Editorial: Queda na popularidade – Lula precisa se reconectar com eleitorado para viabilizar um quarto mandato em 2026

Mais uma vez, a queda na popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é registrada em pesquisa, desta vez pelo Instituto Paraná Pesquisas. Os números revelam um cenário preocupante para o líder petista: 51% dos brasileiros desaprovam sua gestão, enquanto 46,1% mostram algum nível de aprovação. Esses dados refletem um governo que, em seu terceiro mandato, enfrenta dificuldades em dialogar com as camadas mais carentes da sociedade, público historicamente associado ao seu eleitorado.

Para agravar a situação, a mesma pesquisa aponta que, em uma eventual disputa presidencial, Lula ficaria atrás de Jair Bolsonaro. De acordo com o levantamento, Bolsonaro liderou com 37,6% das intenções de voto contra 33,6% de Lula, mostrando que o ex-presidente ainda exerce forte influência sobre o eleitorado, especialmente em regiões onde sua gestão foi vista como mais alinhada aos anseios populares. 

No campo econômico, o cenário também não favoreceu Lula. Nesta quarta-feira (27/11), o dólar fechou a R$ 5,91, marcando uma máxima histórica, com uma valorização de 1,80%. Esse aumento foi impulsionado pela incerteza em torno das medidas de ajuste fiscal anunciadas pelo ministro Fernando Haddad. A proposta de isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil, embora positiva para os trabalhadores, gerou preocupações no mercado financeiro sobre o impacto nas contas públicas. Essa tensão contribui para a percepção de que o governo enfrenta dificuldades em equilibrar prioridades econômicas.

Lula, que já foi convocado como o presidente que tirou milhões de brasileiros da pobreza, agora enfrenta o desafio de recuperar esse legado. Mais do que esses discursos, é necessário que as ações do governo reflitam as necessidades do povo. Caso contrário, corre o risco de encerrar sua trajetória política com uma avaliação negativa, deixando o palco pela porta dos fundos, enquanto enfrenta o crescente descontentamento popular. 

A reconexão com as bases que o levaram ao poder é necessária para que ele não apenas conclua este mandato de forma digna, mas também tenha chances reais de disputar um quarto mandato em 2026 com uma perspectiva de sucesso.

Waldiney Passos

Desaprovação do governo Lula aumenta e aprovação cai, diz pesquisa

Desaprovação do governo Lula cresceu e aprovação diminuiu segundo pesquisa realizada pelo instituto Paraná Pesquisas em novembro

A desaprovação do governo Lula cresceu e a aprovação caiu, segundo pesquisa do instituto Paraná Pesquisas divulgada nesta quarta-feira (27/11).

O levantamento, realizado nos 26 estados e no Distrito Federal, mostra que 51% dos eleitores desaprovam o governo Lula e 46,1% aprovam.

A diferença entre aprovação e desaprovação é maior que a margem de erro da pesquisa, de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa foi realizada entre a quinta-feira (21/11) e a segunda-feira (25/11). Ao todo, 2.014 pessoas foram entrevistadas pelo Paraná Pesquisas.

A última pesquisa do instituto, feita em julho de 2024, mostrava que 47% dos entrevistados aprovavam o governo Lula e outros 48% desaprovavam.

Veja a avaliação de Lula por região:

– Norte + Centro-Oeste: 44,1% aprovam e 52,9% reprovam;
– Nordeste: 57,6% aprovam e 39,2% reprovam;
– Sudeste: 42,6% aprovam e 54,7% reprovam;
– Sul: 36,8% aprovam e 60,6% reprovam.

Vacina vai combater câncer de próstata

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais prevalente entre os homens. A boa notícia para os homens é que já existe uma vacina a caminho para combater a doença. O oncologista João Paulo Medrado, que trabalha no Hospital Aristides Maltez, disse que quem está à frente do projeto é o cientista Fernando Tomé Kreutz, um pesquisador brasileiro da PUC, do Rio Grande do Sul e iniciou seus estudos no Canadá desde 1996.

Ele identificou um antígeno relacionado ao câncer de próstata, o que permite desenvolver uma resposta imunológica mais eficiente contra a doença. Medrado disse que esta etapa da pesquisa é decisiva para determinar se o medicamento pode reduzir as chances de recidiva em pacientes já tratados com a cirurgia.

