Gustavo Durán Bautista, ex-dono da Mariad em Juazeiro, é preso na Colõmbia

 O narcotraficante colombiano Gustavo Durán Bautista – acusado em 2007 de utilizar a Fazenda Mariad, em Juazeiro, como fachada para um esquema de tráfico internacional e que também já morou em São Paulo (SP) , foi preso por autoridades colombianas na cidade de Cúcuta, na fronteira com a Venezuela. Alvo de mandado de prisão no Brasil, Gustavo responde por tráfico internacional oriundo de um mandado da Operação São Francisco, deflagrada pela Polícia Federal em 2007.

Ele exportava toneladas de uvas e mangas para a Europa, principalmente para a Holanda, com cocaína escondida em fundos falsos das caixas. O patrimônio dele no Brasil era estimado em 100 milhões de dólares, incluindo aviões e mansões em locais como Jurerê Internacional, em Florianópolis. O caso ganhou grande repercussão em 2007 por revelar os laços da então juíza baiana Olga Regina com Durán.

As investigações mostraram que a juíza mantinha contato frequente com o narco e chegou a vender uma casa de luxo em Salvador para ele como forma de lavar dinheiro e, por conta disso, foi condenada pelo CNJ à aposentadoria compulsória. Gustavo acabou preso ainda em 2007 no Uruguai, flagrado com 500 kg de cocaína em um de seus aviões, mas foi solto tempos depois e seguia foragido desde então.

O narco também era apontado como um dos principais sócios de Juan Carlos Abadía, líder do extinto Cartel Norte del Valle, que também foi preso no Brasil na mesma época.

Com informações da RedeGN

Colômbia recusa voos com deportados dos EUA e Trump reage com taxação

Em resposta à recusa da Colômbia de voos de nacionais deportados em aviões dos EUA, Trump impôs tarifas de 25% aos produtos do país

Neste domingo (26), a Colômbia anunciou que barrou a entrada de aviões militares dos Estados Unidos com migrantes deportados. O presidente colombiano, Gustavo Petro, utilizou a rede social X para afirmar que seus cidadãos devem ser tratados com “dignidade”.

“Um migrante não é um criminoso e deve ser tratado com a dignidade que um ser humano merece. É por isso que mandei devolver os aviões militares dos EUA que vieram com migrantes colombianos”, escreveu o mandatário.

Petro não especificou quantos voos planejavam aterrissar em território colombiano e nem quantas pessoas eram transportadas.

O presidente da Colômbia completou: “não posso obrigar os migrantes a permanecer num país que não os quer, mas se esse país os devolver, deverá ser com dignidade e respeito por eles e pelo nosso país. Nos aviões civis, sem sermos tratados como criminosos, receberemos os nossos compatriotas”, publicou.

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Crianças colombianas são encontradas com vida 40 dias após queda de avião: “Alegria imensa para todo o país”

As quatro crianças que estavam desaparecidas desde 1º de maio, quando um avião caiu na Colômbia, foram encontradas com vida na sexta-feira (9). Entre as vítimas resgatadas está um bebê. Os menores estão desidratados, com ferimentos leves, mas bem.

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Sobe para 254 o número de mortos após cheias na Colômbia

(Foto: César Carrión)

Balanço divulgado durante a manhã deste domingo (2) pela CNN, revelou que o número de mortos, depois das chuvas e deslizamento subiu para 254, em Mocoa, no sul da Colômbia. A CNN relata que o temporal, que começou às 22h30 (no horário local), foi tão rápido que as pessoas tiveram que correr para escapar da água.

A Cruz Vermelha registrou que 220 pessoas ficaram feridas e o número de desparecidos ainda está indeterminado. No levantamento da Cruz Vermelha divulgado no sábado (1º), mais de 200 pessoas estavam desaparecidas.

A cidade de 45 mil habitantes, capital do departamento de Putumayo, ficou devastada depois de ser atingida por fortes chuvas na noite de sexta-feira (31). Os rios Mocoa, Mulato e Sancoyaco transbordaram e muita terra foi arrastada até o centro de Mocoa, que fica perto da fronteira com o Equador e Peru. Pontes e estradas ficaram destruídas.

Com informações do G1

Retrospectiva 2016: Sobe para 76 número de mortes na queda do avião com time da Chapecoense

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O avião que transportava a delegação da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, sofreu um acidente na madrugada desta terça-feira (29), informam autoridades colombianas. Segundo autoridades colombianas, há 76 mortos e cinco sobreviventes. O avião da LaMia, matrícula CP2933, decolou de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, com 81 pessoas a bordo: 72 passageiros e 9 tripulantes.

