises estaduais, entre os dias 13 a 17 de agosto. O nível de confiança é de 95%. A recuperação de Lula ocorreu principalmente na região Nordeste, a única em que ele é mais aprovado do que desaprovado. O petista ganhou 7 pontos de aprovação, saindo de 53% para 60%, o maior percentual registrado no ano. A desaprovação caiu no mesmo ritmo para 37%.

O presidente também registrou melhora na região Sul, onde a aprovação foi de 35% para 38%, mas o índice ainda é inferior à desaprovação, que permaneceu em 61%; nas regiões Centro-Oeste e Norte, que foram agrupadas pela pesquisa, os que aprovam a gestão petista cresceram de 40% para 44%, e a reprovação caiu de 55% para 53%. A região Sudeste foi a única em que não houve variação fora da margem de erro. A aprovação oscilou positivamente em dois pontos porcentuais, para 42%, e a desaprovação negativamente em um ponto, para 55%.

Lula recuperou a popularidade entre os eleitores que recebem Bolsa Família. Ele começou o ano com 61% de aprovação neste grupo, mas o porcentual caiu sucessivamente até chegar a 50% em julho. Agora, subiu para 60%. Entre aqueles que não recebem o benefício, o presidente é aprovado por 43%.

No recorte por idade, o maior crescimento foi entre os eleitores com 60 anos ou mais. Antes em empate técnico (48% de aprovação contra 46% de desaprovação), o placar agora é de 55% de eleitores que aprovam Lula contra 42% que desaprovam. Também houve melhora na faixa dos 16 a 34 anos, mas a desaprovação ainda é superior à aprovação: 54% a 43%, ante 58% a 38% na última rodada. Para Felipe Nunes, CEO da Quaest, a melhora na aprovação de Lula é fruto da combinação de fatores políticos e econômicos.

“A percepção do comportamento do preço dos alimentos trouxe alívio às famílias e reduziu a pressão sobre o custo de vida. Ao mesmo tempo, a postura firme de Lula diante do tarifaço imposto por Donald Trump foi vista como sinal de liderança e defesa dos interesses nacionais. Menos pressão inflacionária somada à imagem de um presidente que reage a desafios externos ajudam a explicar o avanço de sua aprovação neste momento”, disse ele. Segundo a Quaest, 48% dos eleitores consideram que Lula e o PT são os dois atores que estão fazendo o que é mais certo na crise desencadeada pela tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos às exportações brasileiras.

Bolsonaro e seus aliados foram citados por 28%, enquanto 15% responderam nenhum dos lados; 9% não souberam ou não responderam. A percepção sobre o preço dos alimentos no mercado também melhorou: para 18% (antes eram 8%), os preços caíram, enquanto 60% afirmam que subiram (eram 76%). Outros 20% disseram que ficou igual (14%). Avaliação negativa fica estável e continua maior do que positiva. A pesquisa Genial/Quaest também mediu a avaliação dos eleitores sobre a gestão Lula. A maior parte dos entrevistados, 39%, disse ter uma opinião negativa do governo, 31% consideram que o trabalho é positivo e 27% como regular, enquanto 3% não souberam ou não responderam. Na rodada anterior em julho, eram 40% de negativo, 28% de positivo, 28% de regular e 4% de indecisos.

Estadão Conteúdo

Quaest: percepção sobre melhora na economia sobe pela 3ª vez seguida

Para 22% dos entrevistados da Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (20), a economia brasileira melhorou nos últimos 12 meses. O índice foi atingido após o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ter o pior resultado em março deste ano, desde o início da série histórica do levantamento, iniciado em agosto de 2023.

Após os 16% em março que viam melhoria, o indicador passou para 18% em maio, 21% em julho e agora chega aos 22%. Ainda assim, há 46% que consideram que houve piora na economia nos últimos 12 meses. Outros 30% avaliam que ficou do mesmo jeito e houve 2% que não souberam opinar ou não responderam.

Os entrevistados também foram perguntados a respeito do preço dos alimentos. Para essa questão, 60% têm a percepção de que os produtos subiram no último mês contra 76% que pensavam assim no mês anterior. O percentual dos que consideram que os preços reduziram passou de 8% para 18%, entre julho e agosto.

Diario de Pernambuco

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