“Esse fármaco tem como objetivo aumentar a proteção do paciente, tentando diminuir as chances de o câncer voltar após uma cirurgia da próstata. Essa substância trabalha mobilizando o sistema imunológico da pessoa para atacar as células cancerígenas, caso o câncer volte a se manifestar”, explica o oncologista.Se os resultados forem favoráveis, essa vacina pode ser uma inovação muito grande no tratamento do câncer de próstata, afirma o médico.

A Tarde

IBGE: cresce total de casais sem filho e de pessoas que moram sozinhas

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta sexta-feira (25), uma nova rodada de dados referentes ao Censo Demográfico 2022. Os números mostram que houve um aumento de residências no Brasil com casais sem filhos ou com pessoas que moram sozinhas.

Em 2010, quando foi realizado o Censo anterior, a quantidade de domicílios com uma única pessoa – chamados de unipessoais – correspondia a 12,2% do total. Em 2022, subiu para 18,9%.

Em relação às casas com presença de casais sem filhos, o percentual subiu de 16,1% para 20,2%, ou seja, de cada cinco residências no Brasil, pelo menos uma conta com responsável e cônjuge, mas sem dependentes imediatos.

Diário de Pernambuco

Desaprovação ao governo Lula cresce a 46% e chega ao mesmo patamar dos que aprovam, revela pesquisa

Confirmando o cenário que já havia sido mostrado por outras pesquisas, levantamento do PoderData, do site Poder360, divulgado nesta quarta-feira (16), mostra que continua aumentando a desaprovação ao terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com a pesquisa, aumentou de 43% para 46% a quantidade de brasileiros que desaprovam o governo petista.

O resultado atual revela que a desaprovação ao governo Lula chegou ao seu patamar mais alto desde o início do terceiro mandato. Em janeiro de 2023, a quantidade dos que desaprovam o governo era de 39%, número que veio aumentando até chegar aos atuais 46%.

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Quaest: Lula lidera disputa para 2026 e vê Marçal e Tarcísio empatados na sequência

A pesquisa Genial Quaest divulgada neste domingo (13) mostrou que as eleições deste ano adicionaram um possível novo ingrediente na disputa pela presidência da República em 2026: o coach Pablo Marçal (PRTB) apareceu pela primeira vez entre os entrevistados, ficando na segunda posição, com 18%. O presidente Lula (PT) liderou as intenções de voto, com 32%.

Atrás de Marçal ficou o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 15%. Ele está tecnicamente empatado com o coach dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais. 18% afirmaram não saber em quem votar e outros 18%, votariam nulo.

Ainda segundo a pesquisa, Marçal superou Tarcísio de Freitas em todas as regiões do país, exceto no Sudeste, onde o governador levou a melhor. Lula, porém, bateu Marçal em todas as cinco áreas do país, com um empate técnico registrado no Sul, onde o petista teve 25% e o coach ficou com 23%.

Essa nova divisão na disputa pelo segundo lugar evidencia um racha entre os eleitores bolsonaristas, efeito que também aferido na pesquisa. Entre os entrevistados que votaram em Jair Bolsonaro em 2022, 33% afirmaram votar em Marçal no próximo pleito, enquanto 32% disseram depositar o voto em Tarcísio. Lula manteve 71% dos eleitores que lhe deram o terceiro mandato, segundo a pesquisa.

Michelle Bolsonaro, que chegou a ser apoiada por 24% dos eleitores na pesquisa pelo instituto realizada em maio, aparece agora com 12% de intenções de voto. A pesquisa mostrou também que 58% são contra a candidatura do presidente Lula à reeleição em 2026. Esse resultado representa alta de 5 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, de julho.

Em eventual segundo turno, o levantamento mostrou que o presidente Lula venceria todos os opositores citados na entrevista, travando a disputa mais acirrada com o ex-presidente Bolsonaro, com seis pontos percentuais de diferença. A maior vantagem se deu contra o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil). Veja os números:

Lula 36% x 30% Bolsonaro
Lula 37% x 27% Michelle Bolsonaro
Lula 36% x 27% Pablo Marçal
Lula 35% x 22% Tarcísio de Freitas
Lula 36% x 18% Romeu Zema (Novo)
Lula 37% x 15% Ronaldo Caiado (União Brasil)
A pesquisa foi realizada presencialmente entre os dias 25 e 29 de setembro e entrevistou 2 mil eleitores com 16 anos de idade ou mais. O índice de confiança é de 95%.