Segundo informações do Bom Dia Brasil, o diretor de um hospital envolvido no socorro disse que apenas cinco pessoas sobreviveram ao acidente: os jogadores Alan Ruschel, Danilo e Follmann, um jornalista e um comissário. Não há, por enquanto, identificação das vítimas fatais.

Segundo a imprensa local, a aeronave com o time catarinense perdeu contato com a torre de controle às 22h15 (local, 1h15 de Brasília) e caiu ao se aproximar do Aeroporto José Maria Córdova, em Rionegro, perto de Medellín.

Os jogadores da equipe de Santa Catarina são os goleiros Danilo e Follmann; os laterais Gimenez, Dener, Alan Ruschel e Caramelo; os zagueiros: Marcelo, Filipe Machado, Thiego e Neto; os volantes: Josimar, Gil, Sérgio Manoel e Matheus Biteco; os meias Cleber Santana e Arthur Maia; e os atacantes: Kempes, Ananias, Lucas Gomes, Tiaguinho, Bruno Rangel e Canela.

Com informações do G1

Voo da Chapecoense tinha diversas irregularidade, dizem autoridades

(Foto: Internet)

As autoridades colombianas divulgaram na manhã desta segunda-feira (26) um relatório sobre o acidente com o avião da Chapecoense que deixou 71 vítimas no dia 29 de novembro, próximo a Medellín, na Colômbia. Por meio de gravações de voz do avião (voice recorder), os oficiais da Aeronáutica Civil explicaram detalhes da queda. “A aeronave tinha um peso superior ao permitido nos manuais”, afirmou o coronel Freddy Augusto Bonilla, secretário de segurança da Aeronáutica Civil da Colômbia.

As autoridades ainda culpam a AASANA (Administração de Aeroportos e Serviços Auxiliares à Navegação Aérea da Bolívia) por ter aprovado o plano de voo da LaMia. De acordo com Bonilla, o piloto Miguel Quiroga, morto no acidente, tinha consciência de que o combustível não era suficiente. “Eles estavam conscientes da limitação do combustível. Sabiam que não era suficiente.”

A conclusão colombiana aponta apenas algumas diferenças em relação à versão boliviana, divulgada há duas semanas. As autoridades da Bolívia culparam o piloto do avião e a companhia aérea LaMia. Foi aberto também processo contra a funcionária do aeroporto de Santa Cruz, de onde partiu o avião, que aceitou um plano de voo com o tempo de voo igual à autonomia, violando normas elementares. O ministro de obras públicas da Bolívia, Milton Claros, foi taxativo. “O que aconteceu neste trágico evento é de responsabilidade direta da empresa LaMia e do piloto”.

O secretário de segurança da Aeronáutica Civil da Colômbia fez um longo pronunciamento a partir da gravação da conversa do piloto da LaMia com a torre de controle de voo do aeroporto de Rionegro antes da queda do avião.

“O avião boliviano ingressa em Medellín neste momento. A aeronave boliviana está deixando o controle aéreo de Bogotá para o de Medellín e é autorizada a descer 3 mil metros. Até então, a tripulação não informou se havia uma situação de emergência. Essa aeronave conta com um sistema de alerta de baixa quantidade de combustível. Isso significa que se inicia um alarme audível e visual. De acordo com o manual da aeronave, avisa 20 minutos de voo com esse alarme. Esse alarme foi dado dois minutos depois dessa posição”, contou o secretário.

A investigação se debruça agora sobre as razões da interrupção da gravação antes da queda do avião. “A gravação para um minuto antes da queda e temos que saber o motivo”, disse.

Com informações do IstoÉ

Luzes se apagaram repentinamente, diz sobrevivente de acidente

chapecoenseUm breve relato de uma das sobreviventes do acidente aéreo que matou 71 pessoas do voo que levava a Chapecoense à Colômbia para disputar a final da Copa Sul-Americana mantém de pé a hipótese de que uma falha elétrica pode ter causado a tragédia.

O governador de Antioquia (departamento cuja capital é Medellín), Luis Pérez, contou a veículos colombianos que conversou com a auxiliar de voo Ximena Suárez no hospital.

“O pouco que ela falou foi que luzes começaram a se apagar repentinamente e que 40 ou 50 segundos depois sentiu a pancada. Ela se lembra até aí.”

