
(Foto: Reprodução/Internet)
Uma carta aberta dos profissionais da Educação Inclusiva/Educação Especial da Rede Municipal de Educação de Petrolina (PE) que atuam no Atendimento Educacional Especializado-AEE e os profissionais psicopedagogos que trabalham na avaliação diagnóstica no Núcleo de Apoio Psicopedagógico as Pessoas com Deficiência – NAPPNE, está sendo disseminada nas redes sociais.
No documento, a categoria manifesta publicamente indignação e revolta diante das medidas tomadas pela gestão da Educação Municipal. De acordo com os profissionais, “medidas autoritárias estão sendo tomadas pela Coordenação de Educação Inclusiva/Educação Especial, encaminhando para as escolas os profissionais que atuam no NAPPNE para assumirem salas de aulas no ensino regular (sala comum), e em visitas as escolas deixa claro que os professores que atuam no AEE devem assumir o ensino comum”.
“Como não bastasse todo esse descaso, a partir do salário de março até agosto fomos surpreendidos com mais uma arbitrariedade, cortes das gratificações de regência e aula atividade em nossos proventos, somando uma perda salarial de quase mil reis, sem nenhuma justificativa, deixando subentender que não somos considerados professores regentes, como rege na Lei 1441/04 no seu artigo 1º é vedado o pagamento de gratificação de regência (pó de giz) e aula atividade a professores lotados que desempenham outras funções, exceto os com problemas de saúde e os cedidos. Percebe-se tamanha despreparo dessa gestão, pois na nossa categoria tem professores cedidos e permutados que também perderam suas gratificações”, diz um trecho do texto.






