JC

 

34% dos brasileiros dizem que não teriam ido votar se não fosse obrigatório, diz Datafolha

Se o voto não fosse obrigatório no Brasil, 34% dos eleitores não teriam ido às urnas no último domingo (6) para escolher o próximo prefeito, segundo nova pesquisa Datafolha. O nível de abstenção do último pleito no país foi de 21,7%, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

As intenções de abstenção são maiores entre eleitores pretos (42%), de escolaridade média (40%), moradores das regiões Centro-Oeste e Norte (40%), mais pobres (39%) e entre 25 e 34 anos (39%).

Por outro lado, 65% dos entrevistados dizem que, ainda que não fossem obrigados a votar, teriam exercido o direito da mesma forma. O índice é maior entre os mais ricos (82% entre os que recebem mais de dez salários mínimos e 75% entre os que recebem de cinco a dez), com curso superior (78%), moradores da região Sul (76%), eleitores de Jair Bolsonaro (71%), brancos (71%) e mais idosos (70%).

Entre os eleitores que não foram votar no domingo, 18% dizem não ter ido por estarem em uma cidade diferente de onde votam, 14% justificaram desinteresse na eleição, 14% estavam longe dos locais de votação e 13% estavam viajando.

Dos eleitores que compareceram, 14% afirmam ter decidido o voto no próprio dia da eleição, 5%, na véspera, 8%, uma semana antes, 11%, 15 dias antes e 59%, pelo menos um mês antes do dia do pleito. O Datafolha realiza um levantamento que acompanha o apoio da população ao voto obrigatório desde 1994. A última pesquisa do tipo tinha sido divulgada em dezembro de 2020, quando 56% dos brasileiros eram contra a medida.

O voto é obrigatório no país oficialmente desde 1932, no primeiro governo de Getúlio Vargas. A obrigatoriedade foi mantida no Código Eleitoral atual, de 1965. Desde 1846, no período imperial, já eram previstas multas a quem faltasse nas votações para vereadores e juízes de paz.

A pesquisa Datafolha foi realizada entre segunda (7) e terça-feira (8) em 113 municípios de todo o Brasil. Foram entrevistados 2.029 eleitores acima de 16 anos A margem de erro para o total da amostra é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O voto é facultativo para quem tem 16 ou 17 anos e mais de 70 anos, além dos analfabetos.

Atualmente, quem não aparece para votar nem justifica a ausência fica sujeito a uma multa de R$ 3,51 por turno, além de não conseguir retirar passaporte e prestar concurso público, entre outras consequências. O cancelamento do título de eleitor ocorre após três ausências não justificadas.

Outros países se dividem entre os modelos de voto obrigatório e opcional. Ele é opcional, por exemplo, nos Estados Unidos, e na maior parte dos integrantes da União Europeia. Na América Latina, a obrigatoriedade é comum. Há ainda casos de países onde a obrigação é prevista em legislação, mas as autoridades na prática não punem quem não comparece às urnas.

Bahia Notícias

Pesquisas realizadas pelo Blog Waldiney Passos acertam resultado das eleições em Petrolina

(Foto: Divulgação/TSE)

As pesquisas promovidas pelo Blog Waldiney Passos acertaram as previsões para o resultado da eleição municipal de Petrolina (PE) que teve Simão Durando eleito no primeiro turno com 59,16% dos votos válidos.

Pesquisa traz Simão Durando com 61% dos votos válidos para eleição de prefeito de Petrolina

Nova pesquisa indica vitória de Simão Durando no primeiro turno com 62,5% dos votos válidos

Ao todo, duas pesquisas foram veiculadas: uma em parceria com o instituto Ranking e outra com a Insight Global Consultoria e Pesquisa.