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Tragédia com avião da Chapecoense deixa ao menos 25 mortos, diz prefeito

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A aeronave que levava 81 pessoas,72 passageiros e nove tripulantes, caiu na Colômbia na madrugada desta terça-feira

Ao menos 25 pessoas morreram no grave acidente aéreo que envolveu o time da Chapecoense, de Santa Catarina. A confirmação oficial do número de mortos foi dada pelo prefeito de Medellín, Federico Gutiérrez Zuluaga, em comunicado à imprensa. A aeronave que levava 81 pessoas, 72 passageiros e nove tripulantes,  caiu na Colômbia na madrugada desta terça-feira (29). A equipe seguia para Medellin, onde iria disputar nesta quarta-feira (30) a primeira partida da final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional da Colômbia.

O prefeito de La Ceja também confirmou o total de corpos identificados até o momento.”Há cinco pessoas resgatadas e 25 cadáveres identificados em uma zona de acesso muito difícil”, afirmou Elkin Osorio.

Em comunicado postado no Twitter, a administração do Aeroporto José Maria Córdova informou que a aeronave, de matrícula CP 2933, caiu na região da província de Antioquia. Segundo jornais locais, a aeronave com o time catarinense perdeu contato com a torre de controle às 22h15 (local, 1h15 de Brasília) e caiu ao se aproximar do Aeroporto José Maria Córdova, em Rionegro, perto de Medellín. Entre os passageiros estavam três ex-presidentes do time.

Equipes de resgate já estão no local. Segundo a administração do terminal, a aerononave caiu em uma região montanhosa de difícil acesso e as condições climáticas dificultam o acesso ao local, que só pode ser feito por terra. Alguns feridos já foram levados para hospitais da região.

A Aeronautica Civil da Colômbia informou em comunicado que a Força Aérea colombiana dispôs de um helicóptero para proceder com as buscas aos sobreviventes, além de prestar apoio com bombeiros, ambulâncias e toda rede hospitalar disponível no local.

Pelo Twitter, o prefeito Federico Gutiérrez Zuluaga lamentou o ocorrido, afirmando que após o acidente todos os protocolos de emergência foram ativados e equipes de resgate foram enviadas ao local. “É uma verdadeira tragédia o que ocorreu esta noite. Lamentamos esta grande perda de vidas humans e expressamos toda a nossa solidariedade com os familiares, amigos e fãs da equipe Chapecoense. Estamos dispondo de toda a colaboração necessária, técnica e humana, para atender a este acidente”

Em nota oficial, a Conmebol suspendeu todas as atividades envolvendo a Confederação, inclusive a partida que estava marcada para quarta-feira às 21h45 (de Brasília) em Medellín deve ser adiada.

A Chapecoense, que ainda não se manifestou sobre o acidente, viajava à Colômbia para enfrentar o Atlético Nacional, atual campeão da Copa Libertadores da América, na partida de ida da final da Copa Sul-Americana, no estádio Atanasio Girardot.

Colômbia diz ter encontrado um dos maiores tesouros históricos do mundo

galeão san josé

O governo da Colômbia anunciou ter localizado os restos do galeão San José, o mítico barco que afundou perto da costa de Cartagena no século 18 enquanto transportava um grande tesouro com ouro, prata e esmeraldas para a Espanha.

O presidente colombiano Juan Manuel Santos anunciou a descoberta de forma empolgada pelo Twitter nesta sexta-feira. “Grande notícia: encontramos o galeão San José!”, disse ele.

O navio, um dos maiores da época, transportava aquilo que viraria o maior tesouro submerso da história quando foi afundado por ingleses perto da península de Barú em junho de 1708.

Acredita-se que, a bordo, estavam 11 milhões de moedas de ouro, além de outras riquezas.

Na década de 1980, o Congresso da Colômbia avaliou a carga em US$ 11 bilhões. Outros cálculos falam em US$ 5 bilhões.

Com o passar os anos, o San José virou o sonho de muitos “caça-tesouros”, que chegaram a travar longas batalhas legais com o governo colombiano.

“Acredito que, entre os tesouros lendários que ainda estão sendo buscados, o San José é aquele do qual as pessoas mais falam”, disse à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, Mark Gordon, presidente da empresa Odissey Marine Exploration, em 2011.

Em 1982, a empresa Sea Search Armada anunciou o descobrimento do galeão a poucos metros da costa de Cartagena, o que acabou sendo negado pelo governo colombiano.

Mas, em 1989, a empresa deu início a uma disputa legal com a Colômbia.

Em 2007, o tesouro finalmente foi declarado patrimônio cultural e histórico da nação pelo governo colombiano e um tribunal americano se pronunciou a seu favor quatro anos depois.

O governo da Espanha também reclama direitos sobre o San José, argumentando que ele pertencia a uma frota militar espanhola.