Em ambas, Simão Durando aparecia à frente. Na primeira, em parceria com a Insight Global Consultoria e Pesquisa, divulgada no dia 3 de setembro, o prefeito eleito aparecia com 61% dos votos válidos. Considerando a margem de erro de 4%, a previsão se concretizou.

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Kamala Harris abre vantagem sobre Trump para questões econômicas, mostra pesquisa

A vice-presidente dos Estados Unidos e candidata à presidência, Kamala Harris, consolidou a liderança sobre o ex-presidente americano, Donald Trump, em confiança entre os eleitores para questões econômicas, de acordo com a nova pesquisa eleitoral da Financial Times – Michigan Ross.

Segundo o documento, 44% dos votantes registrados confiam mais na democrata para lidar com a economia, ante 42% no republicano. O número registrado em setembro é um crescimento se comparado com o de agosto, antes do debate entre os candidatos para a Casa Branca. No mês passado, Kamala liderou por 42% contra 41%, de Trump.

Os eleitores consultados para a pesquisa ainda demonstraram acreditar que a democrata representa melhor os interesses da classe média, pequenas empresas, membros de sindicatos e trabalhadores braçais. Trump, por outro lado, é visto como bom representante de grandes corporações e de ricos.

Estadão Conteúdo

Pesquisa mostra falta de vacinas em mais de 1,5 mil municípios

Mais de 1,5 mil municípios relatam falta de vacinas, de acordo com pesquisa divulgada nesta sexta-feira (13) pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). O levantamento mostra que, nessas localidades, faltam vacinas principalmente para as crianças. Entre os principais que estão em falta estão os imunizantes contra varicela, covid-19 e meningocócica C.

O levantamento foi realizado entre os dias 2 e 11 de setembro e contou com a participação de 2.415 municípios. Desses, 1.563 – o equivalente a 64,7% dos que participaram da pesquisa e cerca de 28% do total de municípios no Brasil – enfrentavam falta de imunizantes há pelo menos 30 dias.

A vacina contra varicela é a que está mais em falta segundo o levantamento. Ela protege crianças de 4 anos da catapora – nessa idade é aplicado o reforço. O imunizante falta em 1.210 municípios respondentes, com uma média de desabastecimento superior a 90 dias.

A falta de vacina contra a covid-19 para crianças afeta 770 municípios que estão, em média, 30 dias sem o imunizante. Já a vacina Meningocócica C, que protege contra infecções graves e fatais, como a meningite, está indisponível em 546 municípios, em média, há cerca de 90 dias.

Também foram apontadas como em falta nos municípios: a Tetraviral, que combate o sarampo, a caxumba e a rubéola, em 447 municípios; a Hepatite A, em 307 municípios; e a DTP, que combate a difteria, tétano e coqueluche, em 288 municípios.

“Sabemos que vacinas são compradas e são de responsabilidade do governo federal, aos estados cabe comprar as agulhas para que se possa fazer a aplicação das vacinas. Isso chega aos municípios e eles aplicam as vacinas”, ressalta o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.

“Por isso estamos instando o Ministério da Saúde para que providencie imediatamente a compra das vacinas necessárias e os estados para que também possam fazer a sua contribuição para que haja a complementação da vacinação em todo o Brasil. É muito importante porque nos últimos 30 dias tem faltado vacina no Brasil”, diz.

Localização
De acordo com a pesquisa, o estado com maior falta de imunizantes é Santa Catarina, 128 prefeituras relataram esse problema, o que corresponde a 83,7% dos municípios da unidade federativa. Em seguida, estão Pernambuco, com 58 (80,6%); e Paraná, com 155 (78,7%).

Considerando as regiões do país, o Sudeste aparece em primeiro lugar com 595 municípios enfrentando falta de imunizantes, o que corresponde a 68,5% dos municípios na região; o Sul, com 395 (65,1%); o Nordeste, com 370 (65,1%); o Centro-Oeste, 136 (63%); e o Norte, com 67 (42,9%).

Ministério da Saúde
Em nota, o Ministério da Saúde diz que mantém “envios regulares de vacinas aos estados, que são responsáveis por abastecer os municípios”.

A pasta afirma ainda que não há falta generalizada de vacinas no Brasil. “O levantamento da CNM traz questões pontuais para as quais o Ministério da Saúde adota estratégias para manter a vacinação em dia e a proteção da população. Essas ações são realizadas em diálogo constante com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems)”, diz a nota.

Segundo o ministério, foram distribuídas 65,9 milhões de doses das dez principais vacinas citadas pelo levantamento, incluindo a de covid-19, com 22,9 milhões de doses aplicadas até o momento. Sobre a vacina contra Varicela, no fim de 2023, de acordo com a pasta, foram compradas 2,7 milhões de doses via Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde da Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), com 150 mil previstas para serem entregues até setembro. A aquisição regular para 2024 está em andamento.

Para covid-19, segundo o ministério, a entrega semanal segue a capacidade de armazenamento da rede de frio estadual, uma vez que essa vacina exige armazenamento em baixíssima temperatura. O Ministério da Saúde diz ainda que está finalizando o pregão para a compra da vacina mais atualizada XBB. Em relação à oferta da vacina contra Meningo C, nas regiões que registrarem falta, a orientação do ministério é para substituição pela Meningo ACWY, de mesma eficácia, mantendo a população protegida.

Agência Brasil

Pesquisa traz Simão Durando com 61% dos votos válidos para eleição de prefeito de Petrolina

Eleição em Petrolina pode ser definida em primeiro turno

O Blog Waldiney Passos em parceria com a Insight Global Consultoria e Pesquisa divulga um levantamento para a disputa de prefeito em Petrolina. Segundo os dados da pesquisa, o atual prefeito Simão Durando (UB) seria reeleito com 61% dos votos válidos. Em segundo lugar aparece Dr. Julio Lossio (PSDB) com 24%, seguido de Odacy Amorim (PT) que soma 10% e Lara Cavalcanti (PL) com 3%. Já Dr. Marcos Heridijanio (Agir) e Maria Clara (UP) marcaram 1% em votos válidos. A pesquisa ouviu 600 pessoas, tem 95% de confiança e margem de erro máxima de 4%.

O levantamento traz números também do cenário estimulado, espontâneo e a taxa de rejeição. Simão lidera na estimulada com 53%, depois aparecem Dr. Julio (20%), Odacy (9%), Lara (3%), Dr. Marcos (1%) e Maria Clara (1%). 9% não souberam responder; 3% optaram por branco e nulo e 1% dos entrevistados não quis responder.

No cenário espontâneo, quando não são apresentados os nomes dos candidatos, Simão também lidera com 43%. Em segundo lugar aparece Dr. Julio com 12%, seguido de Odacy (3%) e Lara Cavalcanti (1%). Um total de 32% não sabem, outros (3%), branco/nulo (3%) e 3% optaram por não responder.

O levantamento ainda avaliou o nível de rejeição dos candidatos. 23% dos entrevistados disseram que não votam em Odacy de jeito nenhum. O segundo mais rejeitado é Dr. Julio (11%), depois Lara (11%), Maria Clara (10%) e Simão Durando (9%). Dr. Marcos teve a menor rejeição com 6%. 24% dos pesquisados não responderam ou não souberam dizer um nome, 4% rejeitaram todos e 2% disseram que votariam em qualquer um dos candidatos.A Insight Global foi a campo ouvir os entrevistados entre os dias 28 de agosto e 1° de setembro. A pesquisa está registrado sob número PE-05634/2024.

 

 

62% dos brasileiros já sofreram tentativa de golpe na internet, diz pesquisa

Um novo levantamento sobre o cenário de golpes e fraudes virtuais, feito pela Koin, fintech especializada em prevenção de crimes em e-commerce, aponta que 62,4% dos brasileiros já sofreram alguma tentativa de golpe virtual. A maioria delas, 41,8%, ocorre em sites de compra.

Fraudes via WhatsApp também são alvo de preocupação, e representam 20,6% das tentativas. O golpe do Pix foi mencionado por 18,6% dos respondentes do estudo. Roubo de dados (o chamado “phishing”) foi a ameaça citada por 13,9% dos entrevistados, enquanto 5,2% dos consumidores afirmaram terem sofrido tentativa de roubo de senha.

A maioria das vítimas relatou ter sofrido prejuízo entre R$ 500 e R$ 1 mil (47,6%), com um segundo grupo significativo perdendo valores na casa de R$ 50 e 100 (19%); 15,5% dos respondentes disseran terem sido fraudados em valores acima de R$ 2 mil; 10,7% perderam entre R$ 1 mil e R$ 1.500. Apenas 7,1% dos consumidores afirmaram não ter sofrido prejuízo financeiro.

Celular como arma

O levantamento mostrou também que a maioria absoluta (92,3%) das tentativas de golpe ocorreu por meio de dispositivos móveis, principalmente celulares. Outro aspecto relevante é que 64,3% das pessoas não registraram boletim de ocorrência após sofrerem a ameaça, indicando uma possível falta de confiança na resolução do problema ou desconhecimento sobre a importância desse registro.

Segundo Juana Angelim, chefe de aperações da Koin, os dados mostram que esse tipo de fraude pode causar prejuízo tanto para o consumidor quanto para o lojista. “Por isso, cada vez mais, é preciso que as empresas reforcem suas vendas on-line com sistemas antifraudes robustos”, diz a executiva.

O levantamento considerou a experiência de 350 consumidores de todas as regiões do Brasil, em agosto, com grande parte dos respondentes do Sudeste (43,1%), seguido pelo Nordeste (18,6%). A faixa etária dos participantes também mostrou uma distribuição homogênea: de 35 a 44 anos (27,3%), 45 a 54 anos (23,5%) e 55 a 64 anos (22,5%).

Correio Braziliense

IBGE aponta que Brasil tem mais de 14,6 milhões de MEIs

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou, nesta quarta-feira (21/08), um estudo que mostra o cenário das microempresas no Brasil, com dados coletados em 2022. O número de microempreendedores individuais (MEIs) no país era equivalente a 14,6 milhões e representa um salto de 11,4% na comparação com 2021, quando esse contingente era de 13,1 milhões de trabalhadores.

Nesse período, a quantidade de MEIs empregadores – que possuem um funcionário – cresceu de 104,1 mil para 133,8 mil. Apesar disso, representa ainda menos de 1% do total de microempreendedores individuais. Em 2022, 69,4% de todos os ativos haviam se filiado nos últimos cinco anos, sendo que 1/5 da parcela total de MEIs ingressaram naquele ano.

Cerca de metade (51,5%) de todos os microempreendedores atuavam no setor de serviços. Os cabeleireiros e outras atividades de tratamento de beleza foram as que mais tiveram destaque na pesquisa, e representavam 9% de todos os MEIs. Além disso, 88,7% de todo esse mercado no país era administrado por trabalhadores desta categoria.

Por estado, o Rio de Janeiro foi a unidade da Federação que registrou a maior proporção de microempreendedores sobre o número total de trabalhadores formais, com 24,5%. Na sequência, aparece o Espírito Santo (23,4%). Por outro lado, os estados com a menor participação de MEIs, em 2022, foram Acre (13,0%), Maranhão (14,0%) e Amapá (14,0%).

Benefícios sociais

Uma novidade da pesquisa, que já está na segunda edição, é a inclusão de dados sobre os beneficiários e inscritos em programas sociais do governo federal. Em 2022, 4,1 milhões de MEIs estavam na lista do CadÚnico, o que representa 28,4% de todos os trabalhadores desta categoria. Praticamente a metade deste número (2,1 milhões) recebia o Bolsa Família.

“Do estoque atual de MEIs, 2,6 milhões se filiaram em 2022, sendo que 81% tiveram algum vínculo no mercado formal de trabalho nos últimos 14 anos. E, em média, levaram 2 a 3 anos entre se desligar do vínculo e abrir o seu próprio MEI”, explicou o gerente da pesquisa, Thiego Ferreira.

Diário de Pernambuco

Pesquisa indica vitória de Simão Durando com 65% no primeiro turno

De acordo com levantamento divulgado pelo Instituto DataTrends neste domingo (18), o prefeito de Petrolina e candidato à reeleição pelo União Brasil (UB), Simão Durando continua no topo das pesquisas com larga vantagem para eleições deste ano. De acordo com a pesquisa, Simão venceria em primeiro turno com 65%, um crescimento de nove pontos comparado ao último levantamento do instituto divulgado no início do mês passado. A pesquisa ainda mostrou que 70% da população aprova o governo de Simão.

O estudo mostra que, se as eleições fossem hoje, Simão Durando venceria com folga, obtendo 65% de votos válidos, mais que o dobro do segundo lugar que ficou com o candidato do PSDB, Júlio Lóssio, 25%. Na sequência, com o terceiro lugar está Odacy Amorim (PT) com 8% e em última, Lara Cavalcanti (PL) pontua 2%.

A pesquisa ainda mostra um cenário com a estimulada. Nesta, Simão Durando continua liderando com 53%, seguido por Júlio Lóssio com 21%, Odacy Amorim com 6% e Lara Cavalcanti 1%. Já no levantamento espontâneo, Simão Durando aparece com 24%, enquanto Júlio Lóssio soma 9% e Odacy Amorim acumula 2%.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número PE-02563/2024. A margem de erro é de 4% pontos percentuais e o grau de confiança de 95%. Foram ouvidos 600 eleitores nos dias 10 e 11 de agosto.

Ascom Simão Durando

Sensor de fibra ótica desenvolvido na UFPE detecta se azeite é falsificado

Uma pesquisa da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) desenvolveu um sensor de fibra ótica capaz de auxiliar na avaliação de produtos industrializados, incluindo o azeite de oliva (veja vídeo acima). O equipamento pode ser um caminho para evitar prejuízos ao bolso e à saúde dos consumidores, que estão vulneráveis à compra de azeites adulterados.

O produto teve um aumento médio de preço de 50% desde o ano passado, segundo dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e não deve baratear no curto prazo, devido a questões climáticas que provocaram altas temperaturas e seca na Europa e afetaram a produção de azeitona nos principais países produtores: Portugal, Espanha, Itália e Grécia.

Valioso nas prateleiras dos supermercados, o azeite de oliva é um ingrediente estimado na cozinha do brasileiro e também consumido por quem busca os benefícios prometidos pelas gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas. É também o segundo alimento mais adulterado do mundo, numa lista com os dez itens, atrás apenas do leite de vaca.

O sensor desenvolvido por Thales Castro, doutorando na área de engenharia elétrica da UFPE e uma equipe do Departamento de Engenharia Eletrônica, mede o índice de refração de líquidos e gases do produto para identificar as falsificações. Ou seja, mede a trajetória que a luz e os gases fazem ao atravessarem ou refletirem no azeite de oliva.

“A gente identificou que a produção de azeite vem sofrendo muito com as mudanças climáticas e por isso o preço tem disparado nos últimos meses. Além disso, as pessoas têm buscado um estilo de vida mais saudável e um desses passos é fazer a substituição de óleos que elas consomem por outros que julgam ser mais saudáveis. Diante desse problema, a gente resolveu testar o sensor e ele correspondeu, identificando as adulterações”, explicou o pesquisador Thales Castro.

Ao contrário de outros sensores que já identificam se o azeite de oliva foi adulterado por um tipo de óleo vegetal, o novo equipamento tem maior sensibilidade é consegue identificar a adição de qualquer combinação de cinco componentes normalmente utilizados nas fraudes: óleos de canola, milho, algodão, soja e girassol.

Os primeiros testes avaliaram azeites e óleos mais baratos encontrados à venda no mercado, o que ajudou o equipamento a avaliar a pureza do produto. Além da possibilidade de avaliar mais tipos de adulteração, o sensor desenvolvido na UFPE não altera as propriedades físico-químicas da amostra, mantendo a integridade do azeite analisado.

“O sensor identifica que há uma adulteração no produto; ele não identifica o que está adulterando. É importante para que, eventualmente, no futuro, a gente consiga desenvolver, a partir do interesse de empresas, um equipamento para fazer essa identificação”.

Os primeiros resultados foram publicados numa importante revista científica internacional, a Food Control, que significa “controle do alimento”, numa tradução livre do inglês – o que significa que a pesquisa foi revisada e aprovada por pesquisadores com relevância na área.A expectativa dos pesquisadores é que haja um investimento da indústria ou do governo para transformar o protótipo desenvolvido na universidade num equipamento a serviço da sociedade.

G1 Pernambuco

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